As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
56 Capítulo 55 –Onipresença –Novo Mundo
Notas iniciais
Então esse era o plano do Conde Olaf para me fazer desistir de salvar o multiverso? Aquele velho desgraçado era muito inteligente e maquiavélico. Engoli em seco, meus olhos lacrimejavam olhando para aquele garoto, ele era tão bonito e se parecia tanto comigo.
—Eu vou te salvar, Jacob!
—Você esta disposto à abrir mão desse futuro, Dylan Stark? Escolha salvar o multiverso e nunca verá o Jacob, o Connor e nem tudo que eles representam.
Em toda minha vida nunca tive que fazer uma escolha tão difícil, meu coração estava devastado. Olhei mais uma vez para os olhos do Jacob, ele estava com medo e aquilo me destruía, eu preferiria morrer ao vê-lo sofrer.
—Olaf! –Gritei furioso.
Uma semana antes.
Um beijo triplo no terraço da escola com Violet e Henry seria uma ótima experiência, tirando fato de quando abrisse os olhos o mundo poderia ter desaparecido, se desmanchado, partido em pedaços e se encaixado onde cada pedaço pertencia. Quando abri os olhos nada tinha mudado, Violet e Henry ainda estavam diante de mim. Guil e Peter nos encaravam abraçados tentando ficar o máximo possível juntos caso o multiverso fosse separa-los.
—Nada aconteceu –Eu disse e todos respiraram aliviados, muito embora aquilo pudesse significar o fim do multiverso num futuro próximo.
—Um beijo de amor verdadeiro não é o suficiente para acabar com essa maldição –Disse Violet com cara pensativa.
—Talvez seja por que isso não é uma maldição –Disse Henry.
—Então temos que voltar para o plano do Dylan, que na verdade é o que faz mais sentido. O jeito é completar o medidor sexual para ver o que acontece.
—Estou disposto a fazer esse sacrifício –Disse sorrindo –Eu tenho que ir ao banheiro, vejo vocês daqui a pouco.
Lhes dei meu melhor sorriso e corri até o banheiro, lavei meu rosto, olhei para meu reflexo e então chorei.
—Obrigado, obrigado! –Disse apertando meu peito. Estava tão aliviado que aquele ainda era meu mundo que só pude desabafar chorando.
Me recompus e voltei a assistir as aulas chatas e meio assustadoras do Conde Olaf. Observei o Nathan mexendo no celular sorrindo, olhei para frente e vi o Cody fazendo o mesmo, então o nerd olhou para trás e seus olhares se encontraram. Eles estavam marcando um esquema. Lembrei da conversa deles no banheiro do museu. Suspirei e me decidi, querendo ou não sair daquele mundo era minha obrigação salvar o multiverso e o meio de fazer isso não era nem de longe um sacrifício.
Naquela noite bati na porta de uma casa que nunca havia entrado antes e quando um garoto conhecido e surpreso abriu a porta já fui logo entrando.
—Dylan? O que esta fazendo aqui? Ei! Não pode entrar.
—Sei que seus pais e seu irmão saíram.
—Então veio fazer o quê? Me assaltar?
—Não, vim ajudar vocês a se divertir.
—O que quer dizer com vocês? –Ele perguntou nervoso.
—Estou vendo seus pés por baixo da cortina, Nathan. Você se esconde muito mal –Meu segundo melhor amigo saiu de trás da cortina.
—É... Oi, Dylan –Ele disse todo desconfiado.
—Nós só estávamos fazendo o dever de casa –Disse o Cody todo desconsertado e nervoso.
—Não sabia que o Conde Olaf tinha passado “coito” como dever de casa –Cody ficou completamente vermelho.
—Não sei do que você esta falando.
—Pensando melhor, acho que ele passou mesmo esse “exercício” e foi em trio –Dei um passo a frente o encarando –E é por isso que estou aqui, posso não parecer tão inteligente, mas sou um aluno bem aplicado, principalmente quando o assunto é sexo.
Os dois me encararam chocados, Nathan tossiu e depois disse:
—Dylan, não sabia que você era assim tão... Divertido –Ótimo, ele topou.
—Você acha que sou algum prostituto para chegar aqui e já querer que eu transe com você? –Cody perguntou. Agarrei-o pela gola da camisa e girei nos calcanhares o jogando contra a parede.
—Acho sim. Você pode até ser nerd, mas esses rótulos não dizem nada quando se trata de sexo. Sinto o cheiro de vulgaridade em você, o desejo de ter um corpo nu sobre o seu, o que dirá dois –Praticamente o abracei e falei em seu pé do ouvido –Sei que esta imaginando agora mesmo, nós três subindo para seu quarto, tirando nossas roupas e nos divertindo, chupando, mordendo e metendo. Eu quero te foder até você ir à loucura.
Senti seu corpo tremendo, toquei seu abdome e escorreguei minha mão até seu pênis, estava duro, o nerd deu um sobressalto devido ao meu toque. Encostei meu nariz no seu.
—O que me diz? –Ele sorriu.
—Vamos subir –Sorri de volta e o beijei na boca.
Nathan se juntou à nós, ele veio beijando minha nuca e suas mãos apalpando meu corpo enquanto eu chupava a língua do Cody. Antigamente nunca imaginaria uma cena daquelas acontecendo, mas hoje em dia meus desejos são mais que simples imaginação, eles ganham vida e gozam gostoso.
Subimos as escadas e nossas peças de roupa foram ficando pelo caminho até o quarto. Cody gemeu quando lambi seu mamilo e enfiei a mão dentro de suas calças apertando sua ereção. Meu short caiu e Nathan apalpou minhas nádegas, depois deslizou pra frente apertando meu pau duro, enquanto pressionava o seu em minha bunda roçando gostoso.
“Toc, toc” uma batida na porta? Não pelo amor de Deus! Espera, não é aqui. Lambi o pescoço do Cody.
—Violet?
—Oi, Annabeth, desculpe aparecer assim sem avisar.
—Que nada, imagina, pode entrar.
Parei um instante e olhei para os lados.
—O que foi? –Nathan perguntou.
—Nada, pensei ter ouvido algo.
—Não se preocupe, meus pais vão demorar horas pra voltar –Disse Cody puxando meu rosto beijando minha boca.
Fechei os olhos e vi Violet sentada na sala da casa de Annabeth.
—Desculpe estou nervosa.
—Por que? –Perguntou Annabeth servindo uma xícara de chá.
—Tenho andado com a cabeça muito cheia ultimamente, tenho uma missão a cumprir, mas também tenho um desejo que não consigo parar de pensar.
Nós três entramos no quarto e caímos pelados sobre a cama de solteiro do Cody.
Algo novo estava acontecendo comigo, eu estava sentindo cada toque daquela pegação tripla, mas ao mesmo tempo conseguia ver a Violet conversando com a Annabeth. Lembrei da história, de quando Stark começou a desenvolver poderes divinos, será que estava acontecendo novamente? Será que aquele era um novo poder divino?
—Aaaar! –Gemi com o Cody chupando meu pau.
Onipresença! A habilidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Seria isso? Decidi não pensar nunca explicação naquele momento e só desfrutar.
—Você pode me contar qualquer coisa –Disse Annabeth sentando ao seu lado.
—Eu tenho tido esse desejo estranho. Nunca imaginei em sentir isso antes. Tenho medo de me entregar a isso, mas tenho muito mais de que o tempo se esgote e eu não tenha aproveitado a chance.
—Pode ser mais clara, Violet?
—Sim, posso –Disse puxando o rosto da amiga e a beijou na boca. “Pelo menos por uma noite, eu serei a Stark” ela pensou.
Annabeth não lutou, pelo contrário, agarrou o corpo de Violet mais junto ao seu e aumentou a potência daquele beijo.
Sorri enquanto beijava o Nathan, meu shippe estava acontecendo. Me veio a mente se eu podia controlar aquela habilidade e então tentei, me concentrei e pensei num certo casal.
—Aaaaar! –Gemeu Guil se retorcendo deitada sobre um banco de uma arquibancada. Reconheci na hora como a piscina da escola. A garota estava com o maiô puxado pra baixo deixando os seios a mostra, enquanto seu namorado estava com a cabeça entre suas pernas. Peter tinha puxado o maiô de lado e enfiado sua língua na pepeca de sua namorada.
Peter estava pelado se masturbando enquanto chupava aquela buceta. Gemi quando o Nathan chupou meu cu. Violet jogou o sutiã no chão. Que loucura, eu tenho a capacidade de narrar sexo hétero, gay e lésbico ao mesmo tempo? Com certeza!
Cody se deitou erguendo os quadris, meu pau já estava todo babado, pressionei e empurrei a cabeça pra dentro, ele deu um sobressalto, mas não recuou, pelo contrario, empurrou foi a bunda fazendo-me penetra-lo até o fundo.
—Que cu guloso –Comentei.
—Só o dele? –Perguntou Nathan roçando sua rola atrás de mim.
—Enfie tudo e vamos descobrir –Aquela seria a segunda vez que eu daria o cu. Nathan empurrou tudo e gemi me segurando em Cody que também gemeu, pois meu pau pulsou dentro dele.
Ok, comer e dar ao mesmo tempo era incrível! Começamos a nos movimentar naquele trenzinho do prazer. Arranhei as costas do Cody, Nathan mordeu as minhas, eu ia a loucura num vai e vem delicioso, quando ia pra frente sentia o aperto daquele cuzinho em meu pau, quando ia pra trás sentia aquela rola dura dentro de mim. Era tudo tão gostoso, dois prazeres incríveis, deste modo intensifiquei aquele vai e vem e gemi loucamente.
Nas arquibancadas, Peter empurrou seu cacete pela dobra do maiô de Guil e penetrou sua buceta até o talo.
—Como eu poderia viver sem poder sentir o calor desse buraco tão gostoso –Disse o Peter se referindo a possibilidade deles se separarem quando eu salvar o multiverso.
—Não vamos falar sobre coisas tristes, hoje quero transar com você como se fosse a última vez! Aaaaa! –Ela gritou quando ele começou a se mover.
As arquibancadas rangiam, mas eles não estavam nem aí para o barulho, era tarde da noite, estavam com as luzes apagadas, ninguém iria a escola naquele horário. Peter gemia sentindo seu pau deslizar cada vez mais facilmente, pois aquela buceta ia ficando mais molhadinha a cada metida.
Violet nunca tinha transado com uma garota antes, mas tudo parecia intuitivo. Seu beijo era quente e provocante, as duas estavam nuas deitadas sobre o sofá, sua respiração estava arfante, suas partes intimas se encontraram, duas pepecas molhadas, seus clitóris roçaram, Violet passou a perna para um lado e deu início a “tesoura”. As duas rebolavam roçando as bucetas, ondas de calor percorrendo seus corpos. Violet se deitou sobre a outra, seus seios apertados aos dela, seu beijo era quente, assim como cada toque daquela maravilhosa trepada.
Elas desfizeram a tesoura, Annabeth virou o corpo, deitou-se sobre Violet colocando sua buceta em sua cara e depois caindo de língua na dela, fazendo um delicioso 69 lésbico.
—Aaaaaaaaaar! –Cody gritou e mordeu meu braço, aquela era a primeira vez que fazia uma dupla penetração.
Ele estava sentado na minha rola, eu abria suas nádegas e Nathan empurrava no já ocupado buraco, quando completou a penetração começamos a nos mover. Cody gemia e fazia caras e bocas desesperadas, como nossos cacetes revezavam entrando e saindo, ele não tinha tempo para sentir alivio, pois era cem por cento de prazer, sempre havia rola dentro, e ainda, como metíamos em ritmos diferentes algumas vezes as duas eram empurradas de vez, fazendo o nerd gritar e revirar os olhos. Se ele fosse uma garota pareceria que estava dando a luz.
—Aaaaaar! Ai! Aaar! Oooor! Meu cuuuu! Aaaar!
Puxei sua cabeça pra baixo e beijei sua boca, ele gemendo em meus lábios dava ainda mais tesão.
—Estou chegando perto! –Pensei ouvir o Nathan dizer, mas tinha sido o Peter.
Ele estava sentado com Guil montada nele rebolando intensamente, ela já tinha se livrado de seu maiô e estava completamente nua. Peter apertava aqueles seios médios que preenchiam perfeitamente suas mãos, como se tivessem sido desenhados para se conectar, duas peças que se encaixavam perfeitamente. Seja de qual mundo fossem, os dois tinham sido feitos um para o outro.
—Aaaaar! –Gritava Guil quicando naquela rola –Vamos gozar juntos.
Ela levou um susto, quando Peter se levantou a erguendo e jogando-a contra a parede, a penetração foi ainda mais fundo. Peter apertou as cochas dela e meteu a fazendo literalmente subir pelas paredes. Guil se segurava o melhor que podia apertando a pilastra. Seu líquido lubrificante agora escorria por suas nádegas, Peter estava vermelho metendo como se não houvesse amanhã.
—Aaaaaaar! –Ela gozou primeiro, mas logo ele a seguiu.
—Ooooor!
O pênis escapuliu da buceta e saiu gozando e escorregando pelas nádegas dela e sujando a parede de porra. Guil o abraçou forte enquanto tremia gozando. Os dois desceram e se deitaram no chão gelado que parecia não afetar seu corpo quente.
Xícaras de chá caíram e se espatifaram no chão quando Violet foi jogada sobre a mesinha. Annabeth chupava seus seios enquanto empurrava todos os dedos na buceta da outra. Violet que até então só conhecia o prazer de ser penetrada gostou daquilo, dos dedos deslizando por dentro dela.
—Ai Annabeth! –Ouvi-la gemendo e dizendo seu nome a deixou com muito tesão. Ela aumentou a força e a velocidade, enfiando quatro dedos na buceta enquanto girava o dedão sobre o clitóris –Aaaaaaaar! –Violet gozou babando a mão toda de Annabeth.
Violet a puxou beijando-a na boca e trocando de lugar, dessa vez era ela a penetra-la com os dedos. Annabeth já estava com tanto tesão que gozou mais rápido que a outra.
—Ooooor! –Ela gemeu se retorcendo. Quando terminou de gozar e começou a relaxar o corpo, a mesa quebrou as quatro pernas e desceu de vez.
As duas levaram um susto e se abraçaram forte, quando viram que não tinham se machucado se olharam.
—Desculpe por quebrar sua mesa –Disse Violet.
—Na vida temos quebrar uma mesa de vez em quando –Respondeu Annabeth e as duas riram juntas.
Nathan e Cody se beijavam de pé, enquanto eu de joelhos chupava suas rolas, abocanhava tudo, chupava uma cabeça, batia com a outra em minha bochecha, colocava as duas de uma vez. Começamos a nos masturbar, Nathan enfiou três dedos no cu de Cody, se pau pulsou e lançou um jato de pré gozo na minha cara. Me levantei e demos um beijo triplo, nossas rolas batiam como numa luta de espadas. Batíamos punheta trocando beijos e mordidas.
—Vou gozar! –Anunciou Nathan. Eu e Cody nos ajoelhamos na mesma hora e recebemos um banho de porra –Ooooor! –Os jatos molhavam nossos rostos, aquilo me dava tanto tesão que me fazia quase explodir, mas eu tentava retardar a gozada.
Cody se levantou e Nathan se ajoelhou, o nerd gemeu gozando sobre nós, a sensação da porra quente caindo sobre meu rosto era revigorante. Chupamos aquela rola e nos beijamos roçando a língua com a glande no meio. Eu estava prestes a gozar, me levantei e quando ia sair o primeiro jato, Nathan abocanhou meu pau e me masturbou enquanto sugava com a boca.
—Oooooor! –Senti minha porra sendo drenada enchendo a boca do Nathan, a língua deslizando pela cabeça da minha rola, sua mão apertando-me com força, revirei os olhos e senti meu medidor chegando a 70%.
Caí de joelhos e vi Nathan engolir toda a porra que tinha sugado do meu pau. Cody deu um soco em seu braço.
—Seu egoísta –Disse brincando.
—Gosto de engolir.
Depois de tomar banho, rir muito e comentar sobre o ocorrido, fui para casa. Minha nova habilidade era muito interessante, fechei os olhos e me concentrei no Henry e o vi dormindo abraçado a um urso de pelúcia. Sorri, onipresença ia me ser muito útil, mas eu gostaria de ter a habilidade da sedução também, mas quem sabe ela volte em breve.
No dia seguinte quando cheguei a escola tive uma grande e ruim surpresa, todos os alunos estavam reunidos para um pronunciamento. O Conde Olaf girou sua cadeira de rodas até um palanque e falou ao microfone:
—Eu acabo de ser nomeado o novo diretor e algumas coisas vão mudar por aqui.
—O que aconteceu com o antigo diretor? –A Violet perguntou.
—Ele foi preso por tráfico de drogas, graças a Deus alguém fez uma denuncia anônima dizendo onde encontrar as drogas, armas e documentações de suas ações ilícitas –O velho não resistiu e deu um sorriso malicioso –Por enquanto vão para suas salas, em breve farei um comunicado sobre as mudanças e... Senhor Dylan Smith venha comigo até a direção.
Todo mundo me seguiu com o olhar, curiosos para saber o motivo de minha convocação. Meu coração disparou, confesso que estava com um pouco de medo. Ao entrar na sala o novo diretor foi direto ao assunto.
—Soube que esta tentando destruir esse mundo.
—O quê?! –Praticamente gritei.
—Exatamente o que ouviu. Você planeja partir esse mundo em pedaços e manda-los para seus lugares de origem, em outras palavras, destruir esse mundo.
—Como você sabe disso?
—Por que eu lembro de tudo.
P.S. A imagem não são os personagens, foi só pra representar que sexo é bom de todo o jeito, o importante é gozar rsrsrsr
Fale com o autor