As aventuras de Midoriya no show de Pabllo Vittar
1 Capítulo Único - Vai Passar Mal!
Notas iniciais
“O que está acontecendo aqui?” — pensou o estudante universitário japonês intercambista no Brasil, Izuku Midoriya, enquanto via a mais nova sensação do momento das paradas de sucesso brasileiras, a cantora drag queen Pabllo Vittar, surgir esplendorosa no palco.
Primeiro, vamos resumir sobre como Izuku foi parar em terras tupiniquins e depois sobre como ele foi parar no show de Pabllo Vittar. Midoriya sempre foi bom no futebol do colégio, tanto que foi durante sua vida escolar inteira ele foi um zagueiro de destaque e como todo mundo sabe que Brasil é uma potência nesse esporte, foi natural para rapaz optar por largar sua terra natal para estudar Educação Física no Brasil. Por ser também muito estudioso, foi fácil ele ser aprovado em uma das melhores universidades públicas do país.
O início não foi fácil para Midoriya. Com um português bem básico, ele teve que literalmente se virar para conseguir acompanhar as aulas. Fora o preconceito em forma de “piadinhas” como “abre o olho, japonês”, ou “tinha que ser asiático mesmo” quando destacava-se com suas notas altas na faculdade, ou até mesmo quando perguntavam se ele era realmente japonês por causa do seu bom desempenho como zagueiro no time de futebol oficial da universidade, porém as dificuldades eram o combustível para o determinado rapaz seguir em frente. Continuava sendo um dos melhores alunos de toda a faculdade, destaque no time, tinha seus amigos e ainda tinha tempo para jogar seu LOLzinho ou matar saudade da família através do Skype.
Agora vamos a como ele foi parar em um show de Pabllo Vittar. Tudo começou com uma aposta com uma colega de classe brasileira chamada Izabella da Silva — conhecida também como “Izão” por causa de seus 1,81 m de altura somado ao fato de ser a principal atacante do time de vôlei oficial da universidade. — mais a nova intercambista japonesa do curso de Izuku, a caloura Ochaco Uraraka, no Candy Crush Saga para ver quem conseguia finalmente vencer o nível 2660 do jogo e ela era simples: se Izuku ganhasse, as mulheres (que não eram nem um pouco geeks) teriam que ir na CCXP com ele. Caso a vitória fosse de Uraraka, eles teriam que acompanhá-la no show da cantora sensação do reggae Tay Galega e se Izão ganhasse, eles iriam ao show de Pabllo Vittar. A brasileira ganhou e na semana seguinte, lá estavam eles na porta da Flexx Club, famosa casa noturna LGBT+ de São Paulo.
Eles ficaram um bom tempo na fila, tomando cervejas que tinham comprado no caminho e jogando conversa fora até finalmente conseguirem entrar na casa.
O show estava lotadíssimo, mas não apenas porque era o show de Pabllo Vittar. Foi anunciado também que o show teria participação especial de outros cantores sensação do momento, como Anitta e Rico Dalasan. Portanto, imagine quase 1000 pessoas em um mesmo lugar? Era isso que Izuku, Uraraka, Izabella e mais alguns amigos em comum deles encaravam naquele momento.
— Ai, meu deus, não acredito que estamos aqui! Não acredito que vou assistir Pabllo com vocês, uhul! Muito obrigada, gente! — dizia Izabella, no alto do seu terceiro show de Vittar.
— Eu que agradeço por vocês me receberem tão bem. — respondeu Uraraka, também ansiosa pelo show. Ela só conhecia Pabllo Vittar dos vídeos dela em redes sociais, mas curtia as músicas, principalmente a parceria dela com Anitta, “Sua Cara”, “Todo Dia”, “Corpo Sensual” e “Minaj”.
— Eu ainda não sei o porquê estou aqui. Ah, lembrei, perdi uma aposta e estou no show de alguém que nunca ouvi falar. — comentou Izuku, sentindo-se o próprio ET de Varginha no local. Até nas roupas dava para perceber que o japonês era um “estranho no ninho”, afinal quem me vai no show de Pabllo Vittar com camiseta estampada de anime (Hunter x Hunter), camisa xadrez grunge amarrada na cintura, calça jeans justa preta e tênis All Star? O rapaz percebeu que tinham algumas pessoas que riam das vestimentas dele, mas não estava nem aí. Estava com amigos e caso não gostasse do show, tinha ainda o open bar, que justificava o ingresso ter custado o olho da cara, para amortecer os ouvidos e fazer a música ficar “agradável”.
O show começou e Pabllo Vittar surgiu do palco. Com muito glamour, esplendor e usando sua característica peruca loira e body com a estampa “Passivo agressivo”, entoou os primeiros versos do seu primeiro sucesso nacional, “Todo Dia”.
“Eu não espero o carnaval chegar para ser vadia
Sou todo dia, sou todo dia (…)”
A plateia foi a loucura.
Os outros amigos de Izuku foram ao delírio. Izabella deu o berro e Uraraka apenas conseguia pensar:
“Que diva, que linda, que voz! Quero ser ela quando eu crescer!”
Já Midoriya…
“O que está acontecendo aqui?” — o rapaz nunca tinha visto uma drag queen ao vivo e muito menos estado em um show de uma cantora drag queen ou em uma boate LGBT+. Era chocante ver seus amigos, junto com aquelas pessoas, cantando junto a música em um coro uníssono, dançando muito no fundão e quando Rico Dalasan entrou palco que a casa noturna veio abaixo.
Midoriya ensaiava uns passos tímidos, porém chegou uma hora que o aperto ficou demais e preferiu beber no open bar. Não por achar a música ruim, até que achou agradável. A questão era que ele sentiu uma necessidade estranha de “entrar no clima do show”. A música seguinte que Pabllo cantou era uma do início da sua carreira chamada “Minaj”. Em seguida, veio uma música muito querida pelos admiradores do seu trabalho chamada “Ele é o tal”.
Izuku continuou a tomar várias cervejas, batidas, coquetéis, tequila, saquê, uísque e até uma dose de absinto entrou na onda, enquanto Vittar disparava sua sequência de sucessos como “Amante”, “Pode aprontar”, “Tara”, “Corpo Sensual”, “Negâ” e “Então Vai”.
Uma hora de show depois, Midoriya estava bem bêbado e Pabllo começou a cantar “Indestrutível” a capella:
“(…) O que me impede de sorrir
É tudo que eu já perdi
Eu fechei os olhos e pedi
Para quando abrir a dor não estar aqui, mas
Sei que não é fácil assim, mas
Vou aprender no fim
Minhas mãos se unem para que
Tirem do meu peito o que é de ruim (…)”
Enquanto ouvia a música, Izuku entendeu finalmente qual era de Pabllo Vittar, Rico Dalasan e entre outros:
“Eles são como eu, alguém que essa sociedade sempre tentou colocar rótulos negativos. Desde ter que esconder quem eu sou de verdade no Japão, um homem panssexual, frequentemente chamado de “nerd”, porque o esporte que escolhi está muito interligado a essa questão idiota de “ser macho hétero pegador” infelizmente, passando de todas as vezes que me chamavam de “xing ling”, falavam “ó lá o seu flango” quando passava um pombo, zoavam quando eu falava errado, quando perguntavam se eu era mesmo japonês quando fazia umas embaixadas boas até chegar naquele idiota que perguntou se eu era mestiço porque meu pau não era pequeno. Eles ainda teve que encarar um caminho ainda mais difícil por serem drag queens, mas não desistiram e hoje eles estão no palco para isso. Para lembrar que pessoas como ela, pessoas como eu, pessoas negras como a Izão, pessoas lésbicas como a Izão também japoneses residentes em outros países como a Uraraka e pessoas que nunca foram o que essa sociedade ditava como certo valem muito justamente por sermos quem somos e que somos indestrutíveis na nossa luta diária por sermos felizes. Obrigado por essa lição.” — concluiu o rapaz, enxugando as lágrimas no final da música. Após a performance emocionante, Vittar cantou a música que consolidou seu sucesso. “K.O”. Midoriya virou seu copo de caipirinha, agradeceu o barman e foi para onde os amigos estavam.
— Finalmente você saiu do open bar, hein, fio?! — comentou Izão.
— Izuku, você está bem? — perguntou Uraraka, preocupada, pois mesmo quando elas iam para o bar pegar algo, o rapaz continuava a beber.
— Estou ótimo, gente. Esqueceram que eu rachei com vocês uma porção de batatas fritas lá no bar? Eu que bebo e vocês que ficam mais loucos que eu?! Enfim, o importante é que estou aqui e aí, vocês vão me ensinar a como é esse tal de mexer a raba ou não? — Midoriya nunca diria isso sóbrio e muito menos estaria aprendendo a rebolar, fazer body rolls e a sentir, do jeito dele, a música que tocava naquele momento, o sucesso “Open Bar”. O que a bebida não faz…
A música seguinte foi anunciada e junto com ela, Anitta. Assim que começou a tocar a batida do atual sucesso das duas em conjunto com o DJ Mazor Lazer, “Sua Cara”, a plateia ficou em puro êxtase. Quando os primeiros versos da canção começaram, o público foi abaixo: não havia praticamente nenhuma alma que não estivesse cantando e dançando a música.
Midoriya, totalmente bêbado, já não ligava para mais nada. Junto com os amigos, colocava em prática tudo que aprendeu: rebolava, descia até o chão, subia, fazia body rolls e sensualizava muito.
— Gente, no céu tem Izuku? — perguntava Ochaco, espantada com a carga de sensualidade que o amigo empregava na dança.
— Agora ele tira as aranhas da boca e pega alguém depois de dois anos na seca! — comentou Izabella.
— Melhor, por que você não se candidata, hein, Ura? — questionou um amigo em comum da turma
— Se eu não tivesse meu namorado, o Hitoshi, lá no Japão, quem sabe… mas como eu tenho, vamos mudar de assunto? — falou Uraraka.
Repentinamente, no meio da música, Pabllo e Anitta anunciaram que escolheriam um fã para ter a sorte de dançar junto com elas o restante de “Sua Cara”. Elas deram uma olhada de relance na plateia e anunciaram:
— Ei, você aí, da camiseta bafônica do Killua divando na pista no fundão, vem para cá agora! — disse Pabllo.
— Vem, o palco é todo seu, meu amor! — completou Anitta.
De início, Midoriya pensou que o anúncio era para outra pessoa, mas depois delas insistirem e ele perguntar, apontando o dedo para si mesmo:
— Sou eu que elas estão chamando?
— Izuku, se você não subir nesse palco agora, eu subo no teu lugar. Quem mais nesse show além de você está com a camiseta do único anime que Pabllo gosta? É claro que é você, né?! Corre pro palco agora antes que elas chamem outro. Vai! — comentou Izabella.
Por estar bem bêbado, o estudante esqueceu toda a timidez dele para se apresentar na frente dos outros no churrasco e foi até o palco com a cara e a coragem.
Chegando lá, ele cumprimentou as cantoras, apresentou-se, ainda recebeu um abraço e mais um beijo das duas, e depois a música voltou com Izuku dançando no palco. O rapaz não se acanhou e incorporou toda a sensualidade daquele trecho da música, com direito a tirar a camiseta:
“(…) Cheguei
Tô preparada pra atacar
Quando o grave bater, eu vou quicar
Na sua cara vou jogar e rebolar
Eu tô linda, livre, leve e solta
Doida pra beijar na boca
Linda, livre, leve e solta
Doida pra beijar na boca
(…)
Linda, livre, leve e solta
(Que eu vou jogar bem na sua cara)
Bem na sua cara
Eu vou rebolar bem na sua cara (…)”
Até as cantoras ficaram impressionadas com os movimentos de Midoriya, além de terem ficado chocadas quando o rapaz abriu um espacate no palco e começar a quicar a bunda no chão com o espacate aberto. O público foi ao delírio com o feito “do japinha otaku”. Se estivesse sóbrio, Izuku jamais subiria em um palco e muito menos rebolaria fazendo quadradinho, jogando a bunda bem para o alto, com direito a dedinho na boca e carinha de safado, sem intimidar-se com as várias pessoas filmando-o dançar ou gritando para ele.
— Gente do céu, que é que baixou nele? — perguntou um amigo dele.
— Sei lá, mas isso vai ficar para história. Depois dessa, não se espantem se o Izuku não voltar com a gente. Olha o tanto de boy gritando para ele! Estou até filmando para quando eu voltar no Japão nas férias, o meu mozão fazer para mim! — comentou Uraraka.
A música acabou, Midoriya agradeceu os elogios das cantoras, agradeceu o público e saiu estranhamente vitorioso, leve com a camiseta mais a camisa jogados no ombro. Queria mais daquela sensação. Logo em seguida, Pabllo Vittar e Anitta agradeceram o público e encerraram o show, saindo do palco aclamadíssimas pela plateia. Depois, o DJ da casa entrou em cena e começou a tocar qualquer música do DJ Alok.
Assim que colocou os pés de volta para a pista, Izuku conseguiu passar desapercebido pela plateia e entrar no banheiro. Feito o que tinha que ser feito e de mãos secas, ele caminhava para fora quando foi praticamente prensado por outro rapaz. Ele era tinha os mesmos olhos característicos de asiáticos como Midoriya ou ásio-brasileiros, tinha cabelos loiros arrepiados, beleza peculiar, tão bêbado e o sorriso mais pervertido para o estudante.
“Bonito, gostoso e faz dois anos que eu não pego ninguém desde que terminei com o Samuca. Oportunidade como essa não aparece duas vezes. Só vai, quer dizer, só vem!” — Izuku não pensou duas vezes, deixou-se ser empurrado pelo outro na primeira cabine aberta do banheiro e, já trancado lá dentro com ele, retribuiu o beijo cheio de libido do outro. Além dos beijos, o estudante deixava o rapaz loiro tatear, retirar o possível de roupas dentro daquele espaço, marcar todo o seu corpo e retribuía os gestos na mesma medida. Ah, como sentia falta disso!
“Ele com certeza deve ser desses ratos de academia, porque olha… os braços, o tanquinho, a bunda dele e as coxas dele estão de parabéns!” — refletia Midoriya, enquanto ajoelhava-se para chupar o pênis do outro rapaz.
Como não tinham muito tempo, Izuku já tratou de ser rápido e já ajoelhado, chupava de forma firme o pênis alheio, fazendo movimentos vigorosos de vai e vem. Além disso, antes do boquete, ele já pediu para o outro passar os sachês de lubrificante para preparar-se. O rapaz loiro deleitava-se com a cena:
“Lá no palco ele já mostrou que é gostoso e bem safado. Vendo agora, ele é muito mais gostoso e que boca é essa… meu! Esse cara deve “dar um trabalho” da porra na cama de um motel! Isso, chupa minhas bolas enquanto você coloca a camisinha. Pronto… Nossa, mas ele é bem sedento mesmo, já tá de quatro e todo aberto para mim com essa carinha… Ah, maldito, eu vou te foder até seu cu não aguentar mais!” — O outro rapaz penetrou Izuku de uma vez e já começou a movimentar-se dentro dele, ao mesmo tempo que também passou a masturbá-lo.
Midoriya não se importava com a falta de delicadeza do outro ao fodê-lo. Pelo contrário, os constantes tapas na bunda dados pelo outro, os beijos, as lambidas nas costas e o palavreado sujo como “Gosta da minha rola te arrombando com tudo, seu nerd safado?” ou “Rebola essa bunda pra mim, caralho!” excitavam ainda mais o estudante. Além de tudo isso, ele estava bêbado demais para pensar em delicadeza.
Ele também não sabia explicar, mas sentia-se à vontade para pedir ainda mais brutalidade da parte do outro:
— Puxa meus cabelos enquanto você me fode ainda com mais força, cara. — Teve o pedido atendido imediatamente. O som do choque de peles junto a todos os barulhos abafados pela camiseta que Izuku carregava no ombro, o cheiro de sexo e os movimentos cada vez mais fortes chegaram ao ápice. O estudante começou a sentir um prazer enorme mais uma sensação incrível de relaxamento, o corpo tremer e esporrou na mão do outro. Não demorou muito para o ápice do rapaz loiro chegar e ele soube que o outro chegou ao orgasmo ao senti-lo dar uma mordida bem forte no ombro de Midoriya e puxá-lo para bem junto de si.
Quando ele retirou os dentes do ombro do estudante e retirou o pênis dentro da intimidade de Izuku, o estudante colocou imediatamente a camiseta, subiu a cueca mais as calças de volta, amarrou a camisa na cintura. O outro também já colocou de volta a regata que utilizava, a cueca mais a calça e a camiseta polo. Já devidamente vestidos, eles trocaram as únicas palavras antes de irem embora:
— Só uma pergunta, cara, qual é o seu nome mesmo?
— Para você, é Bakugou!
— Prazer, Deku e que prazer! Acho que falei meu nome lá no palco, né?!
Eles deram o beijo de despedida na porta do banheiro e cada um foi para o se canto.
Izuku reencontrou os amigos na fila do caixa, pois alguns deles pagaram chapelaria e saíram da casa noturna.
Enquanto caminhavam para o Metrô, Uraraka reparou nos chupões e mordidas no pescoço e teve que comentar:
— Izuku que marcas são essas? Não me diga que… — o rapaz assentiu positivamente para a amiga. Ela gritou — Não acredito! Aí sim, hein!
— Ó o Izuku! E aí, pegou o telefone do boy para um repeteco, porque… né?! — perguntou Izabella.
— Se peguei, eu não lembro. Ah, dane-se se peguei ou não! Falei meu nick do LOL para ele. Se ele está realmente a fim, ele me acha!
— Espero que você realmente tenha dado seu telefone para ele, porque quantos “Deku” tem nessa caralha de LOL que você joga? Às vezes fico abismada com você, Izuku, mas enfim… bora pra saideira? — E todos concordaram com a ideia da estudante. Foram para um bar próximo tomar a saideira e depois voltaram para casa para dormir.
O dia seguinte chegou e Midoriya acordou com seu celular vibrando muito. Ficou espantado com o que viu, pois eram mais de cem mil solicitações nas suas redes sociais. Só de solicitações de amizade em uma delas ele tinha mais de cinquenta mil. Obviamente, ele foi fuçar o que ocorreu. Ficou com um misto de espanto e vergonha alheia, pois descobriu que seu vídeo dançando no palco do show de Pabllo Vittar viralizou na Internet e o estudante virou meme. Logo em seguida, foi para seu aplicativo de mensagens. Tinha um monte de notificações, mas a primeira logo chamou a atenção, pois estava escrito “Katsuki Bakugou”:
“E aí, nerd, tá famoso, hein?! Tô te enviando essa mensagem porque tô sentindo falta da tua boca, da tua bunda, de você todinho (nossa, só de falar isso já tô ficando de pau duro). E então? Tua bunda tá pronta para mais uma foda? Você tá livre hoje pra a gente ir pro motel? Eu pago!”
Izuku pensou:
“Eu prometo nunca mais beber tanto assim, mas… um cara desses me querendo não dá para desperdiçar.” — e respondeu para o outro:
“Tô! Qual o melhor horário para você?”
Afinal, quando você é um estudante e jogador universitário, mas ainda é um “geek otaquinho” ordinário, cuja vida social é seus animes, séries, HQs, partidas de LOL e vem a oportunidade de afogar o ganso com um “discreto fora do meio” ou um “lacra boy do tombamento” qualquer, tem mais é que mergulhar de cabeça mesmo. A vida é curta demais para não meter o loco.
Ressuscita!
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