As músicas que me guiaram
24 Devoção e perfeição
Notas iniciais
Lydia cutucou o peito nu de Stiles com alguma timidez. O garoto resmungou algo incoerente, porém os olhos permaneceram fechados. Por fim, a menina segurou os ombros largos com uma força moderada e sacudiu seu corpo.
Ele abriu os olhos com uma expressão assustada, o corpo tremeu. A Martin se sentiu culpada por acordá-lo de forma brusca, mas estava agitada demais com os próprios pensamentos e não tinha tempo para ser delicada.
— Já está de manhã? — Perguntou ainda grogue, olhando para os lados.
— Não! Eu acordei por...
— Quer transar de novo?
— O q-quê? — A menina gaguejou e o rosto ficou vermelho demais.
Stiles piscou os olhos algumas vezes, passou a mão sobre o rosto e enquanto ainda tentava espantar o sono, observou a amiga. Ela estava enrolada em um lençol, parecendo desajeitada, segurando com força para garantir que a nudez não ficasse exposta.
— Você não está me acordando para transar? — Foi a vez do garoto ficar confuso, o rosto franzido.
— E-eu...
— Já estou pronto para uma próxima rodada — Acrescentou sorrindo com malícia e só aí, Lydia observou que era uma ereção já começava a surgir entre as pernas do garoto.
Ela abriu a boca, assustada. Não entendia como ele já podia estar pensando naquilo logo após de ser acordado em plena madrugada. O menino a observava tentando entender o que ela pensava, porém, não demorou para erguer o tronco para cima na expectativa de beijá-la.
A Martin percebeu a intenção dele e negou com a cabeça. Ergueu uma mão entre seus rostos, impedindo que ele prosseguisse, aumentando a confusão no rosto dele.
— A gente não usou camisinha!
Ele franziu os lábios, ergueu as sobrancelhas e para o choque de Lydia, mais uma vez Stiles sorriu. Os olhos da menina estavam arregalados, preocupados e o Stilinski finalmente entendia o motivo. Ela estava preocupada com a falta da camisinha e era o motivo que a acordou durante a noite.
— Eu sei que a gente não usou, gozei tudo dentro de você!
Lydia pensava que Stiles ia se preocupar como ela, ficar aflito. No entanto, lá estava o menino, a olhando de um jeito cafajeste após dizer uma de suas típicas falas sacanas.
A menina não conteve o ímpeto de dar um tapa no peito do amigo. No entanto, esse movimento fez com que o lençol quase caísse. Ela arfou e conferiu se o corpo ainda estava protegido. Stiles riu alto.
— Pequena, esqueceu que já ficou nua na minha frente? — A forma tranquila e safada que ele falava era desconcertante. — Inclusive, você de quatro é uma bela visão, a gente devia tentar...
— V-você escutou o que eu disse? Nós não usamos camisinha! — Lydia não queria que sua voz soasse tão frágil, mas o garoto a deixou desconcertada e sem foco no que ela queria dizer.
— Está com medo de ficar grávida?
— Só tenho dezesseis anos! Não posso criar um filho sozinha...
— Sozinha?!
Até aquele momento, Stiles permanecia calmo, sem demonstrar nenhuma preocupação com o pavor de Lydia. No entanto, ao ouvir a palavra “sozinha”, ele ergueu o tronco e de rompante, jogou a menina contra o colchão, fazendo com que deitasse.
— E-eu.. — Ela não conseguiu terminar a frase, distraída tentando ajeitar o lençol que escondia seu corpo.
— Pequena, nós podemos resolver isso com uma pílula do dia seguinte e marcando ginecologista para você, tudo bem? Assim vamos fazer sexo sem nenhuma preocupação. — Stiles foi confiante ao falar, a voz calma. Lydia só conseguiu concordar com a cabeça, percebendo a lógica no que ele disse. — Mas você acha mesmo que eu a deixaria criar um filho sozinha?
A menina não estava pronta para a mágoa repentina nos olhos castanhos. Ele estava nu, com o corpo inclinado em sua direção, o rosto bem próximo e com as mãos apoiadas ao lado dos fios ruivos.
— Você confia em mim? — O Stilinski voltou a perguntar, concentrado.
— Confio. — Ela respondeu sem hesitar, rendida.
— Então acredite que eu nunca vou abandonar você, não importa o que aconteça.
Eles se encararam por muito tempo. Estavam acostumados a admirar o rosto um do outro daquela forma, então não tinha nenhum clima de constrangimento. Gostavam de se olhar.
Stiles se inclinou para pegar o celular esquecido ao lado do colchão e suspirou ao ver ao ver a hora que indicava na tela do aparelho.
— Sabe, você acabou de me acordar às cinco da manhã. — Reclamou debochado, abrindo um sorriso torto.
— Desculpa, eu acordei do nada pensando nisso.
— Deve ter tido algum sonho erótico em que a gente transava de novo sem camisinha.
Apesar das bochechas terem sido tingidas de vermelho, ela riu baixo com a provocação do garoto, balançando a cabeça em negação. Stiles passou uma mão pelo cabelo ruivo bagunçado.
— Mas já que estamos acordados, devíamos aproveitar bem esse tempo... — O menino volto a falar, a voz baixa e sugestiva.
Lydia abriu os lábios para tentar falar e Stiles aproveitou para beijá-la ali. Moveu a boca sobre a da menina, chupando seus lábios grossos e os lambendo repetidas vezes.
A Martin foi rápida em corresponder, suspirando de prazer por ser beijada daquele jeito gostoso e carinhoso. Suas mãos pequenas foram até o cabelo do melhor amigo, fazendo um cafuné reconfortante.
Ansioso, Stiles se apressou em agarrar o lençol que estava enrolado em Lydia e puxou sem muita delicadeza. Ela se surpreendeu e acabou parando o beijo, recebendo em resposta um olhar de reprovação vindo do Stilinski.
O garoto percebeu que Lydia queria falar algo e por isso, não a interrompeu. Suspirou sem muita paciência e observou a menina corada que se remexeu na cama, tímida por estar nua. Apesar disso, ela não tentou voltar a se cobrir.
— A gente não tomou banho — Foram as palavras baixas que ela proferiu.
Stiles franziu o rosto, se perguntando o porquê ela ter se incomodado com aquilo. Observou o corpo exposto à sua frente com tranquilidade, admirando a beleza da menina e procurando algo que lhe estivesse causando desconforto.
Sorriu quando os olhos alcançaram as pernas pálidas da menina. Com um toque gentil, separou um pouco as coxas grossas. Apesar de constrangida, mais uma vez Lydia cedeu fácil, permitindo que a deixasse ainda mais exposta.
O interior de suas pernas estava sujo com um pouco de sangue e ela ainda parecia...melada. Stiles olhou para aquilo como se fosse a visão mais bela que já esteve diante de si.
— Então vamos tomar agora!
Lydia arfou quando o garoto levantou rápido demais e achou a cueca jogada no chão para vesti-la. Confusa, a menina sentou na cama, mantendo as pernas bem fechadas e cobrindo os seios com as mãos.
— Coloca a minha blusa! — Ele jogou a peça em direção a garota, que por reflexo, agarrou o tecido entre as mãos. — Acho que arrebentei sua saia —Acrescentou maldoso, olhando para a saia no chão com o zíper visivelmente quebrado.
— A gente vai voltar para sua casa? — Ela perguntou tentando adivinhar quais eram os pensamentos do garoto.
— Vem logo!
Lydia colocou rápido a blusa do menino, que só serviu para a cobrir até o alto das coxas. Ele agarrou a sua mão e a puxou para que se erguesse e foi a arrastando até a porta da casa da árvore.
Stiles foi o primeiro começar a descer a escada, Lydia foi logo atrás, se sentindo meio zonza. Ela, inocente, não entendeu o motivo do melhor amigo parar no meio da escada, olhando para cima com os lábios entreabertos.
— O que foi? — Perguntou em um sussurro, como se temesse que alguém flagrasse os dois mesmo com as árvores a volta os escondendo.
— A minha visão está maravilhosa, podia ficar a noite inteira nessa escada!
Só quando o garoto respondeu, a Martin se deu conta de que continuava sem calcinha e que o menino conseguia ver por inteiro a sua intimidade por baixo da blusa larga.
— Stiles! — Ela só pronunciou o nome dele e Stiles nem se moveu, continuou parado olhando fixamente para cima.
Não tinha como a garota tentar se esconder. Usava as mãos para se agarrar a escada e não tinha como fechar as pernas o suficiente para que o melhor amigo não tivesse uma visão privilegiada.
Sem ter ideia melhor do que aquela, Lydia ergueu um pé e chutou o rosto de Stiles, tentando ser delicada. Pelo grito quase afeminado que ele deu, ela concluiu que não tinha sido tão delicada.
O garoto disse alguns palavrões e desceu a escada de pressa. Lydia também desceu, rindo. Ao chegaram ao chão, Stiles ficou esfregando uma mão contra o rosto, fazendo caretas engraçadas que fizeram a menina rir o suficiente para se inclinar para frente, pondo as mãos na barriga.
— Eu não acredito que você me chutou!
— Você mereceu!
Ela continuou rindo e foi aí que os olhos castanhos de Stiles a encararam em forma muda de desafio. Ele cruzou os braços a frente do peito e ergueu as sobrancelhas.
— Você vai pagar por isso!
Antes que Lydia pudesse entender as palavras, Stiles correu para fora daquele início de floresta. A menina, ainda rindo da situação, foi atrás dele, repleta de curiosidade.
Ela percebeu que ele estava indo em direção a casa dele, no entanto, foi pega desprevenida com uma água gelada indo de encontro com seu corpo aquecido. A Martin parou de rir e gritou pelo frio, assustada.
Daquela vez, as risadas de Stiles que se fizeram presente. Ele segurava uma mangueira que ficava na parte de trás de sua casa. Apesar de não ser impossível alguém na rua vê-los, eles ficavam mais escondidos ali.
— Esse vai ser o nosso banho, sereia — Ele anunciou debochado, ainda direcionando os jatos de água para a barriga da amiga.
E ali foi declarada uma guerra de água. Apesar de ser de madrugada, os amigos não conseguiram conter os gritinhos e as risadas constantes quando começaram uma brincadeira infantil.
A sorte era que a distância das casas dos vizinhos pareceu o suficiente para não acordar ninguém e os pais de Stiles, se acordaram, não reclamaram. Os adolescentes passaram a brigar para ver quem conseguia segurar a mangueira.
Espirravam água um no outro e até trocavam tapas brincalhões. Stiles por algumas vezes apelava para cosquinhas e a menina só conseguia se debater em seus braços, tentando se libertar.
Lydia não teve vergonha de estar só com uma blusa colada ao corpo, com os bicos rígidos dos seios marcando no tecido e Stiles ficou satisfeito por perceber que a cueca branca que usava ficou totalmente transparente por causa da água.
Em um momento que acabaram se abraçando, desajeitados e arfando, Stiles sorriu safado e fez um único pedido:
— Tira a blusa.
— O quê? — Ela estava arfando de cansaço e completamente molhada, o cabelo escorrendo.
— Tira a blusa — Ele repetiu ainda sorrindo, sem tirar os braços ao redor da cintura fina.
— Alguém pode ver a gente aqui...
— Você está com medo, pequena? — Provocou com a voz arrastada. — Teve coragem de se exibir para mim em uma festa cheio de desconhecidos, fazendo uma dança sexy e agora não tem coragem de ficar nua no meu quintal de madrugada?
Lydia não resistiu àquela oportunidade indecente. Confiava tanto no menino e seus olhos castanhos eram tão desconcertantes, que ela se afastou um pouco de Stiles e puxou a blusa para cima, ficando nua.
O rosto adquiriu o habitual tom vermelho, mas ela gostou da sensação de estar fazendo algo tão ousado e proibido. Mordeu lábio inferior grosso e a expressão se tornou travessa.
Stiles arfou com a visão sexy, encantado por Lydia de fato ter ficado nua. Voltou a colar seus corpos, colocando a boca na orelha da menina, onde mordeu e puxou de leve.
— Agora o que acha de voltar para a casinha para eu foder você?
A menina estremeceu, arrepiada. Os seios nus estavam colados no peitoral de Stiles e a intimidade descoberta roçava contra a cueca molhada. Ela franziu o cenho e um beicinho mimado surgiu nos lábios.
— Fazer amor — Disse em forma de repreensão. O melhor amigo riu e concordou com a cabeça.
— Vamos fazer amor, pequena. — Concluiu com algum sarcasmo.
Stiles endireitou a postura e sustentou o corpo de Lydia, a carregando no colo dando apoio as costas e os joelhos da menina. Ela soltou uma risadinha, satisfeita por ser carregada e como de costume, tentou esconder os seios com as mãos, apesar de ser inútil qualquer tentativa de não se expor tanto.
Ele a soltou quando chegaram em frente a escada. A encarou dos pés à cabeça com um sorriso malicioso e a garota que ainda tentava esconder o corpo foi rápida ao dizer “você sobe primeiro”. Decidida a não deixar que ele ficasse a espiando de novo.
O garoto riu, mas não contestou. Subiu na frente da menina e logo os dois estavam de volta a casinha. Em um movimento rápido, Stiles arrancou o lençol que cobria o colchão, sujo com uma pequena mancha de sangue e se jogou sobre as cobertas limpas que permaneceram ali.
Lydia hesitou por alguns segundos, sem saber ao certo que fazer. Estava completamente molhada, deixando uma poça de água abaixo de si. Stiles também estava assim, mas não demonstrava nenhuma preocupação, deitado confortável sobre o colchão, o molhando.
— Vem cá, sereia — Ele chamou repleto de expectativa, ansioso. Não conseguia parar de olhar para nudez da menina tímida.
Ela olhou para si mesma durante alguns segundos, ainda sem graça pela nudez e pensando que iam molhar muito o colchão. Por fim, olhou para Stiles e percebeu que não tinha como resistir.
Foi até o garoto com passos largos e antes que pudesse deitar, as mãos do Stilinski já alcançaram seu o quadril e a puxaram com força. A menina desabou sobre o corpo do melhor amigo e enquanto ainda arquejava pelo susto, Stiles lhe roubou um beijo.
As línguas que já se conheciam com perfeição tiveram o privilégio de se acariciarem em uma busca insaciável de receber e proporcionar prazer. Os corpos gelados, molhados, se esquentaram enquanto roçavam um no outro.
Stiles ficou sobre Lydia, o corpo cobrindo o da menina e as mãos a exploraram sem nenhum pudor de forma lenta e minuciosa. Apertou as curvas dos seios pequenos, dedilhou as costelas como se tocasse um violão e espremeu as pernas com força o suficiente para marcá-las.
A menina se entregou rápido, abrindo as pernas para acomodar o melhor amigo entre elas e puxando, incomodada, repetidas vezes o elástico da cueca encharcada. Depois de muitos minutos com suas mãos lutando para despi-lo, Stiles encerrou a tortura, tirando ele mesmo a última peça de roupa.
Os lábios do garoto foram ao pescoço de Lydia. Mordeu, lambeu, chupou. Então, quando desceu ainda mais a boca, abocanhou sem medo os seios pequenos da menina, um de cada vez com uma lentidão assustadora.
A sensação nova, nunca antes sentida, fez com que a Martin proferisse a trilha sonora perfeita para o momento: gemidos e grunhidos tímidos e, no entanto, frequentes e arrastados.
Stiles gemia com os lábios ocupados sobre os seios da menina, sem controlar a satisfação que o momento lhe dava. Não conseguia suportar o desejo e admiração que sentia pela garota.
Ele amou Lydia através da boca. Sem dizer uma única palavra, derramou os sentimentos através de beijos molhados e íntimos, repletos de saliva que se misturaram a água que já os cobria. Distribuiu elogios mudos enquanto os lábios sugavam os seios rígidos e as mãos se aconchegavam entre as pernas dela.
A menina chegou ao limite, se sentia prestes a chorar de prazer, o corpo tremia pelo excesso de estimulo de mãos e lábios ao mesmo tempo. Como isso não bastasse, enquanto ela se contorcia e perdia qualquer timidez, gemendo e puxando os fios curtos do cabelo de Stiles, o garoto começou a descer a boca.
Lambendo a pele úmida com devoção, o menino explorou a barriga branca disponível para si. Beijou repetidas vezes na altura do ventre de Lydia, logo abaixo do umbigo, onde ela sentia o interior se contorcer, a espremendo por dentro, causando espasmos por seus membros.
Com um carinho explicito, se apoderando da intimidade que sabia que compartilhava com a melhor amiga, Stiles levou os beijos até a virilha de Lydia, descendo ainda mais a boca até tocá-la sobre os lábios grossos da intimidade melada de desejo.
Levou as mãos até os lábios íntimos fartos da menina, os separando para obter a visão completa da intimidade totalmente aberta, exposta. Stiles nunca tinha feito aquilo, no entanto, sua mente se recordou das instruções bem-humoradas de Scott e então, se deixou levar pelos instintos e manteve nos pensamentos as orientações do melhor amigo.
Levou os lábios ali como se desse um beijo de língua que tanto já tinha experiencia. Não teve pressa, nem tentou exercer força. Foi com delicadeza e fervor, se dedicando ao momento repleto de confiança e entrega. Seu coração explodia dentro do peito e enquanto estimulava a amiga, não conseguia conter os sorrisos orgulhos que faziam com que parasse por alguns segundos de trabalhar entre as pernas grossos.
Beijou incansáveis vezes, lambeu, sugou os pequenos lábios íntimos para dentro da boca. A penetrou uma vez e outra com a língua morna, respirava pelas narinas e soltava todo o ar pela boca, inundando a intimidade com seu hálito.
Se embebedou do sabor proveniente do sabor da menina. Não teve receio em sugar os líquidos que ela expelia no auge de sua excitação. Mais uma vez, desejou demonstrar toda afeição, todo desejo, todo amor que sentia pela garota enquanto zelava por seu prazer através da boca.
O corpo de Lydia era consumido por Stiles. Não tinha mais nenhum resquício de frio em sua pele, só havia o calor quase insuportável da excitação que se alastrava por seu interior.
Ela nunca tinha sentido tanto prazer, a mente navegava para lugares inexplorados, as mãos agarravam os lençóis abaixo de si e outras vezes, iam até o cabelo de Stiles. A coluna saltava contra o colchão, as pernas bem separadas uma da outra se contorciam, os dedos dos pés se dobravam de maneira involuntária.
Lydia mal conseguia respirar, arfando enquanto buscava desesperada por oxigênio, gemia sem ter ideia de quais palavras saiam por sua boca e os olhos verdes se reviraram sem controle. Quando conseguia focar em olhar para o rosto de Stiles afundado entre suas pernas, sua intimidade respondia com palpitações intensas.
Ele permitiu que Lydia se entregasse ao momento com os lábios grudados sobre o clitóris inchado, um dedo se infiltrando com cuidado em seu corpo, a penetrando carinhosamente. O orgasmo magnifico fez com que seu desejo escorresse.
A menina ainda tremia de prazer, desnorteada, quando Stiles parou de a estimular. A lambeu algumas vezes, recolhendo para si um pouco mais do prazer da menina e depois, se apressou em erguer a cabeça, abraçando a cintura de Lydia e escondendo o rosto em seu pescoço arrepiado.
Ansioso, segurou a ereção com uma mão e ajeitou sobre a intimidade da melhor amiga. Ela permaneceu de olhos fechados, murmurando palavras inexistentes. Ele a penetrou com delicadeza e quando se deu por satisfeito, voltou a abraçá-la.
Ficaram com os corpos bem colados. A menina o abraçou com as pernas, envolvendo sua cintura para facilitar os movimentos, seus pequenos braços foram até o pescoço dele.
Stiles começou o vai e vem devagar, mordendo o ombro de Lydia com uma força exagerada. O barulho de seus corpos se chocando um contra o outro e o cheiro de sexo invadiu a pequena casinha com rapidez.
Ele conseguiu invadi-la mais do que na primeira vez e a garota foi capaz de ajudar nos movimentos, percebendo o ritmo que os quadris dele se apossaram e o imitando para dar mais intensidade ao que faziam.
Lydia, sensível demais, não demorou para alcançar o limite pela segunda vez, apreciando a sensação de ser penetrada sem parar. Ele entrava e saia com vigor, sem demonstrar nenhum sinal de cansaço. Ela se derramou gemendo e apertando o interior em volta do membro que a preenchia.
O garoto delirou de prazer, grunhindo e forçando ainda mais os dentes contra o ombro da garota. Sentiu o sabor de sangue nos lábios e só aí, parou de morde-la e beijou o lugar recém machucado.
Com muito esforço, Stiles conseguiu controlar o corpo por mais alguns minutos, prologando o sexo gostoso. Continuou se movimentando até não suportar mais, ejaculando dentro da menina.
Stiles não tinha mais força para sustentar o corpo, no entanto, não queria sair de dentro de Lydia. Por isso virou os corpos, de modo que a garota ficou deitada sobre si, com a ereção conectada em sua intimidade.
Ele relaxou os músculos, arfando enquanto o corpo aproveitava a sensação de descanso e sonolência que o dominava. Com uma mão, passou a fazer carinho nos fios ruivos.
— Eu amo tanto você.... Como pode ser tão perfeito? — Para a surpresa de Stiles, os olhos verdes estavam repletos de lágrimas quando Lydia murmurou aquilo com a voz rouca.
Ela não aguentava a emoção por ter percebido que Stiles demonstrou tanto amor, tanta devoção durante o momento de prazer que compartilharam. Seu coração estava repleto de uma alegria tão inexplicável, que algumas lágrimas se desprenderam dos olhos.
Stiles não era capaz de respondê-la com palavras. Ele selou seus lábios por três vezes seguidas e aquele silêncio que se estendeu após os breves beijos, foi a declaração de amor mais linda que alguém um dia já recitou.
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