As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

63 Capítulo 62 –Quatro por Quatro –Terra 69


Notas iniciais
E então caro Dylan, qual é a sua resposta? Vamos descobrir...

Todo mundo já ouviu falar ou já esteve num triângulo amoroso, no entanto meu caso é um pouco mais complicado que isso. Estou apaixonado por três pessoas e não sei o que fazer a respeito. Para piorar me deparo com a seguinte situação: Estou num jantar com minhas família e meus três amores, Henry, Violet e Lucy quando meu pai faz uma pergunta inconveniente.

—E então filho, qual das duas é sua namorada?

O que eu devia responder? Se dissesse o nome de qualquer uma, a outra ficaria ofendida e pior era o Henry que nem tinha sido colocado nas opções. Devia dizer que nenhuma delas? Que somos somente amigos? Me veio flashes dos beijos, mordidas chupões, quase pude ouvir a Violet gemendo sobre uma cama box de uma loja de moveis onde nos despedimos certa vez na Terra 23, vi a Lucy rebolando no meu cacete com seus peitos balançando. De quebra lembrei do Henry de quatro pra mim gemendo com meu pau em seu cu.

A Daniela e a Dayane me encaram fazendo apostas, meus pais me olhavam curiosos, meus amores apreensivos com minha resposta.

—Me pergunto quantas vezes eu narrei frases como: A Terra 69 é muito conservadora, as pessoas de lá não entenderiam, eu morreria de vergonha se meus pais me vissem agora.

—O quê? –Perguntaram todos confusos.

—Podem me achar louco, mas na minha cabeça eu imagino como se estivesse narrando minha vida para leitores.

—Sim, mas o que isso tem a ver com a pergunta? –Perguntou Daniela.

—Da última vez que estive nesse mundo estava decidido à não apenas salvá-lo, mas também libertá-lo!

—Libertar? –Perguntou meu pai –Mas não estamos presos.

—Sim, estão! Presos em seu conservadorismo ridículo. Vocês querem saber qual das duas é minha namorada? Pois bem, as duas são! –Minha família exclamou surpresa e chocada, Lucy riu. Minha mãe se serviu de um copo de água para se acalmar –E tem mais –Segurei a mão do Henry –Ele também é meu namorado –Minha mãe cuspiu a água na cara do meu pai.

—Meu Deus! –Ela gritou –Isso... Isso.. Isso é uma safadeza!

—Pode até ser safadeza, mãe, mas essa é a minha vida.

—Dylan, não seja ridículo! –Exclamou meu pai –Uma pessoa não pode namorar com outras três!

—Já ouviu falar em poliamor? –Perguntou Lucy –Em outros mundos é mais comum do que o senhor imagina. Quem disse que podem colocar regras no amor? Amor simplesmente acontece e as vezes de maneiras bem controversas.

—Estou tão chocada –Minha mãe começou a chorar –Eu te criei para ser um menino de bem e não um...

—Um o quê?! –Violet gritou o que surpreendeu até a mim –Um herói? Esse mundo já teria sido destruído se seu filho não o salva-se! E isso ainda pode acontecer! Então ao invés de se lamentar por quem seu filho ama, devia era sentir orgulho do herói que ele se tornou!

Olhei chocado e admirado pela determinação nos olhos da inventora, ela sempre ficava com raiva por eu ter que sair transado por aí. Sei que ela me queria e acho que não era do tipo que dividia, mas talvez o tempo no Novo Mundo tenho mudado um pouco seus conceitos, afinal ela esteve apaixonada pela Annabeth Chase.

Minha mãe soluçou tentando abafar o choro, meu pai parecia ter fogo nos olhos de tanta raiva, minhas irmãs tentavam conter os sorrisos, estavam adorando o barraco.

—Talvez com o tempo eu até possa aceitar você ter duas namoradas, mas... –Meu pai olhou com desprezo para Henry –Você acha que vou conseguir te ver com um garoto?

—Pai, eu dou o cu –Se estivéssemos num desenho animado o queixo do meu pai teria batido no chão –Eu transei com vários homens, mulheres, deuses e outros seres, eu comi e dei até não aguentar mais... Pensando bem, eu sempre aguento mais. Esse sou eu! Não me importo com preceitos de certo e errado, eu apenas vivo, me excito, me permito ser.

Eu sentia o poder crescendo dentro de mim a cada palavra que proferia, me sentia um pássaro se jogando do ninho, abrindo minhas asas e voando alto. Enfrentar meus pais, revelar quem realmente sou, era meu último passo para verdadeira liberdade.

—Dylan, seus olhos! –Me avisou Henry.

Não precisava de um espelho para saber que eles estavam brilhando, sentia o poder percorrendo todo meu corpo, uma pulsação familiar, já tinha visto aquilo antes, aquela imponência, hoje mesmo, na Luz Escarlate e na Erzulie. Eu percebi que estava com o peito estufado, estava pegado ar conforme falava. Então suspirei e me surpreendi, pois uma onda de energia vermelha criou um impulso derrubando todos pra trás, os quadros caíram das paredes, os pratos voaram pra todos os lados. Para mim foi um simples suspiro, mas para os outros foi um impulso divino.

O poder sessou, olhei surpreso para minhas mãos e os outros se levantaram.

—O que foi isso? –Perguntou Dayane.

—Dylan esta se tornando um deus –Respondeu Lucy –Acho que seus poderes estão ficando um pouco fora de controle. Mas com alguém que já foi uma deusa, digo que logo ele se acostuma.

—Você já foi uma deusa? –Perguntou Dayane.

—Sim, já fui uma deusa do sexo.

—Que legal!

—Chega! –Gritou minha mãe –Meninas, já pro quarto!

—Mas mãe, queremos ver o resto do barraco! –Reclamou Daniele.

—Agora! –As gêmeas foram resmungando pro quarto –E vocês quatro também! Essa conversa acabou por hoje! Estamos todos com a cabeça quente! Foi coisa de mais para processar! Boa noite! –Minha mãe nem olhou na minha cara, puxou meu pai pelo braço e foi para o quarto.

—Tudo vai dar certo, Dylan –Disse o Henry me abraçando de lado encostando a bochecha no meu ombro.

—Estaremos com você até o fim –Disse Lucy fazendo o mesmo do outro lado. A Violet veio e parou diante de nós.

—Eu... Eu sei como anima-lo.

—O quê? –Sem aviso a Violet puxou meu rosto e me beijou, seus lábios atiçaram os meus, nossas línguas se encontraram e o fogo acendeu dentro de mim fazendo o estresse a discursão diminuir.

—Eu comecei a te entender –Ela disse –Você não tem culpa de se sentir assim. O amor não deve ser culpa, não deve ser uma prisão –Ela me chocou ainda mais quando se virou e beijou a boca do Henry. Aquela era mesmo a Violet? Ela virou-se para o outro lado e beijou a Lucy e depois olhou em meus olhos –Amor é libertação.

Escancaramos a porta do meu quarto quando entramos nos agarrando e nos despindo. Aquilo foi quente, foi um tesão enorme que crescia a cada instante. Lucy já estava pelada, ela era rápida nisso, sua língua quente deslizou por minha barriga, ela baixou minhas calças e caiu de boca me fazendo um boquete. Gemi gostoso, dei um beijo triplo com Henry e Violet, eles desceram chupando meu pescoço.

Jogamos os colchões no chão e nos deitamos nos atracando, segurei o pau duro do Henry, chupei a língua de Violet, Lucy parou de me chupar e foi de encontro a vagina da inventora que geme em minha boca. Violet tinha abandonado o ciúme completamente, agora se jogara de vez no prazer do amor. Trocamos vários beijos enquanto nossos corpos nus se esfregavam, sentia os peitos pequenos da Violet, o cacete do Henry roçando em minha cocha, a buceta da Lucy em meu joelho.

Não havia mais medidor sexual, não havia mais livro dos mortos e muito menos a Chave Mestra das Dimensões. Aquilo não era uma missão, não era para salvar um mundo, aquilo era simplesmente uma foda gostosa cheia de prazer e amor.

—Aaaaar! –Violet gemeu quando a penetrei, sua buceta era um buraco apertado, quente e úmido. Minha rola deslizava com gosto enquanto gemíamos excitados.

Henry e Lucy se agarravam ao nosso lado, o cacete dele roçava na buceta dela, até que escorregou pra dentro de uma vez só. Quem nos visse agora pensaria que éramos dois casais hétero, quando na verdade se tratava de um casal quádruplo. Beijei a boca do Henry enquanto nos movimentávamos fodendo as garotas que por sua vez repetiram o gesto também se beijando. Dei um tapa na bunda do Henry que o fez dar um gritinho de dor.

—Fode ela, safado!

—Mete com força, Henry! –Pediu Lucy e ele a atendeu. Henry mordia o pescoço dela enquanto dava fortes estocadas.

Abri as pernas da Violet, minhas metidas eram rápidas e fortes, aquilo estava um tesão! Troquei de lugar com o Henry, ele fodeu a inventora e eu meti na ex-deusa.

—Fode essa buceta! –Gritou Lucy.

A beijei enquanto a fodia gostoso. Giramos, ela ficou por cima rebolando em minha rola, seus peitos balançavam, apertei seus mamilos, minhas mãos escorregaram para sua bunda que estava toda arrepiada. Ela se apoiou no meu tórax pegando apoio para quicar.

—Oooor! Caralho! –Gemi fechando os olhos.

Logo estávamos os quatro nos pegando novamente, o Henry estava sobre mim, sua língua tinha um gosto tão bom. O olhei nos olhos e lembrei dele chorando se lamentando por ser uma cópia, de certo modo eu o tinha criado. Mas naquele momento nada importava, nós quatro éramos pessoas muito atípicas, uma ex-deusa, uma inventora que viajava por universos, uma cópia, e um viajante que podia se tornar um deus em breve. Naquela noite tudo que importava era ser feliz.

Henry se deitou de pernas abertas, pressionei meu cacete em seu buraco e o penetrei. Ele gemeu revirando os olhos. Ao nosso lado, Violet mostrou que aprendeu bem a fazer a tesoura com Annabeth. Ela levantou uma perna de Lucy e encaixou suas bucetas e depois rebolou as esfregando. Foi aquele lambuzo todo, as duas babadas, seus clitóris roçando, seus lábios externos praticamente dando um beijo de xoxota.

Peguei apoio nas pernas do Henry e meti com força, adorava ver minha rola entrando e saindo daquele cu, como as pregas dele iam me apertando enquanto eu o arrombava. Me inclinei beijando-o na boca. Mudamos a posição, ele deitou-se de costas, voltei a penetra-lo e a meter com ainda mais força.

—Aaaaar! Mete assim, vai! Oooor! Meu cu!

Eu o comia gostoso, enquanto beijava e mordia suas costas, seus ombros, seu pescoço. Sua pele estava toda arrepiada. Nos levantamos sem desmanchar a penetração. Henry foi pra trás de Violet e empurrou seu pau entre elas, ele escorregou entre as vaginas se lambuzando, depois pressionou sua glande no cu da inventora e aos poucos foi a penetrando. Logo estávamos num delicioso trenzinho bissexual, As garotas se beijavam com as bucetas coladas, Henry enrabava a Violet e eu dava um trato no cu dele.

Eu chupei pau e bucetas, peitão, peitinho e mamilos, meti minha língua em vários buracos. Fodi a Violet de quatro, enquanto Lucy mostrava sua habilidade com os dedos levando o Henry a loucura num fio terra.

—Eu vou gozar! –Anunciou Henry apertando os lençóis com Lucy empurrando cinco dedos dentro dele. Seu pau pulsava e sem que ele precisa-se tocar-se gozou jatos brancos e quentes. Sua cara de orgasmo foi maravilhosa.

Como ele ainda estava de pau duro, Lucy montou nele e quicou gostoso, fiquei de pé e enfiei o cacete na sua garganta. Logo ela gemeu loucamente gozando. Depois saiu de cima do Henry que suspirou aliviado com o pau mole e lambuzado. Me deitei sobre a Violet metendo com uma rapidez descomunal.

—Estou chegando perto!

—Vamos juntos! Aaaaar!

Gozei dentro dela e a sensação foi maravilhosa. Ficamos deitados ofegantes por vários minutos.

—Eu amo vocês! –Tive que dizer, pois aquele era o sentimento mais puro que senti naquele momento.

Tomamos banho e fomos dormir, descansei muito bem, sem nem pensar no fim do mundo. Quando o dia amanheceu, acordei bem disposto, fui o primeiro a sair do quarto e encontrei meu pai na sala.

—Bom dia –Lhe disse.

—Ainda estou tentando entender a forma que você escolheu de viver sua vida –Suspirei.

—Sei que parece loucura para o senhor, mas é assim que eu sou e não vou lutar contra meus sentimentos –Nossa conversa foi interrompida pelo som de uma buzina. Meu pai foi abrir a porta e eu o segui.

Saímos no quintal com aquele canteiro de rosas brancas, um tédio sem cores. Nos deparamos com uma elegante limusine vermelha, o motorista saiu, ele era alto e forte, tirou o chapéu e nos cumprimentou.

—Ai meu Deus! Doutor Logan!? –Exclamei o reconhecendo. Ele era a gatíssimo médico da Ilha do Escorpião.

—Você deve estar me confundindo com outra pessoa –Ele disse com um sotaque engraçado –Sou Leandro Lúpus, não vou tomar muito do seu tempo, pois é minha mestra quem quer falar com você.

Ele era uma versão de outro mundo, assim como o cara que conheci ontem e pensei que era o Derek e na verdade ele se chamava David. Quando Leandro abriu a porta para sua mestra sair, tanto eu, quanto meu pai, ficamos de boca aberta. Aquela era a mulher mais lindas de todas, seus cabelos loiros pareciam fios de ouro, sua pele era tão lisa e suave que parecia que ela tinha pulado a puberdade, seu corpo era perfeitamente desenhado. Meu pai engoliu em seco e ajeitou a gravata.

—É muito bom te ver de novo, Dylan.

—Afrodite.

Aquela era a deusa do amor, Afrodite, a mesma do mundo dos semideuses, caso exista outras Afrodites por aí. Ela veio e me abraçou.

—Senti sua falta, qualquer hora dessas vamos matar a saudade com uma foda gostosa –A frase dela fez meu pai dar um sobressalto, eu podia sentir sua excitação –Você deve ser o pai do Dylan, prazer em conhecê-lo –Ela o abraçou e beijou no rosto. Meu pai ficou vermelho e ofegante. Afrodite sorriu e se afastou colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.

—Por que você esta aqui? –Perguntei.

—Ontem você conheceu a Luz Escarlate e a Erzulie, ao todo somos cinco deuses do amor que viemos tomar as medidas necessárias para salvar esse mundo e impedir que eventos como a criação do Novo Mundo aconteçam novamente. Você sabe que gosto muito de ti, mas o que aconteceu devido suas viagens colocou em risco todo o multiverso, esse tipo de coisa não passa despercebido. Tenha muito cuidado, pois você enfureceu muitos deuses e entidades.

Imaginei um conselho multiversal voltando se eu devia viver ou morrer, aquilo me deu arrepios. Luz Escarlate tinha dito que a maioria voltou pela minha sobrevivência.

—Mas o que vocês cinco fazem aqui?

—Não é óbvio? Estamos aqui para participar de sua ascensão.

—Minha ascensão?

—Sim, dentro de poucos dias você se tornará um deus, ou morrerá no processo.

Notas finais
Gostaram? Pois, preparem-se para o próximo capítulo. Beijos e até breve