As crônicas levianas de Deadpool
8 Capítulo 8 – O Aranha não larga do meu (p**) pé
Notas iniciais
O dia vinte e oito de maio, mais conhecido como hoje, será marcado pelo dia em que o Homem Aranha se declarou para Mr. Deadpool, esse que vos fala, sobre a ponte de Manhattan, na hora do rush.
Explicarei com detalhes.
Todos sabem que o aracnídeo vive pegando no meu pau. Pois eu decidi tomar uma providência quanto ao assédio. Disse que se ele me quisesse de verdade, me assumisse para toda a Nova Iorque.
É claro que, depois de um tiroteio, eu já estava excitado e minhas bolas ferviam dentro da calça, o Aranha não ajudava muito, sacolejando a bunda pendurado numa teia para lá e para cá. Nos encontramos em cima da ponte, quando ele tentava salvar um ônibus escolar cheio de crianças.
Cheguei mandando o papo reto, se ele estava a fim de um boquete. O Aranha mandou eu calar a boca. Mesmo excitado eu não vou lidar bem com alguém que manda eu calar a boca. O ônibus estava quase escapando das teias dele, quando eu me aproximei e segurei a teia por trás, puxando o ônibus para cima. Salvamos as criancinhas e, de quebra, visitei a teia de aranha.
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