Notas iniciais
Pronto gente! Tudo resolvido espero que adorem o cap, e por favor, comentem! Eu mereço comentários depois de tudo? :(

POV Katherine

Essa festa estava sendo praticamente tudo o que eu queria. Bebidas, drogas, pessoas bonitas. Vocês entendem quando eu digo que era A festa? Então. Nem parecia que Damon seria capaz de dar uma festa nesse estilo, confesso, fiquei impressionada. E claro, dessa vez Elena não escaparia. Eu traria a velha Elena de volta, e ainda melhor.

E em falar em Elesma, lá estava ela, tendo uma “DR” com o senhor Stefan Simpático. DR quer dizer discussão de relacionamento, eu sempre tinha muito disso. A peguei pelo braço deixando Stefan falando sozinho e entrei em uma quarto escuro, acendi a luz, e fechei a porta.

– Porque está rastejando pra ele? – a encarei. Ok, eu já sabia que ela era muito de fazer isso.

– Só estávamos discutindo! – alegou ela.

– Elena, larga de ser lesma. Elesma. – ela me encarou mais depois riu de canto. — As vezes sinto falta da velha Elena, que me ajudava nas loucuras, que era insana... – fiz a minha melhor carinha de dó, estilo gatinho do Shrek. Dei uma volta em torno dela e enrolei uma mecha de seu cabelo em meu dedo. – Sinto falta daquela garotinha que está enterrada ai por um motivo que já passou. – parei em sua frente e suspirei. Me fingindo frustrada. Pude ver em seu olhar que ela pensava sobre o caso.

Música Kelena Putonasss

– Ok, uma dose, Nada mais! – sorri. Pronto, Katherine e sua incrível capacidade de convencer.

– Sim senhora! – peguei sua mão e saímos dali indo em direção ao bar improvisando onde várias pessoas enchiam a cara.

Eu e minha cópia nos sentamos em um banquinho e levantei as mãos indicando um dois. Duas doses de tequila.

Logo o garçom trouxe as doses e eu e minha irmã nos encaramos. Peguei o sal e joguei na mão enquanto Elena fazia o mesmo. Lambemos ele e chupamos o limão e em seguida viramos de uma vez a tequila. Olhamos uma pra outra e fizemos cara de azeda mas depois rimos. Pedi mais duas. No início ela me olhou em desaprovação, mas assim que me viu lambendo o sal da mão não aguentou e fez o mesmo. E assim se passaram... Uma, duas, oito tequilas.

Elena ria feito louca e depois ainda tomou bem umas três vodkas. Eu sabia, ela era fraca pra bebida e já estava se soltando. Sorri com o pensamento, meu plano estava saindo do jeito que eu queria. Enquanto minha gêmea enchia a cara, eu fui até uns garotos (Que por sinal eram maravilhosos) pra conversar.

– Olá meninos... – falei me entrosando. Eles olharam com malicia e sorri, eu sabia o que eu podia causar nos homens.

– Oi gata – disse um loirinho alto e forte.

– Preciso de dois de vocês pra fazer tequila no tanquinho. – passei o braço na cintura de um loiro e um moreno. – Alguém se habilita? – sorri usando meu charme.

– Nós vamos. – disse o moreno ao meu lado, se referindo a si e ao loiro.

– Ok... Mas antes, qual é o nome de vocês?

– O meu é Christopher, Mas pode me chamar do que quiser, até de Chris que é um apelido que eu odeio. – olhei canto e vi Damon com os braços cruzados me encarando. Vamos lá, Damon, quero jogar. Me aproximei do rosto de Chris e mordi sua orelha.

– Belo nome. – sussurrei de forma sensual fazendo o loiro rir rouco. Quando olhei pra Damon, pude ver a ódio em seu olhar e logo depois, ele saiu dali com passos firmes. Ri por dentro. – E o seu? – perguntei pro moreno.

Thomas. Eu diria que é um prazer conhece-la... Mas prazer comigo, é só em outro lugar. – ri e ele me deu uma piscadinha sacana. Esses caras eram deuses, como eu não os tinha descoberto antes? Ou talvez fosse só o efeito da bebida?

– Vem. – peguei Chris pela mão e Thomas o seguiu até o balcão de bebidas, Elena parou de beber imediatamente e me encarou abrindo um sorriso que ia de orelha até orelha.

Música Kelena Soltando a Franga

– Uau.. – foi tudo o que ela disse.

– Tequila no tanquinho, minha irmã! Como nos velhos tempos. – se fosse possível seu sorriso abrir mais, ela teria aberto.

Os garotos não perderam tempo e logo tiraram a camisa deixando a mostra seus corpos... De deuses do Olimpo. Chris peludinho, hm, gostei.

“Tequila no tanquinho, tequila no tanquinho!” as pessoas gritavam. Me ajoelhei em frente a Chris nem me importando com a multidão que nós cercava, aquilo era bom pra mim.

Joguei a cabeça pra trás e gargalhei. Que diabos eu estava fazendo? Sendo a puta sem compromissos de sempre, certo? Então porque eu estava me sentindo culpada? Ah, dane-se! Peguei um copo de vodka que Chris me oferecia e virei, deixei que a queimação levasse a culpa embora. Pronto, renovada.

Espremi o limão no tanquinho dele enquanto Elena fazia o mesmo no de Thomas. Chris jogou o sal e logo depois e bebida. Era um corrida, eu não podia deixar o líquido chegar até você-sabe-onde. Lambi com vontade e deixei ele descer rasgando pela minha garganta, Chris virava a cabeça pra trás e ria, adorando a sensação. A bebida descia por aquele corpo e eu só pensava nisso, lambi sua virilha, e o deuso de olhos azuis e cabelos amarelos pegou em meu cabelo adorando o que eu estava provocando nele. Chris me levantou e encarou minha boca, logo depois a atacou, aquele beijo era bom. As pessoas a nossa volta gritavam loucamente, e então ouvi Elena dizer:

– VODKA NO BODY! – as pessoas a levantaram do chão e ela gargalhava. Essa era minha garota! Tirei a blusa e ela também, joguei a vodka entre meus seios e ela escorreu pela barriga enquanto a boca faminta de Chris a atacava. Ele subiu e lambeu meus seios, pescoço e boca.

E então presencio uma cena que era óbvia: Damon deu um soco em Chris e me pegou pela mão, saindo praticamente correndo do local e nos trancando em um quarto.

Música Datherine e Stelena

– Que diabos pensa que está fazendo?! – gritou ele segurando meu braço. A música era baixa e mal dava pra se ouvir.

– Eu estou me divertindo como uma pessoa sem compromissos se divertiria! – gritei de volta e o dono dos olhos mais belos do mundo me fuzilou com o olhar

– Você não vai voltar pra lá! Pra aquela putaria! – gritou de novo.

– Você não manda em mim Damon, agora me solta! – me remexi toda, mas era inútil. Ele era muito mais forte que eu.

– Não.

– Me solta, AGORA! – gritei mais alto mas não adiantava. Ele mal se movia. Ele colou nossos corpos, deixando-nos cara a cara. — ME SOLTA! – tentei de novo e sua boca estava tão próxima da minha que era difícil eu pensar em qualquer coisa a não ser ela.

– Você quer guerra?

– Sim. – sua boca se aproximou mais e mais, e eu fechei os olhos, esperando ela invadir a minha em uma sincronia perfeita, como se fossem feitas sob medida uma pra outra.

– Então é isso que terá. – mas a única coisa que senti, foi um beijo molhado na minha bochecha. E depois, Damon me deixou ali, sem mais nem menos.

POV Elena

Depois de uma, duas, 2069 doses de bebidas alcoólicas, eu me sentia tonta, mas era como se eu tivesse libertado algo que estava preso a muito tempo em mim, a personalidade real de Elena Gilbert. Procurei por Katherine e não a estava achando. Onde essa minha gêmea maluca se meteu? Vi Caroline no barzinho e fui até ela, que não estava em um bom dia pelo visto.

– Se divertindo? – perguntei sorridente.

– Não. Mas, parece que você, Katherine, e Klaus estão. – ela olhou em direção a Klaus que falava com uma garota de cabelo lisos escorridos e negros.

– Porque Klau.... – Ok, Elena. Coloca essa cabeça bêbada pra funcionar. Caroline vivia dando olhares pra Klaus, quais são as melhores respostas do porque? Ah, claro... – Ah, vo..vo..cê gosta dele!

– Ótimo, genia! Pra garota mais esperta do grupo você demorou pra sacar em! – ela riu sem humor.

– Porque não vai falar com e..el...ele? – Beleza, eu estava soluçando que nem aqueles bêbados de filmes. Peguei uma RED LABEL que estava do meu lado no balcão e empurrei pra ela, que a principio, encarou a mim e a bebida, mas depois virou de uma vez só.

– Tem razão. Sou loira linda e maravilhosa. – ela jogou os cabelos pra trás e saiu dali re quebrando, ri.

Senti alguém me abraçar por trás, e pensei que era To...Tom...Tomate? Não, sua anta. Thomas, é isso? Sim, é.

Mas eu conhecia aquele abraço como ninguém conhecia.

Stefan...

– Sinto falta de te tocar – suas mãos me apertavam e eu amava senti-las em meu corpo. – Não consigo ficar sem você.

– Eu.. eu não consi...si...sigo viver sem você. – Droga! Eu estava soluçando mesmo?

– Céus, você está péssima! – ele ri e eu ri junto. – Vem, vamos pra algum lugar mais calmo pra conversar.

POV (especial)

Música Klaroline

Caroline Você consegue, Carol. Ele é só um popularzinho metido a pega todas. Ok, você consegue.

Andei até onde Klaus estava, e por sinal, estava já armando planos pra mais tarde sair com essa baranga morena. Respirei fundo e peguei mais uma dose de bebida de uma bandeja e segui ele até a porta dos fundos, que dava pro jardim.

Assim que abri a porta com cuidado, vi um loiro fumando cigarro de hortelã e tentei criar coragem pra dizer um oi.

– Oi... – falei assim que ele me olhou com seus olhos azuis céu.

– Hm, oi. – respondeu sem dar importância.

– Parece que tivemos a mesma ideia... Vir aqui esfriar a cabeça. – droga o que eu estava fazendo? Que jeito de puxar papo mais ridículo.

– É, parece que sim, loirinha. – ele jogou a pituca do cigarro na grama e foi se sentar no balanço de dois. – Caroline, não é? – Nossa! Impressionada que o senhor sedução sabe meu nome.

– Isso. Klaus, é isso? – falei fazendo o mesmo, fingindo que não sabia quem ele era.

– Por favor, não finja que não conhece Klaus Mikalson. – ele revirou os olhos e riu de canto. Klaus deu tapinhas no lugar vago ao seu lado. – Sente-se aqui, Caroline. Vamos conversar.

Por onde eu começaria?

Como eu diria pra esse ignorante que sou apaixonada por ele desde a sexta série?

Como eu realizaria meu sonho, de ficar com ele, pra quem sabe, todo o sempre?

É, Caroline, você teria um grande trabalho pela frente.

Notas finais
Gente n me deixem na mão! Sei que fui uma pessiam escritora nos ultimos tempos, mas nunca abandonaria a fic. O próximo vai ser a part 3 e ultima da festa! Bjs amorasss