As Oneshots De Séries 1.0
195 Love In Hawaii - Steve e Penelope
Steve estava nas nuvens. Apesar de estar em guarda depois que sua namorada recebeu uma série de ameaças, ele sorria como se fosse manhã de natal.
A pessoa que ele mais amava estava no Hawaii depois de quatro meses e apesar de os dois ficarem sempre usando facetime, Skype e Steve escapulindo para o continente, ter Penelope ao lado dele na ilha fazia o comandante sorrir.
Ele estava orgulhoso de sua garota, sendo a analista técnica mais sexy que ele conhecia na vida.
— Finalmente estamos juntos aqui, querido. – Pen sorriu, abraçando seu amante. – Fico feliz que a agente Samuels tenha se recuperado a tempo.
— Bem, eu também. – Ele a beijou, deitando-a na cama. – Merda, eu comeria você viva.
— Geralmente canibalismo não me atrai. – Pen o beijou, sabendo que ele adorava brincar com ela. – Mas se você quiser, meus peitos são todos seus, meu gostoso.
Steve sorriu e depois de algumas atividades picantes, ele desceu para fazer o café da manhã.
Por um momento, ele se deixou pensar no que a ameaça do chefe de cartel do Hawaii significava para sua amada. Esse homem em particular, estava contrabandeando drogas para fora da ilha.
Ele sequestrou dois analistas antes e nem que isso o matasse, Steve não iria permitir que sua garota fosse vitima dele. Ele iria aos extremos para proteger Penelope de qualquer um.
— Steve, seus ovos estão queimando. – A voz doce de Penelope o tirou de seus pensamentos. – Estava pensando em algo gostoso?
— Estava pensando na garota gostosa nos meus braços. – Desligando o fogo, Steve a beijou. – Então, sim. Pensando em uma garota gostosa.
— Bem, já que os ovos estão queimados. – Pen sorriu, pegando dois ovos da geladeira. – Talvez eu devesse cozinhar dessa vez...
— Delicia. – Ele olhou para sua garota, que estava cozinhando. – Se você tirasse esse roupão...
Penelope sorriu, se virando para ele com um prato. Ele estava no céu, literalmente.
Danny passou na casa de Steve, notando a série de novas fechaduras no portão da casa. Ele sabia que Danny Otule podia ter o nome que ele, mas sua má reputação e séries de ameaças o seguia.
Quando Steve e Danno chegaram para trabalhar na sede da Five 0, eles ficaram desconcertados ao ver a porta de vidro do QG completamente quebrada. Nenhum alarme havia sido acionado, nenhum alerta de emergência foi dado.
Danno chegou, observando a porta quebrada e Steve batendo algumas fotos com seu próprio telefone.
— Bem, parece que até quando a gente não procura os crimes, eles vem ao nosso encontro. – O detetive observou um pedaço de cabo no meio do vidro. – Steve, o cabo no meio do vidro parecer da nossa mesa inteligente...
Entrando no local, os dois policiais observaram o lugar completamente revirado. Especialmente a sala do comandante. Fotos estavam no chão, porta-retratos quebrados e uma foto faltando...
— Merda. – Steve pegou seu telefone e ligou para a loira que estava na foto roubada. – Penelope, preciso que saia de casa agora.
— Eles vieram, não é? – A voz da analista estava tremendo. – Steve, eu não quero sair daqui.
— Está tudo bem, querida. – Steve viu Chin e Kono chegarem. – Vá para a casa do meu vizinho. Eu estarei chegando.
— Steve, eu... – Penelope sentiu a porta da frente da casa bater com força e ela soltou um grito...
— PENELOPEEEE!!! – Steve literalmente voou pelas escadas com Danny ao seu lado. – Se algo acontecer com ela, eu juro que mato esses caras.
Danno sabia o que Steve sentia. Ele mal conseguiu proteger sua atual namorada sem levar um tiro. Felizmente, ela estava se recuperando bem.
Penelope era a namorada de Steve e estava no Hawaii há duas semanas de férias. Com o trabalho para o FBI, Penelope recebeu algumas ameaças de mortes, mas de todas as ameaças a atual era a pior.
Um criminoso local descobriu que a analista estava na ilha e sentiu que deveria simplesmente sequestrar a garota, uma vez que ela poderia esconder totalmente a rede de drogas dele.
Penelope tentou lutar contra os dois homens, mas foi imobilizada apesar dos dois chutes no queixo de um deles. Assim que seus pulsos foram contidos, um sedativo foi aplicado no ombro dela e ela sentiu as drogas agirem.
Ela caiu no chão ao mesmo tempo que a porta da frente foi aberta com um baque forte.
— Leve ela pela parte de trás. – Um dos mercenários gritou enquanto o outro colocava Penelope em seus ombros. – Leve a garota para o chefe.
Steve parou o carro de um jeito que trancava a saída de sua casa. Danno foi para a outra saída, mas se eles tivessem a analista com eles, seria perigoso trocar qualquer tiro com eles.
— Nossa melhor aposta é a van, Steve. – Danno falou baixo pelo comunicador. – Chin e Kono estão vindo para cá.
— Eu nunca vou me perdoar se algo acontecer a Penelope. – Steve observou sua garota ser levada para a van inconsciente. – Danny, eles estão com ela.
Chin armou uma pequena carga explosiva na estrada. Ao mesmo tempo, Kono estava pronta com seu rifle em uma visão que ela pudesse simplesmente atirar no mercenário da direção.
Duke fechou as estradas por perto.
Depois que em estava presa ao chão, o bandido número dois fechou a traseira da van, indo direto para a direção. Steve correu, deixando um pequeno dispositivo de rastreio.
Quando a van passou pelo dispositivo, houve um barulho alto e Kono deu um tiro com seu rifle, atingindo o motorista. A van capotou por alguns metros antes de parar.
Danny e Steve correram com chaves e alicates, puxando Penelope de dentro, deixando os mercenários dentro. Quando os dois pensaram em voltar, uma explosão jogou todo mundo para o chão.
Steve olhou para sua garota, um pouco machucada, mas felizmente segura.
Penelope acordou no hospital. Ela sentia sua perna dolorida. Steve estava observando os olhos de sua garota e a beijou nos lábios antes de ajudar ela a se levantar.
Depois de quase uma semana no hospital, Penelope finalmente foi liberada. Steve decidiu pedir a jovem em casamento com um jantar romântico.
— Você está feliz aqui comigo, Pen? – O comandante sorriu para sua garota. – Tirando essa coisa de ser sequestrada, é claro.
— Bom, você sabe que eu levei um tiro. – Pen mordeu um pedaço de abobrinha refogada. – Dói bem mais. Mas você me resgatar foi uma coisa perfeita, embora eu estivesse toda drogada.
— Você pode ter quebrado o pinto daquele homem com seu chute. – Steve deu um sorriso. – Vale muito a pena ver isso.
— Steve, você está dando essas voltas para me pedir em casamento? – Sorrindo, a analista tirou uma aliança. – Eu tive a mesma ideia.
Isso trouxe um sorriso ao rosto do comandante, que pegou a aliança de Penelope e a colocou no dedo dela. Pen colocou a aliança que tinha em sua mão no dedo de Steve.
— Espero que não se importe de eu ter me transferido para o Hawaii. – Pen sorriu, totalmente casual sobre o assunto.
Essa notícia sacramentou a felicidade do comandante, que deixou a comida de lado e puxou sua garota para seus braços.
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