As Oneshots De Séries 1.0
181 Stalkers e Proteção para minha rainha - Calisa - NCIS LA
Elisa estava assustada pela primeira vez em algum tempo. Desde que ela virou a melhor juíza de Los Angeles, parecia que alguns malucos saiam da toca em busca de algum tipo de contato com ela.
Mas ela conseguia lidar com isso mesmo que precisasse emitir algumas ordens de prisão há cada dois meses. Mas ela não estava nada confortável atualmente.
E nem Callen, que estava preocupado com um fã maluco demais para seu próprio gosto. Ele teve a sua própria cota de stalkers, que muitas vezes queriam matar ele entre outras coisas, mas ele seria amaldiçoado se deixasse Elisa em perigo e na mira de um.
Então, naquele dia, quando ela chegou em casa, segurando alguns bichos de pelúcia em uma caixa de provas, ele começou a se preocupar. Presentes desse tipo eram fofos se você recebesse de seu parceiro.
— Se isso ficar mais preocupante, você precisa me avisar, Lise. – Grisha os colocou em um ziploc. – Esse tipo de fã escala demais na loucura.
— Tendo aulas com a sua prima e tio? – Elisa sorriu para ele. – Eu tenho tudo sob controle. Prometo.
Callen se sentou em sua cadeira enquanto os colegas chegavam a agencia.
— G... G.... Callen! – A voz de Sam foi ouvida repentinamente. – Terra para Callen.
— O que foi, Sam? – Callen olhou para o rosto preocupado de seu amigo. – Algo de errado?
— Eu estou te chamando há vários minutos e você nada de responder. – Sam se sentou ao lado de seu amigo. – O que está te preocupando?
— Elisa... – Callen parou para pensar em algo repentino.
— O que? – Sam estava preocupado. – Ela está bem?
— Um fã maluco dando uma de stalker. – Callen começou a contar. – Elisa disse que pode lidar com isso, mas eu tenho uma sensação estranha sobre esse cara.
— Ainda assim, você se preocupa com ela. – Sam sorriu e deu ao amigo uma barra de chocolate.
— Sim. – Callen observou Kensi e Deeks chegarem. – Eu sei que ela não precisa que eu a precisa que eu a proteja o tempo todo, na verdade ela detesta. Ser tratada como criança. Só que não consigo evitar de me preocupar com ela.
— Eu posso entender. – Sam suspirou. – Ela é uma das melhores juízas e é famosa. Imagino como deve ser visada por esses malucos stalkers de famosos.
— Valeu por me acalmar... – Callen fez um beicinho e suspirou novamente.
— O que eu estou tentando dizer, G é que se ela disse que pode lidar com isso, confia nela. – Sam pegou um lápis. Mas nada vai te impedir de procurar esse cara.
Ele pode ler nas palavras de seu amigo o que ele estava dizendo para G. pegando o teclado de seu PC, Callen começou a tentar buscar alguma câmera disponível e enviou um arquivo para Nell, Eric e sua prima.
Se algo acontecesse, os três nerds saberiam como proceder. E se por acaso, a OPS ficasse comprometida, ele garantiria que alguém pudesse fazer algo a respeito.
Alguns dias se passaram. Elisa parecia cada vez mais chateada. Essa pessoa continuava a enviar emails, cartas e até mesmo uma espécie de bordado com seu nome, com letras em uma fonte de sangue.
Elisa sempre quis um desses, mas não em letras e cor de sangue. Ela estava tentando se concentrar em seu trabalho e então, um buque de rosas vermelhas chegou.
Any estava de folga naquele dia, doente com febre e então Deli, sua ajudante do dia estava lhe ajudando e entrou com o buque.
Pegando o cartão, esperando para ver se eram de Grisha, uma vez que ele sabia o quanto ela detestava coisas sem nome, ela não encontrou nenhum.
Naquele momento, Callen, que parecia ter adivinhado, telefonou para ela.
— Ei, baby. – Elisa sorriu ao atender. – Só queria agradecer pelas flores. São lindas.
— Que flores, Lise? – Uma brisa gelada passou por Grisha e ele estava dentro do prédio da OPS. – Lise, eu não mandei flores hoje.
Elisa se afastou das flores, de repente percebendo o risco das belas rosas. Ela fez sinal para Deli ir para fora e chamar alguém com um saco de provas. Aquilo passou dos limites.
— Então, essas flores não são... – Ela se sentou no chão da sala, começando a hiperventilar. – Grisha, eu estou com medo. Achei que conseguiria lidar com isso sozinha, mas....
— Está tudo bem, eu chego em 5 minutos. – Callen agora estava com raiva e pronto para usar sua arma nesse cara.
Sam entrou e viu Callen tremendo com raiva.
—G, onde você está indo? – Sam viu Callen pegar sua arma sobressalente e por algum motivo, Major Tom de Peter Schilling começou a tocar em sua cabeça.
— Promotoria. – Callen estava fervendo. – Elisa está assustada e isso me diz que é mais sério do que ela disse, Sam. Estou com medo.
— Eu vou com você, G. – Sam parou na porta e se virou para o amigo. – Vamos pegar esse filho da puta.
— Obrigado. – Callen suspirou e esperou o amigo pegar suas coisas.
O homem em questão, Callen descobriu que era um ex membro do crime organizado. Elisa havia sido gentil o suficiente para dar uma segunda chance, uma vez que ele era “apenas” o homem da contabilidade.
Talvez ele fosse muito mais no final das contas. Ele claramente desenvolveu algum sentimento romântico em Elisa e bem essa ilusão cresceu e se tornou perigosa.
Assim que entrou na promotoria, Callen foi agarrado por sua esposa e ele adorou a sensação de confiança que ela emanava para ele.
— Lise... – Callen a abraçou com força e cuidado.
— Grisha, eu achei que poderia lidar com isso sozinha. Não é a primeira vez que tenho fãs muito obcecados, mas isso está passando do limite rápido demais para mim. – Ela entregou alguns saquinhos individuais, com fotos. – Primeiro flores e agora essas fotos. Elas chegaram há alguns minutos.
— Amor, eu sei que você detesta se sentir presa, mas eu vou pessoalmente contratar seguranças para te acompanharem até descobrirmos onde está cara está. – Callen a abraçou e a levou para uma das salas da promotoria.
— Eu não me importo agora. – Ela o beijou, desesperada e com medo. – Só quero que isso pare.
— Amor, eu não quero ver você assim. – Ele a olhou nos olhos, decidido a cuidar dela com toda sua força. – A partir de hoje, eu vou pessoalmente fazer a sua segurança e não vou tirar meus olhos de você, querida.
— Não mesmo? – Elisa sorriu, sentindo que ele era sua força.
— Não mesmo. – Callen segurou a mão dela e sorriu.
— Tenho certeza que você vai me proteger. – Elisa sorriu enquanto se levantava.
— Para todo o sempre, amor. – Callen sorriu para ela e a seguiu para fora.
— Eu te amo. – Elisa sorria enquanto saia da sala com Callen ao seu lado.
Quase uma semana se passou. Callen não saiu do lado dela. Elisa conseguiu que ele sempre estivesse presente nas audiências.
Johnny Stamos, o homem que estava perseguindo Elisa decidiu finalmente fazer sua jogada. Ele observou como a juíza estava sentada sozinha no banco da praça da promotoria, não sabendo que era apenas uma armadilha para ele.
Na verdade, Kensi se vestiu como a juíza em uma operação muito bem planejada.
Johnny foi para perto da falsa Elisa com a arma em mãos, pronto para acabar com aquela rejeição que ele não merecia.
— Sua vadia. – Johnny engatilhou a arma. – Você se acha muito para mim, não é? Por isso, eu vou...
— Eu não acho que você teria coragem de atirar. – Kensi sorriu para ele. – Eu acho melhor largar sua arma antes....
— Antes do que? – Ele já havia aceitado que estava encrencado. – Você nem arma tem.
Kensi viu o brilho da arma e abaixou-se no momento que um tiro perfurou a cabeça do homem. A praça estava vazia.
Callen observou Elisa sorrir depois de confirmarem a morte do Stalker. Eles tomaram essa decisão depois de achar um cativeiro com facas, instrumentos de tortura e dois corpos.
O próprio Callen foi autorizado a atirar. Ele ganhou um beijo apaixonado de Elisa, embora ficasse chateado por não poder mais proteger ela.
— Você merece um prêmio, meu amor. – Ela sorriu. – Em nosso apartamento, sozinhos.
Ele adorava ter seus sogros por perto atualmente. As crianças estavam com eles e então, eles poderiam fazer o barulho que quisessem.
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