As Estrelas Conspiram
1 Capítulo 1 - Prólogo.
Notas iniciais
Primeiro capítulo meio pequeno, mas, espero que gostem e acompanhem minha fanfic. Escrevo a bastante tempo, mas é a primeira que posto. Primeira sobre ACÉDE também, então está sendo uma "aventura".
Enfim. é isso, beijo beijo.
Enfim. é isso, beijo beijo.
Indiana, Estados Unidos. 6:45 p.m.
Hazel Grace Lancaster.- Hazel, meu amor, você precisa comer alguma coisa — insistia minha mãe pela milionésima vez.- Mãe, é sério, eu tô completamente sem fome...- Pode ao menos abrir a porta? Resmunguei algo baixinho mas, pra não ter que ficar discutindo, destranquei a porta. Enquanto voltava para a cama me olhei no espelho e, definitivamente, estava horrível. Parecia que o câncer havia tomado conta de mim novamente. Estremeci com tal pensamento.- Hazel... Já se passaram três anos. Você tem que esquecer isso.- Eu sei mãe, é só que... É difícil achar alguém como Augustus Waters. Minha mãe apenas comprimiu os lábios e me abraçou e, embora eu não quisesse, retribuí. Ela só estava tentando me ajudar. Não que eu fosse alguém completamente maníaca, e mesmo três anos depois da morte de Gus ainda o amasse e não conseguisse seguir em frente, eu segui, mas o que tivemos era incrível, o Gus era incrível. Nós éramos. - Olha mãe... Já passou. Foi só um momento de... Fraqueza. Esquece isso. - Hazel...- É sério, mãe — a interrompi, a gente tem mesmo que esquecer. Isso já faz tanto tempo... A vida continua. - É... Hazel, nós te amamos. Não quero te ver assim.- Tudo bem — sorri fraco -, eu vou sair, tá bom?- Tá bem. Se cuida. Mamãe saiu do quarto e mandei uma mensagem para Isaac dizendo que iria lá, e também uma para Theo, meu "namorado". Depois do banho penteei meus — agora longos — cabelos, fiz uma maquiagem leve e me vesti. •••- Então você está me dizendo que não gosta de verdade do seu namorado. Você nunca esqueceu o Gus, mesmo depois de sua morte — disse Isaac, com uma cara confusa. - Mais ou menos... Sei lá, Isaac, eu gosto do Theo... Mas ele não é o "cara dos meus sonhos", se é que isso existe. Eu gosto dele, gosto muito, mas às vezes parece que ele é mais como um irmão mais velho, que pagou o tratamento que me livrou do câncer.- Entendo... Eu acho. - A verdade é que a três anos 'tá tudo uma grande merda sem o Gus aqui.- Gus teria brigado com você por ter usado a palavra merda se estivesse aqui. - É — ri fraco. Ficamos em silêncio, eu encarando o chão, o Isaac "encarando nada". - Eu acho — disse ele depois de um longo tempo -, que as coisas vão mudar, pra melhor. Muito melhor. Eu não concordava muito, mas resolvi pensar naquela possibilidade. O melhor estava por vir.
Notas finais
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
Fale com o autor