As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
75 Capítulo 74 –Se Vingando de Um Amigo–Terra 69
Notas iniciais
—Que peitinhos lindos –Comentou Nico olhando um dos desenhos de mulher pelada do Bruno.
—Só esta faltando uma coisa –Comentei.
—O quê? –Perguntou Bruno indignado, pois achava seus trabalhos artísticos perfeitos.
—É sobre a parte íntima feminina, ouvi falar sobre algo chamado clitóris.
—Cli o quê?
—Clitóris! As mulheres tem isso –Afirmei com firmeza.
—Nunca ouvi falar –Comentou Nico.
—É porque ninguém fala dessas coisas –Respondi sobre a repressão ridícula imposta na Terra 69.
—Vamos pesquisar na internet –Disse Bruno digitando na guia de pesquisa. O resultado foi: “Item censurado” e mais nada.
—Fala sério! –Reclamei.
—Gente, esse mundo é um cacete! –Reclamou Nico.
—Cacete –Repeti rindo e nós três caímos na gargalhada nos achando os rebeldes por falar um “palavrão”.
Tínhamos 14 anos naquela época, éramos frustrados pela falta de liberdade, mas ainda assim éramos felizes, nossa amizade nos bastava.
Agora lá estava eu, dois mil anos antes dessa tarde na casa do Bruno, ao lado da deusa Erzulie, observando o momento em que Nico me traiu.
Eu (do passado) e Nico corremos até a esfera mística que podia roubar os poderes do dragão-bruxa, o asiático a pegou.
—Eu vou distraí-la e você usa a esfera! –Sugeri, mas o Nico parecia distraído –Nico! Acorda! O que você?
Senti um impacto no peito e depois um lampejo de luz que quase me cegou. O que estava havendo? Senti como se a energia deixasse meu corpo, mas não era uma energia qualquer. Caí de joelhos perante à Nico que segurava a esfera que brilhava como fogo vivo, olhei para meu próprio peito sem acreditar no que acabara de acontecer.
—Você... Você usou a esfera em mim?!
—Desculpa Dylan, não posso mais viver desse jeito –Fechei os olhos me concentrando para ver a porcentagem do meu medidor sexual.
—Zero.
Tudo a minha volta parecia ter desaparecido. Zero. Zero! Foi como se toda a minha jornada tivesse sido em vão, como se todas as pessoas com quem estive, tivessem me sido tiradas. Suzana, Edmundo, Pedro, Michone, Andrea, Zack, Cody, London, Rubi, Killian, David, Mary Margareth, Regina! Um à um me sendo arrancados! O Henry! Meu Henry! Mística, Thor, Wicanno, Hulking, Dean! Don Quixote e até o próprio dragão-bruxa.
A magia que poderia salvar todo o meu mundo, arrancada de mim pelo meu melhor amigo.
—Como pôde fazer isso, Nico?!
—Você não sabe como essa doença é horrível! Você é imune, nunca teve que sentir a tristeza, a sensação de querer se tocar, de tocar outra pessoa e não poder. Desculpe irmão, mas já cheguei ao meu limite! –Ele quebrou a esfera no próprio peito.
—Nãããão!!!
Seu corpo foi envolvido numa luz, Nico gemeu alto e depois sorriu.
—Estou curado! Posso sentir meus hormônios à flor da pele! Sinto o tesão nas minhas bolas.
—Maldito egoísta! –Lhe dei um soco na cara o derrubando –Você usou a energia que podia salvar todo mundo só pra você!
—Eu estava desesperado!
—Viu? –Perguntou Erzulie chamando minha atenção –Você o amou, seu melhor amigo lhe traiu de forma surpreendente. Seu quinto teste consiste simplesmente em se vingar.
Fiquei em silêncio por um tempo, sim, aquela traição ainda me feria, mas eu já o tinha perdoado.
—Eu sabia que você não era boa peça no momento em que pus os olhos em você! –Disse Violet pra Nico.
—Qual é? Dylan –Disse Nico olhando nos meus olhos e falando manso –Você é meu melhor amigo, por favor me perdoe.
—Talvez você esteja certo sobre a Joana, mas como fica minha missão? E você? Assim que voltar para o futuro vai ser contaminado novamente.
—É por isso que não vou voltar.
—O que?
—Vou ficar aqui no passado.
—Nico, isso... –Tenho que admitir que entristeci ao imaginar em nunca mais vê-lo. Com muita relutância o perdoei, então fui até o Nico e o abracei, ele me abraçou de volta e senti uma coisa dura no meio de suas pernas.
—Nico!
—Desculpa, acho que vou me excitar com qualquer coisa que se mecha pelo resto da minha vida –Rimos juntos.
—Eu te perdoo, vou recomeçar minha missão –Depois de um tempo ficamos sentados na varanda –Tem certeza que vai se acostumar a ficar sem computador, sorvete e papel higiênico? Nico? Nico? –Quando me virei ele estava com as calças abaixadas mexendo no pênis ereto –Sério?
—Que foi? Faz muito tempo que não gozo!
—Tudo bem, te ajudarei na sua primeira punheta pós doença.
O asiático tirou a camisa, comecei a chupar seus mamilos, ele gemia sensível ao menor toque.
—Lembro de você chupando meu pau no meu sonho, será que pode fazer na realida-ooooor!
Chupei seu pênis com destreza, engolindo ele todo, o masturbando e mexendo em seus testículos.
—Ai-aaaaar-ooor! Faz tanto tempo que não bato uma bronha que acho que vou gozar rápido!
Lambuzei os dedos e os enfiei em seu cú, ele fez uma careta de dor, movi meus dedos no mesmo ritmo que chupava sua rola.
—Ai, Dylan! Aaar!
Lambi a cabeça de sua rola, subi beijando sua barriga, chupei seus mamilos e subindo dei um chupão em seu pescoço, ele se arrepiou todo, contraiu cú e se esticou. Cochichei em seu ouvido:
—Que tal perder a virgindade?
—Pensei que não se ofereceria nunca.
Estávamos pelados nos agarrando, meu corpo estava dolorido, mas eu era fogoso de mais e fui assim mesmo. Nico ficou de quatro, o penetrei aos poucos o sentindo tenso, mas logo relaxou, meti nele gostoso, meu pau entrava e saia aos sons de seus gemidos.
O joguei contra a parede de madeira o enrabando de pé, a cada metida o sentia se arrepiar e tremer. Pegava em seu pau todo babado, seu pré gozo estava meio branquicento devia estar liberando um pouco de porra de tamanho que era o seu tesão.
Não nos beijamos na boca, mas não faltou mordias e chupões para aumentar o prazer. Me deitei de costas, o permitindo que finalmente comesse alguém, sem jeito tentou me penetrar, abri minhas nádegas para ajuda-lo e logo empurrou tudo de uma vez, soltei um gemido gostoso. Nico me comeu, hora metendo com força e rapidez, hora diminuindo o ritmo quando sentia o gozo chegando.
—Isso é muito bom! Cú gostoso da porra, Dylan!
—Que tal isso?! –Empurrei meus quadris pra trás e ele gemeu alto.
Me sentei sobre seu pau, rebolei o levando a loucura.
—Ai-ai-ai! Vo-ou Gozar!
O puxei fazendo-o sentar, nos abraçamos e cavalguei com toda minha força, ele gemeu revirando os olhos, senti sua porra quente sendo bombeada pra dentro de mim. Me levantei batendo punheta e em segundos gozei sobre o asiático.
—Oooooor!
Horas depois quando todos fomos dormir Nico me perguntou quanto meu medidor estava.
—Dois por cento.
—Dois?! Sério? Nem se quer um cinco?
Ri de sua preocupação, bem típico de iniciante ficar perguntando como foi, se bem que deve ter gente que sempre pergunta.
De volta ao presente, que na verdade esta no passado, viagens no tempo são difíceis de explicar. Aquele teste também seria difícil, de que forma eu deveria me vingar.
—Vamos viajar no tempo novamente, para uma parte que não interfira cronologicamente na sua primeira viagem –Erzulie nos levou para algum tempo no futuro. Vi o Nico sentado num cais observando a lua cheia –Vá até ele e se vingue.
—Você quer que eu o empurre no mar? O afogue? Por mais que tenha ficado magoado não vou matar meu amigo.
—Você precisa desenvolver um pensamento mais criativo para vingança. O teste é seu, mas sugiro pagar a traição na mesma moeda.
—O quê?
—Vá lá e sugue a energia que ele lhe roubou de volta, faça-o ficar como se tivesse a doença, garanta que ele nunca mais sinta prazer sexual na vida dele.
Fiquei boquiaberto, aquilo era terrível, mas não podia negar que também era justo. Nico tinha zerado meu medidor sexual, nada mais justo que arrancar tudo de volta, naquela época não podia fazê-lo, mas hoje com meus poderes tenho certeza de que consigo.
Sem falar mais nada caminhei até o cais, me sentei ao lado do Nico na ponta que se vira pra mim.
—Eu já disse que não quero comprar nenhum... DYLAN! –Ele exclamou surpreso e se desequilibrou. O segurei antes que caísse na água.
—Oi, Nico –Meu coração aqueceu por revê-lo.
—O que esta fazendo aqui? Não te vejo há meses e pensei que nunca mais veria.
—Tive que voltar novamente ao passado e resolvi te ver –Ele me abraçou.
—Senti tanto a sua falta, amigo!
—Também senti a sua.
—E cadê a chata da Violet? Ainda esta viajando com você?
—Aconteceu tanta coisa depois da última vez que nos vimos. Me separei da Violet, mas nos reencontramos novamente e agora somos um casal... Na verdade um casal quádruplo.
—Um casal quádruplo?
—Eu namoro com a Violet, com um garoto chamado Henry e uma louca quente chamada Lucy –Um sentimento estranho passou pelo rosto do Nico e depois ele sorriu.
—Que inveja. Enquanto eu não consigo achar uma pessoa para amar você achou três! Mas sempre foi assim, o grande Dylan Stark sempre fica com as melhores partes.
—Do que esta falando?
—Você não faz ideia do quanto desejei ser o escolhido para viajar pelos mundos, do quanto ficaria feliz em sair transando loucamente. No entanto a doença já tinha me afetado, eu não era imune como você. Céus, aquela foi a pior parte da minha vida –Ele tapou o rosto ao se lembrar –Ainda bem que hoje posso me masturbar à vontade e transar! Depois que você tirou minha virgindade, já transei oito vezes! –Ele se gabou inflando o peito e me fazendo rir.
Eu não podia fazer aquilo com ele. Não podia lhe roubar a energia sexual. Mas se não fizesse isso não passaria no teste. Nico já me impedira de cumprir minha missão uma vez, não podia permitir que meu amor por ele me fizesse falhar de novo.
—Sabe Nico, eu me lembrei que quando transamos fiquei com muita vontade de fazer uma coisa, mas que fiquei com receio por causa de nossa amizade, mas hoje sou maduro o suficiente para lhe dar com isso.
—Você vai ter que ser mais claro, sabe que sou meio lento.
—Eu quero te beijar –Era o momento, quando nos beijássemos eu roubaria de volta a energia sexual.
—Mas tu é viado, viu Dylan? –Nico debochou rindo –Mas em nome da brothagem, eu topo, a propósito confesso que também fiquei morrendo de vontade de fazê-lo.
E assim nos beijamos sob a luz da lua cheia: “Vamos Dylan, faça!” gritei mentalmente comigo mesmo, mas quando senti o calor daquele beijo meu corpo agiu diferente. Tirei minha camisa e voltei a beijá-lo com ferocidade.
—Sabia que ia caminhar pra isso, afinal tudo sempre termina em sexo com Dylan Stark –Sorriu Nico se despindo e logo estávamos nos agarrando pelados.
Nico não estava mais afobado como da primeira vez, suas outras oito trepadas tinham lhe treinado bem. E tinha algo diferente, não sei explicar, mas estávamos em completa sintonia.
Fizemos um 69, o gosto de seu pau na minha boca me excitava, sua boca quente engolindo o meu, me fazia gemer. Deixei meus poderes de lado e transei como um garoto normal, ou quase. Voltamos a nos beijar, me deitei sobre ele, nossas rolas se esfregando, pulsando duras, babando. Nossas línguas se entrelaçavam, gosto de sexo acendendo-nos ainda mais.
–Eu vou primeiro –Nico disse me virando de costas, mordeu meu corpo até chegar em minha bunda, seu beijo grego ainda precisava ser aperfeiçoado, mas ainda sim, gemi enquanto sua língua dançava desajeitadamente em meu ânus.
—Enfia Nico, come meu cu –Minha frase o enlouqueceu, ele me penetrou de uma só vez e começou a se mover com violência, era assim que eu gostava –Oooor! Isso! Assim vai!
—Que cu gostoso, Dylan Stark!
—Me arromba, Nico Cunha.
—Pelos deuses, até seu sobrenome é melhor do que o meu.
—Você pensa de mais! –Desfiz a posição e montei em seu membro rijo, rebolei o fazendo revirar os olhos.
Um cais no meio da noite era um lugar muito frio de se estar, mas nosso sexo era quente, então estava ‘de boa’. Me inclinei o beijando, Nico apertou minhas nádegas e se apoiou metendo com força. Gemi em seu ouvido, a sensação de seu cacete entrando e saindo de mim era maravilhosa.
—Estou chegando perto! –Ele avisou e saí de cima dele.
—Isso não vai acabar tão rápido, mocinho –Eu podia usar meus poderes para retardar seu ápice, mas resolvi usar os meios tradicionais.
Segurei seus braços impedindo-o de se tocar e lambi seus mamilos, ele gemeu loucamente doido pra gozar, seu pau pulsava liberando pré-gozo. Desci e levantei suas pernas, lambuzei minha rola de saliva e enfiei dentro dele.
—Ooooor! –Ele gemeu e seu pau pulsou ainda mais intensamente.
Sorri e comecei a me mover, Nico queria bater punheta, mas eu o impedia de se tocar. Meti com força, seus gritos excitados deviam estar sendo ouvidos por todo o porto, mas não estávamos nem aí.
—Sinto como se fosse explodir! –Nico gritou suplicando –Me deixe me masturbar!
—Só mais um pouco! –Apertei seus punhos junto ao seu peito, ele envolveu suas pernas em meu corpo enquanto meti com força descomunal.
—Aaaaaar! –Foi uma visão linda, Nico gritava gozando sem se tocar, eu o fiz gozar fodendo seu cu! E sem usar poderes! Os jatos de porra sujaram seus braços (e os meus), barriga e tórax.
Saí de dentro dele me masturbando rapidamente, ele ficou de joelhos, na hora do ápice agarrou minha rola e sugou enquanto enchia sua boca de porra. Ele engoliu tudo.
—Safado guloso! –Disse rindo.
—Aprendi a apreciar o gosto.
Respirei o ar frio da noite, estralei os dedos e estávamos limpos e vestidos.
—Uoooh! O que foi isso? Como você fez isso?
—Aprendi uns truques novos, de forma resumida estou me tornando um deus –Aquela era uma nova habilidade, uma que faz tempo que queria aprender, mas que não tinha nada a ver com o teste.
De repente ouvi a voz de Erzulie em minha cabeça: “ Você é gentil de mais, resolveu dar uma transa de despedida ao traidor, então agora roube a capacidade de se excitar dele e se vingue de uma vez por todas”.
—Um deus?! –Ele perguntou estupefato. Dei um passo em sua direção. Eu precisava passar naquele teste. Todos contavam comigo.
—Nico, sinto muito, mas preciso fazer isso.
—O quê?
Dei um soco em sua barriga com toda minha força, humana, Nico cuspiu no ar, ergui minha mão direita e o arremessei longe com uma pitada de poder divino, ele voou vários metros e caiu se estatelando no chão. Saltei e caí sobre ele, o puxei pela camisa e lhe dei três socos na boca, abrindo-lhe o lábio inferior e o fazendo cuspir sangue.
—Você... Enlouqueceu?
—Essa é minha vingança pela sua traição. Você zerou meu medidor sexual, impediu que eu salvasse nosso mundo! –Mas isso me permitiu conhecer a Lucy e o meu Henry, então na verdade estou é agradecido, no entanto guardei essas palavras pra mim mesmo, uma vez que o teste se tratava de vingança.
—Então você voltou ao passado pra se vingar de mim?
—Exatamente! –Ele não sabe o quanto ajudou.
—Pensei que éramos amigos, que você tinha me perdoado.
—Eu perdoei, mas precisava desabafar, precisava me vingar! Então... –Ele fechou os olhos esperando outro golpe –Vingança completa. Tenha uma vida longa e feliz meu amigo –Beijei seu lábio machucado e fui embora o deixando caído no chão.
—Você é louco, Dylan Stark!
—E você transa gostoso –Disse antes de teletransportar. Sim, pelo jeito estou aprendendo várias coisas novas. Assim que cheguei onde a Erzulie estava, recebi sua explosão de fúria.
—O que foi isso? Chama isso de vingança? Você devia ter roubado a energia sexual dele! Devia tê-lo feito pagar por sua traição!
—Eu não sou assim, eu já o perdoei há muito tempo!
—Deuses do amor precisam saber punir aquele que merecem!
—Serei um deus diferente de vocês.
—Você acha que meu teste é uma piada? Estou tentando te ensinar uma lição! Na verdade a maior de todas!
—Foda-se! Não vou condenar um amigo ao sofrimento só por que você acha que ele merece. Sou Dylan Stark, em breve serei o deus dessa terra e sou eu quem decide como as coisas devem ser por aqui –Estava preparado para sacar minha arma e lutar contra ela, mas Erzulie começou a gargalhar.
—Você não faz ideia do quanto vai se arrepender por não ter me escutado. Mas aí é com você. Você se vingou, de forma humana e não divina, ainda assim, foi uma vingança, então passou no teste. Parabéns Dylan Stark, esta apto a se tornar um deus, isso é, se for mais merecedor do que o Alexander.
Olhei para o cais e vi o Nico se levantando com dificuldade, deve ter machucado as costas quando caiu de tão alto.
—Sinto muito amigo –Disse atravessando o portal com Erzulie e voltando ao presente.
O que vi a seguir fez meu coração saltar, a casa, o celeiro e a oficina mecânica da Alexis estavam em pedaços e em chamas. Corri desesperado.
—Violet! Lucy! Henry! Bruno!
—Dylan! –Um voz me chamou. Me virei e me deparei com Bruno e Alexis montados no lobo de luz, Suez.
—O que aconteceu aqui?
—O Alexander é mais poderoso do que pensamos –Respondeu Alexis –Ele invadiu as terras sagradas e derrotou todo mundo. Fomos os únicos a escapar.
—O que aconteceu com os outros?
—Eles...
Perguntei, mas não esperei sua resposta, usei a onipresença e vi o interior do castelo de ametista. Fiquei chocado ao ver Luz Escarlate, Cupido, Eros e Afrodite presos em casulos de ouro. Ele prendeu os deuses! Também vi o Henry e a Lucy presos nos casulos normais. Vi minhas irmãs e o David feridos e ajoelhados diante do trono onde Alexander segurava Violet em seu colo.
—Me larga! Você vai pagar por tudo que fez!
—Violet, sempre desprezível! Eu venci os deuses, nem mesmo seu amado Dylan Stark pode me vencer.
—Pois fique só esperando, ele vai chegar e vai chutar seu traseiro!
—É o que veremos, até lá, se torne minha serva.
—Eu nunca... –Os olhos de Alexander Stark brilharam violetas pelo seu capacete, os de Violet brilharam na mesma cor, ela parou de reclamar, sua expressão mudou e ela se ajoelhou –Eu sirvo ao senhor da Terra 69, meu corpo e meu amor te pertencem, Alexander Stark.
Voltei minha atenção para meu corpo.
—Vamos salva-los agora mesmo!
—Você acha que somos capazes de vencê-lo? –Erzulie não queria uma resposta, ela gargalhou –Então vamos em frente adoro desfechos dramáticos.
—Esperem só um momento –Alexis desceu de seu lobo e correu para os escombros, logo voltou com um tipo de baú –Agora podemos ir –Estava tão inquieto e furioso que nem perguntei o que era aquilo, só fiz agarrá-los e teletransportar para o castelo de ametista.
O confronto final estava prestes a começar.
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