Notas iniciais
vou ser bem sincera eu revisei com o meu olho anal como eu não sou shirime e não tenho olho anal, podem deduzir como deve ter um monte de erros na fic Cara, eu to fazendo Telefone Removido de coisas ao mesmo tempo DHFUIHASF TA MUUITO TENSA MINHA VIDA MUNDO DE TRABALHO + FIC + COMIC + MUNDO DE TRABALHO + TENTANDO VIVER Minha pele ta toda cagada, o cabelo tbm nossa . . . Deus Seven me abençoe -qqq enfim, eu gosto desse capitulo, gosto muito, especialmente da relação do Jade com a Boreal e do Eliott também c: Enfim . . . Boa leitura Perdoa meu olho anal.

Eu havia prometido logo cedo que iria na casa do Nathaniel pro Ken.

Ele me ligou pedindo pra que fossemos lá pois ele estava preocupado com o Nath . . .

Armin, como seu melhor amigo, obviamente pediu para ir junto.

Logo de manhã fui pra sala onde estava meu pai comendo seus biscoitos de cachorro (e oferecendo como sempre)

Armin aceitou um biscoito e ainda disse que era bom . . . Eu nunca vou entender, isso deve ser algo que só pessoas de intelecto avançado demais compreende. Não é possível.

Fui para a cozinha, a porta da área externa estava aberta, Azriel estava sentado empolgado digitando no celular enquanto Alexy cozinhava e conversava com seu eu do passado que estava sentado logo ao lado do Azriel.

Sonolenta, dei bom dia a todos e no que fui me sentar, notei que o Jade estava na área externa da cozinha.

Fui até lá cumprimenta-lo e ele me cumprimentou de volta . . . Remy estava fumando novamente.

Puxei de uma vez o cigarro e olhando pra ele com cara feia eu gritei "DE NOVO REMY ?!"

Ele me olhou com espanto nos olhos e respondeu rapidamente "Não pode na área externa também ? Desculpa . . . Eu não sabia. . . " Ele dizia cabisbaixo.

Eu não quis saber e me sentei irritada.

Armin e meu pai chegaram em seguida e se sentaram.

Armin do futuro, que foi o ultimo a aparecer junto com o Armin do passado que no fim das contas dormiu no apartamento com o Alexy do passado, já foi pegando a comida que o Alexy sequer havia servido na mesa.

E ambos começaram a discutir.

A manhã começou como habitual, nada novo.

Exceto por eu emburrada pensando no Remy o tempo todo . . .

Azriel continuava na mesa entretido com seu celular, aparentemente ele estava conversando com o Lysandre.

Não o perturbei, mais tarde eu perguntaria o porque de tantos sorrisos.

Todos se dissiparam pela casa, exceto eu, Armin e meu pai que continuamos na cozinha.

Armin me cutucou de leve e perguntou porque eu estava tão emburrada.

"Armin ! O Remy tava fumando de novo !" gritei.

"E dai ?" ele respondeu normalmente, já chamando atenção de meu pai também.
"E dai ????? Você não vê nada de errado ??" falei irritada.
"Não. Não é como se ele estivesse matando alguém. . ." Armin retrucou.
"Mas ele é viciado e isso vai fazer mal ! Além do mais ele já foi preso por trafico no passado . . . No caso atual, no futuro . . . AH ENTENDEU !" eu estava cada vez mais impaciente.
". . . Ele não me parece viciado . . . Mas se te incomoda tanto porque não conversa com ele ao invés de sair tomando as coisas dele sem explicar nada. Vícios são ruins ? São.
Mas não esquece que ele não conviveu com você, não foi instruído por ninguém que não fosse ele mesmo e ele passou uma vida complicada.
As vezes isso é o que ele achou como escape point ou sei lá.
A quantidade de doces que como faz tanto mal ou até mais do que a quantidade de cigarro que ele consome sabia ? É verdade, é crime sim mas ainda assim . . . Acho que você devia conversar com ele, ele não é o tipo rebelde, ele vai parar pra te ouvir." Armin dizia calmamente.

"Mas você também não gosta de cigarros e coisas do gênero ! Porque está apoiando ?!" gritei.
"Não estou apoiando ninguém. Odeio sim mas ainda assim vejo o lado dele. Além de que a vida é dele, não minha. Eu não me envolveria com uma mulher que fuma por exemplo, porque não suportaria conviver com esse tipo de coisa 24 horas, assim como eu não faria, mas não quer dizer que eu não faria amizade com quem fuma ou não respeitaria o espaço da pessoa. É uma escolha que eu fiz pra MINHA VIDA, não pra vida dos outros.

Eu entendo que ele é seu filho e você quer se meter pra ajudar ele e tudo mais, mas . . . Entenda que berro e essa postura ofensiva não vai ajudar em nada, pelo contrario, vai afastar ele.

Senta com ele e conversa, procura saber os porques dele ao invés de ser extremista. Jà falei pra você que vocês não conviveram a vida dele inteira ? Pra você não é nada, mas pra ele são 20 anos sem uma mãe.

Ele nem deve ter NOÇÃO do que você acha direito.
Mas conversa mesmo. Tenta entender o que passa na cabeça dele. Do jeito que esta fazendo vai afastar ele e vocês já foram afastados a vida dele inteira.
Por mais que ele seja muito infantil em muitos pontos ele é um adulto Boreal. "
Sabe... Ver ele falar aquelas coisas e saber como lidar dessa forma me fez ver o Armin do futuro. . .
Me passa confiança.

"Eu não sei se estou me metendo certo na conversa, mas como seu pai, eu concordo com o Armin.

Eu não pude te criar e tenho certeza que sua mãe criou bem, dá pra ver pelo seu caráter por mais que tenha errado no passado.

Mas não dá pra sair mandando no seu filho, principalmente adulto como tem feito muito menos se não conviveu com ele a vida toda. Ele não é acostumado com suas ordens e presença.

Ele passou a vida inteira sem você, é estranho do nada você surgir na vida dele dando ordens.

Auxilia ele ao invés de mandar. Se você tivesse criado ele a vida toda, até teria mais sentido essa sua postura, mas agora vocês estão meio que se conhecendo, você quer que ele se afaste ainda mais ? Dá pra ver na cara dele que ele não quer fazer maldade alguma pra ninguém. Sei que pra você faz pouco tempo que deu a luz pra ele, mas pra ele, faz anos que isso aconteceu." meu pai dizia se metendo e me deixando pensativa.

"Sabe, eu e meu irmão fomos criados com instruções e não com obrigações.
Meus pais sempre mostraram o que eles acham certo e o que acham errado assim como sempre instruíram a gente e mostraram os pontos positivos e negativos das coisas.
As escolhas eram nossas, claro que se fizéssemos escolhas erradas eles reclamariam e passariam um sermão, tipo quando meu irmão surgiu a primeira vez com a ideia de poliamor lá em casa, minha mãe não aceitava aquilo, ela aceitou a homossexualidade dele sem problema algum, na realidade desde criança ela dizia que já sabia, mas no caso do poliamor ela não aceitou bem e brigou com ele obviamente, mas, quando ela se acalmou, ela sentou e conversou com o Alexy pra entender os pontos dele, meus pais tentavam participar o máximo de nossas vidas pra poder auxiliar o melhor possível, mas claro, sem perder o habito de dar esporro, fora a frase clássica de "enquanto morar embaixo do meu teto as coisas serão do meu jeito." Mas ainda assim, dava pra dialogar, eles sempre deixaram em nossas mãos as nossas escolhas de vida.
Eu sei a consequência de matar se eu matar é porque eu quis e não porque meus pais me educaram errado, e se eu matar eles vão querer me estrangular também provavelmente. Mas sei que no fim, eles vão tentar me entende e analisar o porque de eu ter chego aquele ponto de matar.

Meus pais iriam fazer um escândalo porque me amam claro, mas eles saberiam que foi uma escolha minha e no mínimo iriam querer entender o que me levou a isso como eu disse.
Sem passar mão no crime, claro.
Acho que minha criação foi ótima e acho que devia aplicar isso pro Jade que você querendo aceitar ou não ele já se criou sozinho então não tem muito o que ser feito além de dizer o que você desaprova e torcer pra que ele acarrete.
Você já conseguiu impedir os crimes dele, é muito. E você sabe que ele não cometeu crime por ser uma má pessoa ou ter transtornos psicóticos. É mais fácil de lidar com ele por que ele é um bom menino não posso negar." Sabe . . . Com o passar das palavras do Armin eu ia ponto a mão na consciência.

Eu não sei bem como agir diante de coisas que desaprovo, é verdade.

Acho que porque minha criação não foi como a do Armin, eu não tinha essa liberdade toda de falar as coisas pros meus pais . . .

Eu sentia insegurança e como se fosse sempre levar bronca, então não é fácil fazer as coisas que o Armin indicava.

Mas . . . Ele tinha pontos fortes, mesmo nos que eu discordava.

Remy não foi criado por mim, e ele já era um adulto com opinião formada.

Pra mim faz menos de 1 ano que eu tive ele, pra ele fazia mais de 20 anos que eu tinha tido ele . . . Eu tenho que me por no lugar dele.

O fato dele ser inocente e ter uma postura infantil em muitos momentos me fazia ver ele como uma criança 100% do tempo.

E isso era um erro meu que eu devia corrigir . . .

Até com o Castiel quando estávamos juntos eu falava calmamente com ele sobre o quanto eu detestava cigarros . . . E de fato ele diminuiu o habito no período que estava comigo.

Acho que eu devia aplicar a mesma técnica no Remy . . .

"Você será um bom pai Armin" meu pai dizia rindo.

"Serei mesmo. Eu darei pros meus filhos tudo que é figure que ele me pedir. Até se for da Kirino." Armin respondia cheio de si.

". . . Vamos nos manter na conversa sobre o Remy antes que eu pense em voltar atrás quanto os meus pensamentos a respeito do Armin ser um bom pai ?" falei enquanto meu pai ria.

Azriel entrou na cozinha e foi direto na geladeira sorridente.

Ele pegou uma caixa que parecia ter doces e comendo enquanto digitava no celular ele ignorava nossa presença escorado na bancada.

"Cara, você tá a horas nesse celular, o que tá acontecendo ?" Armin perguntou.

"Ah ? Desculpa ! Eu tava distraído. To falando com o Lys." Azriel respondia sorridente.

"Eu já sabia . . . Você ficava assim mesmo no celular quando estava falando com ele ou com a Bia no futuro." Azriel começou a rir ao ouvir minha frase e logo ficou com olhar saudosista.

"Capuccine . . . Vocês acham que ela tá bem ?" ele falou finalmente largando o celular um pouco.

"Ela só tá estudando em outra escola. Ela tá bem com certeza. Sabe, ela estudava em outra escola antes, nada novo." Armin respondeu.

"Tem razão . . . é que--" no que o Azriel ia falar meu celular tocou e eu atendi.

Era o Ken novamente.

"B-B-BOREAL ! PODE VIR PRO P-PARQUE AGORA ?!" ele dizia tão alto que mesmo sem estar no viva voz o meu pai ouviu.

"Nossa ! O Kentin parece bem desesperado. Aconteceu algo ?!" ele dizia.

"Não faço a menor ideia. . . Tá tudo bem Ken ?!" falei desesperada.

"O N-Nathaniel ! Eu to indo pra casa dele m-mas não tá passando condução nenhuma . . . Estou no parque t-tentando ir pra casa dele ! Aconteceu algo, ele estava brigando com a irmã e. . . Ele não responde minhas mensagens !" Ken dizia desesperado.

Não pensamos duas vezes, nos apressamos logo para nos arrumarmos e irmos ao encontro do Ken.

Sabe, eu estava com a sensação daquela vez, aquela mesma de que o Nathaniel seria ferido . . .

Como tudo está mudando, que garantia tenho de que ele não vai perder os movimentos das pernas mais cedo ?

Eu precisava me apressar.

Me arrumei correndo, Armin e meu pai vieram comigo.

Azriel ficou muito preocupado, ele mandou mensagem pro Lys avisando que teria que sair correndo e logo estava arrumado pra conosco.

Armin do futuro não estava em casa, mas ele não havia levado o carro . . .

Desde que o vi tendo crise de abstinência ele tem estado bem afastado e sempre fazendo algo misterioso.

Eu quero conseguir ficar sozinha com ele e conversar com ele a respeito do que houve mas ele não me da tempo. . .

Armin do presente entrou no carro.

"Armin do futuro não vai brigar ?" meu pai perguntou.

"Ele e eu somos a mesma pessoa esqueceu ? Além de eu saber como lidar comigo mesmo o carro é meu querendo ele ou não." Armin dizia com sorriso de canto.

Todos nós entramos no carro e nos direcionamos ao parque.

Chegamos lá e o Ken não estava na porta do parque, pensamos "ele deve estar dentro do parque"

Nosso apartamento é próximo da casa do Nathaniel, e se parar pra pensar, poderíamos ir direto pra casa do Nath e depois informar o Ken, mas eu não queria deixar o Ken pra trás . . É acho que eu devia ter sido mais inteligente e ido primeiro atrás do Nath . . . Não dá pra chorar o leite derramado.

Azriel e eu descemos pra procurar o Ken no parque, assim que entramos no parque vimos o Ken em um banco.

"Ken ! Porque não esperou lá fora ?!" perguntei.

"Eu estava com muita sede e tinha um moço vendendo sucos aqui dentro . . . P-Perdão." Ken dizia timidamente.

Respirei fundo e só comecei a me retirar com ele.

No que estávamos saindo do parque notamos a Bia passando por nós.

Por pouco não cumprimentei ela, me esqueci que ela não nos conhecia ainda.

Azriel olhava pra ela fixamente com um olhar assustado.

Ela estava com um menino . . . Era o Samuel.

Minha memória é boa, tenho certeza que era o Samuel, o menino que o Azriel tinha ciumes do clube de box.

Ele encarava ela e ele fixamente e havia parado de andar até.

Samuel parecia ter notado que ele estava olhando sem parar e começou a encarar o Azriel de volta.

Bia parou confusa também e ficou olhando os dois se encarando.

Ela não sabia como reagir.

Azriel respirava fundo, ele estava claramente com raiva.

Eu então puxei seu braço de uma vez antes que ele falasse algo que não devia, claramente ele estava muito irritado e possesso de raiva.

Bia encarava Azriel e Samuel confusa.

"Azriel o que houve lá dentro ?!" falei já fora do parque e indo pro carro.

". . . Não viu ?! O Samuel tava de mãos dadas com a Capuccine !!" ele estava com raiva em sua voz.

"Sim . . . Na verdade foi confuso pra mim . . . Eles não se conheceram no clube do box ?" perguntei.

"Não . . . Ele é ex dela . . . Digo, era ex dela no nosso tempo . . . Pelo visto ela ainda está com ele . . . Eles tinham se reencontrado no clube de box e ficado amigos . . . " Azriel dizia irritado. Isso explica o ciume que ele tinha excessivo pra cima do Samuel . . . Eu nunca entendia sua insegurança.

". . . Tá, e você pretendia falar com ela ?"

"Claro ! Porque ela tá andan-"

Antes que ele continuasse eu o interrompi parando em sua frente.

"Azriel . . . Ela não te conhece pra começo de conversa.

Ela ia te achar um maluco qualquer que tá metendo bedelho no relacionamento dela.

E outra, você tá com o Lysandre não tá ? Não acha que é egoismo demais querer o Lysandre e ainda a Bia ??" eu falei.

Azriel pareceu se irritar bastante com minha frase e ele me ignorou enquanto entrava no carro.

. . . Essa face do Azriel mais rebelde é bem mais complicada de lidar.

Fomos de volta pra St Malo em direção a casa do Nathaniel.

Por algum motivo, estava um transito muito engarrafado na pista de ida pra St Malo, não sabíamos bem o porque, parecia que havia tido um acidente na estrada.

Azriel estava irritado o caminho todo, e ele mexia no seu celular volta e meio, não com aquele sorrisão de mais cedo, mas sim irritado.

Demoramos aproximadamente 2 horas no engarrafamento.

Não foi tedioso apesar de tudo.

Meu pai e Armin puxaram vários assuntos diferentes e nos divertimos fazendo até joguinhos.

Meu pai contou sobre como o nosso planeta era similar ao planeta atual, que eram poucas coisas que diferiam.

Coloração do céu e as pessoas ele dizia serem as maiores diferenças, e que a tecnologia apesar de avançada tinha um visual bem comum apesar de tudo.

Nada super prateado com aquela cara de "futurista" como julgávamos que seria o futuro.

Foi um bom tempo.

Ken conversava empolgado com meu pai e todos nós nos aproximamos bastante . . . Com exceção de Azriel que parecia ter se isolado muito desde a treta com a Bia . . . Preciso conversar com ele a respeito.

Finalmente chegamos na casa do Nath.

Tocamos o interfone e uma voz familiar pra mim nos atendeu, era a Adelaide, sua mãe.

"Em que posso ajudar ?" ela dizia.

"Somos amigos do Nathaniel . . . Viemos visitar ele pois ele não tem ido pro colégio e não responde nossas mensagens e--"

"Ele não perdoe atende-los. Desculpem crianças, voltem outro dia." ela dizia rapidamente nos cortando e sem darmos chance de falar mais ela desligou a "chamada".

Ela parecia apressada.

Eu voltei a apertar o interfone sem parar, incontáveis vezes.

Após aproximadamente 2 minutos sem parar ela voltou a atender.

"Você de novo ?" ela dizia surpresa e com voz triste.

"Nos deixe ver o Nathaniel por favor !! Precisamos saber o que está acontecendo." eu falei.

"Ele não pode ver ninguém, desculpe, voltem---"

"Nós sabemos de tudo. Das viagens temporais, do ritual que fizeram com o Castiel quando criança, então não tem mais nada pra esconder. Nos deixe ver o Nathaniel." Armin tomou frente do interfone e falou enquanto silenciava a mãe de Nathaniel que voltou a desligar o interfone.

Eu olhei pro chão frustrada . . . Não iriamos conseguir falar com ele, eu estava certa disso.

Então repentinamente ouvimos o portão abrir.

Aquilo era um convite ?

Sem pensar duas vezes, entramos na casa do Nath.

Adelaide estava vindo pelo extenso jardim que nos rondava.

"Quem são vocês e porque---" ela ia continuar sua frase quando olhou fixamente pro Azriel.

Ela pareceu se assustar e hesitar em prosseguir sua frase.

"Sou Azriel . . . Não Castiel . . . Me colocaram no corpo do Castiel de outra linha temporal assim como fizeram com a Ambre . . . " Azriel respondia.

"Ah . . .Er . . . Como . . . Como sabem disso tudo ?" ela perguntou muito chocada.

"Viemos do futuro que não existe mais. Eu tenho um filho com o Nathaniel, Adelaide. Todos nós somos amigos do Nathaniel e estamos tentando mudar certas coisas aqui no passado.

Nos permita ver o Nathaniel. Algo aconteceu não é ?" eu perguntei.

". . . Filho ? Meu filho tem um filho no futuro ??" Adelaide parecia chocada com a informação, ela não deu muita atenção pro resto.

"Adelaide ! O que houve com o Nathaniel !? Responda !" Armin gritou.

"Nathaniel . . . Ele . . . Ele está trancado no quarto da Ambre sendo mantido de refém . . .

Já tem dias que estou tentando negociar com ela e . . . Não adianta eu . . . Eu não sei o que fazer." Adelaide então começou a chorar.

"Francis saiu pra buscar algum meio de ela liberar o Nathaniel mas . . . Nada adianta. Sempre que damos algo pra ela passa um tempo ela volta a fazer isso . . . " Adelaide completou.

"Significa que não é a primeira vez que ela faz isso ?" meu pai questionou.

"Não . . . É habitual. . ."

"E o que ela está pedindo ?" Azriel perguntou.

"Ela quer um ID falso.

Já falamos que é crime mas ela insiste e . . . Francis foi tentar arrumar um pra ela em troca da vida de nosso filho . . .

Se descobrirem isso nossa família vai a baixo . . . " Adelaide estava desesperada claramente . . .

"E-Eu sabia que algo tinha acontecido !!" Ken expressou surpreso.

Rapidamente Armin tomou frente e começou a entrar na casa sem falar nada.

Adelaide foi correndo atrás dele tentando para-lo.

Eu tomei impulso e corri para seu lado.

"Armin, o que está fazendo ?!" gritei com ele enquanto o parava.

"Indo salvar o Nathaniel ! Eu posso dar pra ela o que ela quer e não vai sujar minha imagem." Armin dizia irritado.

"Armin não é assim ! Ela não pode ter o que quiser ! Provavelmente ela vai usar isso pra algo ruim e--"

"Boreal ! Eu não concordo também, e eu pretendo para-la. Mas acho que primeiro precisamos garantir a segurança do Nathaniel antes de tomarmos alguma atitude contra Ambre. Um passo em falso e ela pode matar ele." Armin estava muito sério enquanto falava.

Ele abriu a porta do quarto da Ambre de uma vez que olhou pra nós dois assustada.

"O que fazem--" antes que ela pudesse continuar sua frase Armin a interrompeu.

"Liberte o Nathaniel que eu dou o ID falso que você quer."

"VOCÊ CONTOU PRA ELES ?!" Ambre gritava em direção a Adelaide que pedia perdão.

"Vamos ! Liberte ele ! Quer tanto o ID falso ? Eu te dou ele." Armin repetia.

"Eu nem sei quem você é, porque eu devo confiar em um estranho ?! " ela falava irritada.

Nathaniel estava no canto com as pernas totalmente marcadas.

Ele estava com uma blusa social, gravata e sentado no canto com as calças rasgadas e muitas marcas na perna.

Pareciam cortes ou que ele tinha apanhado com algo fino, não sei bem.

Nathaniel estava me encarando assustado, porém, mantinha a postura séria.

"Se eu fizer agora aqui pra você, você libera ele ?" Armin insistiu.

". . . Faça . . . " ela então se aproximou de Nathaniel com uma madeira fina, claramente aquela madeira era a causa das marcas do Nathaniel.

Armin respirou fundo e então pediu para Adelaide um computador.

"Pegue o meu." Ambre dizia apontando pra sua escrivaninha.

"Espero que seja um ID real e não esteja armando nada pra mim." Ambre dizia olhando com malicia pura pro Armin.

Armin encarou de volta sem medo.

"Fica tranquila." Armin então ficou concentrado no monitor.

Me sentei ao seu lado.

O clima estava tenso no local.

Comecei então a mandar mensagens pro Nathaniel pelo celular do Ken.

Ele mal respondia, eu pedi pra que ele respondesse com a cabeça ao invés de digitando.

"Nath. Você pode salvar a Ambre." eu escrevi.

Sinceramente eu não tinha certeza . . . Eu estava me arriscando muito escrevendo aquilo ,muito mesmo.

Eram especulações com embasamento em coisas que li nos livros do Lysandre apenas.

"Castiel tem sua alma dentro do próprio corpo.

Azriel também.

Mas a Ambre, assim como meu pai, dividem consciência com outra consciência.

É como se usassem o copo não morto pra por uma consciência naquele corpo, uma alma nova.

Quando usaram o ritual pra prender uma nova alma no corpo da Ambre, ela ainda estava em seu corpo. E agora ela divide o corpo com alguma coisa. Seus poderes adquiridos por meio desses rituais podem te ajudar." Escrevi. Eu queria passar certeza nas palavras pra faze-lo ter coragem e ir em frente, entretanto, eu mesma estava receosa. . . E se desse errado ?

Nathaniel espirava fundo enquanto encarava a tela do celular.

Ambre estava mexendo no tablet enquanto tomava conta do Armin.

Passamos horas naquele quarto, Nathaniel não tomava nenhuma atitude, e Armin continuava seu "trabalho"

Adelaide já havia ligado para Francis avisando a situação e ele estava retornando pra casa.

O clima era silenciosamente tenso.

Então, repentinamente, Nathaniel puxou pra fora seu crucifixo, aquele que ele carregava sempre.

Indo pra cima de Ambre ele segurou ela com força que se agarrou ao seu pescoço.

Se lembro bem ele usou técnicas parecidas no Castiel, na praia, com a diferença de que a Ambre ajudou . . . Infelizmente só vou entender aquele dia melhor se eu perguntar diretamente pro Nath daquela época, esse Nath de agora não pode me responder anda a respeito já que ele não viveu aquilo.

Ela estava apertando ele e ele estava vermelho.

Eu queria me meter, mas se aquilo estiver certo mesmo, vai acontecer comigo o mesmo que aconteceu com o Castiel naquela ocasião, provavelmente tocar no Nathaniel naquele momento iria me ferir tanto quanto feriu o Castiel.

Nath rezava tentando ignorar a Ambre.

Ambre por sua vez não se entregava e continuava a gritar.

Seu rosto estava um pouco bestial.

Ela se mexia sem parar e ela chamava por Nathaniel as vezes com postura e voz diferente, aquilo parecia ter mexido com o Nathaniel.

Ele continuou, estava fraquejando e me deixando em desespero.

Foi quando meu pai tomou frente e segurou a Ambre com tudo.

Ela começou a travar uma luta corporal com ele.

Nathaniel pode respirar e continuar com calma.

Adelaide gritava o nome de Nathaniel sem parar enquanto chorava desesperada.

Meu pai estava recebendo queimaduras no corpo apesar de tudo . . . Como se tivesse pacto . . .

Isso é estranho, porque ?

Ele estava em seu corpo original, não mais no Charlie ! O que aconteceu ?

Após muita luta Ambre gritando muito começou a chorar, sua voz aos poucos foi ficando mais infantil e feminina . . . E por fim, ela começou a chorar.

Nathaniel estava tendo uma luta intensa com ela, mesmo que não fosse física, era espiritual. . .

O quarto se silenciou.

Meu pai estava com queimaduras fortes pelo corpo.

Todos estavam assustados no local.

Alguns moveis haviam caído e se destruído.

Ambre, caída no chão, começou a olhar pra tudo ao redor em silêncio.

Ela então começou a encarar suas mãos, braços, pernas e chorar mais ainda.

"Ambre ?" Nathaniel dizia.

Ambre levantou o rosto calmamente e enquanto encarava ele ela começou a chorar ainda mais, se levantando aos poucos.

Ambre por fim, falou o nome de Nathaniel e começou a chorar ainda mais.

Nathaniel se aproximou apressadamente e a abraçou com força . . . Aquilo me deixou emotiva, confesso.

Eles choravam e se abraçavam.

Nathaniel deu um beijo em sua testa e não parava de agradecer e se desculpar.

Eu não tive a oportunidade de ver esse reencontro, dessa forma, ao vivo . . . E aquilo mexeu comigo.

Armin estafa ofegante enquanto se levantava e ia até meu pai queimado.

"Tá tudo bem ?" ele dizia.

". . . Arde . . . " meu pai falou rindo.

Armin então deu apoio pro meu pai e começou a se retirar.

Nathaniel soltou a Ambre de uma vez e foi na direção do Armin.

"E-Eu levo vocês !" ele dizia.

"Não precisa . . . Aproveite sua irmã, sério.

Viemos pra te salvar e acabamos salvando a Ambre de brinde. Passem a noite conversando . . . Eu to de carro." Armin dizia sorrindo.

Eu estava parada entre os dois.

"Mas eu quero aju--"

"Amanhã nos falamos Nathaniel. Vamos gente." Armin falou já descendo as escadas sem permitir que o Nath continuasse a falar.

Assim que estávamos chegando no portão, Adelaide veio e me abraçou falando um obrigada emotiva. Em seguida ela abraçou um por um enquanto agradecia.

Aquilo me pegou de tal forma . . . Eu amo a mãe do Nath.

Ela é sempre gentil comigo . . .

Entramos no carro e seguimos nosso caminho.

Armin nos deixou em casa pra cuidar do meu pai e saiu pra deixar o Ken em sua casa.

Eu fiquei lá na sala, cuidando do meu pai.

Ele estava com queimaduras bem fortes da mão do Nathaniel . . .

É isso que aconteceria comigo ?

Essas coisas ainda são estranhas pra mim . . .Eu já devia ter acostumado com tanta paranormalidade mas . . . Não consigo.

Alexy então passou inquieto com uma toalha e uma pequena bacia.

"Nossa o que aconteceu aqui ?" ele dizia olhando meu pai.

"Muita coisa . . . O Nath meio que exorcizou a Ambre e agora ela voltou a ser a Ambre de sempre." meu pai dizia.

"E essas queimaduras ? Estão feias . . . " Alexy falava.

"Foi o Nath. Ele encostou no meu pai e bem . . . aconteceu isso. No fim aprece que o efeito do pacto ainda tá nele. É confuso, nem eu entendo." respondi.

"Nossa . . . O bom é que deve regenerar mais rápido né ?"

"Sim . . . E essa bacia ai ?" perguntei pro Alexy.

"Ah, é pro Jade. Ele teve febre a tarde toda, ai eu to trocando periodicamente com umas toalhinhas pra ajudar a abaixar a febre dele. Ia pegar comida pra ele agora na verdade." Quando o Alexy falou aquilo eu me levantei de uma vez.

"Ele tá doente ?! O que houve ?!" perguntei desesperada.

"Tá tudo bem Boreal, só deve ser uma gripe ou algo assim. Ou até mesmo alguma inflamação, ele já tá bem melhor." Alexy dizia calmamente.

"Mas . . . Você falou que foi o dia todo e. .. Eu tava fora e . . . " nessa hora meu pai colocou a mão no meu ombro.

"Vai lá ver ele. Eu já to melhor. Obrigado por me ajudar." ele dizia calmamente.

"Mas ainda tem que passar mais pasta e. . . "

"O Alexy me ajuda, né Alexy ?" meu pai dizia em tom gentil.

Eu fiquei receosa . . .

"Ajudo com todo o prazer ! Passar pasta nesses músculos com certeza !" Alexy falava rindo já tomando a pasta da minha mão enquanto meu pai ria.

"A comida está na geladeira. Só levar pra ele. Não esquente antes, foi ele que me pediu pra por lá quando eu fiz ela quentinha." Alexy dizia me empurrando pra cozinha com a bacia.

. . . Eu então, troquei de tarefa com o Alexy.

Peguei a comida, estava embaladinha de uma forma muito bem feita, coisa bem Alexy mesmo.

Tirei o embrulho e levei para o quarto do Remy.

Estava com uma pequena lampada azul acesa que deixava o quarto com uma coloração muito agradável.
Ele estava quieto na cama com um livro.
Assim que eu fechei a porta ele me olhou e se sentou comportadamente.

"Não precisa ! Pode continuar relaxado." falei me aproximando.

Ele parecia estar meio ansioso.

Ele começou a comer empolgado, parecia estar feliz.

Era uma mistura de comidas bem saudáveis na verdade . . . Ele tem a melhor alimentação da casa. Acho que só vejo ele comer doces as vezes de porcaria, fora as bolinhas de açúcar que ele é viciado.

Ele me ofereceu a comida timidamente, confesso que estava curiosa então aceitei.

Peguei uma garfada da comida do Remy e odiei, era muito gelada.

"Nossa, como está gelado !" reclamei

"Desculpa . . . Eu gosto dela gelada. Sempre ponho comida quente na geladeira pra que gele . . . " ele parecia realmente tímido e novamente encolheu os ombros um pouco.

". . . Que . . . peculiar" pra não dizer estranho.

Pior que lembro de ter lido algo do gênero no diário, mas meio que deletei naquele momento.

Remy parecia cada vez menos falante comigo . . . E aquilo me fez pensar no que meu pai e o Armin haviam dito de manhã, será que eu tava afastando ele ?

Ele continuou a comer então decidi puxar o assunto já que ele parecia melhor, e eu queria me resolver com ele.

"Remy . . . Sobre hoje de manhã . . . Desculpa não parar pra falar contigo. Eu, não gosto muito de . . . cigarros em geral sabe." falei.

"Ah, desculpa eu . . . Eu não sabia. Eu sabia que você retirava os cigarros do Castiel porque li, mas não sabia bem o motivo e pesava que era com ele . . . Por ser tabaco." Remy respondia meio que no automático.

"Eu . . . Sei lá. . . Tenho medo de te fazer mal então acabo perdendo a cabeça. Mas você é adulto e eu não devia ser tão intolerante . . . " respondi tímida. Era vergonhoso admitir aquilo, confesso . . . Mas era necessário.

". . . Obrigado . . . Eu pensei que fosse raiva de mim ou sei lá . . . Eu . . . Estava confuso." ele falava calmamente.

"Eu nem pensei se você ficaria confuso ou não. Mas tudo bem, eu quero que saiba que eu estou disposta a entender você ! E eu prometo ser mais tolerante com as coisas que fizer daqui pra frente ! Eu vou conversar ao invés de explodir ! Prometo ! Não precisa ficar com raiva de mim tá ?!" o Remy começou a rir de leve nessa hora ao notar meu nevosismo falando com ele.

"Eu não fiquei com raiva em nenhum momento. Eu na verdade . . . Estava tentando entender o que eu tinha feito pra te irritar . . . De qualquer forma eu fiz algo que te irrita . . . Desculpa . . . Eu só gosto de fumar as vezes porque . . . Sei lá, a sensação é boa pra mim. . . Se quiser eu posso tentar parar , não é como se eu fosse viciado nem nada só é habitual mesmo . . . Eu já fui viciado, confesso mas . . . Eram épocas diferentes.

"Sério que você para ?!" eu acabei me empolgando quando falei isso e voltei atrás em seguida . . .

"Er. . . Pare se quiser ok ? Não é obrigado . . . " tentei me conter em seguida.

Ele voltou a rir e ficamos em silêncio..

"Você nunca usou algo pior não né ?" Acabei perguntando por impulso.

"Eu só fumo mãe . . . " ele respondeu pacientemente.

"E aquela bactéria do Armin ?" perguntei.

"Dá pra considerar mais como uma droga medicinal e não destrutiva, além de que excessos dela não é prejudicial. Ainda assim só usei 2 vezes como já falei . . . Eu tenho belonofobia . . . Não consigo lidar com objetos pontiagudos. E pra usar aquela droga precisa injetar direto na fonte sanguínea." Ele respondeu.

". . . É engraçado imaginar você que é todo sério com medo de agulhas." respondi.

"Alexy meio que . . . me encheu de experimentos quando o Armin me apresentou pra ele. Foi meio traumatizante . . . " Remy parecia se arrepiar só de lembrar, foi engraçado.

Ele bocejava cada vez mais, parecia cansado e com sono.

"Vou te deixar descansar, amanhã nos falamos . . ." eu o respondi saindo e apagando a pequena lampada.

Remy em com a voz um pouco baixa pediu pra que eu acendesse a luz novamente, na mesma hora me veio a lembrança da vez que ele escreveu no diário sobre seus medos.

Me desculpei apressadamente enquanto reacendia.

Jade sempre dorme de luz acesa.

Ele sempre deixa nem que seja esse pequeno abajur aceso.

É o único quarto que não importa a hora da noite que se passe, vai ter luz saindo da fresta debaixo da porta. Ele meio que tem pavor de lugares escuros e eu não sei o porque . . .

Sabe, ele tem medos que me deixam um pouco encucada.

Queria saber se eles tem uma origem ou são só medos irracionais.

Lugar apertado ? Escuro ?

Tem um motivo por trás ?

Agulhas ele já falou que o Alexy traumatizou ele um pouco.

Remy estava febril desde cedo e ele não havia contado pra ninguém.

"Esqueci de apagar a luz do banheiro." Remy dizia levantando.

"Não precisa, eu apago antes de sair. Pode ir dormir." respondi.

Sabe, por mais que ele seja mais velho e tivesse que ser estranho . . . Acho que tanto ele quanto eu não temos essa distinção de idade no nosso tratamento de mãe e filho.

Na verdade eu me sinto muito confortável sendo mãe e agindo feito uma com ele . . . Que engraçado.

E ele parece se sentir confortável no papel de filho.

Dei um beijo na testa do Remy, ele parecia uma criança mesmo, principalmente o olhar que ele deu em minha direção. Eu sentia uma ternura diferente de todas as que já senti direcionadas a mim . . . Era reconfortante e caloroso.

Seria esse o tal sentimento de mãe e filho que as pessoas falam que é diferente ?

"Quer alguma coisa ?" perguntei antes de me retirar de seu quarto.

". . . Pode matar o Alexy pra mim ? Ele passou boa parte do dia descrevendo as noites dele com os namorados . . ." ele falou me encarando.

". . . Posso te dar o cadáver dele de natal ? Prometo deixar embaixo de uma arvore de natal na sala." perguntei enquanto ele terminou rindo e soltando um "Perfeito. Boa noite." então me retirei completamente do quarto dele.

Obrigada Debrah . . .

Obrigada por não permitir que minha raiva se acumulasse 100% contra meu filho . . . O fato de eu ter ficado na dúvida esse tempo todo me permitiu ter coragem de me aproximar dele, e agora, eu estou tendo não só um filho mas um novo amigo.

Bem . . . precisamos salvar o Dake agora né . . .

Acho que o número de missões pra serem completadas estão acabando.

Breve só vai restar a diretora . . .

Notas finais
Postagem explicando metaforas dos personagens na capa da fic: http://aminoapps.com/p/2u7z4u (mesmo link de cima no meu blog: http://blog.kazumitakashi.com/post/164380379162/significado-das-imagens-da-capa) Pasta com todos os dialogos exclusivos do amino: http://aminoapps.com/p/5szbl Askblog: http://askdoceteciclope.kazumitakashi.com/ Grupo da fic no facebook https://www.facebook.com/groups/338241216529957/ Webcomic do Planet Boy: https://tapastic.com/series/Planetboy E NO WEBTOONS !! https://goo.gl/KPZDjh [fanfic spinoff do Armin] Link direto: http://socialspir.it/7479230 [post com toda as fics baseadas na fic e reações] http://asaventurasdeumadoceteciclope.kazumitakashi.com/post/155224108653/fanfics Processo de como é feita as imagens da fic: https://youtu.be/NIwbgsfiLG4 Faça sua pergunta referente a fic ou leia perguntas frequentes com suas devidas respostas no link abaixo: http://asaventurasdeumadoceteciclope.kazumitakashi.com/pergunta Video Bonus: https://youtu.be/4kEMGSWb8qU Fic no tumblr + todas as imagens bonus: http://asaventurasdeumadoceteciclope.kazumitakashi.com Style do social [Boreal]: http://socialspir.it/8764501 Style do social [Armin]: http://socialspir.it/8804126 Style do social [Jade]: http://socialspir.it/9079477 Style do social [Alexy]: http://socialspir.it/9824931 Style do social [Nathaniel]: http://socialspir.it/9903999 Style do social [Dakota]: http://socialspir.it/9957173 Style do social [Kentin]: http://socialspir.it/10030992 Style do social [Lysandre]: http://socialspir.it/10036582 Style baseado na fic: http://socialspir.it/4814905 Youtube: http://youtube.com/kazumitakashi informações de ultima hora no twitter http://twitter.com/kazumitakashi Blog (possui coisas relacionadas a fic) http://blog.kazumitakashi.com Tumblr http://kazumitakashi.com —------------------------------------------------------------------------------------- Essa historia é postada somente no facebook, nyah, wattpad, tumblr e aqui. Por favor ! Se vir em outro lugar me avise ! Álbum da historia no facebook: http://tinyurl.com/knbb8mn No Nyah: http://fanfiction.com.br/historia/600249/As_aventuras_de_uma_Docete_Ciclope/ Wattpad: https://embed.wattpad.com/story/65603520-as-aventuras-de-uma-docete-ciclope Minha conta no amor doce: http://amordoce.com/profil/KazumiTakashi