As Máscaras

1 Apenas um Baile - Capítulo Único.


Bom, bem vindos a esta historia totalmente diferente e estranha. Estamos no último Baile do século 19, um baile onde nenhum historiador conhece, e que ainda acreditam que foi a Igreja católica que inventou o Halloween.

Bom não foram eles, talvez um padre que tenha escapado do massacre dos enamorados Hallo e Edween. Irei lhe informar que no começo é algo bem típico, mas como Hallo via as mortes é o que perturbara a sua mente e tornará você louco para sentir o mesmo que ela sentiu.

Então boa leitura, meu nome é Hallo Soul, mulher de Edween Jack.

Pov Hallo Soul

A neblina envolta do castelo deixava a noite mais sombria ainda e fico pensando se o labirinto estaria da mesma forma, digo com neblina e totalmente sombria. Bom desde pequena moro com o meu tio, e desde que o peguei matando uma de suas muitas mulheres de cama, eu não consegui mais parar, e justo hoje dia 31 de outubro estava pronta para matar uma pessoa.

–Como se chama? – perguntou um moço de cabelos vermelhos claros e olhos azuis esverdeados. Seu cabelo estava totalmente bagunçado.

–Hallo Soul – fiz a reverencia – E o senhor?

–Jack. Edween Jack. – ele sorriu torto. Que charme, não consegui não pensar em como ele era bonito. – Gostaria de dar uma volta comigo Senhorita Soul? – Bom pelo que percebi, ele ainda não tinha entrado, então ninguém sentiria a sua falta se por algum acidente a minha faca entrasse em sua garganta e a cortasse.

–Adoraria Senhor Jack. – fomos conversando até a ponte onde ele parou de falar. – Sinto muito senhor Jack, mas creio que este seja o seu fim – falei virando-me e apontando minha faca em sua garganta, ele fazia o mesmo.

–Quem. É. Você? – perguntou surpreso.

–Fui criada pelo meu tio desde os meus sete anos ele ensinou-me a matar. – informei lhe. Avancei e ele pegou em minha mão me rodando, prendendo-me em seus braços, com a faca em minha garganta por mais que ele estivesse no “comando”, eu também possuía o controle com a faca em sua barriga. – Quem é você? – perguntei sorrindo. A agilidade dele e a vontade de me matar era quase que palpável.

–Fui criado pelo meu pai – ele apertou-me mais em seus braços – Ele era um maníaco matador, matou sua própria mulher na minha frente, e duas crianças. Então eu mesmo o matei, e agora não consigo mais parar de matar estou há uma semana sem matar alguém sabe o que é isso para uma pessoa que mata de dois em dois dias?! – pisei em seu pé e ele me soltou, dei uma joelhada na parte de trás do seu joelho e puxei seus cabelos fazendo sua cabeça tombar para trás, coloquei a faca em seu pescoço.

–Meu tio matava todas as suas mulheres de cama na minha frente. Transava com elas na minha frente. Uma vez ele tentou forçar-me a deitar-se com ele. O matei. – Edween sorriu.

–Já que estou ajoelhado a minha pergunta é a seguinte, depois de matarmos as poucas pessoas que estão ali dentro, está a fim de se casar comigo? – perguntou e eu quase vacilei, mais cortei um pouco de seu pescoço.

–Espero que não esteja brincando. – informei-lhe e o soltei com força que fez com que ele ficasse apoiado sobre as mãos. Mas assim que levantou a cabeça sorriu.

–Estarei ansioso para dançar com você esta noite, doce Hallo. – Se levantou e saiu andando. Coloquei minha máscara branca e entrei no salão.

Era apenas onze horas quando Edween chamou-me para dançar sua mascara era bonita de um preto noite totalmente hipnotizante. . Depois de meia hora dançando ele puxa-me e sussurra em meu ouvido:

–Poderia pegar minha faca? Está na minha cintura no canto esquerdo. – sorri.

–A minha está no canto direito.

– Meu ou seu?

–Seu! – e assim que falei isso ele colocou a mão para conferir.

–Boa menina. – piscou sorrindo. – Agora vou te girar e você irá acertar um casal.

–As portas já estão trancadas? – perguntei, ainda estávamos parados, mas como poderíamos ter certeza de que uma pessoa não sairia e falaria que nós fomos.

–Todas, até as dos banheiros.

–Temos mais gente, não temos?

–Apenas minha irmã Ariane. Ela está esperando pelo primeiro casal morto.

–Pensei que seu pai matou dois de seus irmãos.

–Meio irmãos. – e então ele girou-me e como calculado assim que estendi a mão com a faca cortei duas cabeças. Um casal.

–Quantos casais têm neste salão? – perguntei.

–Quatro pessoas para minha irmã. E dezesseis para a gente. Quero dizer quatorze.

–Vinte pessoas! Muito pouco, Edween.

–O suficiente para duas semanas e meia? Teremos que nos mudar, você sabe muito bem disso. – Ele me rodou novamente e acertei o braço de um cara. Ele tomou-me a minha faca e se ajoelhou do lado do homem. Agachei-me também a seu lado. – Abra a perna dele. – pediu me avaliando, fiz o que me pediu. – Está vendo?! Este homem vai ser igual aquele ali. – apontou para o outro que estava no chão. Os restos das pessoas gritavam por socorro.

–É tão... – não encontrei, havia coisas dentro dessa pessoa, coisas como uma linha vermelha e um pouco grossa.

–Incrível?! Isso se chama vasos sanguíneos. – disse quando toquei e o puxei para fora. O homem ainda consciente gritou de dor. Nos dois sorrimos.

–Mate-o de uma vez. – mandei me levantando, tinha uma mulher que estava gritando tão agudamente que não me deixava pensar em como aquilo era incrível e totalmente novo para mim, mesmo já tendo matado várias pessoas, nunca tive essa curiosidade de observar o corpo por dentro, não até agora. Fui até a mulher e esfaqueei sua barriga fazendo a se inclinar para frente e cair. Edween chegou a tempo de me ajudar a virá-la e eu abrir totalmente sua barriga, ele simplesmente cortou seu pescoço em um H.

–Estes são os órgãos. – disse vendo meus olhos brilharem estiquei minha mão para frente mais ele me deteve – Eles são nojentos, moles e irão fazer você querer vomitar. Este daqui – apontou para um meio rosado, meio roxo. – Solta algo ácido, cuidado se você estiver machucada na mão. – advertiu. Mesmo assim toquei em algo com varias curvas, mas mesmo assim grudado e rosado ele estava totalmente enrolado dentro e era grosso. – Venha, quero que sinta um coração. – disse pegando em minhas mãos, meu vestido estava totalmente sujo de sangue. – Você está tão linda Senhorita Soul.

–Obrigada! – falei sorrindo e chegamos perto de um cara com o peitoral aberto e um W no pescoço. Peguei o coração do mesmo, ele batia mais assim que o puxei com força parou. Aquele era o órgão que todos diziam que sentiam o “amor” bem ali.

Esfaqueei mais oito pessoas, retirando órgãos de diferentes partes do corpo.

–Venha aqui Hallo. – chamou Edween. Ele me entregou uma arma e se posicionou atrás de mim. Ajeitou meus ombros, e mirou, atirando sob minhas mãos. – Assim se usa uma arma. – falou sorrindo, não tive como não sorrir.

–Poderia me ajudar novamente? – perguntei tê–lo tão perto era interessante fazia com que eu sentisse arrepios, mas não que eu desviasse do meu foco. Atiramos nas duas pessoas que faltava então ele virou-me e agarrando meus cabelos morenos, olhando em meus olhos marrons claros ele me beijou. Escutei um grito e me virei com a arma. Era o prefeito então sorri.

–Doces ou Travessuras? – perguntei virando a cabeça para o lado e atirando bem no meio de sua testa.

Fim Pov Hallo.

E assim é um Halloween de verdade, mas acho que Ariane com pena de um homem que disse lhe dar tudo deixou escapar um padre. Ele dizia que o nome de Edween era Ween por isso juntou o meu com o dele e nasceu Halloween, com isso desejo um Feliz Halloween para todos, até por que, nunca se sabe onde poderemos nos encontrar novamente.

Notas finais
Até a próxima.
Espero que tenham gostado e Feliz Halloween. u-u
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!