As Long As You're There

10 Your hips, my hands...


Notas iniciais
Finalmente, rolou! Não me matem pela ausência de capítulos, porque tô realmente atoladérrima. Minha folga é de hoje até domingo, e vou escrever o máximo que puder. Beijinho, gracinhas.

Aquele era o momento certo, Marina finalmente teria a prova de que Clara a pertencia: ela havia se entregado de corpo e alma. Sem dizer mais nenhuma palavra, Marina deixou que seus instintos a guiassem. O beijo feroz e quente fez com que a corrente elétrica que tomava conta de Clara se espalhasse por todo o seu corpo, da cabeça aos pés. A intimidade contraída a deixava cada vez mais desajeitada, sendo guiada apenas pelo prazer enorme que sentiu quando a mão direita de Marina lhe invadiu a blusa. De olhos fechados, Clara quase não notou quando Marina a levou para dentro do quarto com toda a delicadeza que lhe era possível naquela situação.
Sem ter como fugir, Clara entreabriu os olhos.

–Não quero que faça nada de que se arrependa. -Alertou Marina, e Clara lhe respondeu com um sorriso doce. É claro que não se arrependeria.
A mão fina de Marina se posou sobre o peito de Clara, que viu o próprio coração saindo pela boca. Ela lhe deu um empurrão, fazendo com que o corpo da assistente caísse de forma sensual sobre a cama. A fotógrafa não perdeu tempo, e montou em Clara. Com uma perna de cada lado do corpo dela, Marina praticamente sentou em Clara. Ela desceu o rosto de forma graciosa e misteriosa, fazendo com que Clara esquivasse as costas e elevasse o rosto, tentando beijar-lhe os lábios. Para surpresa da dona de casa, Marina a afastou. Segurou as mãos de Clara sobre o lençol branco, e fez com que ela se sentisse dominada. Com um beijo no pescoço, Marina desceu sob Clara. Lhe arrancou a blusa, e explorou o corpo que tanto ansiava. Com o sutiã de Clara ainda em seu caminho, Marina tirou-o o mais rápido possível.

Com a ponta dos dedos, ela explorou o peito de Clara: os seios rosados foram sua parte preferida. O bico cor de rosa acompanhado das auréolas clarinhas. A maciez da pele dela lhe encantava. Com certa delicadeza e cuidado, Marina abriu o cinto de Clara, que conseguiu, finalmente, levantar o corpo e alcançar os lábios da fotógrafa. Ela gemeu quando sentiu os dedos de Marina encontrarem o úmido de sua calcinha, por debaixo da calça jeans que usava. Marina afastou-se dela e puxou o jeans, deixando, apenas de calcinha, a dona de casa que lhe tirava o fôlego.
Ela se deitou sobre Clara, e tirou sua calcinha com a ponta dos dedos, causando-lhe arrepios. Marina apertou a coxa de Clara, que, de olhos fechados, agarrou-se aos lençóis da cama. O caminho de beijos que fez de seus seios até a virilha de Clara deixava como marca uma camada fina de saliva. Clara estava lidando muito melhor com a situação do que Marina esperava. Os olhos revirados e o suor que lhe cobria a pele entregava o prazer que a dona de casa sentia a cada toque de Marina. Marina beijou-lhe a virilha, e Clara jurou ter chegado ao seu clímax. Mal sabia ela que aquele era apenas o começo de todas as sensações novas que estava prestes a experimentar.

Marina seguiu os beijos suaves e molhados até a intimidade da amada. Com a ponta da língua quente e confortante, Marina fez cócegas no clitóris Clara, fazendo com que a intimidade rosada da dona de casa pulsasse como nunca antes. Marina usou a ponta dos dedos acompanhada das unhas curtas e sem cor para acariciar a intimidade de Clara. Ofegante, Ela não sabia se se agarrava aos lençóis ou se acompanhava a outra mão de Marina, que lhe apertava os seios de maneira feroz. Não sabia bem como reagir a tudo aquilo. A fotógrafa usou o indicador para fazer movimentos doces, leves e arredondados no clitóris de Clara. Os olhos da dona de casa se reviraram mais uma vez, e Marina sorriu em vitória. Clara sentiu a respiração quente de Marina se aproximar novamente de sua intimidade, e o gemido acabou saindo mais alto do que o esperado: quase um grito.

–Marina... -Ela gemeu, arrancando um sorriso safado de Marina. Ela se deliciou com a lingua morna em Clara, que esquivou as costas quando sentiu os dois dedos de Marina em sua entrada. Com um cuidado extremo, Marina adentrou os dois dedos em Clara, que levantou os quadris como se estivesse se exercitando. Os dedos alcançavam os pontos que Clara sabia serem seus pontos fracos. Com certa rapidez, enquanto puxava os cabelos de Marina com uma mãe e agarrava os lençóis com a outra, ela gozou. Os dedos de Marina ficaram úmidos na hora, e ela fez questão de lambê-los. O corpo de Clara, ainda extasiado, não respondeu aos seus primeiros comandos. Ela ainda estremecia, quando Marina lhe beijou os lábios.

–Meu Deus, Marina... -Ela disse, com os cabelos molhados de suor espalhados por todo o lençol.

Marina mordeu os lábios, e lhe deu outro beijo quente.

–Sabe que eu sempre imaginei eu e você... Mas eu nunca soube como seria.

–Espero ter superado suas expectativas.

–Todas elas. -Respondeu, roubando outros beijos de Marina. Os corpos suados se roçaram mais uma vez, e Clara aproveitou para tirar casquinhas de Marina. Tirou a blusa da fotógrafa, e admirou-lhe os seios pequenos, angelicais. Enquanto Marina fechava os olhos, Clara lhe massageava o peito. A fenda entre os seios, e o sutiã cor da pele que implorava para ser tirado dali. Clara suspirou, totalmente sem experiência. Já havia visto outras mulheres nuas, mas nunca sentido o calor que lhe consumia naquele momento. Marina, percebendo o desajeito de Clara, lhe pegou uma das mãos, guiando-a. Ela fez com que a mão de Clara lhe apertasse o seio direito, soltando um suspiro. Clara arremessou o sutiã de Marina pelo quarto, e não tinha nem ideia de onde ele havia parado. Sem delongas, ela beijou os seios pequenos de Marina. A boca molhada deixou como rastro a saliva de Clara, que deu chupões e mordiscou, fazendo com que Marina fosse a loucura. Agora menos envergonhada, Clara explorou o corpo de Marina com as mãos: desceu a direita até a saia que Marina usava, e a invadiu pela parte de baixo. Sentiu a intimidade úmida de Marina em seus dedos pouco tempo depois. Sem nenhuma dificuldade, ela fez Marina ir á loucura com pequenos movimentos de vai e vem. Afastou a calcinha coma ponta dos dedos e lhe penetrou um dedo. Marina gemeu alto, e aquela era a deixa para que Clara continuasse.

–Meu deus, Clarinha... Ah...

Ela desceu sobre o corpo de Marina e lhe beijou as coxas. Com dois dedos ainda segurando a calcinha de Marina para o lado, ela usou a língua para levá-la a loucura. Marina segurava a cabeça de Clara e levantava o quadril, pressionando o rosto dela contra sua intimidade. Marina revirou os olhos e, finalmente, chegou ao seu clímax. Ela estremeceu, e Clara segurou suas pernas, dando beijos em sua coxa. Marina gemeu alto, no auge do prazer. Surpresa, ela abriu os olhos e piscou as várias vezes que lhe foi preciso para que ela acreditasse que não estava sonhando. E não estava. Para completar sua surpresa: não tinha ideia de como Clara havia conseguido ser tão boa em algo que nunca fez antes. Com um sorriso bobo, ela puxou Clara para cima de si. Os seios das duas se roçaram e enrijeceram na mesma hora, proporcionando às duas uma sensação gostosa. Marina avançou sobre a boca de Clara, dando-lhe um beijo calmo e sensual.

–Onde você aprendeu isso tudo, coisinha? -Perguntou, deixando Clara totalmente envergonhada.

–Com você. -Marina levantou uma das sobrancelhas. -Quinze minutos atrás. -As duas riram.

A felicidade que invadiu ambas naquele momento era perceptível para qualquer um. Clara se deitou sobre o peito de Marina, que acariciou os cabelos dela.
Quando a dona de casa adormeceu, Marina levou um tempo para acompanhá-la. Achou aquela situação engraçada. Clara estava, finalmente, em seus braços. Era completamente dela. Toda dela. Mas nenhuma de suas dificuldades em casa estavam vencidas ainda. Cadu estava lá e, infelizmente, ainda era seu marido. Os pensamentos ruins se afastaram assim que ela observou Clara enquanto ela dormia, tão linda...

–Eu te amo tanto. -Passou a mão pelos cabelos de Clara, dando um beijo delicado em sua testa. Sabia que teria de enfrentar um mundo de dificuldades, e não sentia medo daquilo. O caçador havia finalmente virado a caça. Clara não seria apenas mais um troféu na prateleira de conquistas de Marina. Ela seria o maior troféu, o primeiro lugar. O prêmio, melhor dizendo. Seria o melhor e o último.
De algum jeito, a voz de Marina invadiu o sonho de Clara, e ela chegou até a abrir os olhos, aconchegando-se melhor no abraço de Marina.
"Eu te amo tanto..."