Notas iniciais
DESCULPA PELA DEMORA, eu estava mesmo ocupada, perdão mesmo, o cursinho tem tirado tudo de mim u.u De qualquer forma, esse é o ultimo capítulo...

– e você acha que pode me matar?

– acha que não posso?

Julia tinha no olhar uma fúria que Angelique jamais tinha visto.

A ruiva avançou na direção da loira, e segurou-a pelo pescoço

– hora de descansar Angelique Bouchard!

– VOCÊ NÃO...!

Julia, enforcou a bruxa que se debatia. Angelique não era mais poderosa e Julia resistia a suas ordens

– VOCÊ NÃO SERIA NADA SEM MIM! ESTARIA NO FUNDO DO MAR SEM MIM!

– não foi você quem me libertou. – Julia respondeu calmamente.

– BARNABAS NÃO SERÁ SEU! NINGUÉM MAIS VAI TE RES...

As forças de Angelique estavam no fim. Seu corpo estava morrendo. O corpo de Angelique começou a envelhecer. Ela estava perdendo sua vida.

Se debatia como uma barata de casca para baixo.

– você já conheceu o inferno? – Julia perguntou

– eu vou.... me vingar...

O corpo de Angelique estava fraco e ela nem mais se debatia. Então Julia fez o que um vampiro faz.

Ela sugou todo o sangue de Angelique, até que seu corpo estivesse seco e morto.

A ruiva não poderia desejar mais nada. Apenas Barnabas.

...

No dia seguinte, a mansão Collins estava em reforma pela segunda vez no mesmo ano.

E Barnabas não conseguia pensar em mais nada. Preocupava-se com Julia, por estar com Angelique. Ela o protegeu mas fugiu com a bruxa. Não entendia porque.

A mansão estava tão exposta que o inimigo habitou por semanas. Elas os conheciam como ninguém.

E se houvesse outro ataque? Ele conseguiria atacar Julia novamente?

– Barnabas?

– sim.

– está distante. No que está pensando.

– Madame... a senhora... já passou por situações difíceis em vosso casamento?

– sim... – Elizabeth assentiu

– e já pensou em amar outra pessoa depois que seu grande amor morreu?

– espera, Barnabas, eu sou sua prima sabe...? – ela pensou melhor – mas espera, do que você tá falando?

– estou falando de coisas do coração, madame.

– espera, você está apaixonado, suponho.

– sim, madame. Por uma mulher que parecia odiosa. Mas quando teve a chance, me salvou.

– Dra. Hoffman? – Elizabeth arregalou os olhos – essa...

– Dra. Hoffman tinha tudo pra ser uma boa mulher.

– por que tinha? – a voz da ruiva ecoou pela sala.

– Julia! Você não é bem-vinda nessa casa!

– sei que não. Por isso não pedi pra entrar, só entrei mesmo. – ela caminhou em direção aos Collins – e perdão pelo que Angelique fez.

– madame... – Barnabas se manifestou

– não você idiota, a ela. – Julia rebateu

– a Senhorita Elizabeth?

– Liz sabe do que eu estou falando.

– não sei não. – ela respondeu pensativa

– não se lembra da noite no escritório? Tsc tsc... você se esquece tão rápido de grandes emoções?

Elizabeth corou violentamente.

– Angelique disse que você foi uma boa menina.

– vá você e ela pro inferno.

– digamos que Angelique chegou primeiro que eu. – Julia deu um sorriso presunçoso.

– o que quer dizer com isso? – Barnabas perguntou alterando-se.

– quer dizer que você matou Angelique? — Liz perguntou

– ela precisava descansar... pra sempre.

– nós, precisamos de um momento a sós, se me permite Madame....

– com licença... – Liz saiu.

– Barnabas, não vim implorar perdão. Nem...

Julia foi interrompida pelo beijo desesperado de Barnabas.

– mas que inferno! Eu estou falando! Não me interrompa quando eu estiver falando porra!

– mas... – Barnabas ficou sem entender

– droga! — Julia protestou. – eu estou indo embora daqui.

– mas...

– acho que vou pra Nova York...

– mas...

– Barnabas, se é pra dizer alguma coisa, diz logo, não fique me olhando com essa cara de sonso

– mas...

Julia revirou os olhos enquanto Barnabas a encarava.

– antes de partir, eu precisava fazer uma coisa.

– o que?

Julia se aproximou e de Barnabas, e desfez o nó que prendia seu roupão.

Revelou que Barnabas estava usando apenas cueca. Julia segurou em suas mãos o órgão frio de Barnabas, e massageou até que a ereção começasse.

Foi quando ela o colocou em sua boca.

Ela lambeu e chupou com força. Seu objetivo era dar o máximo de prazer a ele, antes de partir.

Barnabas segurou a cabeça de Julia, seu corpo estava começando a cambalear. Ela o soltou e olhou um pouco brava

– se você não ficar quieto, não posso te ajudar.

Com certo desespero ele segurou Julia pelos braços e a beijou. E enquanto beijava, tirava sua roupa.

Quando a viu completamente nua, penetrou seu órgão ereto entre suas pernas, e pressionou com força.

Julia soltou um gemido. Os movimentos ficaram intensos. A ruiva entrelaçou Barnabas em suas pernas e mordeu seu pescoço.

Barnabas continuava a segura-la e a se mover dentro dela. Seus corpos voaram em direção a parede, onde ele continuou a faze-la gritar.

Depois de praticamente destruir toda a sala, Barnabas conseguiu ejacular dentro de Julia, que soltou um grito longo e sensual.

Os dois se olharam novamente. Barnabas não queria que Julia partisse.

Ele segurou a mão da ruiva com delicadeza.

– sabe... poderíamos... ser amantes... – ele disse esperançoso.

– não podemos. Você sabe disse Barnabas. Nós não fomos feitos um para o outro.

– mas eu a amo... você não pode me abandonar...

Aquelas palavras tocaram o coração de Julia. Mas ela não podia ceder. Estava sendo procurada em Collinsport.

Ele a beijou novamente. Era um beijo cheio de ternura. Um beijo que Julia desejou por tempos. Continuou a beija-la, aos poucos ele teve mais uma ereção. Ele a penetrou suavemente. Julia aproveitou e montou por cima do corpo pálido de Barnabas, controlando o ritmo de seus quadris.

Barnabas segurou a mão de Julia de forma carinhosa, enquanto ela rebolava, aproximando-o de seu orgasmo.

– eu a amo Julia Hoffman...

– você não me ama... você não pode amar.... – ela disse entre gemidos.

Ele a segurou pela cintura e subiu por cima de seu corpo. Em seguida levou sua boca a genital molhada de Julia.

Ela gemeu e gritou, enquanto ele massageava o clitóris de Julia com a língua. Em seguida subiu e mordeu o seio de Julia, fazendo-a gritar ainda mais.

As mãos continuavam juntas, quando Barnabas voltou a penetra-la, agora com mais intensidade.

Barnabas ejaculou novamente e Julia soltou um gemido leve.

Os dois se encararam. A química existente entre eles estava muito clara.

Ele amava a ela.

E embora ela escondesse. Julia amava Barnabas.

Os lábios da ruiva enterraram-se a Barnabas, e ela só pensava em se permitir beija-lo pela última vez.

...

– saia de cima de mim – a voz de Julia estava rouca.

Barnabas se levantou ainda nu. Observou as curvas sinuosas de Julia.

– você vai mesmo embora?

– sim. – Julia acendeu um cigarro e se serviu do whisky 12 anos que estava na estante.

Ele a agarrou e a beijou novamente.

Julia tateou a mesa e deixou a garrafa envelhecida lá. Deixou também o cigarro cair no chão, enquanto era beijada por Barnabas.

Quando a soltou ela acertou uma bofetada

– eu poderia ter quebrado essa garrafa valiosa sabia!

– mas...

– lá vem você com seu “mas”! você é ridículo!

Julia começou a se vestir.

– e isso... – acertou mais uma vez Barnabas no rosto – é pra você lembrar que tentou me matar.

– nesse caso madame.... – ele disse esfregando o rosto no local recém estapeado – que a senhora tenha uma boa vida em Nova York.... ai...

– Barnaby... diga a Liz que ela é muito boa de cama.

Barnabas arregalou os olhos

– deixe que eu mesma diga... ela está vindo.

– Barnabas... – Elizabeth entrou na sala e se deparou com a figura desnuda de Barnabas – oh meu deus!

– madame... – Barnabas procurou desesperadamente pelo roupão.

– eu avisei... – Julia se riu vestindo o casaquinho florido por cima de seu vestido azul marinho.

– vocês estavam... – ela começou

– estávamos, e você ainda é melhor que ele. – Julia disse apenas pra ver o rubor no rosto de Elizabeth.

– eu? – Li corou muito e tossiu

– você parte quando – Barnabas disse a Julia

– agora. – ela disse a Barnabas, vendo o Sol se pondo – desejo aos Collins uma vida longa...

Julia partiu sem rumo. Não queria mesmo ir a Nova York... seu grande desejo no momento... era procriar a espécie...

Notas finais
bem, me desculpe pela demora, mesmo gente, perdão, e obrigado a quem leu ^.^ Thanks Guys
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!