As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

49 Capítulo 48 –Um Dia de Loucuras –Novo Mundo


Notas iniciais
Gente desculpe a demora pra atualizar, e essa é a primeira vez que posto pelo celular, caso tenha erro na formatação depois edito, sem mais demora vamos ao capítulo

Gente, calma, eu não estava esperando por isso. Estava de boa no terraço da escola, pensando nas loucuras da minha mente, quando a garota nova, Violet Baudelaire, veio com uma conversa de que eu era de outro mundo e depois me tascou um beijo na intenção de me fazer lembrar. Quando seus lábios tocaram os meus levei um susto, um arrepio percorreu todo meu corpo, estava todo travado, mas logo relaxei e retribui. Nunca tinha feito aquilo antes, mas entendia o conceito, então enfiei a língua na boca dela e daí em diante foi intuitivo. Foi ótimo, muito melhor do que imaginei. Ficava me martirizando por causa de ser virgem, mas nunca falei nada sobre também ser BV, entretanto também não esperava que um simples beijo pudesse me deixar daquela maneira. Fiquei ofegante, meu pênis ganhou vida e ergueu-se numa ereção pulsante. Nossas línguas se entrelaçavam e era como se ondas de prazer, medo e excitação tomasse conta de todo o meu ser.

E confesso: Aquilo parecia muito familiar.

Quando paramos de nos beijar depois do que pareceu uma eternidade no paraíso, ela abriu os olhos e sorriu pra mim, abriu a boca para dizer algo, mas simplesmente saí correndo a deixando para trás. Virgem do caralho! Gritei mentalmente comigo mesmo. Como assim uma gata me beija e saio correndo sem dizer nada? Desci até o andar térreo e encontrei o Henry e o Nathan me esperando.

—Que demora foi essa no banheiro? Dor de barriga? –Perguntou Nathan.

—Eu não vou responder, vamos pra sala –Saí na frente e os dois me seguiram rindo e fazendo piadas.

Uma vez na sala logo o sinal soou e todos voltaram. Quando a Violet entrou, olhou diretamente pra mim e eu corei e abaixei a cabeça.

—Você esta bem? –Henry perguntou baixinho e com um tom realmente preocupado.

—Você não vai acreditar no que a garota nova fez.

—O quê? Te ignorou? Xingou? Ou disse algo do tipo: Sai daqui esquisito?

—Ela me beijou.

—O quê?! –Henry gritou se levantando e chamando a atenção de todos. Pensei que ele ficaria constrangido, mas ao invés disso, olhou para a Violet com uma fúria tão intensa que pensei que ele fosse bater nela.

—Calma! –Disse puxando seu braço o fazendo se sentar. O professor Snape entrou com sua cara mal humorada de sempre e fez o silêncio reinar. Henry estava bufando de raiva.

—E eu dizendo que achei ela legal, aquela atirada!

—Calma, por que esta com tanta raiva? Pensei que ficaria feliz por eu ter dado meu primeiro beijo.

—Com alguém que acabou de conhecer! Seu primeiro beijo devia ser algo especial, com alguém que você realmente gostasse!

—Me desculpe –Não sei por que estava me desculpando.

Snape começou a fazer a chamada, era sempre assim, ele praticamente já entrava com o diário de frequência na mão, querendo colocar falta nos retardatários do intervalo, o Percy quase sempre levava falta. Mas ele entrou junto da Lucy. Me lembrei da trepadas deles no banheiro e fiquei ofegante. O professor chamou meu nome, respondi, a chamada prosseguiu até chegar na estrela da natação: Guil Stark. Violet ergueu a cabeça tão rápido que podia ter quebrado o pescoço, eu também tive uma reação semelhante.

—Aqui professor –Respondeu a garota por quem já tive uma quedinha. Seu sobrenome era Stark. Já tinha ouvido milhares de vezes, mas agora que a Violet viera com aquela história de me chamar de Dylan Stark, o mesmo sobrenome da Guil, aquilo parecia coincidência de mais.

Violet não desgrudou mais os olhos da garota. Guil agia normalmente, escrevendo e flertando com seu namorado, Peter. Duas aulas seguidas do Snape me deu vontade de cortar os pulsos, no final ele ainda passou um trabalho em trio pra entregar no dia seguinte. Violet se levantou e veio até minha mesa.

—Podemos fazer o trabalho juntos?

—É...

—Não, não podem! –Disse Henry se intrometendo, achei que ele iria ser rude, mas para minha surpresa falou calmamente e educadamente –Sinto muito, mas nós três já somos um trio –Ele puxou o Nathan pelo pescoço o abraçando.

—Ah, desculpe. Tudo bem –Ela me lançou um olhar de cumplicidade e saiu para procurar outra equipe. Quando ela virou as costas senti um aperto no peito, um sentimento de saudade.

—Podemos ir fazer o trabalho agora na minha casa –Sugeriu Nathan –Meus pais não estão em casa, mas posso fazer nosso almoço.

Saímos juntos, olhei para trás e vi a Violet falando com a Guil e o Peter, como suspeitei. Pegamos um ônibus e seguimos para casa do Nathan Apolo.

—Vamos comer, jogar videogame, assistir um filme pornô e...

—Fazer o trabalho –Completou Henry.

—Estraga prazeres –Disse Nathan fazendo careta. Rimos e seguimos fazendo piadas e tirando sarro da cara um dos outros.

Chegamos na casa do Nathan, era do tipo bem tradicional com jardim, cerca, uma árvore no quintal com um balanço. Entramos e Nathan trancou a porta atrás de nós. Fomos direto pra cozinha, o brincalhão bissexual sabia mesmo cozinhar e tivemos um almoço dos deuses. Começamos a fazer o trabalho super chato do Snape, mas toda hora me distraía com as lembranças daquela manhã.

Eu podia escutar claramente os gemidos da Lucy e do Percy no banheiro, o que me provocava arrepios de excitação. Lembrei do meu primeiro beijo, o que fez meu coração acelerar.

—Terra pra Dylan, terra pra Dylan! –Dizia Nathan estralando os dedos na frente do meu rosto e me tirando do meu transe –Cara, você esta mesmo distraído. Volto em fazermos uma pausa.

Sendo assim fomos pra sala, sentamos no confortável sofá, enquanto Nathan mexia no DVD e logo a sala foi invadida por sons de gemidos e na tela da TV uma enorme bunda de uma loira rebolava num cacete.

—Você colocou mesmo um filme pornô! –Exclamou Henry sentado do meu lado.

—Sempre cumpro minha palavra –Disse Nathan sentando do meu outro lado.

—Isso parece tão errado –Insistiu Henry.

—Entenda que as coisas erradas são as mais gostosas.

A frase de Nathan fez todo meu lado direito se arrepiar e novamente tive um flash do que pareciam lembranças, mesmo tendo certeza de que nunca aconteceram. Me vi enfiando meu pau no cu de um garoto na praia, depois me vi sendo enrabado numa caverna por um loiro muito bonito, outro flash e me vi numa orgia. Voltei à mim dando um gemido, meus dois amigos me olhavam boquiabertos.

—Cara, você é muito safado –Disse Nathan. Olhei pra baixo e vi que tinha colocado minhas mãos entre as pernas deles. As puxei num susto.

—Me desculpem! Minhas mãos escorregaram –Nathan riu tanto que chorou.

—Essa foi a desculpa mais esfarrapada que já ouvi, se quer fazer uma mão amiga é só dizer.

Me virei por Henry como se procurasse ajuda, ele estava vermelho e olhava pra mim. Nos encaramos por alguns segundos enquanto os gemidos continuavam à nossa frente, ouvimos a seguinte frase no filme:

—É dando que se recebe! –Então um gemido roco, nos viramos e vimos que se tratava de um pornô bissexual e agora o macho alfa fodia outro homem que por sua vez chupava a buceta arrombada da loira.

O filme era muito excitante, meu pau lateja, embora eu estivesse nervoso, meu corpo todo exalava tesão, estava ofegante e no momento seguinte Nathan apertou meu pau por cima da roupa e não consegui conter o gemido.

—Oooor! –Henry arregalou os olhos.

—Não acredito que... Aaaar! –Ele deu um gemido assustado quando eu segurei seu pênis. Seus olhos chocados encontraram os meus.

Em minha mente era travava uma batalha interna: o que eu estava fazendo? Aquilo era gay! Eu não sou gay! Isso não é nada de mais é só na brothagem, uma simples mão amiga. Observei a mudança na expressão corporal do Henry, no momento em que seus ombros relaxaram soube que tinha aceitado participar daquela brincadeira. Embora eu mesmo estivesse receoso não podia negar que queria muito fazer aquilo.

Abrimos nossos zíperes e baixamos nossas calças, nossas rolas eram de tamanhos parecidos, uma parte de mim achou a de Henry extremamente familiar como se já a tivesse visto várias vezes, minha boca até salivou e quase pude sentir o gosto. Balancei a cabeça e olhei pra de Nathan, tinha certeza que nunca tinha visto aquela rola antes, mas que também me provocava uma certa atração. Respirei fundo e me permiti desfrutar daquela brincadeira, segurei as duas rolas e as masturbei, ambos gemeram e foi como se ondas de prazer percorressem meus braços, arrepiassem minhas costas e descessem fazendo meu pau pulsar e expelir pré-gozo.

A mão de Nathan segurou meu pau com firmeza e movimentou-se pra cima e pra baixo, com o dedão ele friccionou a glande, deslizando no meu lubrificante natural.

—Caralho! –Exclamei mordendo o lábio.

A sala encheu de gemidos, as cenas agora eram de uma orgia bissexual, eram tantas rolas entrando em tantos buracos diferentes que mal dava pra acompanhar, principalmente estando focado na maravilhosa punheta à três que acontecia no sofá.

Me virei para o Henry, ele estava de olhos fechados, sua boca semiaberta fazia seus lábios super convidativos. Até agora ele não tinha me tocado, apenas recebia minha mão amiga. Será que ele estava com nojo de me masturbar? Ele pôs a mão por cima da minha, apertando-a com força e aos poucos encostou a bochecha no meu ombro. Sua mão direita pousou sobre minha cocha, Henry olhou pra cima e eu para baixo, ambos com cara de tesão, nossos narizes quase encostavam.

—Henry –Sussurrei e ele estremeceu. Ele afastou a cabeça e enfim me tocou, empurrou a mão do Nathan e segurou meu pau com vontade. Ele tinha decidido aproveitar o momento, aposto que assim como eu, devia ter travado uma batalha interna.

Gemi sentindo sua mão deslizar pelo meu pau babado. Não suportei o calor e arranquei minha camisa, meu peitoral subia e descia ao ritmo de minha respiração ofegante.

—Que tesão! –Deixei escapar, não conseguia mais me controlar e pra piorar, ou melhorar, Nathan chupou meu mamilo –Oooor! –Como aquilo podia ser tão bom? Pensei que mamilos masculinos não serviam pra nada, como estava enganado!

Nathan podia ser virgem, mas sabia bem como usar a língua, ela deslizava pelo meu mamilo, as vezes ereta, as vezes mole e suave, realizando movimentos circulares e as vezes pra cima e pra baixo. Sua mão desceu alisando minhas bolas e o interior de minhas cochas. Eu apertava aquelas duas rolas gost- digo agradáveis, era tão bom!

—Vou gozar! –Praticamente gritou Henry.

Ele soltou meu pau e agarrou o próprio se masturbando tão rápido que sua mão parecia um borrão, sua cara de tesão era muito excitante e familiar... Tive outros flashes me vi tomando banho com o Henry, nossos corpos nus se esfregando, balancei a cabeça e voltei à mim, mas aquelas lembranças eram poderosas de mais, me vi numa cozinha transando com o Henry, sentia o gosto, ouvia os gemidos, o ambiente mudou e estávamos numa torre do relógio novamente pelados e...

—Oooor! –Fui trazido de volta pelo orgasmo de Henry, jatos de porra subiram quase um metro e caíram sobre o sofá, sobre sua camisa e ainda sobre minha perna. Foi uma gozada muito linda.

—Vamos gozar juntos, Dylan! –Chamou Nathan batendo punheta como se não houvesse amanhã, quando dei por mim já estava seguindo sua velocidade e logo explodimos juntos.

O primeiro jato de porra dele voo e caiu sobre minha barriga, o meu bateu no meu queixo e lambuzou meu tórax. Quando acabamos ficamos os três respirando ofegantes. Por um instante fechei os olhos e visualizei algo muito estranho, diante de mim estava o que parecia um termômetro gigante, uma enorme haste de vidro provido de uma escala de medição que ia de zero à cem. O medidor pareceu ser preenchido por um tipo de líquido mágico saindo do zero e parando no cinco. Abri os olhos quando o Nathan disse:

—Que tarde gozada –E todos caímos na risada.

Os dois se limparam, mas eu tive que tomar banho. Pensei que seria tomado por um sentimento de culpa, mas isso não aconteceu, na verdade me sentia muito bem, no mesmo dia tinha sido voyeur, dado meu primeiro beijo e tido minha primeira experiência sexual, mesmo que tenha sido apenas uma punheta. Minha única preocupação eram esses flashes, sei que pareciam lembranças muito reais, mas acho que na verdade era apenas minha mente brincando de imaginação. Será que eu queria fazer aquelas coisas?

Terminamos o trabalho rindo e conversando como se nada tivesse acontecido. Eu e Henry nos despedimos do Nathan e partimos para casa a pé. Passamos um longo tempo calados.

—Eu tinha medo disso –Ele disse quebrando o silêncio.

—De quê?

—Que fizéssemos algo e o clima ficasse estranho entre nós.

—O quê? Não fica assim, jamais perderemos nossa amizade –Passei o braço em volta do seu ombro e o puxei junto a mim –Você é meu melhor amigo desde sempre, gozarmos juntos é só um detalhe –Ele abriu um enorme sorriso.

—Devia ter desconfiado de sua safadeza depois do jeito que acordou hoje, sei que sou irresistível, mas pega leve aí, cara –Ele disse me empurrando com um sorriso malicioso no rosto –Então por que esta tão pensativo?

—Por causa da Violet –Admiti e o sorriso sumiu do rosto dele.

—O que foi? Pensando no seu primeiro beijo?

—Na verdade não, estou com a cabeça meio cheia com uma loucura que ela disse.

—O quê?

—Que na verdade sou de outro mundo e que me chamo Dylan Stark e não Smith.

—Aquela garota é doida –Ele disse simplesmente –Mas por que esta tão pensativo quanto à isso?

—Eu não sei –Pensei em falar sobre meus flashes, mas não estava afim de dizer que me imaginava transando com ele ou lembrava ou sei lá o quê.

Nessa hora parei de andar e olhei para uma casa.

—O que foi?

—Essa é a casa da Guil Stark –Imaginei se a Violet estava lá dentro fazendo o trabalho com a Guil e o Peter. Minha resposta foi um grito desesperado. Dei um salto, eu e o Henry nos olhamos e invadimos o quintal. A porta da frente se escancarou, Guil saiu de lá correndo desesperada sendo seguida pela Violet que gritava:

—Pra quem você trabalha?!

—Guil! –Gritei.

—Dylan, Henry! Socorro! Essa garota esta louca!

Guil correu até nós e nos abraçou, Violet parou de supetão e nos encarou.

—O que você esta fazendo?! –Gritei com ela.

—Achei muito suspeito ela ter o mesmo sobrenome que você e...

—O Sobrenome dela é Stark, o meu é Smith! –Gritei furioso –Você não pode sair por aí atacando as pessoas por causa de suas teorias loucas de conspiração!

—Não são teorias! Você precisa se lembrar! Pensei que um beijo de amor verdadeiro podia te fazer lembrar e... –Ela olhou para o Henry e quase pude ver uma lâmpada acender sobre sua cabeça –Um beijo de amor verdadeiro é isso! É como daquela vez em Storybroke, não somos apenas nós dois, para quebrar essa... Maldição temos que dar um beijo triplo, eu, você e o Henry!

—O quê? –Dissemos ao mesmo tempo, eu, o Henry e até a Guil.

—Garota doida, saia da minha casa agora!

—Isso ainda não acabou –Ela disse passando por nós, parou no portão e se voltou pra mim –Vou te mostrar como estou certa, Dylan Stark –E saiu. Passaram alguns segundos até nossos ânimos se acalmarem.

—Você esta bem, Guil? –Perguntei.

—Estou, essa garota é doida e perigosa, mas reconheci tudo que ela falou.

—Hum?

—Acho que sei qual é o problema dela –Alguns minutos depois estávamos nós três no quarto dela. Guil ligou seu computador e acessou um site enquanto explicava sua teoria sobre a Violet –Acho que ela leu uma fic desse site e acha que é verdade.

—Como assim?

—Aqui olhem –Na tela apareceu uma história com o título: As Desventuras Sexuais de Dylan Stark –Eu achei essa história há alguns meses atrás, achei o título interessante, principalmente pelo protagonista ter o mesmo sobrenome que eu.

—Como você associou tudo isso? –Perguntou Henry.

—Tem uma parte na história que acontece numa cidade chamada Storybroke, tem uma maldição que só pode ser quebrada com um beijo de amor verdadeiro, e no final é um beijo triplo.

—Que loucura –Disse Henry.

—E os personagens tem os mesmos nomes que vocês três, Dylan, Henry e Violet.

—Você pode me mandar o link –Pedi.

—Claro –Ela disse me enviando na mesma hora –Sem dar spoiler, mas a história acabou há um tempo e teve um final muito confuso, acho que a Violet é alguma leitora doida que acha que tudo é real.

—Como a história terminou? –Perguntei.

—A ideia geral era o herói salvar seu mundo, mas ao invés disso ele causa sua destruição e tudo termina numa enorme explosão.

—Que loucura.

Ficamos com a Guil até seu namorado Peter chegar, ela nos agradeceu e fomos embora.

—Você não esta achando que a Violet tem razão e que essa história é tudo verdade, esta? –Henry me perguntou.

—Claro que não, mas achei muita coincidência os nomes e tals.

—Eu entendo e confesso que assim que chegar em casa vou ler. Afinal a ideia de um cara viajar por vários mundos transando para juntar energia sexual é bastante convidativa.

—Seu moleque safado –Disse sorrindo e lhe dando um soco no braço.

Chegamos e paramos no meio entre nossas casas.

—Esse foi um dia muito louco –Eu disse.

—É, mas... –Henry deu uma pausa como se estivesse escolhendo muito bem as palavras –Mas gostei muito dele.

Nos olhamos em silêncio por um longo tempo, senti uma sensação estranha no peito.

—Te vejo amanhã, narigudo.

—Até depois, tarado.

Sorrimos e entramos cada um em sua casa. Corri pro meu quarto, liguei o computador e fui direto para aquela história, já ia começar a ler, quando pela primeira vez me veio à cabeça olhar quem a tinha escrito, meus olhos correram pela tela e pousaram sobre o nome do autor:

—Augusto Snicket?

Notas finais
Saudades dos seus comentários. Até breve