As Oneshots De Séries 1.0
199 Piscina, bebês e maternidade
A situação era engraçada para não ser totalmente maluca.
Três garotas grávidas, ambas em suas cadeiras na borda piscina, usando seus biquinis, querendo tomar um pouco de sol antes de finalmente terem as crianças.
Penelope estava esperando uma segunda menina. Ela estava feliz com isso, sabendo que Melissa estava ansiosa pela irmã que estava prestes a ganhar de seus pais.
Elisa estava esperando seu terceiro bebê. Ela e Callen queriam um pouco de surpresa na vida e decidiram que o sexo seria descoberto apenas no dia do parto. Embora Elisa tenha pedido a sua amiga para saber e então deixar as compras prontas na casa dela até o dia do bebê nascer.
Juliet estava esperando a primeira filha. Ela e Thomas estavam felizes com aquilo, sabendo que logo eles teriam que viajar com bebê e uma malinha.
— Eu fico feliz que estamos nos reunindo uma última vez antes de termos os bebês. – Elisa sorriu. – Você está de sete meses, né?
— Sim, eu estou. – Juliet sorriu. – O médico disse que eu posso pegar o avião para ir para casa, mas antes eu tenho que fazer um check up. Afinal, quando eu cheguei na semana passada eu ainda estava de seis meses.
— Bom, eu fico feliz que esteja tudo bem. – Penelope se levantou. – Espere chegar nos nove meses.
Andando um pouco para aliviar uma câimbra, Penelope sentiu uma dor aguda e logo água cair aos seus pés.
— Oh, merda. – Ela olhou para Luke, que largou o copo de cerveja sobre a mesa de piquenique. – Ow!
— Pen, o que tem de errado? – Elisa se virou, sentindo a própria bolsa romper. – Oh-Oh.
— Caralho. – Callen foi mais aberto no que estava sentindo. – Lise, vamos para o hospital.
— Acho que devo ir também. – Juliet gemeu, se levantando. – Puta que pariu.
Luke, Thomas e Callen estavam sem reação por alguns segundos. Eles logo se recuperaram, levando suas garotas para o hospital.
Penelope deu entrada e gritou quando uma contração a atingiu em cheio. Luke sentiu sua mulher quebrar seus dedos e gemeu, a levando direto para a sala de parto sem demora.
Entrando no quarto, Penelope foi logo colocada em uma cama.
Elisa foi colocada na segunda sala de parto, com Callen quase vibrando de ansiedade enquanto sua esposa gemia de dor.
— Você com certeza está mais perto de ter esse bebê. – A enfermeira observou debaixo dela. – Deixe-me ir chamar o médico.
— Oh, porra! – Juliet gemeu quando foi colocada na terceira sala e sentia seu corpo ser puxado com força. – Eu deveria ter mais dois meses.
— Bem, eu sinto muito por isso. – A médica calçou as luvas. – Merda. Preparem a sala de parto!!!
— Algo de errado? – Thomas estava em alerta agora.
— O bebê não tem espaço suficiente. – a mulher pegou um telefone. – Ela vai precisar de uma cesárea e precisa ser agora!
— AAAAAHHHHHHHHHHHHH!!! – Elisa gritou enquanto empurrava a cabeça do bebê. – AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!!
— OOOOOWWWWWW!!! – Callen gemeu, sentindo sua mão ser quebrada com a força de sua esposa.
— AAAHHHH!!! – Penelope empurrou mais uma vez. – ALGUÉM TIRA ESSA CRIANÇA DE MIM!!
— Calma, meu amor. – Luke a observou. – Apenas respire com calma.
Puxando Luke para perto, Pen o encarou com raiva.
— Se não calar sua boca, você não vai respirar. – Pen gritou enquanto empurrava novamente. – AAAHHHHHHHH!!!!!!
— AAAAAAHHHH!!! – Elisa gemeu enquanto o bebê estava prestes a sair. – AHHHHH!!!
— Está quase aqui, querida. – Callen observou a médica puxar o bebê com cuidado. – É linda, meu amor. Você me deu uma menina.
Enquanto isso, na sala de cirurgia, Juliet estava com um caninho de oxigênio, um acesso em seu braço e Thomas ao seu lado. Ela havia recebido a epidural há alguns minutos e estava se sentindo muito melhor.
— Certo, parece que uma granada de mão explodiu em você, Jules. – Thomas brincou. – Ou que nossa tinta caiu em você.
— Jura? – Juliet sorriu para ele. – Acha que você poderia tirar uma foto dos meus órgãos?
— Não, querida. – Thomas deu um sorriso. – Isso são as drogas falando por você.
— Ok. – Ela sentiu um puxão e logo Thomas olhou para ela. – O que?
— Eu estou tão apaixonado por ela, querida. – Ele ouviu o choro de sua filha pela primeira vez, sentindo um grande orgulho de sua garotinha. – Oh, meus amores.
Penelope sentiu um alivio e olhou para seu marido com um pedido de desculpas por ter sido rude. Luke, por sua vez, não se importou com ter sido xingado.
Ele segurou a pequena Hinata em seus braços pela primeira vez e precisou de apenas um segundo para chorar de paixão.
Callen observou sua esposa segurar a filha deles pela primeira vez e sentiu uma paixão avassaladora por ambas.
— Vocês duas estão tão perfeitas. – Grisha sorriu. – Quando Sophie e Chris chegarem eles vão amar a nova maninha.
— Eu te amo tanto, Grisha. – Elisa deu a filha para o marido segurar. – Qual o nome dela?
— Sakura. – Callen pediu para sua esposa e a viu sorrir. – Eu ouvi Penelope dizendo que iria colocar o nome na filha dela de Hinata e eu acho Sakura lindo.
— Flor de cerejeira. – Elisa sorriu. – É o significado do nome.
Callen sorriu para ela, a beijando.
Thomas deu um sorriso ao ver a filha sendo segurada por sua esposa pela primeira vez. Elas estavam lindas e logo ambas seriam levadas para o quarto, mas ele não podia deixar de tirar uma foto delas para seu cartão de natal.
— O trabalho de parto mexe com as emoções das mulheres. – Reid começou. – Então, se uma mulher entra em trabalho, as outras grávidas podem muito bem serem influenciadas por esse tipo de coisa.
— Obrigada, Reid. – Emily sorriu. – Eu falei com seus colegas em Los Angeles e eles estão pegando o voo e vindo. Seus amigos também, Thomas.
— Obrigada, Emily. – O homem sorriu. – Acho que a Stella queria chegar mais cedo.
— Apressada igual ao pai. – Juliet riu. – Fico feliz que estávamos aqui e não em um avião. Seria um problema se estivéssemos em pleno ar.
— Bom, eu acho que os móveis estão em um avião agora. – Rossi sorriu, entrando com três buques de rosas. – Para cada uma de nossas mamães.
— Obrigada, pai. – Penelope deu um sorriso. – Gostaria de segurar sua neta?
— Eu adoraria. – David olhou para a menina. – Minhas três mamães. Ei, JJ.
— Sim. – A loira deixou as crianças pequenas entrarem. – Crianças, o que combinamos, certo?
— Sim! – Sophie e Chris foram para Elisa e Melissa para Pen.
— Oi, mamães. – Sophie olhou para sua maninha. – Linda demais.
— Sim, linda. – Chris sorriu. – E um pouco pequena.
— Crianças recém nascidas são assim, bobo. – Sophie sorriu. – Tio Reid me disse que é normal.
Melissa se sentou ao lado de sua mãe e riu.
Uma foto foi tirada daquele momento, que estava nas paredes de cada uma das casas.
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