Notas iniciais
1- Considerem isso como um presente de aniversário de 3 anos de Miraculous no Brasil. (7/3) 2- Sempre achei que foi tolice dar os miraculos do poder absoluto para o Hawkmoth de mão beijada. Desse jeito, caso Adrien e Marinette fossem derrotados, não seria só pegar os miraculous deles e deu. Teria que dar um jeito de usar eles para chegar ao Guardião e aos miraculous que ele realmente queria. Muito mais trabalho para Hawkmoth e segurança para a causa do Mestre Fu 3- Sim, eu sei que só a Ladybug e o Hawkmoth pode purificar o akuma. Talvez por isso o Guardião cometeu essa tolice estratégica. 4- Roda o cap:

—Existem dois miraculous mais poderosos que os outros: os brincos da joaninha, que concedem o poder da criação e o anel do gato preto, que concede o poder da destruição. Reza a lenda, que quem controlar essas duas joias ao mesmo tempo, terá o poder absoluto. — explicava o kwami

—Eu preciso desse poder absoluto, Nooru! Eu quero esses dois miraculous! — dizia seu portador

—Mas, Mestre, ninguém sabe onde esses miraculous estão!

—Eu encontrei você, Nooru... Seu miraculous, me lembre de seu poder...

—O broche da borboleta permite que você dê poder a uma pessoa e a torne uma seguidora devota.

—O que é mais eficiente para atrair super-heróis do que criar super-vilões?
...

—Muitas emoções negativas, era exatamente o que eu precisava! — comemorou Hawkmoth –Tristeza, raiva... Corrompa seu coração, meu pequeno akuma e traga ele para o mau!
...

—Mas o que é que isso está fazendo aqui?! — cada um em seu quarto, Marinette e Adrien não compreendiam o que aquela caixinha fazia em seus quartos

—O que é isso?! Um rato?! Um inseto?! Um rato-inseto?! — Marinette estava assustada com essa aparição desconhecida

—Não tenha medo, minha rainha! — acalmava o rato-inseto

—Rainha? — Marinette parou
...

—Legal! É tipo um gênio da lâmpada? — Adrien estava animado

—Não, eu sou um kwami. Eu concedo poderes e o seu é o da ilusão.
...

—Não! Cadê os miraculous do poder absoluto?! Que miraculous são esses?! O que faço agora?! — Hawkmoth estava frustrado as ver quais heróis haviam aparecido para deter seu monstro de pedra
...

—Não, Joanne! Você não vai faltar uma aula de patinação por semana para poder ir à de desenho! — ordenou uma mãe irada

—Mas mãe! Eu nem gosto de patinação! — implorou Joanne

—Já está decidido!
...

—Oh! Pollen, estou atrasada! Porque não me acordou antes?!

Marinette se arrumou correndo e saiu em disparada para chegar na hora da aula. Estava para entrar no colégio, quando viu todos saindo dele apressadamente. Outro ataque de akuma.

—Pollen, ativar! — no segundo seguinte era Apícula, a heroína de Paris

Apícula correu para dentro do colégio em busca do akumatizado e logo o encontrou. Na verdade, só havia ele em todo o colégio, alguns dele estavam na quadra de esportes jogando volley entre si, outros na sala de artes desenhando e esculpindo, outros na biblioteca lendo vários livros e discutindo sobre trabalhos. Aparentemente seu poder era se duplicar.

Não demorou muito para o seu parceiro Vulpis chegar.

—Olá, My Honey – disse ele galanteador tentando beijar sua mão

Ela retirou-a rapidamente e disse:

—Não temos tempo para isso, olha quantos akumatizados teremos que enfrentar. Precisamos descobrir qual tem o akuma.

—Mas isso é fácil, My Honey. Deve ser aquela que está mandando seus clones nos atacar. — mal disse isso e já pegou sua flauta para mantê-los longe

Apícula pegou seu peão e tratou de ajudar seu parceiro.

A “chefe” dos clones observava tudo de longe. Mesmo se passassem por todas as suas cópias, missão impossível já que ela se duplicava a todo momento, jamais chegariam à akumatizada original.

—Vulpis, precisamos de ajuda. Consegue segurá-los enquanto vou ao Guardião?

—Facilmente, My Honey.

—Não pode deixá-la sair daqui! — dizia Hawkmoth à akumatizada —Ela buscará mais portadores e então será impossível segurá-los. Posso forçá-los a dizer onde fica a morada do Guardião quando derrotá-los.

Mais clones surgiram e tentaram impedir a fuga de Apícula, porém ela usou seu poder e os paralizou. Não adiantou muito pois a akumatizada se duplicava sem parar e a escola toda estava cheia deles. Não havia onde andar sem esbarrar em um de seus clones. Logo Apícula estava presa lutando para não ser agarrada novamente.

Notando isso, Vulpis usou seu poder e criou uma ilusão de Apícula e ele fugindo para tentar evacuar algumas das cópias da akumatizada. Deu certo, porém com a menor concentração de cópias na escola, pode-se ver que na verdade eles ainda estavam na escola e mais cópias correram para impedir sua fuga.

Era tarde demais, eles já não sabiam o que fazer. Já estavam cansados e número de clones aumentava a cada minuto. Não demorou muito para muito para serem segurados e presos, prestes a se destransformarem. Era o fim, Hawkmoth havia vencido.

Logo depois, o Hawkmoth em pessoa apareceu, algo que só foi encarado por eles uma vez.

—Vocês se acham muito espertos por terem escolhido me enfrentar sem os miraculous do poder absoluto... — ele ria de satisfação -Que diferença faz se no final eu ganharia do mesmo jeito?

—Nunca porá as mãos no poder absoluto, Hawkmoth! — dizia Vulpis irado

—Não pode nos obrigar a contar nada a você! — Apícula era decisiva

—Nem ameaçando suas vidas? — Hawkmoth era irônico

Ao verem a ponta afiada da bengala de Hawkmoth apontada para suas gargantas, os dois heróis engoliram em seco.

—Onde vive o Guardião? — Hawkmoth perguntou impondo sua voz e ameaçando Vulpis

—Se tem coragem — Apícula cuspiu em sua cara –Mate-o, eu não abro minha boca.

Vulpis tinha medo de falar e acabar se cortando sem querer pelo movimento de sua garganta. No fundo, só conseguia pensar na sorte que teve em Hawkmoth ter ameaçado sua vida e não a de Apícula. Vulpis não sabia se conseguiria sacrificá-la para impedir Hawkmoth de pôr as mãos no poder absoluto.

Hawkmoth apertou mais fundo a ponta no pescoço de Vulpis, até começar a sair sangue. A cara de Apícula era séria e não parecia ceder.

—Se matá-lo, terá uma boca a menos para contar onde se encontra o Guardião — falou cheia de si

Ele viu que ela não cederia por seu companheiro. Além de saber que ela tinha razão em ser tolice matar Vulpis, Hawkmoth não conseguiria realizá-lo. Não era um assassino, só queria sua esposa de volta. Então tentou outra coisa.

Com toda a força que sua idade lhe permitia, Hawkmoth deu um soco em Apícula deixando-a desacordada. Assim que caiu para o lado, só não dando de cara com o chão porquê as cordas que a marrava a seguraram, ele tornou a bater nela. Tantas vezes que sua cara cheia de machucados estava irreconhecível.

Vulpis fechava os olhos para não contar nada do que se arrependesse depois.

—Pare! Eu conto onde pode achar o Guardião! — pediu desesperado, já não aguentando mais -Porém, de nada adianta ir lá. Com você na cidade, ele achou melhor levar esses miraculous para longe. — mentiu ele

—E onde eles estão escondidos? — perguntou sério, aparentemente havia comprado a mentira

—Em uma cidadezinha chamada Camembert. Estão escondidos no museu do camembert, como se fossem parte da exposição. – disse rapidamente ao lembrar-se que o kwami da destruição amava esse queijo

—Mas isso é na Normandia! Pelo menos não é tão longe quanto Nice... Eu cumpro o que prometo.

Hawkmoth desakumatizou Joanne e purificou seu akuma. Libertou Vulpis e Apícula e então foi embora, deixando a cargo de Vulpis cuidar dos machucados de Apícula. Ao ir embora, Hawkmoth só pensava em como chegar a Camembert antes do Guardião e o que fazer com seu filho. Mal sabia ele que, ao chegar lá, não encontraria miraculous algum e que era tarde demais para voltar a torturar Apícula e Vulpis por informações. Só podia pensar que na próxima vez deveria levar um detector de mentiras.

Notas finais
Obrigada por lerem até aqui, espero que tenham gostado, comentem o que acharam, desculpa pelos erros e até mais
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!