As doze casas

1 Primeira casa: Áries


Notas iniciais
Os mínimos detalhes farão toda diferença.

Num pleno equilíbrio, vivia o ameno carneirinho.
Procurando por um lugar aconchegante onde pudesse deitar sua cabeça.
Avistando um vale, com um franzino menininho.
Correu como o vento, alegre a cantar.
—Bom dia garotinho, posso brincar contigo?
O carneirinho, que apesar de bonitinho.
Gerava medo, no pobre garotinho.
—Tudo bem, Sr. Carneirinho.
Aquele ser todo ornamentado no ouro.
Virou com um olhar de amor.
Tirou do manto branco um dado vislumbram-te.
O garoto, que era um miserável, ficou pasmo.
Com o brilho incomparável daquele objeto inigualável.
—Posso toca-lo, Sr. Carneirinho?
Perguntou o garoto, boquiaberto.
—Para tudo há um preço, garoto. A questão é, você pode ou quer paga-lo?
Indagou o Sr. Carneiro.
O pobre menino, inocente de espirito, sequer questionou.
Colocou-se à frente, tocou no objeto e jamais se obteve notícia dele.