As I Lay Dying

7 Até meu último suspiro


Notas iniciais
Espero que gostem!

Haviam se passado duas semanas desde a sessão de fotos, cada dia era um sacrifício para aguentar. E há cada noite uma tortura, as dores, a febre o suor me atormentavam. Eu queria Elena, precisava do meu amor aqui comigo. Nos meus braços era o lugar dela. No caminho para o estúdio vi um enorme outdoor meu em roupas intimas. Aquilo era constrangedor. Como Tori havia dito, o sucesso foi instantâneo. Havia alguns fotógrafos me seguindo, mas segundo ela, logo seriam vários. Isso não ajudava em nada. Tori também havia me pedido para tirar mais algumas fotos antes de ir para a Bulgária, concordei, afinal meu voo seria apenas depois de amanha.

Depois de tirar as fotos vi em meu celular algumas chamadas de Katherine, retornei imediatamente.

— Hey, Kath que foi? – perguntei.

Finalmente atendeu. Onde estava?

— Fazendo um ensaio, dessa vez com roupa.

Certo. Queria saber se não quer vir aqui no Starbucks tomar um café comigo e com o Kol, ele trouxe a irmã dele.

— Isso não é uma armação para eu ter um encontro, é? – perguntei rindo. Katherine sabia ser engenhosa, mas respeitava minha escolha de querer Elena.

Não! É que ele a trouxe e para ela não ficar segurando vela...

— Sei... Mas já estou indo sim. Ah, você já viu esses outdoors nossos pela cidade? – ri acompanhado por ela.

Só eu fiquei constrangida? E tem uns caras tirando fotos de mim o tempo todo.

— Idem. Olha, vou desligar, porque eu estava no estúdio e já estou dobrando a esquina para chegar ai.

Até mais gato!

— Tchau sua chata. – desliguei e caminhei até chegar lá. Entrei e os avistei em uma mesa, me dirigindo até lá. Uma garota loira estava virada de costas para mim, sentei ao seu lado e cumprimentei Kol e Katherine.

— Damon? Você está bem? Está tão pálido, os lábios também... tudo bem com você? E essas olheiras horríveis? Não é de hoje que te vejo assim... — disse preocupada.

— Ta tudo bem Kath, é só o cansaço. — Ao me virar para cumprimentar a garota levei um susto.

— Rebekah?

— Damon! – ela deu um sorriso alegre. – Quanto tempo!

— Pois é.

— Nossa...

— Se conhecem? – perguntou Kath com um olhar confuso e Kol igualmente confuso.

— Sim, ela é amiga da Elena.

— É! – concordou Beckie. – Nossa, antes eu pegava taxi com você, e agora te vejo por todo canto de cueca... –ela corou percebendo o que falou. – Desculpe! – a olhei erguendo a sobrancelha e tirei um cigarro do bolso.

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— Não se preocupe, muitas pessoas tem me visto de cueca. – e levei o cigarro á boca.

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— Ah, não Damon. Aqui não! – reclamou Kath.

— O que?

— Larga isso! Você já fuma isso o dia todo, aqui não né?

— Certo. – apaguei o cigarro e o levei á lixeira. Voltei a sentar e virei para Rebekah.

— Você... Tem falado com a Lena? – perguntei.

— Ah, sim. Bastante. Ela até me mandou uma foto dela no dia do noivado. – quando ela falou isso todos a olhamos assustados.

— No-Noivado? – perguntei.

— É. Essa era a condição que a mãe dela impôs para que ela pudesse voltar para casa.

— Pensei que ela havia dito isso apenas para que eu me sentisse mal, porque ela estava com raiva.

— Não, era verdade, olha. – ela me mostrou a foto de Elena no celular.

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— Ela esta linda, sempre foi. – falei maravilhado olhando a foto.

— Sabe, acho que vocês ainda vão ficar juntos, não se preocupe.

— E como ela está? – ela hesitou.

— Bem, muito bem. O noivo dela é um cara legal.

— Mas, ela já... Me esqueceu? – perguntei inseguro.

— Olha Damon, acredite é melhor eu não falar nada.

— Porque não? – insisti.

— Porque você quem ficara magoado.

— Eu estou indo para a Sófia depois de amanha. Poderia me dar o endereço de Elena?

— Damon...

— Por favor. Olha, eu vou lutar por ela, ok? Até meu ultimo suspiro eu vou lutar com todas as minhas forças.

— Tudo bem, eu te dou o endereço.

[...]

Nos últimos dias eu fiquei deitado o tempo inteiro, sem vontade pra nada. Mas agora ali estava eu, mesmo mole e cansado, mas ainda sim extasiado, no aeroporto esperando chamarem meu voo. Eu não acreditava que iria vê-la dentro de algumas horas. Em meio aos pensamentos chamaram meu voo, prontamente me levantei, talvez rápido demais e fui caminhando... Estava tudo escurecendo, turvo... Lento. E então não senti mais nada.

[...]

Acordei e fitei o teto branco. Olhei ao redor, tudo branco. Vi Stefan adentrar no quarto, parecia cansado emocionalmente.

— Maninho, e ai? – perguntei.

— Oi Damon, que susto que você me deu viu!

— Olha, eu não sei que estou fazendo aqui, mas eu tenho que ir. Vou buscar Elena.

— Damon, você não vai poder sair daqui tão cedo.

— Porque não? Eu tenho que ver Elena... – perguntei.

— Tem um longo tratamento para fazer. Mas o medico disse que suas chances são muito boas!

— O que eu tenho? – perguntei impaciente.

— O exame de sangue que fizeram em você acusou...

[...]

Notas finais
comentem e recomendem babys...
xoxo, Carolyn