As Sete Jóias de Uaset
22 Capítulo 22: A batalha final I
obs: todas as lutas ocorrem simultaneamente.
Mask/Kanon/Aioria/Aldebaran x Isoke
- Já que querem ficar, escolham os melhores lugares rapazes. — MM esticava o braço. — terão um espetáculo.
- Vamos te ajudar. — disse Deba aproximando.
- Fique aí Touro, não preciso de sua ajuda.
- Nossa, como ele está tão confiante. — Isoke provocou.
- Não é confiança, é força.
- Que seja. — o guerreiro da inveja deu nos ombros. — ataque.
Kanon sentou num canto, cruzando os braços. Aldebaran fez o mesmo.
- Já que ele quer se estrepar. — disse o geminiano.
- Devíamos ajudá-lo. — Aioria aproximava. — estamos numa guerra não num parque de diversão.
- Senta aí leão. Dê uma chance a ele. — Kanon sorriu.
Não tendo alternativa Aioria sentou. No centro da sala MM começou a elevar seu cosmo, apontou o dedo para Isoke disparando vários raios de energia. Uma cortina de fumaça se formou encobrindo o local. MM parou de atirar, dando um sorrisinho. A fumaça aos poucos foi dissipando... Isoke estava intacto.
- Como...?
- Eu atacava desse jeito quando ainda era um aprendiz. Você é decepcionante.
- Ora...
- Está vivo até hoje por causa da proteção da Ísis. Ela sim é um adversário a altura e não um lixo como você.
- Cale-se!
MM partiu para cima dele furioso. Kanon observava a luta.
- \"Quando é que vai aprender a entrar mais humilde numa batalha?\" — pensou.
Ele continuava atacando.
- Lento. — Isoke deu um gancho nele e girando o corpo um chute.
Foi lançado longe.
- Não vou ficar aqui parado. — Aioria levantou.
- Nem eu. — o taurino foi atrás.
Kanon continuou sentado.
- Isoke prepare-se. — Aioria ascendia seu cosmo.
- Mais insetos gregos.
- Aioria juntos! — gritou Deba. — Grande chifre!
- Relampego de plasma!
Os dois ataques combinaram indo em direção ao guerreiro.
- São patéticos.
Apenas ascendendo seu cosmo Isoke parou o ataque.
- Não é possível?
- Ele parou o \"relampego de plasma\" e o \"grande chifre\"?
- Um presentinho para vocês. Revelação!
Isoke disparou. Aioria e Aldebaran nem revidaram, pararam estáticos.
--------MENTE DE DEBA-------
Aldebaran estava na porta da segunda casa, o dia estava esplendoroso e sol quente era um convite a um passeio. Pensou em chamar Mu e estava prestes a fazê-lo quando sentiu um cosmo maligno aproximando da primeira casa. Mesmo a ordem sendo permanecer nas suas casas o taurino correu até Áries. Lá chegando ficou alarmado ao ver o ariano morto.
- Mu...?
Tentou ir até ele, mas algo o impedia. Notou que não era apenas um cosmo, mas vários.
- Quem são vocês? — indagou.
Na frente dele apareceram quatro pessoas: Saga dominado por Ares, Hilda de Polaris, Poseidon e Shun com o espírito de Hades. Os quatro sorriam, passando por ele. O taurino tentava se mexer e comunicar aos outros sobre a aparição deles, mas não conseguia nem uma coisa nem outra. Saga ao aproximar deu-lhe um forte soco fazendo-o desmaiar.
Não sabia quantas horas havia passado, mesmo sentido dor dirigiu para a próxima casa: Gêmeos. E em todas até Peixes encontrou a mesma situação: seus defensores estavam mortos. Desesperado correu até o salão do mestre deparando com ele morto.
- Atena? Atena onde está?
A procurou por todos os lugares, quando a encontrou... seu corpo jazia ao lado da estátua.
- Não pode ser... Atena...
- Você a matou Aldebaran.
Ele olhou para trás era Shun.
- O que disse?
- Você a matou e a seus amigos também.
- Mentira.
- Olhe para suas mãos.
Ele olhou imediatamente e arregalou os olhos. Elas estavam cobertas por sangue.
- Esse sangue... eu não faria isso... sou um cavaleiro de Atena.. eu...
- Fez Aldebaran. — foi a vez de Saga aparecer. — e graças a sua ajuda a Terra agora é nossa. Que tal relembrar?
Na mente dele veio todos os seus atos, matou seus amigos um a um.
- Não...não...
--------FIM DA MENTE DE DEBA-------
O taurino fitava o nada, de seus olhos brotaram lagrimas.
--------MENTE DE AIORIA-------
Era um dia radioso, depois de muito tempo, teve coragem de chamar Marin para dá um passeio. Conversavam sobre coisas banais, mas a simples presença dela lhe fazia muito bem.
- Obrigada por ter me convidado Aioria.
- Foi um prazer.
Tudo seria perfeito, se não começassem a sentir um cosmo hostil.
- Marin fique atrás de mim.
O cosmo se fez presente, revelando seu portador.
- Aiolos?
- Oi irmãozinho. — sorriu de forma diabólica.
- O que houve?
- Nada. Só vim cumprir um serviço: te eliminar.
Aioria levou um susto, Aiolos avançou sobre ele desferindo chutes e socos. O leonino perplexo não se defendia recebendo todos os ataques.
- Aiolos ficou louco? — gritou Marin.
Ele não lhe deu ouvidos continuando a bater em Aioria. Num dado momento o leonino foi ao chão, estava bastante machucado.
- Aioria! — Marin corria até ele.
- Saia daqui. — disse. — esconda-se, esse não é o meu irmão.
- Para que? Ela vai ser morta. — o sagitariano tomou o arco nas mãos.
- Aiolos você...
- Morra Marin.
Disparou, a amazona não teve a menor chance, a flecha dourada atravessou seu coração.
- Marin... Marin... — Aioria correu até ela a tempo de tomá-la nos braços. — Marin...
- Não brigue com seu irmão... — disse antes de cair morta.
- Marin! Marin! — chorava.
- Não se preocupe logo ficaram juntos... no inferno.
- Aiolos como pode? — levantou. — como teve coragem de matar a Marin!!!
Avançou sobre ele, num gesto mais rápido Aiolos pegou uma fecha, cravando nele.
- Aio-los...? Por que...?
- Digamos que apenas um Kratos deve viver. Adeus irmãozinho. (n/a: sobrenome de Aiolos e Aioria, inventado por mim)
O leão antes de cair olhou para o corpo inerte da amazona.
- Marin...
--------FIM DA MENTE DE AIORIA-------
Aioria chorava copiosamente e chamava pelo nome do irmão e da amazona.
- Acho que eles não vão suportar a dor da perda. — sorriu Isoke. – a dor na mente nem se compara a dor física. O corpo pode ser estraçalhado, mas a dor desaparece na hora da morte, já a psicológica persiste mesmo com a morte.
MM olhava para os dois, sabia o que eles passavam.
- Dor psicológica. — Kanon aproximava. — muito bem arquitetado.
- Kanon não se meta. — disse MM.
- Não vai conseguir vence-lo.
- Cale-se! Não preciso de seus conselhos.
- Se quer que Nefertari sobreviva, vamos ter que trabalhar juntos.
MM ia ralhar, mas calou-se.
- Está bem.
- Será ótimo brincar com vocês. — Isoke elevava seu cosmo.
- Explosão Galáctica!
- Ondas do Inferno!
Os dois ataques combinaram indo em direção a Isoke.
- Idiotas.
O ataque parou a certa distancia de Isoke, dissipando em seguida.
- Ele...
- Parou nosso golpe.
- Ah!!! – o guerreiro expandiu seu cosmo, o chão começou a tremer, com o impacto MM e Kanon foram lançados longe. – deprimente.
Ao fitar o fundo da sala, viu MM caído.
- É um inútil. Onde está o outro?
- Aqui.
Kanon estava de pé.
- É resistente.
- Tem um poderoso cosmo.
- Obrigado, você também não fica atrás. Parece ser forte como o irmão.
- Sou mais forte e mais charmoso. – ironizou. – Kaimah também não parecia ser tão fraco. Por que o matou?
- Um inútil. Não merecia viver.
- Será que não o matou por inveja?
- Como?
- Eu e Saga também não nos dávamos muito bem. Chegando até a desejar a morte um do outro. Sei como é ser a sombra.
- Por que está me dizendo isso?
- Você sempre teve inveja de Kaimah.
Isoke começou a gargalhar.
- Inveja? Eu? Não me faça rir. Sentir inveja daquele fraco?
- Você por ser o primeiro, sempre teve as melhores roupas, os melhores brinquedos e Kaimah ficava com o resto e mesmo assim ele devia ficar contente e você com inveja pois queria ser o único. Para piorar seus pais incentivaram a rivalidade entre vocês.
- Cale-se!
Isoke avançou sobre Kanon, o geminiano conseguia se livrar de alguns ataques, mas a velocidade do guerreiro aumentava cada vez mais.
- Esse ódio é por tudo ser verdade?
- Maldito. – Isoke deu um soco no estomago dele.
Kanon foi jogado longe.
- Eu vou acabar com você.
O guerreiro concentrou seu cosmo disparando um poderoso ataque, Kanon conseguiu segura-lo, mas foi ferido.
- “Esse cara é mais forte que o Radamanthys, preciso me livrar dele.”
- Vou mandá-lo para o Anúbis, mas primeiro...
- Triangulo dourado!
- Reflexão da alma!
Os dois golpes se chocaram mantendo se em equilíbrio, contudo devido o cosmo de Isoke, Kanon começou a ser arrastado e no fim atingido.
- Renda-se cavaleiro de Atena, talvez eu poupe sua vida. – aproximava de Kanon.
O geminiano continuava no chão.
- Ou melhor, se seu irmão foi capaz de destruir a barreira de Seth, você também conseguiria... nada mais justo seu poder ser meu.
- Ilusão diabólica!
Kanon disparou a queima roupa, Isoke com os olhos arregalados recuou dois passos.
---------------------MENTE DO ISOKE---------------
O dia estava terrivelmente quente, mesmo morando numa construção ampla, a família Tuni sofria com o calor vindo do deserto.
- Kaimah! Kaimah!
- O que foi mamãe?
- Onde você tava? – indagou um garoto ao lado de uma mulher de pouco mais de 8 anos.
- Brincando Isoke, com o brinquedo que mamãe me deu.
- Qual?
- Aquele seu brinquedo velho Isoke. Não suma desse jeito Kaimah, estamos em época de tempestade de areia.
- Desculpa.
Isoke mostrou a língua para ele.
- Mãe! O Isoke mostrou língua para mim!
- Mostrei nada!
- Mostrou sim!
- Mostrei não!
- Chega vocês dois! Vão para a sala de brinquedos. Já!
Saíram correndo. Na sala brincavam de soldados.
- Olhe Kaimah o meu soldado é mais novo que o meu.
- Não me importo.
- Não?
- Não, afinal o brinquedo era seu. E quando você não ta em casa, ele me lembra você.
- Gosta de porcaria. – levantou. – não quero brincar mais.
Algum tempo se passou, Isoke no jardim atirava pedras num lago que existia.
- Kaimah é um bobo. Mamãe sempre dá a ele os meus brinquedos velhos, mas gosta mais dele do que de mim. Eu quero que ele morra!
Isoke atirou uma pedra no lago.
- Quer que eu morra? – o próprio acabava de chegar.
- Kaimah... eu...
O céu escureceu de repente.
- Isoke, Kaimah! – gritou a mãe. – saiam daí! A tempestade!
Isoke jogou o brinquedo no chão e saiu correndo, mas não houve tempo foi atingido pelos ventos. A tempestade durou alguns minutos.
- Mãe... – murmurou o garoto coberto de areia. – o que... Kaimah?
O irmão estava sobre ele, coberto de areia.
- Kaimah. Kaimah. – o chamava e nada. Ao virá-lo viu sangue na testa dele. Antes de ser acertado Kaimah tinha pulado na frente dele. – Kaimah fala comigo. Kaimah.
Não respondia.
Os olhos do garoto encheram de água.
- Irmão... Kaimah... não morre... eu tava brincando. Kaimah. – sacudia o irmão. – Kaimah, eu gosto de você, muito, quem vai brincar comigo. Kaimah...
- Isoke... – aos poucos o menino despertava.
- Kaimah! – deu lhe um abraço ainda chorando. – desculpa nunca mais falo isso. Eu não quero que você morra, eu gosto de você.
- Também gosto de você.
- Desculpa.
- Ta.
--------------------- FIM MENTE DO ISOKE---------------
- Gostei da ilusão. — disse Isoke voltando ao normal.
- Não era ilusão, isso estava dentro da sua mente. Você gostava de seu irmão.
- Cala boca Kanon!
- E ainda gosta, não queria que Hadimi o matasse.
- Vai se arrepender por ter feito isso. — o cosmo dele aumentava de forma assustadora.
- \"Ataque psicológico funciona mais.\"
Kanon também elevava seu cosmo.
- Vou ficar com seu poder. — Isoke formou uma bola negra. — destruição da alma!
- Triangulo dourado!
Os dois golpes se chocaram ficando em equilíbrio. Kanon elevou mais seu cosmo fazendo o ataque de Isoke recuar.
- Precisa se esforçar mais Kanon. Ahhhh!!!
O guerreiro da inveja aumentou sua energia, seu golpe engoliu o de Kanon que foi atingido em cheio. Um buraco negro surgiu sobre ele. O geminiano não conseguia se mexer, em seguida gritou de dor. Uma luz dourada saia de seu corpo entrando no buraco, quando tudo cessou Kanon tinha o olhar apático, sua aparência era pálida parecendo um zumbi.
- Que poder ele tem. — Isoke sorria. — um grande poder que agora é meu.
No corredor...
As portadoras corriam. Ishitar que seguia na frente parou.
- O que foi Ishitar?
- Eu... ai... ai...- caiu de joelhos. — ai.
- Ishitar. — Ank aproximou amparando-a.
- O que foi? — indagou Tari preocupada.
- Uma dor muito forte, alem do mais...
- O que? — Isi aproximou.
- A ankh está ressoando, as outras jóias devem está perto. — levantou com dificuldades.
- Não é melhor ficar descansando? — perguntou Tite.
- Não, sou capaz de lutar.
- Vamos. — Akya deu lhe o braço.
As sete continuaram o trajeto deparando com uma porta dourada.
- Deve ser aqui.
- Vou abri-la. — Isi a abriu lentamente.
Era um salão com diversas esculturas e ao fundo um trono.
- Estamos na sala do trono, mas nem um sinal de Seth.
- É ali. — Tari apontou para uma porta atrás do trono. — sinto a minha jóia.
Correram até lá.
Depararam com uma sala iluminada por tochas.
- Só pode ser aqui.
- É... Atena?! — exclamou Tite ao ver a deusa. — Atena?
- Meninas... — murmurou.
- Nós vamos tirá-la daí.
- Salvem Akhenaton primeiro.
Olharam para onde a deusa apontava.
- Akhenaton?! — exclamaram as sete.
- Tari me ajude.
Ishitar aproximou, mas foi repelida por uma barreira.
- Você está bem?
- Estou.
- Temos que tira-lo dali. O cosmo dele...
- Eu sei Hatshe.
- Sejam bem vindas minhas caras portadoras. — disse uma voz.
- Seth.
- É um prazer vê-las novamente.
- Solte Akhenaton e Atena. — impôs Ishitar.
- Solta-los? — gargalhou. — será questão de tempo e minha ambição será concretizada.
- Não se eu puder evitar. — Akya avançou para onde escutava a voz, mas foi repelida.
- Akya!
- Seu maldito!
As seis avançaram e foram repelidas, aos poucos foram levantando.
- Temos que salva-los de qualquer jeito. — Tite silenciou, pequenos flocos de neve caiam ao redor dela.
- Neve...? Aqui...? – seus olhos encheram de água. – Kamus... Kamus...Kamus... – começou a chorar. – você... você...
- O que foi Tite?
- Ank o Kamus, o Kamus... ele... ele... – abraçou a amiga chorando ainda mais. – ele...
- Calma Tite não aconteceu nada. Miro está com ele. — disse Hatshe.
- Estão falando do cavaleiro de Atena?
- Seth... — Ishitar cerrou o punho.
- É uma pena, ele era até forte.
- Kamus...- murmurou Tite.
Mask/Kanon/Aioria/Aldebaran x Isoke
- Todos os cavaleiros de Atena estão mortos.
- Leve engano.
- Você?
MM estava ferido, mas de pé.
- Não morro tão facilmente.
- É resistente. Estou admirado.
MM deu um sorriso sarcástico, viu Kanon parado e riu ainda mais.
- Pelo que eu vi derrotou o geminiano.
- Um adversário digno.
- Ele até que era forte. — disse com desdém. — não mais que eu.
- Sua língua continua afiada.
- Preparado para morrer? — tomou posição.
- Preparado para matar você.
Shaka/Mu/Dohko/Saga x Hisoka
- Hi-Hiso-ka?! — exclamaram todos.
- Como vão?
- Eu sabia que você não era confiável. — disse Saga. — o que queria com a Ishitar?
- Eu? Nada. — sorriu cinicamente. — só cumpria ordens.
- Seth...
- Se bem que gostei da tarefa. Ishitar é muito bonita e tira-la de você foi um prazer indescritível.
- Miserável. — cerrou os punhos.
- Esse não era o objetivo principal. — Shaka entrou no assunto.
- Não. Seria um extra se tivesse funcionado, mas ao que parece estão juntos de novo.
- O que queria com ela?
- Uma causa mais nobre. Vai ficar sabendo mesmo, dá pior forma possível.
- Eu vou acabar com você!
Mask/Kanon/Aioria/Aldebaran x Isoke
Isoke e Mask começaram uma luta corporal, socos e chutes eram dados e recebidos. Por fim, MM foi acertado sendo lançado longe.
- Por que não desiste?
- Por que ainda não te matei. — elevou seu cosmo. — mergulho dos espíritos.
- Inútil. — parou o golpe com uma mão. — você não é páreo para mim.
MM estreitou o olhar, não perderia para ele, jamais. Tentou seu golpe novamente e como da primeira vez foi repelido. Começou uma seqüência de ataque e nada adiantou.
- Desiste cavaleiro.
- Nunca.
- Então farei você desistir.
Isoke avançou, dando uma seqüência de socos em MM, depois o guerreiro o pegou pelo braço girando-o. Mask bateu de forma violenta contra uma pilastra, antes que fosse ao chão Isoke o golpeou. A pilastra cedeu caindo sobre ele.
- Pronto. Não vai se levantar.
MM estava com muitos ferimentos, o rosto coberto de sangue e poeira. Lentamente abriu os olhos, tentou se mexer, mas não tinha forças.
- \"Esse cara consegue ser pior que o Radamanthys.\"
- Olhe seu estado. — Isoke de braços cruzados parou na frente dele.
O canceriano apenas o olhou já que não conseguia erguer a cabeça.
- Seu cosmo está diminuindo. — o guerreiro agachou diante dele. — logo sua vida vai extinguir.
Reunindo forças, Mask fechou o punho e preparou um soco.
- Consegue me socar? — segurava o braço dele. — vou dá um jeito para que não use mais esse braço.
Usando de toda sua crueldade Isoke quebrou o braço de MM. O canceriano soltou um grito de dor.
- Isso não foi nada. Aposto que a visão da sua Ísis morta doeu mais. — sorriu
- Vou acabar com você.
- Que tal quebrar o outro braço? Ou uma perna? — gargalhou. — por enquanto não. Quero brincar mais com você.
Isoke o pegou pelos cabelos e o arrastou até uma parede próxima. Ainda segurando pelo cabelo o colocou de pé.
- Será meu saco de pancada.
O guerreiro da inveja começou a bater.
Sala das jóias
Ishitar olhava Tite nos braços de Ank, não era possível que Kamus tinha perdido.
- Miserável, solte Osíris! — gritou Akya, mas...
Calou-se. A cena de seu irmão morto viera imediatamente a mente.
- \"Por que me lembrei... — ficou alarmada. — Shura...?\"
- Akya o que foi? — Hatshe a olhava preocupada.
A portadora nada disse. Com os olhos rasos caiu de joelhos, sentia uma dor terrível.
- Shura... por que me deixou...?
- Akya. — a Maet aproximou. — por que disse o nome de Shura?
- Ele... ele...
Hatshe, Tari, Ank e Ishitar ficaram alarmadas.
- Akya...
- Shura... ele... — derramou lagrimas.
Atena as olhava penalizada, Shura e Kamus estavam mortos, fora que sentia o cosmo de MM cada vez mais fraco.
- \"Kamus... Shura... MM... Akhenaton...\" — murmurou.
- Ora mais um grego se foi. Quem será o próximo?
- Por que não aparece Seth? — gritou Isi.
- Ainda não é o momento.
Shaka/Mu/Dohko/Saga x Hisoka
Saga partiu para cima de Hisoka que defendia todos os ataques.
- É um fraco. — apenas elevando o cosmo fez com que Saga fosse jogado longe.
- Saga. — Dohko correu até ele.
- Não foi nada e não se metam essa luta é minha.
- Não desperdice a chance de viver um pouco mais. — disse Hisoka. — com seus amigos vai demorar a morrer.
- Não preciso deles para te derrotar.
- Vai precisar. — o sorriso foi ficando maléfico. — fui acordado especialmente para cumprir uma missão.
- E qual seria? — indagou Mu.
- Eliminar Saga.
- Elimina-lo? Por quê? — Shaka não conseguia ver os motivos por de trás disso.
- Ele se tornou uma ameaça aos planos do meu senhor. Por isso deve morrer e quem me atrapalhar vai junto. — Hisoka elevou seu cosmo que tomou conta do lugar. — tempestade de serpentes!
Um poderoso ataque foi em direção a eles. Passando a frente, Mu criou a parede de cristal, mas esta foi destruída. Os quatro foram atingidos. (n/a: podem está pensando: \' quatro cavaleiros de ouros e os mais fortes derrubados por um só homem?\' Hisoka não é um guerreiro comum, logo vão entender o porque.)
Mask/Kanon/Aioria/Aldebaran x Isoke
O canceriano recebia todos os ataques, queria revidar, mas não conseguia.
- E por ultimo...- foi o mais forte de todos.
MM não agüentou, caiu.
- Agora não se levante mais.
Não parava de sangrar, nem ouvia direito as risadas de Isoke.
- \"Perder para esse cara, que vergonhoso, mas ele é mais forte que eu, nem aquele idiota do Kanon conseguiu detê-lo...- pensava — \'não vou desistir de você\' — lembrou o que tinha dito a Nefertari. — não queria mesmo...mas não dá.
- Giovanni, é o seu nome não é?. — disse Isoke. — antes de você morrer vou te contar o que farei a sua portadora. Vou matá-la bem devagar, mas antes vou brincar com ela, quero ouvi-la berrar por seu nome e você não aparecer.
- \"Não se atreva a chegar perto dela.\"
- Até nunca mais. — o guerreiro levantou e saia.
No chão MM vibrava de ódio, tentava se mexer e não conseguia.
- \"Droga! Não consigo me levantar! Mas , não vou morrer aqui, não antes de arrastar esse desgraçado comigo.\"
O cosmo dele começou a queimar ao redor, Isoke que estava saindo parou.
- Ainda tem cosmo?
O canceriano com esforço levantava, seu estado era critico.
- Mesmo morrendo continua com a expressão arrogante.
- Isoke vai engolir tudo que falou.
- Vou te dar um golpe que nunca mais vai se levantar. — elevava seu cosmo.
- Pode vir. — sorriu irônico.
MM nem viu Isoke aproximando, apenas sentiu uma forte dor no peito, o guerreiro havia cravado a mão nele, MM soltou um gemido para em seguida sorrir.
- Está rindo da morte?
- Sim, dá minha e da sua.
- O que...?
- Você vai comigo.
- Acha mesmo? — Isoke riu, puxou sua mão porem ela não saiu. — idiota, o que fez comigo?
- Não disse que ia te levar?
- Me solta! Me solta!
Isoke começou a dar socos nele, Mask sentia muita dor, mas não soltaria o guerreiro.
- Desiste. — sorriu de maneira maligna. — você não vai sair daqui vivo.
- É louco?
- Já se perguntou por que todos me chamam de mascara da morte? — riu da cara de medo de Isoke. — vou te dá um presentinho, um tour pelo inferno grego.
- Mal se cabe em pé e seu cosmo está quase se extinguindo.
- Já que acha. — MM colocou o dedo na armadura do guerreiro. — nunca disparei o Sekishiki de tão perto, é bem provável que eu exploda, uma pena. — seu rosto tomou de ódio. — Isso é pela Nefertari. — o cosmo dele ascendia.
- Como... como ainda tem cosmo?!
- Isso é pelas portadoras. – seu cosmo não parava de crescer.
- Seu louco me solta!
- E isso é por você. Vá para o inferno! Sekishiki Mekai Há! (n/a: eu adoro essa frase)
O lugar onde estavam começou a tremer. Onde o dedo de Mask estava apontado começou a ficar negro, e uma mancha se alastrava quebrando a armadura de Isoke. A armadura de câncer também sofria com o golpe, estava trincando.
- Não pode ser...
Uma torre de luz negra surgiu do céu atingindo Isoke. Feixes de luz atravessavam seu corpo. O guerreiro foi ao chão se contorcendo todo, seu corpo foi desfigurando até sobrarem ossos. Logo os ossos foram desintegrando até virarem pó, a armadura também se desfez, não deixando nenhum vestígio que ali estivera um homem.
A mancha se alastrou por um pedaço do braço de MM, mas por ele está de armadura não sentiu muitos danos, mesmo assim...
O canceriano deu um passo, seu sangue esvaia e mal conseguia se manter em pé.
- Valeu Kanon. Facilitou um pouco as coisas.
Referia a luta anterior, Kanon havia conseguido feri-lo um pouco.
- Radamanthys vai gostar de brincar com ele. – sorriu, mas parou. – santinha... sinto muito não cumprir a promessa...- derramou uma lagrima. – te amo.
MM fechou os olhos indo ao chão.
Sala das jóias
Nefertari estava preparando para atacar, quando sentiu uma fincada no peito.
- “Giovanni.” Giovanni...
- Nefertari? O que foi?
Olhou para Ank, derramando duas lagrimas.
- Ele...ele... “me deixou...” – caiu de joelhos.
Mask/Kanon/Aioria/Aldebaran x Isoke
Os olhos aveludados de Aioria, Aldebaran e Kanon foram voltando ao normal.
- O que houve? – o leonino sentia-se um pouco zonzo. – tive um pesadelo horrível.
- Eu também. Acho que fomos acertados pelo Isoke.
- Cadê o Kanon e o MM?
- Estou aqui. — o geminiano ainda não se sentia muito bem.
- Kanon.
- Vocês estão bem?
- Sim. – respondeu o taurino. – e o Mask?
- Não sei... – o geminiano olhou para o lado. — MM?
Os outros o olharam e correram até ele. O canceriano estava num estado deplorável.
- MM. MM – Deba o chamava.
- Olhe o estado dele, essa luta foi feroz. – disse Aioria.
- O braço direito está quebrado e essa mancha no esquerdo?
- Deve ter aplicado o Sekishiki muito perto. – disse Kanon.
- Isso significa que... – Deba o olhou.
O geminiano balançou a cabeça afirmando.
- Kanon! Aldebaran!
- Aiolos. — disse Aioria. — Que bom... – parou de falar ao ver o estado de Kamus e Shura. – não me diga que...
- Assim como o Giovanni. – disse Dite ajoelhando diante do corpo do amigo. – foi uma luta difícil. Até a armadura sofreu.
- Três cavaleiros mortos. – Miro cerrou o pulso. – essa guerra...o que vamos dizer para a Tite, Akya e a Tari?
- Miro...
- Elas vão se sentir culpadas, alias todas.
- Mas não tem culpa.
- Seth já estava aqui quando chegamos. Foi por causa da balança que viemos para cá.
Abaixaram a cabeça, concordavam com Miro.
- Não temos outra alternativa a não ser continuar. – disse Kanon. – precisamos ir, para evitar mais mortes.
- Tem razão. – Dite limpava uma lagrima. – temos que continuar.
- Vamos.
Shaka/Mú/Dohko/Saga x Hisoka
- Esse cara é muito forte. – Dohko levantava.
- Não é um guerreiro comum. – disse Mu.
- Vejo que são resistentes, mas não terei trabalho. Tempestade de caos! — Isoke mirou contra Mu e Shaka. – tempestade da alma, reflexão! – disparou contra Dohko. – e para você. – olhou para Saga. – tempestade de areia, sepultamento.
Três golpes partiram em direção aos dourados. Shaka criou uma barreira para se proteger e a Mu. Dohko foi envolvido por uma redoma negra e Saga por areia.
----Dohko-----
- Onde estou? Cadê os outros?
- Me procurando cavaleiro? — Hisoka apareceu diante dele.
- Para onde mandou Saga e os outros?
- Logo vai para o lugar onde eles estão.
O libriano ascendeu o cosmo.
- Não vai sair vivo daqui. Cólera do dragão!
Dohko disparou contra Hisoka que desviou.
- Isso é tudo que consegue?
----- Shaka e Mu-------
O virginiano continuava a proteger a si e ao ariano, já estava dentro da barreira algum tempo.
- \"Ele é muito poderoso.\" — pensou.
------Saga-----
O corpo do geminiano começou a ser envolvido, Saga tentava se livrar, mas não conseguia cortar a areia.
- Vai ter seu corpo todo estraçalhado. — Hisoka elevava a mão.
----Dohko-----
Já havia disparado o \"cólera do dragão\" e o \" dragão nascente\", mas parecia que Hisoka não sofrera nada, ele porem estava cansado e sentia-se cada vez mais fraco.
- Ele não cai.
- Desistiu de atacar? — provocou.
Dohko partiu para cima dele.
----Shaka e Mu----
Shaka elevou seu cosmo, conseguindo parar o ataque, porem... apareceu um corte na testa.
- Você está bem Shaka?
- Sim. Temos que tomar cuidado. Ele não é um homem comum.
----Saga----
Saga estava praticamente envolvido pela areia.
- Em questão de segundos deixara esse mundo. — Hisoka fechava a mão.
- Não vou morrer tão fácil assim. — Saga ascendeu seu cosmo.
Feixes de luz saíram em meio a areia, logo estava a salvo.
- Saga.
- Vocês estão bem?
- Sim.
- Precisamos libertar Dohko.
Shaka tomou a frente.
- Rendição divina.
O golpe de Shaka atravessou a redoma, Dohko caiu de joelhos, estava machucado, pois recebia o próprio ataque.
- Dohko? — correram até ele.
- Estou bem.
- Precisamos derrubá-lo de uma vez. — disse Mu.
- É o que faremos. — Saga tomou a frente. — vamos.
- Sim.
- Explosão galáctica!
- Cólera dos cem dragões!
- Extinção estrelar!
- Circulo das seis existências.
Quatro poderosos ataques uniram-se indo em direção a Hisoka. Ele por sua vez continuou parado. O ataque o atingiu em cheio, um clarão impedia os de ver o resultado, a terra tremou por segundos, o clarão cedera lugar a uma cortina de fumaça.
- Conseguimos? — indagou Dohko.
- Não. — respondeu Shaka abrindo os olhos. — nosso ataque nem o atingiu.
- Como?!
Ele tinha razão. Hisoka estava parado sem um arranhão.
- Se isso é tudo que podem fazer...
- Maldito.
- Minha vez. — sorriu de forma maléfica, seu cosmo elevou. — tempestade de caos! — mirou em Dohko. — tempestade de serpentes! — apontou para Mu. — tempestade de desordem. — foi a vez de Saga. — destruição da alma. — mirou em Shaka.
Dohko foi atingido em cheio. Mu foi perfurado em várias partes. Saga tentou segurar o golpe, mas ao contato sentiu suas forças esvaírem. O cavaleiro de virgem continuou parado, com os olhos abertos fitando um ponto.
--------MENTE DE SHAKA parte1----------
O virginiano se encontrava na sexta casa a horas procurava por Isitnefert.
- Isi! Isi! – a chamava. – Isitnefert! – chamou mais uma vez. – para onde ela foi?
Andou por toda casa e não a encontrou.
- O que você está aprontando? – indagou sorrindo, lembrava da noite anterior, tinha sido tudo perfeito. (n/a: não preciso falar o que eles fizeram.) – já é meio dia e preciso fazer minha oração. Isi! — bufou. — Depois eu rezo, tenho que achar ela.
Shaka saiu, foi a câncer e depois a escorpião, ninguém tinha a visto.
- Isi! – gritou ao entrar em casa. – onde...o jardim!
A passos rápidos rumou para lá. Ao abrir a porta deparou com uma cena no mínimo curiosa: no meio das arvores gêmeas uma grande estatua de Buda. O virginiano estranhou e devagar foi até lá.
- Nunca apareceu aqui. – disse fazendo uma reverencia a estatua.
- Era necessário. – uma voz podia ser ouvida.
- Algum problema?
- Sim. Shaka, desde pequeno você me escuta e no seu destino como meu sucessor e cavaleiro de Atena tem a missão de preservar a vida e levar a sabedoria a todos.
- Sim.
- Mas ultimamente tem falhado em algumas coisas. Sabe muito bem que sentimentos terrenos não devem fazer parte de sua vida. Está aqui para servir. Noto que tem se deixado levar pelo sentimentalismo daquela mulher. Passa mais horas ao lado dela do que cumprindo seu dever.
- Tento ser o mais perfeito possível. – ajoelhou.
- Mas ao lado dela está sendo levado a sentimentos perigosos como a paixão, a luxuria, o desejo, o prazer.
- Eu... peço desculpas se estou em divida com as minhas obrigações.
- Simplesmente um pedido de desculpa não é o suficiente. Pecou muito.
- Farei o que for para me redimir.
- Qualquer coisa?
- Sim.
- Então aceitara minha ordem. Vou eliminar esses sentimentos e você voltara o que era. Vou eliminar a fonte.
- Acato suas ordens, mas o que seria essa fonte?
- Ela.
Diante da estatua apareceu Isi. Ela estava levitando sobre o chão desacordada.
- Isitnefert? – Shaka levantou.
- Ela é a fonte de seu desvio, por isso deve ser eliminada.
---- FIM parte 1------
O libriano escorando na parede levantou. Mu ainda sentia a dor das picadas, mesmo com a armadura, as perfurações atingiram seu corpo. Saga respirava lentamente.
- São persistentes.
- Shaka. — Mu aproximou. — Shaka.
- Não adianta. — disse o guerreiro. — ele está preso na ilusão de Isoke. Está tendo um pesadelo e logo sua mente será destruída. Só restaram vocês.
Mu cerrou os pulsos partindo para cima dele, Saga e Dohko o seguiram. Hisoka conseguia defender sem problemas ao contrario deles que recebiam todos os ataques.
- Jamais vão me vencer.
- Por acaso é um deus? — ironizou o geminiano.
- Só me falta a honra da imortalidade.
Saga ficou apreensivo com a resposta, ela poderia ser só um blefe ou...
- Mu, Dohko afastem-se dele! — gritou.
- Tarde de mais.
Hisoka apareceu diante de Mu dando lhe um soco no estomago, em alta velocidade, apareceu diante de Dohko dando-lhe um no queixo. Indo por trás socou lhe as costas, antes de ir ao chão o pegou pelo braço jogando-o contra Mu. Os dois cavaleiros chocaram-se e antes que batessem contra uma parede, o guerreiro surgiu por baixo e socando Dohko lançou-os para cima. Mu sofreu maior impacto, pois acabou amortecendo Dohko. Caíram violentamente no chão.
- Mu! Dohko!
Os dois estavam desacordados.
- \"Dois cavaleiros de ouro contra um.\" — pensou vendo os amigos no chão. — afinal o que é você? — indagou olhando para Hisoka.
- Apenas um cumpridor de ordens. Com seus amigos nocauteados posso me concentrar em apenas cumprir a minha missão: exterminar você.
--------MENTE DE SHAKA parte 2--------
- Eliminada? Mas não pode fazer isso! Não vou permitir que toque nela! – Shaka gritou levantando.
- Está levantando a voz contra mim?
- Não... — voltou a ajoelhar.
- Essa mulher é a fonte de sua perdição. Tem que morrer.
- Não.
Isi aos poucos foi acordando.
- Isi.
- Shaka? — tentou ir até ele, mas não conseguiu. — me perdoe... eu não queria trazer problemas para você. Eu sinto muito.
- Não tem culpa. Buda, pune a mim e a deixe. Se falhei, eu é que devo pagar.
- Quer trocar sua vida pela dela?
- Sim.
- Não Shaka! — gritou a portadora.
- Está bem. Farei o que deseja.
O poder que a mantinha levitando parou. Isi foi a chão.
- Está preparado para seu destino Shaka?
- Estou. — ele olhou para Isi e sorriu. — \"obrigado por me ensinar a viver.\"
- Shaka!
Diante da estatua apareceu um punhal dourado, ele girou por instantes até ir de encontro ao coração do virginiano. Shaka fechou os olhos.
- Ah! — a portadora gritou.
- Isi... — Shaka abriu os olhos. Isi estava na sua frente. O punhal a acertara no peito. — Isi... Isi...
- Me desculpe. — foi desfalecendo na frente dele.
- Isi. — a segurou. — Isi. Isi.
- Eu te amo Shaka, perdoe-me... — aos poucos foi fechando os olhos para o desespero dele.
- Isi! Isi! Isitnefert acorda. — começou a chorar. — acorda... Isi...não me deixe sozinho.
Encostou a cabeça nela chorando copiosamente.
-----FIM MENTE SHAKA-------
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