As Oneshots De Séries 1.0

50 Jack's First Love - Supernatural


Era uma semana complicada. O simples fato que Jack era quase uma criança embora em teoria ele tivesse mais anos que poderia contar não o deixava louco.

Junto com Sam, Dean e Castiel, Jack foi para Lawrence no Kansas para encontrar alguns amigos. A cidade estava crescendo rapidamente e novas pessoas se mudaram para o lugar.

Incluindo Anne-Marie. Ela era uma garota que mal falava com as pessoas, especialmente pelo fato de ela ser tímida demais para iniciar uma conversa. Seu cabelo estava curto, mas ela não dispensou uma tiara.

— Eu vou pegar um pouco de cerveja. – Jack disse a Dean. – Eu vou usar uma identidade falsa.

— Certo. – O homem olhou para Cas e suspirou. – Ele realmente sabe como funciona as identidades falsas agora?

— Com certeza. – Cas sorriu. – Você explicou a ele.

Entrando na loja de conveniência, Jack se dirigiu ao setor de bebidas. Seus olhos se moveram com cuidado para uma garota de vestido vermelho comprando algumas comidas do diabo.

Eram batatas chips, refrigerante, pão e algumas coisas que pareciam próprias para um lanche.

Em segundos, o jovem foi para perto dela.

— Ah! – Ela acabou deixando um de seus potes cair no chão. – Droga.

— Me desculpe, foi minha culpa. – Jack a olhou nos olhos enquanto entregava o pequeno pote de Nutella. – Você está bem?

— Estou, sim. – Ela garantiu e foi em direção ao caixa, nunca deixando seus pensamentos fugirem do belo rapaz atrás dela com uma caixa de cerveja. – Você é daqui?

— Na verdade, vim com uns amigos. – Jack respondeu e por algum motivo olhou para o cartão de crédito dela. – Desculpe mais uma vez.

— Não fique se martirizando. – Ela pegou suas compras e foi embora.

Sam, Dean e Cas viram a garota saindo com as compras, lutando para pegar a chave do carro, mas antes que pudessem fazer alguma coisa, Jack entregou a cerveja para Sam e foi na direção dela.

— Aqui, deixe-me ajudar. – Ele pegou a chave do carro e abriu o porta-malas para ela.

— Obrigada. – Anne corou. – A gente se vê por aí.

— Quer sair comigo talvez? – Jack não conseguia se controlar e sorriu quando ela novamente corou.

— Claro. – Ela pegou uma das canetas que carregava no carro e um pedaço de papel e escreveu seu número de telefone e nome. – Ligue para mim quando quiser.

Jack olhou para Anne se afastando e suspirou. Ele não entendia o sentimento que estava acontecendo, mas algo nos sorrisos de Cas, Dean e Sam dizia que era algo certo.

— Então, você teve sua primeira paixão. – Dean sorriu enquanto o levava para o Impala. — Acho que chegou a hora sobre como se comportar em um encontro.

Jack esperou um dia antes de pegar o número da garota e enviar uma mensagem pedindo um encontro. Anne respondeu com um sim. Eles marcaram em uma cafeteria de Lebanon, já que era mais perto.

Anne chegou vestindo um vestido de verão com flores e sapatos de salto alto. Seu cabelo tinha crescido um pouco e agora ela usava presilhas floridas. Ela tinha batom e rímel.

Jack estava apaixonado.

— Você veio. – Ele a cumprimentou, beijando a bochecha dela. – E está maravilhosa.

— Obrigada. – Ela o beijou na bochecha e sentiu como se eletricidade passasse por ela. – Você é um cavalheiro.

— Meu pai me ensinou a respeitar. – Ele a ajudou a se sentar e chamou um dos garçons. – Por favor, eu vou querer dois milk-shakes.

— Eu trago logo. – O garçom saiu e Anne olhou para Jack.

— Como sabia que era o que eu queria? – Anne ficou impressionada. – Geralmente eu mesma peço milk shake.

— Bem, você tem cara que gosta de algo doce e perfeito. – Jack olhou nos olhos dela. – Eu realmente gostei da cor dos seus olhos.

— Bem, eu também gostei dos seus olhos. – Anne se aproximou de Jack e logo suas bocas se encontraram. – Desculpe.

— Está tudo bem. – Ele segurou a bochecha dela gentilmente. – Você se importaria se eu beijasse você?

— Não. – Ela não sabia o que estava acontecendo. – Eu iria gostar muito.

Jack a beijou e foi como se suas almas se encontrassem em uma. Anne abriu os olhos e percebeu que havia desmaiado de algum jeito.

Ela estava em um tipo de carro com bancos de couro, completamente vestida e com um cobertor para que não passasse frio.

— O que aconteceu? – Ela se levantou e ficou cara a cara com um cara de sobretudo. – Onde eu estou?

— Tudo bem, você desmaiou na cafeteria. – O homem olhou para Jack, que estava servindo de travesseiro. – Sou um dos pais de Jack. Ele ficou com medo que tivesse machucado você.

— Hum, ok. – Anne se levantou e olhou para o banco da frente. – Acho que é hora de eu ir embora.

— Espere. – Jack foi atrás dela do lado de fora do carro. – Me desculpe se eu ultrapassei algum limite. Eu sou novo nessa coisa de amor.

— Está tudo bem, Jack. – Ela suspirou. – Escute, o que aconteceu entre a gente? Eu só me lembro de beijar você e então eu senti como se fossemos almas gêmeas.

— Eu tenho uma boa explicação para isso. – Ele levou Anne para a cafeteria e a sentou de volta na cadeira. – Eu não exatamente uma pessoa normal. Aqueles rapazes, eles são meus pais adotivos e um anjo.

— Você está dizendo... – Anne sentiu os dedos de Jack em sua testa e começou a ver certas coisas. – Oh.

Jack a olhou com confusão. Ele achava que ela sairia correndo quando mostrasse o que era na verdade.

— Eu não ligo. – Ela achou engraçado que ele corou. – Eu sempre achei que o sobrenatural fosse apenas uma lenda.

— E você não se importa em namorar um nefilim? – Ele perguntou curioso.

— Na verdade, eu acho você muito fofo para um nefilim. – Ela o beijou novamente. – Não tenho família por aqui. Eu queria perguntar se não fosse muito atrevida se eu poderia ficar com você.

— Suas almas estão unidas agora. – A voz de Cas flutuou por entre os dois. – Seria muito arriscado apenas deixar vocês separados.

— Então se você quiser.... – A voz de Dean foi ouvida. – Você pode vir com a gente.

— Eu topo. – Anne sorriu para Jack. – Com certeza.

Três anos depois...

— Bom dia. – Jack deixou uma bandeja de café da manhã na cama de Anne. – Como dormiu?

— Bem, um certo Deus me deixou a noite toda acordada. – Ela sorriu. – E isso não é uma reclamação.

— Isso é muito bom, certo? – Ele a beijou, feliz por ser o novo Deus e ter mudado as regras. – Agora, onde estávamos?

— Bem aqui. – Anne sorriu quando ele a beijou.

Seu vinculo se fortalecia ainda mais agora que eles estavam unidos pela eternidade. Jack havia feito uma pequena surpresa no dia da união deles, trazendo os pais de Anne para um abraço.

Ela olhou para a pequena criança no berço e sorriu. Stella era tudo o que ela queria e muito mais.