As Executoras

6 Capítulo 6


Notas iniciais
Oieeeeeeeeeeee! Tudo bem com vocês? Taí mais um super capítulo escrivo por euzinha! Boa leitura, espero que gostem!

“Bem vinda Nikki! Meu nome é Elisabeth e sou sua fã. Sei que isso parece loucura, mas venho seguindo você desde que Taylor morreu. Ela era legal, a garota mais popular da escola, mas não dava bola pra mim, então achei você! Você é muito mais legal que ela! Acho super maneiro o que você faz e curto muito o jeito que você mata. Sabe aquela vez que você mirou a cabeça do vampiro com uma pedra e acertou bem no olho dele, depois você o decapitou com um machado? Foi a minha favorita, apesar de ter feito muita sujeira. Mas, sem sujeira não há estilo, né? Bom, mas não escrevi isso pra ficar te bajulando (ta, foi um pouquinho), então vamos logo ao que interessa.
Enquanto você trabalhava durante essa semana, tirei os olhos de você e observei Angie (Ela bateu bastante na Cath! Depois você me fala como ela está? Estou preocupada...) e sei por que ela queria que você matasse Larry. Também sei sobre o que Willie falava antes de morrer. Posso te dar todas essas informações e mais algumas que você nem imagina, mas há uma condição.
Pense sobre o assunto e, se quiser saber tudo isso, mande essa frase na ask do meu tumblr:

‘NO! Jimmy protested’, disse o garoto que se assustou com o VAS HAPPENIN’ do Zaza e se tornou melhor amigo do garoto cacheado.

Aguardando ansiosamente por sua resposta.”

Essa menina é louca! Além de ser burra! O que ela ta pensando? Ela acha que pode sair por aí seguindo os outros, investigando o que não é da conta dela? Como ela sabe sobre Cath? Ela não pode chamá-la assim! Só eu posso chamar Catherine de Cath! E Willie? Ela estava do lado dele quando ele disse aquilo, ou ela entrou no meu computador e leu os e-mails de Cath? E que diabos de frase é essa? Não tem sentido algum! Ah! Eu vou achar essa garota e vou ensiná-la uma lição!

Copiei a frase e imediatamente colei e mandei por sua ask. Poucos segundos depois, Elisabeth, respondeu privadamente:

“Me encontre no Starbucks às nove.”

Eram cinco da manhã, eu estava com um pouco de sono. Resolvi cochilar ali, no sofá, mesmo. Coloquei o despertador do celular pra tocar às oito, ajeitei uma almofada na cabeça e pacotei.

Acordei no horário determinado com o meu celular tocando loucamente. Subi pra trocar de roupa e Cath ainda dormia. Coloquei uma calça jeans, um moletom cinza do Slipknot e um All Star azul. Deixei um bilhete pra Cath no criado-mudo e desci. Não fazia sentido eu tomar café em casa, já que estava indo pra uma loja de café, então peguei as chaves do carro e minha bolsa, que ainda guardava a Firestar em um dos bolsos internos, e saí.

Entrei no Starbucks e passei o olho pelo lugar. Haviam algumas pessoas sentadas, mas a maioria delas estava na fila. Todas pareciam nervosas, atrasadas pra algo. Olhei novamente o local e, quando eu ia sentar em uma mesa vazia, pra esperar aquela tal de Elisabeth, ouço alguém gritar meu nome.

- Nikki! – Uma garotinha, que tinha no máximo doze anos de idade, acenava pra mim de uma mesa no canto. Não era nada parecida com a imagem que meu cérebro havia feito dela. Ela tinha cabelo loiro comprido e olhos azuis. Estava com um moletom preto, que tinha algo escrito, mas só dava pra ver o “I ♥”, pois o resto do seu corpo minúsculo se escondia atrás da mesa. Me aproximei e ela estendeu a mão pra me cumprimentar. – Olá. Sou Elisabeth McKintoff. Muito prazer!

Seu sorriso era grande e branco. Ela ficava fofa sorrindo. Até me esqueci de que estava brava com ela e sorri, a cumprimentando também.

— Oi. Eu sou...

- Nichole Winter, Nikki pros mais íntimos.

Ta, já lembrei que to brava com ela. Pigarreei e voltei pra minha expressão de assassina.

- Qual é a condição? – Ela pareceu se assustar por um momento, mas logo voltou ao normal, com seu sorriso estonteante. Já havia enjoado dele.

- Quero trabalhar com você.

- QUE?!?!?! – Acho que falei alto demais. As pessoas ao lado nos olharam, então eu comecei a rir da cara dela, só que mais baixo. Ela pareceu ficar irritada.

- Sim, eu quero ajudar nas investigações e nos casos,e isso não tem graça.

Pigarreei novamente, mas minha expressão continuava a ser de deboche.

- Olha garota, não posso aceitar isso. Por mais que eu ache isso divertido, não posso ter uma garota de onze anos me ajudando nas investiga...

- Treze! Eu tenho treze!

- Tudo bem, mas, mesmo assim, você não pode trabalhar comigo.

- Por que não? Sei tudo o que você sabe, e até um pouco mais.

- Um pouco mais sobre o que?

- Por exemplo: Sei um pouco mais sobre Angie estar sendo controlada por Aro e Jane quando sequestrou Cath.

Fiquei sem palavras, quase de boca aberta, mas não queria parecer tão surpresa assim.

- Como você sabe disso? – Sussurrei, me inclinando pra mais perto dela.

- Vai ter que me deixar trabalhar com você primeiro. – Ela me imitou, se inclinando e sussurrando.

Fiz uma pausa, procurando as palavras certas pra dizer àquela garota. Depois de um tempo, fiquei com uma curiosidade e resolvi perguntar.

- Você morava em Doncaster, certo?

- Certo. – Ela respondeu, um pouco confusa.

- E agora está morando aqui, certo?

- Certo. – Ela disse mais arrastado, prevendo onde eu queria chegar.

- E seus pais? O que eles acham disso? – Resolvi chegar ao ponto.

- Eles não acham nada. Morreram. – Ela disse com a maior naturalidade, sem tristeza, e continuou. – Fui emancipada uma semana antes deles morrerem e, como eram ricos, sobrevivo da herança que me deixaram.

- Que coincidência, não? – Desconfiei.

- Coincidência?

- É. Eles morreram pouco tempo depois de você ter liberdade...

- Você está dizendo que... – Ela emburrou e largou seu corpo na cadeira. – Ah! Por favor!

- Ué! O que mais você quer que eu pense de uma louca que segue as pessoas, se mete no que não é chamada e tem menos de doze anos?

- Na verdade, como eu já disse, eu tenho treze! Treze! E não sou louca! Sou só uma fã que segue seus ídolos. É isso que fãs fazem!

- Bom, de qualquer maneira, não posso contratar você.

- Por quê?

- Exatamente por isso, você tem treze anos!

Ela suspirou alto, estava bastante nervosa.

- Você não precisa me contratar. É só me levar com você. Prometo que só vou falar o que você me perguntar e não vou me intrometer onde não sou chamada. – Olhei pra ela, indecisa. – Por favor?!

Ela implorava, com as mãos juntas, na minha frente.

- Ta, ta bom! Eu desisto! Você pode vir comigo, mas também tenho condições.

- Pode falar! – O sorriso dela ia de orelha à orelha.

- Você não vai falar nada, uma palavra sequer, sem que lhe permitam tal ação. Você vai ouvir e OBEDECER tudo o que eu lhe disser, não importa o quão maluco ou chato isso pareça ser. – Ela ouvia e concordava com tudo. – Você sempre vai estar vestida do jeito que eu mandar, independente da situação. E você vai andar SEMPRE ao meu lado, a menos que diga o contrário. Entendido?

- Sim! Mas eu não entendi o porque de sempre estar vestida como você mandar...

- Por exemplo, se formos pra uma festa de gala, mas à trabalho, vai ter que estar de calça, moletom e tênis. OK?

- Ah, tudo bem. Eu aceito todos os termos e condições. Posso passar pro login?

- Ta, pode.

- Onde você vai agora?

- Vou pra minha casa cuidar de Cath.

- Então eu vou pra minha casa, fazer as malas e pegar o dinheiro.

- Fazer as malas e pegar o dinheiro pra que?

- Pra eu ir morar com você!

- Morar comigo? Do que está falando?

- É. Fica muito mais fácil se formos chamadas pra algum trabalho, se eu já estiver por perto.

- Escuta uma coisa, EU sou chamada pro trabalho. Você apenas está comigo. Capiche?

Ela apenas concordou com a cabeça e eu saí, deixando a garotinha com seu milkshake de chocolate.

- Chego lá em meia hora! – Ela gritou pra mim, mas nem dei o trabalho de me virar pra ouvir.

Voltei pra casa e encontrei Cath fazendo café. Amém! Eu e minha grande cabeça que não pensa. Não comprei nenhum café na LOJA DE CAFÉ onde eu estava. Devo estar ficando louca.

- Bom dia, está melhor? – Perguntei, colocando as chaves do carro em uma mesinha perto da porta de entrada.

- Estou sim! Como foi com a garota maluca?

- Ah! Nem me pergunte, vai ter a oportunidade de ver com seus próprios olhos!

- Ela vem pra cá? – Disse Cath, me dando uma xícara grande de café quente.

- Ela vem morar aqui! – Disse e depois tomei um gole bem grande. Cath se engasgou e quase derrubou a xícara dela no chão.

- Morar?

- É, foi uma das condições dela pra abrir o bico. – Eu sei que não foi bem uma condição, mas Cath não precisava saber.

- Quando ela vem?

- Já deve estar chegando. – Fiz uma pausa e logo depois, falei. – Cath, essa garota é louca! Não dê bola pra ela!

Cath concordou e fomos assistir TV. Adivinha o que estava passando? BOB ESPONJA CALÇA QUADRADA, BOB ESPONJA CALÇA QUADRADA, BOB ESPONJA CALÇA QUADRADA, BOB ESPONJA CALÇA QUADRAAAAAAAAAADA! Assistimos por dez minutos e alguém bateu na porta. Adivinha de novo quem era. Ela estava com uma calça jeans, um All Star branco de couro e o mesmo moletom, que agora dava pra ver o que estava escrito. “I ♥ 1D” Que diabos é isso?
Mandei ela entrar e ela pulou em cima de Cath, gritando e abraçando. Quando ela terminou de matar Cath com aquele ataque, perguntou se ela estava bem e pediu pra ver as marcas de mordida. Eu mereço?

Notas finais
Eu quero meus comentários! Como diz uma das minhas escritoras favoritas, eles tornam o meu dia mais diástico! xoxo