As Long As You Love Me - Justin Bieber
9 Capítulo 9
Notas iniciais
"
– SE TEM ALGO ACONTECENDO COM ELA, É MELHOR O SENHOR DIZER. POR QUE SE ELA MORRER, VOCÊ VAI VER O QUE EU FAÇO COM ESSE HOSPITAL, VOCÊ ME OUVIU? SEM VIDA.
– Sim senhor.
Entrei no quarto e ela estava acordada."
Fiquei tão feliz em vê-la bem, em ver o estado que ela estava... Eu não conseguia descrever o quanto ela era importante para mim e o quanto estava feliz por ela estar bem.
- Como está a minha flor do campo?
- Ela está bem, aparentemente. E o meu chocolate?
- Eu não pareço um chocolate, mas estou bem.
- Mas é por que você é gostoso. E eu lá pareço com uma flor do campo?
- A mais cheirosa de todas. Wow, Haha! — Eu ri.
Lia Narrando :
Não sei ainda o motivo de estar enternada, eu só me lembro de quando o médico avisou que minha avó estava bem, então eu... caí no sono... Acordei com uma forte dor de cabeça, fui medicada e voltei a dormir. Justin começou a conversar comigo, tentando me destrair, e quando eu o perguntava o que havia acontecido, ele fugia do assunto. Eu praticamente não estava entendendo nada, mas sabia que tinha algo errado. Depois de um tempo, alguém bateu na porta e o Justin foi abrir.
- Olá, como está a princesinha?
- Estou em uma cama de hospital, com o cabelo bagunçado e com dor de cabeça... Mas estou bem! E você?
- Mas você continua linda. Eu estou ótimo em ver você bem.
- Aw...
Ele tirou as rosas brancas que estavam atrás do suas costas. Finalmente, estava curiosa para saber o que era aquilo que ele estava escondendo. Eram lindas!
- Pra você! Uma flor para outra flor.
- Aw liam!
Sorri. Peguei as flores e coloquei na minha bancada. Justin estava aparentemente com ciúmes. Ele encostou na parede e ficou observando a cena.
- Posso falar com você, a sós lia?
Falou Liam. Justin não falou nada e apenas saiu da sala.
- Estava pensando em nós. — Ele sentou na cama.
- Nós?
- Sim, em nós dois... No beijo do parque.
- Mas, não existe nós dois. Não inventa, Liam.
- Existe sim... você gosta de mim. Eu sei que sim.
- Não... eu gosto do Justin.
- Não me magoe, querida. Eu te amo tanto.
- Sai fora, Liam... Me deixa.
Nunca. Liam se aproximou de mim e tentou me beijar. Esperniei o máximo que eu podia, eu me sacudia para não deixar ele me beijar. Infelizmente era em vão. Liam agarrou o meu rosto e me beijou.
Justin viu tudo, pela janela que havia no quarto. Ele estava com certeza ferido, e muito desapontado. Liam deixou o quarto dizendo :
- Você ainda vai ser minha, lia. Aguarde!
Justin entrou furioso no quarto.
- POR QUE O BEIJOU?
- Não fu...
- NÃO IMPORTA. Eu to pagando isso tudo pra você, eu já comprei até caixão para sua vó, já marquei o enterro e tudo. Estou fazendo que tudo para te ajudar e você me trai?
- A GENTE NÃO TEM NADA JUNTOS. VOCÊ NEM ME PEDIR EM NAMORO PEDIU. TE TRAIR COMO?
- ME ESCUTA!
- COMO VOU TE ESCUTAR SE VOCÊ NÃO ME ESCUTA, VOCÊ NEM ME OUVIU.
- ENTÃO FALA!
- O Liam me beijou, ele me agarrou. Eu não queria.
- NÃO ERA O QUE PARECIA PELA JANELA!
- EU NÃO SEI O QUE PARECIA, EU SÓ SEI QUE TE AMO GAROTO, SE TOCA.
- Não importa. Eu só não deixo você aqui sozinha por que você precisa de mim. Eu vou pagar tudo, não se preocupe, mas não existe mais "nós"
- EU NÃO PRECISO DO SEU DINHEIRO!
- FODA-SE! FIQUE AÍ E NÃO SE EXTRESSE! VOU PAGAR E PRONTO PORRA!
Resolvi não responder, estava completamente machucada. Mas não podia culpa-lo, ele com certeza estava também. Eu não sei como vou viver sem o justin, ele é o meu ponto de apoio agora. Minha tia já deve ter roubado o dinheiro que minha avó tinha na casa e foi embora para o brazil, e agora o que eu faço sozinha? Eu disse que sabia morar sozinha, mas não é verdade. Eu tinha meu pai a noite em casa, e uma parte da manhã. O que me mantinha segura. Não vou mais conseguir viver. E agora?
Um dia se passou. O médico entrou no quarto e falou que eu estava ótima e que eu já poderia voltar para casa. Arrumei minhas coisas, e fui diretamente para o velório e o enterro da minha avó. Saí de lá era umas 4 horas, e quando estava deixando o local, eu avistei justin encostado do outro lado da rua. Decidi continuar meu caminho até o ponto de ônibus. Até que justin atravessou, puxou meu braço e falou :
- Aonde vai?
- Pra casa, descançar.
- Vamos então. Estava te esperando.
- Não, eu quero ir de ônibus.
- Você vai comigo, não tem como você ir para casa logo após sair do hospital.
Aceitei o convite, afinal estava muito cansada. Logo após 30 minutos, cheguei em casa. Corri para o meu quarto e deitei-me na cama.
- Obrigada justin, por tudo.
- Tudo bem, adeus.
- Adeus.
Aquele adeus seco de justin bateu fundo em mim, eu estava sofrendo muito com aquele "gelo". Eu tinha certeza que o amava mais que tudo, e eu estava muito apaixonada por ele. Eu precisava acertar as coisas, eu precisava esclarecer tudo, dizer o como eu o amo. Eu estava a ponto de o mandar uma mensagem, pra ele vir na minha casa, para podermos conversar. Mandei-a e fiquei esperando uma resposta. Após uma hora, ele me respondeu dizendo.
- tá. que horas?
- Daqui uma meia hora?
- tá.
Ele continuava com aquele gelo inquebrável dele. Tomei um banho e me arrumei. Eu estava só de sutiã
com essa calça : http://6img.skins.be/1/4/7/7/4/5/6/99729-avril-lavigne-candid-la-04-01-2009-03-122-97.jpg
e um all star preto. Enquanto passava a maquiagem, escutei um barrulho muito alto lá em baixo. Derrepente 2 garotos abriram a porta do meu quarto e começaram a me agarrar. Eles colocaram um bano no meu nariz e eu adormeci. Depois de um tempo desacordada, acordei em um lugar assustador, amarrada e deitada no chão, só de sutiã e calça.
- SOCORRO! — Gritei desesperada.
- ME AJUDEM! ALGUÉM?
Gritar era inútil, estava escuro e eu estava aparentemente em uma floresta bem deserta.
- Olhem quem acordou...
- LIAM?
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