As Memórias de Lílian Evans
17 Fuga
Notas iniciais
Eu sei que dessa vez eu demorei muuuuuitíssimo mesmo!
Podem me matar! (só depois de lerem e comentarem o capítulo!)
Aviso:
Esse cap tem vários POVs então, cuidado para não se confundirem!
POV Sirius
Estávamos chegando na minha casa. James ainda estava na liderança porque como dizia ele: "eu sei aonde é a sua casa, ainda posso liderar".
Acabamos de chegar no Largo Grimmauld. Escondemos as nossas vassouras atrás das árvores da pequena praça em frente a minha casa. Antes de adentrarmos resolvi precaver o pessoal:
- Eu vou logo avisando que vocês de vista podem achar a minha casa pequena. Mas, ela é cheia de passagens secretas então não deixem se enganar. E outra coisa, teremos que ser cautelosos porque a minha casa é um tipo de porto seguro para Comensais da Morte. Tudo bem? — todos assentiram minimamente. Me virei na direção da minha casa e mentalizei: Largo Grimmauld n° 12.
No meio das casa números 11 e 13 começou a surgir a minha. Mansão Black n° 12. Todos pareceram bem surpresos, menos o James que já sabia que era dessa maneira que surgia a minha casa.
Pequei meu canivete e todos fomos em direção à porta de entrada. Encaixei o canivete na fechadura e, depois de um pqueno esforço, silenciosamente consegui abrir a porta. Todos entramos cautelosamente com as varinhas em mãos.
- Aonde você acha que a Lily pode estar Sirius? — Dorothy me perguntou em um susurro.
- Eu acho que ela possa estar em um dos calabouços. — respondi a ela.
- É impossível ter um calabouço em uma casa deste tamanho! — me disse uma Amanda espantada.
- Eu precavi vocês. — eu disse andando em direção ao quadro da cozinha.
- Hey! Não é hora de comer Almofadinhas! Está até parecendo o Pedro! — disse o Remo. eu revirei os olhos e vi o Pedro corar.
- É claro que eu não vou comer! A entrada dos calabouços fica em um dos quadros. De dia em dia muda de quadro. Pode ser o da Sala de Reuniões, o da Sala de Visitas, e o da Cozinha. Só torçam para não ser o da Sala de Reuniões, é lá que os Comensais costumam se encontrar. — disse já empurrando o quadro. Nada, ele continou do mesmo jeito de antes, sem nenhuma entrada, impermeável.
- Vamos no da Sala de Visitas! — gritou o James apressado.
Chegando na Sala de Reunióes eu empurrei o quadro. Foi como o outro, nada, sem nenhuma entrada, impermeável.
Quando chegamos na Sala de Reuniões, com um simples toque o quadro mostrou uma grande passagem, a dos calabouços.
- Alguém vai ter que ficar aqui para vigiar. — disse o James mais sério do que nunca.
- Está louco...- começou o Pedro mas o James interrompeu.
- Quem fica? — ele olhou para todos nós.
- Eu e o Frank podemos ficar James. — disse a Alice se pondo á frente.
- Mas vamos precisar de uma "senha", se alguém estiver vindo eles gritam a senha para ficarmos em alerta. — disse o Rabicho. Todos olhamos para ele espantados.
- Sua primeira grande idéis Pedro, acho que estamos sendo uma boa influência para você cara!- disse eu dando-lhe umas palmadinhas no ombro.
- Muito bem, qual vai ser a senha? — perguntou o Remo.
- Já sei! — eu quase que gritei. Eu meio que me empolgo quando tenho idéias brilhantes. — Pode ser "cadê a minha varinha?" eles gritam isso em direção ao quadro quando vier alguém. — todos reviraram os olhos.
- Isso não é uma boa idéia. — Remo foi o primeiro a opinar.
- Ai está ótimo. Agora é melhor vocês se apressarem. — susurrou o Frank.
- James? Será que eu poderia ficar com eles? — perguntou o Rabicho apontando para o Frank e a Alice.
- Ahh tudo bem. O restante, andando. — disse o James.
- Correção, "correndo" — falei eu estufando o peito com "orgulho" da minha correção.
James me lançou um olhar fatal e eu decidi que era melhor adentrar de boca fechada no quadro e "correr".
POV Lily
Estava sentada espremida no em um canto. Cada vez mais as minha expectativas diminuaiam. Queria esquecer tudo agora. Daqui a pouco o meu fim ia chegar e não tinha mais volta. Queria esqucer todos os meu erros, mas parecia que agora estes enchiam a minha cabeça.
Ouvi o portão sendo aberto e vi Régulo Black entrando no calabouço. Vi em suas mãos a sua varinha e já esperava pela dor. Mas ele só me deu um aviso:
- O meu Milorde já está aparatando para cá, aproveite os bons momentos. — ele me disse friamente. Mas eu não me importava mais.
De repente vi os olhos do Black perderem o foco, seus joelhos cederem e ele cair de cara no chão gelado.
Olhei para fora do calabouço e a surpresa me atingiu com muita força. Bem ali estavam o Sirius,o Remo, o Potter, a Amanda e a Dorothy.
Eu estava salva. De repente a vontade de morrer se esvaiu e a vontade de viver tomou conta de mim. Eu tinha motivos para viver, só amigos verdadeiros se arriscariam tanto por mim.
Todos vieram e me abraçaram com muita força de uma vez só. Remo pegou a varinha das mãos do Régulo e jogou para mim.
Dei um sorriso de agradecimento á ele e este entendeu perfeitamente e retribuiu.
- James, vá para cima com a Lily enqaunto eu e os outros levamos o corpo do meu irmão para um calabouço mais longe. — disse o sirius com a voz firme.
- Ele morreu? — eu perguntei com a voz trêmula. É claro que não gostei do que ele fez comigo, mas morrer já era demais.
- Não só está estuporado. — me disse a Dorothy.
James me puxou pelo braço e me guiou escada á cima.
POV Alice.
Vimos uma sombra em direção a porta. Rapidamente me inclinei em direção ao quadro e gritei " cadê a minha varinha?" e segurei com firmeza a minha varinha, pronta para duelar.
Pedro se jogou atrás de uma estátua e por lá ficou. só não sabia como ele gordo daquela maneira conseguiu se esconder por inteiro. Mas isso não importava. O fato, era que agora éramos só eu e o Frank.
Quando o eu vi o rosto do nosso "visitante", eu congelei. Era "ele", aquele cujo nome não era pronunciado.
Apertei a minha varinha com força.
- Avada Kedavra! — ele berrou na minha direção. Frank me puxou com força e eu por pouco não fui atingida pela maldição da morte.
- Ora, ora. Pessoas que são boas o sulficiente para sobreviver a mim, não deve morrer. Não querem se unir a mim? — como ele tem coragem de nos perguntar aquilo? Nós nunca iriamos nos unir a ele.
- Estupefaça! — gritei inutilmente, ele desviou o feitiço que me atingiu em cheio.
POV Lily
Ouvimos o grito da Alice. Logo, o Potter me explicou o que queria dizer "cadê a minha varinha?".
estávamos subindo correndo, quando chegamos na sala nos deparamos com os corpos do Frank e da Alice estuporados. e bem na frente deles estava "ele".
Meu coração começou a acelerar. No momento em que fui salva fiquei tão euforica que me esqueci "dele".
- Potter, ainda não posso crêr que recusou o meu convite de se unir a mim. — "ele" disse com a sua voz gélida tentando transparecer familiaridade.
- Você já deveria saber que eu iria recusar! — o Potter gritou. Eu olhava ao nosso redor tentando achar algo que pudesse nos ajudar. Obviamente que não tinha nada.
- E está deve ser a sangue- ruim que desobedeceu a ordem de um legítimo Black, mas creio que não devo matá-la. Segundo as minhas fontes você é a garota mais inteligente e abilidosa do seu ano. Matá-la seria um disperdício. — ele me disse com um sorrisinho que tornava suas feições ofídicas ainda mais sombrias.
- Mas me deixar viver também não seria um grande proveito, eu nunca iria para o seu lado. — eu disse em tom de desafio.
- De fato uma grifinória. Mas não existe o lado bom, e o lado ruim. Só existe o poder e aqueles que são fracos demais para consegui-lo. — eu continuei encarando-o tentando não demonsntrar o medo que estava sentindo. Minha pulsação era tão forte, que me perguntava como ninguém na sala não conseguia ouvir.
- De fato, você não sabe apreciar a minha piedade. Vamos ver se assim você muda de idéia. Criccio! — eu já estava pronta para aquilo:
- Protego! — o meu escudo fez com que o feitiço se voltasse contra ele, mas "ele" meramente o bloqueou.
- Muito bem, creio que você sabe duelar um pouquinho melhor do que esses seua amiguinhos que estão estuporados.- "ele" disse lançando um olhar ao Frank e a Alice.
- Expelliarmus! — gritou o Potter aproveitando a distração "dele", mas este apenas com um aceno de varinha além de desviar o feitiço, também fez com que o Potter perdesse a varinha.
- Muito bem Potter, mas no entanto, inútil. Estupefaça! — gritou ele. Já estava esperando ver o Potter cair duro no chão, ele estava sem varinha e eu não era rápida o suficiente pra alcancá-lo e bloquear o feitiço.
Mas por incrível que pareça, o Potter legeiramente se abaixou, o feitiço ricocheteou na parede e atingiu o próprio dono do feitiço que, sem esperar por isso, não foi rápido o bastante para desviar o feitiço.
Continua...
Notas finais
Mas seja lá como tenha ficado, eu espero o review de vocês!
Beijinhos *__*
PS: Espero que não tenha se confundido!
PS 2:Gostaria de pedir que dessem uma passadinha na minha outra fic A Profecia- Mudando O Futuro. Na minha modesta opinião, está bem melhor do que está! Estou com poucos leitores lá gente :(
Fale com o autor