As melhores coisas da vida são invisíveis
1 A visão na claridade
— Se não der certo, vocês podem me despedir daqui. – Falei, com uma grande autoridade.
— Isso é loucura! Acredita mesmo nisso?
— Como nunca acreditei em nada antes, Luque. Espero que você respeite a minha decisão.
É uma grande coincidência de fatos decorrentes, e eu não sei exatamente o que pensar disso.
i’m going slighty mad – “eu estou ficando levemente louca” – queen
and finally happened, i’m slighty mad. – “e finalmente aconteceu.”
Aquele pequeno ser, em seus quatro anos, olhava para todo o espaço fechado, com seus olhos abrilhantados de tanta novidade, novidade? Um mundo novo. Às vezes, por sinapses de momentos, esquecia de sua nova vida. Naquele momento, algo estava acontecendo. Mas nem os mais estudados poderiam explicar. A criança estava encantada com o mundo, novamente viva. Novamente aqui. Não é a sua primeira vez aqui, ela está voltando à esse plano, e naquele momento, ela sentiu isso.
“Mas eu sei que eu já vivi antes, que eu já vi muitas outras coisas, as quais não tenho acesso no momento.” -
A garota, a pequena menina, sempre tinha esses sonhos, e algumas atitudes que causavam estranheza pela sua mãe, que ficava pensativa de onde ela tirava essa clareza de fatos e informações, o que nem propriamente profissionais poderiam explicar de maneira aprofundada e apropriada, a vida ia passando, e a pequena menina crescia em sua vida regada de sua família, amigos e proteção.
Mas o seu universo era esse, não havia outro.
Se cada ser transcende um universo, isso significa que cada universo fechado tem a sua própria porta de entrada e de saída, e a saída desse plano também é monumentalmente diferente. Mas isso não é uma resposta clara ou objetiva, pois nesse ramo não existem respostas absolutas, donas da razão.
Existem os metabolismos de coalisão, e um ser pode exatamente se sintonizar com outro, por frações de segundos, e assim, acontece um fenômeno.
Um coração palpitava mais do que tudo, porque estava cheio de vida. A vida biológica. Orgânica e imaterial. Que não carregava nada dentro de si, além de um complexo batimento de sangue arterial e venoso, a medicina era cheia de informações extraordinárias. Só não era mais extraordinária por conta do mundo imaterial e transcendente. A cada aula, ela passava seu respeito. Em meio a tanto desrespeito pela própria riqueza de detalhes. As pessoas se tornavam pequenas e até mesmo ignorantes no meio de toda aquela magia.
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