Notas iniciais

nota - apartir desse capitulo Dymas é o narrador.

\"Prima Jéssica e eu éramos muito ligados quando crianças. Sempre que nossos pais saíam, nos trancavamos no banheiro tirávamos a roupa e ficavamos apontando diferenças nos nosso corpos. \"Eu não tenho isso, mas , em compensação tenho dois disso\" . Era tudo tão inoscente... A brincadeira acabou quando fomos pegos em flagrante. Na ocasião amobs tinhamos 15 anos.\"Nós iniciamos juntos nossas carreiras. Eu como ladrão de ônibus pra desmanche e ela como estelionatária. Foi um começo duro. Às vezes nos cruzavamos em algumas festas. Lembro-me de encontra-la lindissima, num banquete em homenagem ao novo embaixador da Tailandia. Ela roubou os talheres de prata e eu as caixas de toddynho da mesa.Aí ela pegou a sopeira de louça e uns copos de cristal eu os pedaços de picanha que sobraram na cozinha ai no final nós dois aplicamos o golpe do suadouro no embaixador.Haaa , bons tempos ....*_*
Hoje , eu ouvia sua voz e meu desejo era de vingança!- Alfredão? São cinco horas da manha, porra!-Eu sei chuchu — falei disfarçando a voz no interfone. -Mas é um assunto urgente : Dymas escapou da cadeia! D=-O quê?!?!?-Pois é pois é pois é , escapou. Ontem a noite.-Espera ai que eu vou abrir a porra da porta.Ozama ou Juquinha se preferir esfregou as mãos, impaciente.-Ela é gostosa? — ele perguntou.-Mais respeito gorducho. É minha prima!-Mas você não quer se vingar dela ?-Mas ai é outra historia.è uma questão familiar.A discução foi interrompida pelo som da fechadura da porta. Mal podia esperar para estrangular aquele lindo pescocinho, olhei de relance pra mister juquinha e parecia mais seco por vingança do que eu. Já estava começando a me arrepender de ter envolvido o balofo nisso, quando a porta se abriu.- Dymaaaaaaaas!!! — gritou a prima Jéssica, estupefata.-Em carne, osso e ódio — eu completei- Mais osso do que carne — completou mister juquinha me provocando.- Você conseguiu fugir? Que ótimo!-Que cínica...-mumurou mister Juquinha.Jéssica olhou-o de alto e baixo.- Quem é o gorducho? — ela perguntou.-Um amigo — respondi- Ja ouve um tempo que você escolhia melhor suas amizades...- Agora sei porque você a odeia Dymas — Juquinha falou pra mim.- Me odeia? Ridículo bolo fofo. Nós nos amamos, não ´r primo Dymas ?...Jéssica pegou minha mão direita e alojou carinhosamente entre seus seios. Sua camisola era tão fina que pude sentir a penugem alourada que cobre aquele maravilhoso canyon. Jéssica me abraçou como uma lontra no cio. Eu tremi nas bases. Tinha um tesão não resolvido por ela, isso eu não podia esconder. Ainda mais depois de meses naquela penitenciaria, dedicando aos prazeres solitarios do Everton.- Entra aqui comigo Dymas.Ela se trancou no banheiro comigo, como nos velhos tempos. Numa fração de segundos, abriu os 17 botões que segurava a frágil seda sobre seu corpo escultural. Alucinado por aquela visão deslumbrante, comecei a beijá-la em todas as partes. Jéssica gemia como uma gata dengosa. Eu arfava como um cão raivoso- Arromba meu cofre arromba!! — ela gritava.- Ainda bem que eu trouxe meu pé-de-cabra. Abri minha calça violentamente e começamos a fazer amor desesperados como dois adolescentes. Não lembro exatamente oque aconteceu naquele banheiro, mas deve ter sido muito movimentado porque, quando atingimos o climax, o chafariz do bidê, o chuveiro e a descarga jorravam torrencialmente.- Estou toda molhadinha... — disse Jéssica. De repente escutamos alguem bater na porta.- Dymas , sou eu, Juquinha. Tudo bem ai ?-Tudo Juquinha. Pode deixar-Aqui também o serviço esta completo — falou o cabra da peste. Eu e Jéssica nos entreolhamos, sem entender que serviço era esse que ele havia terminado. Abri a porta pra verificar. E a cena mais horrivel da minha vida se descortinou: Mister Juquinha segurava pedaços dos corpos trucidados de tio Barbosa e tia Theófila. Sangue por todo lado, as entranhas dos dois estavam espalhadas pelo chão. E Juquinha sorria.- Você ainda não deu cabo da pequena? — ele perguntou.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.