Numa noite chuvosa e neblinada,uma menina corria, sem destino, sem olhar para traz.nas mãos apenas um pequeno medalhao de prata cujo estava trancado.a tempestade molhando seus cabelos cor mel lizos e seu vestido cinza, lutava contra as lagrimas que insistiam em descer seu rosto fino.

seus pes patendo cada vez mais rapido no chao da floresta molhada, ela estava sendo seguida ela tinha certesa.Na memoria, a imagem de seu irmão entregando-lhe o medalhão e logo depois sendo assacinado. finalmente a floresta voltou a foco, era escura e sombria.ela parou.

ela viu a arvore com o formato do medalhao de que o irmão lhe falara. colocou o medalhao sob o desenho e uma portinha abriu. ao entrar no grosso baobá oco, havia um alçapão, ela abriu e desceu as escadas de pedra, estava escuro ela fi descendo, descendo, descendo. no final da escadaria ela achou um jardim de rosas negras.

seu irmão lhe alertara qie os espinhos de tal planta são restritamente venenosos. hahia um gasto caminho de pedra por entre as rosas. estava ficando mais claro a cada passo, mas tambem estava com mais sono.

as lagrimas secas em seu rosto, do frio que estava, ja ira aquecendo. as rosas ja não haviam mais.

– não posso dormir!!!- gritou para ci mesma. agora estava ficando frio de novo

ela começou a correr novamente, estava sentindo uma dor terrivel no coraçao, como se alguem tivesse arrancado um pedaço dele.estava cansada, caiu de joelhos, com os olhos fechados.ergueu a cabeça e viu uma porta de ferro com o simbolo do medalhao.

abriu a porta, pensava- se finalmente livre daquele lugar.vira um campo, ainda estava a noite , e chovendo fortemente. ela estava com fome. cansada e com frio. viu uma cabaninha, uma fraca luz saia das janelas. quase desesperada , ela bateu a porta demorou um pouco e um adolescente que aparentava 15 , abriu a porta:

–sim? O meu Deus! entre !

agora na luz dava para ver melhor como ele era,.ele tinha os cabelos pretos quase azuis curtos, usava vestes coloridas. neste momento uma moça alta esbelta parecida com ele chegou até a sala mandando-lhe sentar com um sorriso gentil:

– Ola! meu nome é Jassie! este é meu imão Alexander! qual seu nome?

–Catherine- respondeu

–Catherine, esta tarde, você pode ficar aqui!estava indo para aonde?

–não sei.... eu estava fugindo.

–de quem?- perguntou Alexander interessado

–das pessoas.

–por que?

–acham que somos bruxos. Não sei porque querem nos pegar! não fizemos nada errado... só porque cuidavamos de alguns doentes...

Alexander pensou , ela disse somos.o silencio foi interrompido por Jessie.

–serio?

– bem... É, cultivavamos ervas medicinais, mas de acordo com o reino medicina é bruxaria...

Jassie novamente disse:

– você vai dormir hoje no meu quarto esta bem?

–sim! -ela sorriu