As Oneshots De Séries 1.0
15 Velhos amigos, marido ciumento - NCIS LA
Elisa e Callen estavam tendo um ótimo juntos em casa. Eles haviam acordado, brincado um pouco, como todo casal saudável, tomado café e estavam relaxando na piscina, sem roupa nenhuma.
— Agente Callen. – Ele se levantou, apenas suspirando quando viu Elisa jogar um beijo e mergulhar. – Certo, estamos a caminho
Elisa saiu da água molhada e ele quase gemeu de prazer, sabendo que não poderiam brincar.
— Tanto para um bom dia sem roupas. – Ela o beijou e os dois seguiram para a sede do NCIS.
Era oficial. Grisha Callen queria torcer o pescoço de alguém que ele havia conhecido a menos de três horas.
A pessoa em questão era um agente federal, que estava tentando ficar animadinho demais com sua esposa, Elisa.
Embora ele confiasse nela, era nele que Callen não confiava. O agente em questão tinha uma fama de mulherengo, então era justificável.
— Senhor Callen, senhor Hanna. – Hetty sorriu para seus dois agentes. – Este é o agente especial Dean Winchester. Ele vai trabalhar no caso da suboficial morta.
— É um prazer. – Dean olhou para Elisa. – E quem é essa doce menina aqui?
— Elisa Pride-Callen. – Ela olhou para Callen como se o homem tivesse chifres. – Eu sou esposa do...
— Está tudo bem. – Dean sorriu para ela e se afastou. – Vocês estão sabendo que eu e Elisa fomos para a escola juntos?
— Eu estava tentando não contar a eles. – Ela revirou os olhos. – Você não mudou nada.
— Sim, estou o mesmo. – Sorrindo Dean piscou para ela. – Embora um pouco mais gostoso.
Elisa se afastou de Dean e se sentou na mesa onde ela trabalhava atualmente. Hetty havia puxado ela da promotoria junto com Any. Apesar de ele ser um rapaz bem educado, Elisa sentia que precisava dar a Callen um tempo antes de qualquer interação.
— Então, esse baile de caridade... – Kensi começou. – Como funciona?
— Você entra, dá um lance grande e espera pacientemente, tomando um gole ou dois de champanhe. – Dean sorriu para Elisa. – O que realmente deixa as pessoas soltas.
— Não tão soltas eu espero. – Callen ganhou olhares e Elisa bufou. Sempre o controlador.
— Infelizmente, os financiadores conhecem a cara de todos os agentes nessa cidade e isso incluiu você, senhor Callen. – Hetty o olhou. – Talvez a gente devesse enviar Elisa para lá.
— Eu poderia ser o acompanhante. – Dean se ofereceu.
— Está bem. – Ela pegou sua bolsa e se levantou, indo em direção a porta. – Grisha?
— Bem atrás de você. – Ele jogou punhais para o agente, que sentiu seu corpo gelar.
Sentado na ponta da cama, Callen observou vestir seu vestido de baile. Ela estava incrivelmente deliciosa. Mas ele estaria na maldita van, tendo que ouvir provavelmente aquele cara tentar fazer mais alguns movimentos sobre sua mulher.
— Eu ainda acho que você deveria tentar aquele que eu te mostrei. – Ele chegou por detrás dela, Elisa nem se importando. – Quero dizer, esse vestido é ilegal demais.
— Você está com tanto ciúme. – Ela gemeu e se virou nos braços dele. – Acredite em mim, eu não sinto nada por ele. O único que faz meu motor ligar é você.
— Então, quando você chegar em casa, eu vou te punir bem gostoso. – Callen a prendeu em suas pernas, mostrando o quanto a queria. – Eu vou te fazer sentir tão quente. Tão perfeita.
— Grisha, merda. – Ela o sentiu tocar sua pele. – Droga, eu preciso realmente ir.
Callen a viu sair da sala, meia atrapalhada. Ele adorava deixar sua esposa totalmente quente. Esse foi o motivo para aquele....
— Desculpe a demora. – Elisa olhou para Dean, de terno. – Você está bem elegante.
— E você está perfeita como sempre, Lis. – Ele a viu estremecer com o apelido.
— Não me chame de Lis. – Ela entrou, não esperando por ele. – Oi, temos convites.
— Podem entrar. – O homem na porta sorriu para os dois.
Dean olhou para Elisa e sentiu uma ponta de magoa. Mas parecia diferente. Ela parecia bem casada e feliz e ele, bem, ele ainda não tinha realizado nada.
— Posso oferecer essa dança? – Ele perguntou.
— Só se manter os comentários para você. – Ela suspirou. – Desculpe, mas eu não sinto o mesmo que você sente por mim.
— Tudo bem, Elisa. – Ele deu de ombros. – Acho que estou tentando supercompensar.
— Isso tem a ver com o que houve no terceiro ano? – Ela suspirou, se lembrando do incidente. – Se quer saber, eu odiei não ter feito nada naquela época.
— Eu achei que Barbie era uma mulher legal. – Ele deu um abraço em Elisa. – Podemos apenas continuar dançando?
— Sim. – Elisa sorriu para o amigo. – Grisha está morrendo de ciúmes de você. Ele pode estar escondendo, mas ele pode estourar.
— Fico tão feliz que você esteja feliz. – Dean olhou para o homem que carregava uma arma em punho. – Parado, FBI!
— NCIS, fique onde está! – Elisa sacou sua arma também, todo o restante dos convidados correndo com gritos.
Callen saiu da van, correndo como se estivesse fugindo do inferno e chutou a porta que se fechou com um baque.
Logo o salão estava cheio de pessoas.
— Qual é? – O assassino deu um olhar divertido. – Uma equipe da NCIS e do FBI inteira para prender um cara? Você não conseguiria me atingir, não é, morena?
Elisa não gostava de ser confrontada. Ela deu um tiro no joelho do homem, que caiu no chão.
— Não me chame assim. – Elisa olhou para o homem no chão e pegou suas algemas. – Damian Shour, você está preso por traição, espionagem, assassinato e por ser um idiota. Tem o direito de ficar calado, tem direito a um advogado.
— Corte o papo dessa maldita lei de Miranda. – Damian começou a reclamar. – Eu já a ouvi um monte de vezes.
Elisa jogou o assassino direto para os braços de uma Kensi irritada. Ela e Deeks arrastaram o homem, que parecia tudo menos feliz para longe.
— Callen, eu gostaria de me desculpar. – Dean começou. – Eu acho que estava tentando provar a mim mesmo algo, que obviamente não deu certo. Elisa é uma boa mulher.
— Escute, Dean. – Elisa correu até ele e o abraçou. – Chame Cas para sair. Eu sei que você gosta dele. E não tem nada de errado em gostar dos dois lados.
Voltando para Callen, Elisa o beijou, ansiosa para que ela pudesse curtir a festa com Callen e seus amigos.
Ela acabou ganhando uma viagem no leilão silencioso para uma das ilhas particulares de um figurão.
— Quer ir para casa? – Callen começou a lamber a orelha de sua esposa. – Eu estou muito cansado agora.
— Você ainda quer me punir? – Elisa o olhou com uma vontade escrita.
— Totalmente. – Callen a beijou e a levou para fora.
A ajudando a se sentar no banco da frente de seu carro, Callen a algemou ao banco e a ouviu gemer. Seria um belo pay back com certeza.
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