As Oneshots De Séries 1.0

198 Duplo ciúme - NCIS LA & NCIS NOLA


Elisa e Callen estavam de folga pela primeira vez depois de um mês. Eles trabalharam em seus respectivos trabalhos com poucas pausas, especialmente Callen, que estava quase pedindo licença de tantos casos que ele trabalhou.

— Pai! Mãe! – Elisa sorriu enquanto chegavam na casa de seus pais. – Que saudade!

— Eu sei. – Lynda sorriu. – Senti falta da minha garotinha também.

— Dwayne. – Callen sorriu, observando o encontro de mãe e filha. – Chris e Sophie se comportaram?

— Está brincando? Eu nem me comportei. – Pride riu, vendo Sebastian chegar. – Por favor, não diga que temos um outro corpo.

— Sinto muito, chefe. – Sebastian gemeu. – Eu não tenho boas notícias.

— Acha que poderia chamar Kensi, Deeks e Sam para virem dar uma ajuda? – Pride gemeu de frustração. – Sei que é seu tempo de folga, mas é o terceiro corpo.

— Sem problemas, sogro. – Callen sorriu.

Enquanto saia para fazer a ligação, Callen observou seus dois filhos correndo de Loretta, que corria atrás deles enquanto brincava de pegar. Logo ela se virou e suspirou quando o celular tocou.

Callen falou brevemente com Hetty, que deu sua permissão, sabendo que era um caso incrivelmente perigoso. Esse cara que eles estavam atrás era um homem perigoso e toda a ajuda era necessária.

Elisa deu um beijo em seus dois filhos, os colocando na cama para a soneca da tarde.

Kensi, Deeks, Sam e Any chegaram. Elisa ficou feliz por sua cunhada vir. Ela poderia ajudar com as crianças, uma vez que estava esperando seu primeiro bebê.

— Obrigada por todos virem. – Lynda sorriu. – Desculpe por essa coisa, mas eu acho que esse cara está atrás de vários alvos em potencial. Quatro garotas já foram mortas e eu tenho medo que mais corpos apareçam em breve se não fizermos algo.

— Certo, o que sabemos dele? – Grisha olhou o arquivo de Pride. – Ele está atrás de mulheres que pareçam ter dinheiro, status. Porém ele não rouba nada.

— Ele pode estar com raiva porque as garotas tem sucesso e ele não. – Elisa ofereceu. – Tipo, ele teve uma maré de azar na vida e essas coisas.

— Então, descontar nessas jovens inocentes que estão relaxando é um modo doente de se sentir em evidencia. – Kensi ofereceu. – Eu acho que a gente vai ter que dar um jeito nisso.

— Mandar alguém que tenha um certo status de poder. – Callen suspirou. – Kensi, isso envolve bebida e você está grávida.

— Estou bem com isso, G. – Kensi sorriu. – Que tal Elisa e Lynda? Elas com certeza atrairiam o cara e literalmente poderiam usar um batom com uma arma de choque.

Callen e Pride trocaram olhares e suspiraram. Eles queriam que as jovens fossem vingadas e que mais ninguém morresse. Mas isso não significava que ele se sentia bem em jogar as duas mulheres na cova de um assassino.

E pelo visto, Pride também não se sentia bem com isso. Ele era mais parecido com seu sogro e gostava.

Então, à noite, Elisa e Lynda se arrumaram, com Sam e Deeks disfarçados dentro da balada para dar aos dois maridos um pouco mais de calma.

Callen e Pride, por outro lado, estavam desejando poder quebrar a cara do quinto homem que se aproximou de suas garotas chamando-as para dançar.

— Eu não estou gostando disso, Pride. – Callen era aberto em seus sentimentos. – Eu tenho vontade de bater nesses caras.

— Quem esses caras pensam que são para dar em cima das nossas garotas assim? – Pride bufou, esmagando uma noz. – Eles nem chegam aos pés delas.

— Sinceramente, vocês são ciumentos. – Kensi riu dos dois e voltou para seu livro.

— Oi, eu sou Elisa e essa é a minha mãe, Lynda. – Elisa apresentou as duas.

— Sim, estamos aqui porque soubemos que esse é um dos lugares mais balados de Los Angeles. – Lynda sorriu. – Sabe, em busca de um tempo de qualidade.

— Eu entendo. – O rapaz deu um sorriso. – Vocês duas são lindas. Solteiras?

— Agora, sim. – Elisa quase vomitou ao dizer aquilo. – Eu e minha mãe estamos sozinhas.

— Bem, eu tenho que ir agora, mas eu tenho o rosto de vocês em mim. – O homem se afastou, mandando uma mensagem para alguém.

Callen e Pride estavam quase subindo pelas paredes enquanto observavam suas garotas serem cantadas por vários caras. Elas eram lindas, sim..., Mas elas eram deles.

Elisa avistou o suspeito vindo até ela e Lynda. Pegando discretamente sua arma de choque, ela sorriu enquanto via o cara tentar colocar algo na bebida dela.

— Oi. – O cara colocou o comprimido dentro e Elisa riu por dentro. – O que...

Elisa fingiu se desequilibrar e empurrou o copo de bebida para o chão, empurrando o homem para o chão.

— Agente federal, seu idiota. – Elisa tirou um par de algemas de dentro de seu decote. – Agora você vai me dizer o que era o comprido?

Deeks e Sam tiraram seus distintivos e pegaram o homem com as algemas, observando Elisa sorrir.

— Tem sorte de ela não ter usado a arma de choque em você. – Deeks sorriu. – Ou pior, a arma.

— Tem o direito de ficar calado, tudo o que disser pode e será usado.... – Sam continuou a discursar sobre os direitos do homem, levando o cara para longe.

Pride e Callen encontraram suas garotas do lado de fora da balada, dando sorrisos para eles.

— Grish, por que está com essa cara? – Elisa estava curiosa com essa virada. – Você sabia que eu poderia me defender.

— Aquele cara dando em cima de você descaradamente. – Callen bufou. – Eu estava me controlando para não arrancar a cabeça daquele filho da puta.

— Eu digo o mesmo sobre você, Lynda. – Pride olhou para sua esposa. – Eu não deveria ver minha esposa sendo cantada.

— Eu já disse que você fica uma graça quando fica com ciúmes? – Lynda sorriu. – Mesmo que ele tenha me cantado e dado em cima de mim, é com você que eu vou para casa e deixo fazer maldades gostosas comigo. Não precisa ficar com ciúmes, eu tenho olhos só para você.

— O mesmo para você, Grish. – Elisa sorriu. No final das contas, eles foram para casa sozinhos e você vai sair comigo.

— Eu não consigo me controlar. – Pride sorriu para Lynda. – E pelo visto Grisha também não.

Enquanto isso, um pouco longe de toda a cena de ciúmes, Sam, Kensi e Deeks sorriram um para o outro.

— Bom, agora eu entendi muita coisa. – Kensi deu um sorriso.

— Que o agente Pride e Callen são mais parecidos que a gente imagina? – Deeks riu. – Até o ciúme é igual.

— Totalmente. – Sam olhou para os dois casais.

— Bom, já que resolvemos tudo, acho que vocês poderiam aproveitar e tirar uma folga por aqui, certo? – Pride sorriu.

Ninguém discordou dele. Afinal, havia muita coisa para aproveitar em New Orleans.