Notas iniciais
Ooi gente, como tem passado, espero que bem, mais um capitulo da fic espero que gostem Ps: Estou amando os comentarios

Elsa

A biblioteca real é imensa, poucas pessoas tem acesso á ela por causa e muitos livros confidenciais que ela contém. Quando era menor e estava isolada do mundo, papai levava livros para meu quarto ou me trazia á biblioteca para escolher meus livros, ele nunca deixava mexer na parte norte da biblioteca, dizia que tinha coisas que eu não deveria saber com a minha idade, sempre respeitei as ordens dele até que ele morreu, naquele dia decidi ir sozinha á biblioteca, era aonde mais sentia a presença de meu pai, esperei até a madrugada, quando todos os empregados já estariam dormindo, mal tinha chegado á biblioteca e já estava chorando, minhas lágrimas viravam gelo em meu rosto e por onde eu passava o gelo seguia, quando entrei na biblioteca por raiva fiz a única coisa que meu pai odiaria, comecei a ler os livros da parte norte. Todas as noites eu ia á biblioteca e lia algum livro, deve ter sido nessa época que li “Travessia entre mundos”, o que quer dizer que ele está na parte norte.

Demorei alguns minutos até achar o livro desejado. Sentei-me à mesa que fica no centro da biblioteca, e logo abri o livro que joga sua poeira para todos os lugares, quando vou começar a ler o livro ouço a porta se abrir e vejo Olaf entrando.

–Elsa você corre muuuito rápido, sabia? – ele percebe que eu ia começar a ler e fala – ah, eu vou ficar aqui – ele anda para perto de algumas estantes – olhando esses livros.

“Tomara que Olaf não faça muito bagunça” penso em silencio e começo a ler o livro.

“Meus caros leitores,

Venho por intermédio deste livro dividir meus conhecimentos sobre o outro mundo com vocês, primeiramente devem saber, dependemos tanto do outro mundo quanto este precisa de nós, somos responsáveis pela esperança e a maioria das estórias de livros do outro mundo e eles são responsáveis pelas tecnologias e a maioria dos objetos desse mundo que optamos por usar ou não. Mostrarei como transmitimos uns aos outros os conhecimentos e sentimentos.

Capitulo 1

Para aqueles que não creem na existência do outro mundo parem de se iludir, ele realmente existe, não é só uma historia para lendas, os humanos do outro mundo vivem da ciência e da traição, nós vivemos da magia e do amor, esses conceitos são transmitidos por portais que são possíveis de serem encontrados nos dois mundos, no mundo da magia os portais são guardados por bruxas, fadas e trolls, a chegada para o outro mundo se dá no lugar especificado pelo guardião do portal, no outro mundo os portais são encontrados em lugares com tenham criatividade, como guarda-roupas de crianças...”.

Paro de ler o livro pois ouvi um barulho de objetos caindo, provavelmente sendo Olaf o cuasdor de tudo.

–Olaf? – chamo-o levantando da cadeira.

–Elsa! Elsa, aqui! – eu começo a correr em direção á voz desesperada de Olaf e ao chegar a sua origem encontro inúmeros livros caídos sobre um pouco de neve. Instantaneamente começo a rir, Olaf é o único que consegue derrubar dezenas de livros em si mesmo.

– O que aconteceu? – perguntando ajoelhando, e logo começo a tirar os livros de cima de Olaf.

– Eu estava na seção da historia do mundo da magia século XVI olhando “sonho de uma noite de verão” quando uma torrente de livros caiu em cima de mim esmagando meu corpinho lindo – Olaf estava com toda a sua neve espalhada pelo chão, então reagrupo-o, minha magia gira em torno de Olaf moldando-o corretamente – obrigada Elsa – agradece ele e me dá um abraço do qual retribuo envolvendo-o para deixá-lo o mais quente que ele suporte.

–O que são esses livros que caíram magicamente em você, em Olaf? – falo brincando com ele ironizando a palavra magicamente, pois se os livros caíram magicamente precisa-se de magia, e a única pessoa aqui que tem magia sou eu. Começo a empilhar os livros e enquanto faço isso leio algo que me chama atenção.

– Olaf, olhe isso – me inclino em sua direção para mostrar o livro e leio para ele em voz alta.

“Deste mundo nasci,

Do outro nascerei,

Agora encontrarei,

A guardiã Nanci.”

– O que você acha que isso significa? – pergunto a Olaf.

– Elsa? – chama Olaf ignorando minha pergunta, ele se levanta e começa mexer seus gravetos na minha frente.

– O que foi?

– Elsa, você está invisível – ele me revela arregalando os olhos, então olhei para meus braços, ou melhor, não olhei, eles não estavam lá e de repente minha visão começa a pretejar até ficar tudo escuro e eu perder a consciência.

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Mesmo tendo acabado de conhecer Jack Frost ele já tinha virado especial para mim. Mesmo tenho acabado de conhecer Jack Frost eu já sonhava com seu beijo. Não sabia o que estava acontecendo comigo, tinha exposto meus poderes para meu reino á algumas horas, e depois de quatro horas que conheci Jack Frost era nele que toda a minha atenção estava voltada.

– Então Rainha me diga – estávamos sentados na sacada, ele no corrimão e eu em uma cadeira de gelo – como você pretende ficar aqui, até onde sei você precisa de comida e creio eu, que não tem o poder de materializar outras coisas exceto gelo.

– Não Jack, eu não tenho esse poder, não é algo que eu havia pensado.

– Como eu achei – ele exclamou contente, e depois sorriu maliciosamente – Rainha, já provou um donut?

– Provei o quê? – nunca havia ouvido falar disso.

– Um donut, não sei explicar como é, nunca comi, mas todos dizem que é ótimo, acho que você poderia me dar sua opinião –ele levantou, avisou – eu já volto – e pulou do corrimão, com um susto me levantei e corri até a borda da sacada preocupada com ele, lembrei que Jack tinha dito que podia “voar” e isso me acalmou.

Sentei novamente e comecei a pensar o que havíamos conversado em quatro horas que estávamos nós conhecendo, eu contei tudo á ele, o acidente com Anna, a morte de meus pais, por que estou aqui, agora. Ele ouviu tudo com atenção, e só me interrompeu para negar que eu era um monstro. Quando terminei de falar notei que estava chorando, meu rosto estava cheio de gelo. Jack chegou perto de mim, derreteu o gelo do meu rosto e limpou as lagrimas com sua mão “Ei nada de lágrimas.Tudo vai ficar bem” disse ele e me abraçou “Eu estou aqui” ele agachou na minha frente e perguntou “Quer ouvir a historia de como virei guardião?” fiz que sim com a cabeça como uma criança faria se estivesse emburrada, ele sentou ao meu lado, me aconchegou nele e me contou sua historia. No final da historia enquanto brincava com seus dedos contei o que conclui “As crianças ligam mais para os outros guardiões por que eles dão presentes, chocolates e dinheiro, coisas materiais, isso não é nada comparado ao que você dá, você dá sentimentos, felicidade.” E ele me respondeu “ você também faz isso, Elsa” foi a única vez que me chamou apenas de Elsa nessas quatro horas, depois o clima ficou meio estranho, e voltamos para como estávamos sentados incialmente. Eu acho engraçado como podemos nos sentir confortáveis com pessoas que acabamos de conhecer e algumas que conhecemos a anos não sentirmos.

– Voltei – Jack disse tirando-me do meu devaneio. Ele pousou no corrimão, trazendo uma brisa gelada e tinha consigo um pacotinho marrom que estava escrito Dunkin Donuts, ele me entregou o pacote e enquanto comia seu conteúdo exclamei.

– Isso é uma delicia! – e ele me deu um sorriso malicioso.

– Sabia que ia gostar.

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Acordei com a cabeça doendo, e descobri que já não estava no meu castelo, estava em uma casa de madeira. Levantei-me da cama de palha na qual estava dormindo e vi uma mesa com bacias de donuts.

Notas finais
E ai gente o que acharam do capitulo, o que vocês acham que aconteceu com a Elsa? e qual a opinião de vocês sobre donuts, eu amoo mesmo só tendo comido uma vez