As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

11 Capítulo 10 – Um dia de pirata – Onde Upon a Time


Notas iniciais
Peguem suas espadas e tapa olhos por que hoje é dia de pirata!

Eu realmente tinha me metido numa bela confusão dessa vez, tinha acabado de chegar numa cidade chamada Storybroke, onde personagens de contos de fadas vivam nos tempos modernos. Inesperadamente reencontrei Violet, mas num mal entendido ela me atacou e danificou minha chave mestra das dimensões, então estou preso neste lugar. Para piorar as coisas, acabamos trazendo acidentalmente um ser de outro mundo para à cidade, Wiccano, ele descobriu que foi eu que o trouxe pra cá, e usou sua magia mudando a realidade. Agora Storybroke esta moldada aos meus desejos e consequências, nisso acabei transando com Ruby, a chapeuzinho vermelho e garçonete super comível, no entanto depois de nosso sexo selvagem, ela se transformou de fato em algo selvagem, ela virou um lobisomem e tentou me matar.

Agora tenho que encontrar a Violet, pois sua chave não esta danificada.

Voltei para o porto da cidade, que foi o último lugar que a vi. Tudo estava vazio, mas encontrei minha chave danificada, guardei-a na mochila e me pus a pensar no que fazer a seguir, foi nessa minha reflexão que olhei pro lado e vi um navio pirata.

–Não acredito! –Exclamei animado. Desde criança eu era fissurado em piratas e não ia deixar passar a chance de subir em um navio pirata.

Corri até o navio, subi as escadas e me deslumbrei com aquela experiência. Quase tudo era mesmo feito de madeira, corri e fui brincar com o leme, girando ele pra direita e pra esquerda, fazendo biquinho e barulho de água com a boca.

–Levantar vela marujo, vamos saquear aquele navio! Sim, senhor? Digam: Sim, senhor capitão! –Foi quando dois braços me envolveram.

–Só pode haver um capitão por navio e este sou eu.

Me virei assustado e me deparei com o que pareceu um astro de cinema, ele era mais alto do que eu, devia ter seus trinta anos, barba bem feita, cabelos lisos, pretos e curtos, seus olhos eram verdes e provavelmente ele tinha usado lápis de olho, sua roupa era de couro preto e seu braço esquerdo ao invés de terminar numa mão, terminava num gancho.

–Capitão Gancho?! Não brinca!

–Eu não estou brincando, ainda.

–Você não se parece em nada com o que imaginei, pensei que piratas eram carrancudos e marombados.

–Não é minha culpa sua projeção.

–Você acabou de citar Pitty?

–O que?

–Esquece, mas como eu disse, achei que piratas fossem feios e não... –Cara, mesmo ele sendo um homem e eu não curtir essas coisas, a não ser pra salvar o meu mundo, ele era muito bonito. Ele deu um risadinha que me deu arrepios, mas no bom sentido.

–E não bonito? Sensual? O cara mais lindo que você já viu na sua vida?

–E convencido também.

–Já que parece tão empolgado com meu navio, que tal ter um dia de pirata?

–Sério? –Sorri feito um bobalhão.

–Pegue uma espada marujo.

Como aquele era um mundo mágico, ou pelo menos aquela cidade era, saquei minha adaga do cavaleiro de cristal, fiz um movimento e ela se expandiu numa espada de diamantes.

–Uau! –Exclamou o capitão pegando sua espada e avançando pra cima de mim, ergui a minha, mas quando a dele atingiu-a, ela voou da minha mão –Não importa a beleza da arma, se você não sabe como usa-la.

Peguei minha espada e tentei ataca-lo, o pirata girou desviando de minha investida e parou com a lâmina encostada na minha nuca.

–Abra as pernas e tente me acompanhar, luta de espadas é como uma dança –Ele foi me dando dicas, me ensinou a postura correta, veio por trás de mim, me envolveu com seus braços –Movimente o braço assim e assim, veja os pés de seu oponente e antecipe seus movimentos, assim.

Passaram-se umas duas horas, acabei me esquecendo de tudo e fiquei ali lutando com espadas com o Capitão gancho.

–Acho que devemos dar uma pausa –Disse ele, ambos estávamos suados e eu já até tinha tirado minha camisa –Venha comigo, precisamos de um banho.

Descemos alguns degraus, o interior do navio era belíssimo, a madeira parecia nova, com tantas aventuras que o capitão viveu, pensei que aquela embarcação estivesse toda acabada. Atravessamos uma porta e chegamos num recinto pequeno com uma banheira moderna.

–Tire suas roupas e entre na banheira –Olhei pra ele encabulado –Não venha me dizer que esta com vergonha? Marujo, timidez é inaceitável num navio pirata.

Eu já estava sem camisa mesmo, tirei minha calça e por fim minha cueca, e então entrei na banheira. O Capitão Gancho, tirou o gancho que lhe dava o apelido, e usando sua única mão foi se despindo, tirou o sobretudo, camisa, calça e quando estava só de cueca notei seu pacote, ele era bem avantajado. Ao abaixar a cueca expôs seu enorme pênis, era a primeira que que eu via um homem adulto pelado, ele tinha pelos, mas muito bem aparados, sem a menor cerimônia entrou na banheira comigo.

–A água esta gostosa, não esta? –Perguntou ele, suas pernas passaram pra debaixo das minhas. Eu estava excitado.

–Esta ótima –Foi quando olhei para seu braço esquerdo.

–Eu te assusto?

–Não –Disse sinceramente –Você só não tem uma mão, por que isso devia me assustar? –Ele riu, e pelo seu olhar gostou da minha resposta.

–Você pode esfregar as minhas costas?

–É... claro.

Ele se levantou se virando e vi sua bunda branca e sem pelos, tentei não me aproximar tanto, já que meu pau estava duro e não queria que ele notasse, cara! Como eu ia sair daquela banheira? Esfreguei as suas costas e diferente do interior do navio, o corpo do capitão guardava várias marcas de suas batalhas. Ele não era super musculoso, mas tinha ombros fortes, ensaboei suas costas, esfreguei e enxaguei.

–Agora deixe-me esfregar as suas.

Enquanto ele ainda estava de costas, me levantei e me virei rápido para que não visse minha ereção. Ele veio por trás de mim, e não teve a preocupação de não se encostar, senti seu pênis nas minhas costas e suas pernas nas minhas. Ele começou a esfregar lentamente quase como uma massagem, eu estava com o maior tesão.

–Você parece tenso.

–Não eu... Capitão Gancho...

–Pode me chamar de Killian –Ele sussurrou no meu pé do ouvido e eu me arrepiei todo. Cara, até o nome dele era sexy.

Killian continuou a falar se encostando em mim, seu corpo grudado no meu, sua barba roçando no meu pescoço, eu fazendo de tudo pra segurar o meu gemido, foi quando ele deu o cheque mate e mordeu meu pescoço ao mesmo tempo em que agarrou meu pau.

–Aaaar!

–Nesse seu dia de pirata você deve aprender como servir seu capitão de diversas maneiras, mas por essa pica dura acho que você já entendeu.

Ele me virou de frente e me agarrou encostando seus lábios nos meus, aquilo foi como se me aplicasse uma dose extra de afrodisíaco, aquele beijo fez meu pau pulsar, sua única mão alisando meu corpo, arriçando minha pele, depois foi até minha bunda e a apertou com força.

O que eu devia fazer? Killian era um homem adulto, seu pênis era maior do que aqueles que já havia recebido pelo bem do meu mundo. Tendo este objetivo de salvação, resolvi me entregar.

Fomos para seu quarto, levei minhas roupas e mochila pra lá, me sentei em sua cama enquanto ele encaixava algo onde deveria haver a mão esquerda, estaria ele encaixando o gancho?

–O gancho não é minha única “luva”, também tenho uma mão aberta, uma mão dando dedo e insto –Ele se virou erguendo o braço esquerdo que agora terminava num pênis de metal. Mas o dele era ainda maior.

Killian veio pra cama e voltamos a nos beijar, nos deitamos, ele por cima, o adulto era bem maior que eu, senti um pouco de medo, mas estava com tanto tesão que ele poderia ter três metros de altura que ainda assim, eu dava pra ele.

Ele levantou minhas pernas e se abaixou para beijar meu ânus, sua língua se movia em círculos, depois entrava ereta, metendo de modo macio e molhado. Eu gemia e as vezes queria rir, mas me concentrava no prazer. O capitão pegou um pote de lubrificante e lambuzou o pênis de metal.

–Você já brincou com um consolo antes?

–Não –Me lembrei de Emily e Paige transando usando uma “cobra de duas cabeças”.

–Você vai gostar.

A cabeça do pênis de metal era pequena e depois ia engrossando pelo corpo, este formato era perfeito para sexo anal. Killian começou a introduzir sua “mão esquerda/pênis” em mim.

–Ai, aarr, ui, aar, arrrrg –Eu ia gemendo conforme meu cú era invadido por aquele metal.

–Isso, isso aguenta, já esta quase no final.

–Aaaar! –Terminou.

–E agora vem a melhor parte.

Ele começou a movimentar o braço, fazendo o pênis de metal entrar e sair de vagar, e depois foi aumentando a velocidade. Meus gemidos foram aumentando, segurei meu pau e comecei a me masturbar com o maior tesão.

Killian gostava de ver minha cara de safado, ele se inclinou para chupar o meu mamilo me deixando ainda mais louco. Meu cú nunca tinha sentido nada tão duro como aquilo, e sua língua dançando em meu mamilo provocava ainda mais gemidos. Eu batia punheta com força, gemendo e sentindo o calor aumentando.

–Estou chegando perto –Quando eu disse isso, ele agarrou minha mão interrompendo minha masturbação e tirou o pênis de metal de dentro de mim.

–Você não vai gozar agora, a festa mal começou marujo –Ele agarrou meu cabelo com violência, se ajoelhou e puxou minha cabeça até sua virilha –Chupe a rola do seu capitão!

Abri a boca e ele foi logo metendo na minha garganta, aquela rola nem cabia toda, ela além de longa e grossa, tinha várias veias e um cheiro característico de adulto, seria algum tipo de fero hormônio? Seja o que fosse, eu estava com tesão e chupava aquela pica gostosa com vontade. A glande era enorme, mais grossa que o corpo, a chupava passando a língua e sentindo o gosto do pré-gozo, já estava bem lambuzado, mas ainda assim ele envolveu seu órgão com lubrificante e foi pra trás de mim.

Me inclinei e olhei pra trás, o vi dar aquele sorrisinho sensual, ele encostou a glande no meu cú, provavelmente ele colocaria aos poucos, a cabeça seria a parte mais difícil de entrar e depois o corpo... Ele colocou tudo de uma vez só, da cabeça ao talo.

–Aaaaaaaar! –Gritei de susto e de dor, mas não foi tão grande, o pênis de metal tinha feito uma bela abertura.

–Agora você esta pre-pa-ra-do! –A cada sílaba era uma forte metida.

Apertei os lençóis da cama, senti toda minha pele se arrepiando, aquela era a maior rola que já tinha recebido, eu ofegava como uma mulher no parto.

–Vai com calma.

–Marujo, quem manda aqui, é o capitão, e hoje você vai à loucura.

–Aaaaar! Oooor!

Ele meteu com força, as estocadas me jogavam pra frente, mas ele me puxava com a mão direita. Killian empurrou minhas costas pra baixo, deixando minha bunda empinada, sentia seu pau saindo até a metade e depois entrando com tudo.

–Meu cú.

–Vai dizer que não esta gostando?

–Eu... não...

Ele saiu de dentro de mim e me virou de frente, colocou um travesseiro acima da minha bunda, pra deixar meu buraco mais alto, senti sua cabeça entrando e só.

–O que você quer?

–O que? –Perguntei sem entender, mas ele não disse mais nada, só ficou me encarando com um sorriso safado estampado no rosto. Minha respiração ainda estava inconstante, senti meu cú piscando, por que ele não metia logo? Senti sua rola se mover e me alegrei, foi quando percebi que estava saindo –Não!

–Não o que? –Ele queria mesmo que eu dissesse.

–Não pare.

–Por que?

–Por quero que você me foda! –Gritei e ele enfiou tudo –Ooooor!

Nessa posição pude ver seu peitoral, seu corpo, seu sorriso, seus olhos verdes penetrantes e falando em penetração, que rola grossa, dura, gostosa!

–Aaaaaar! –Meu pau estava pulsando sozinho, eu sentia que ia gozar, que ia enlouquecer, que ia explodir.

O entra e sai estava gostoso pra caralho!

Ele me puxou de modo que sentei em seu colo, seus braços me envolviam e nossas línguas se atracaram num beijo gostoso. Ambos ofegávamos suados, sua barba roçava e pinicava na minha cara. Ambos nos movíamos, eu sentindo aquela rola dura pulsando no meu cú, e ele sentia o calor do meu buraco e o aperto em seu pau. Abrimos os olhos, estávamos tão perto, aquele olhar do pirata era tão intenso que qualquer um podia se apaixonar.

–Bata punheta! –Ele mandou e já percebi que ele estava chegando perto.

Me inclinei um pouco para trás, pra ter espaço de me masturbar, mal peguei no meu pau e já senti o gozo chegando. Killian começou a meter com mais força, se é que era possível, eu fui primeiro.

–Estou gozando –Ele me puxou juntando nossos corpos, puxou minha mão antes que eu terminasse, meu pau ficou prensado entre nossas barrigas, eu já estava prestes a gozar quando fui interrompido, senti o calor crescendo como uma panela de pressão –Aaaaaaar! –Gemi sem gozar e o pirata me fez pular em sua rola de modo que nossos corpos me masturbaram e eu gozei gritando e lambuzando nossas barrigas, peitorais e até a barba dele.

Ele começou meter tão rápido que senti minha bunda batendo em suas cochas, assim como suas bolas batendo em minha bunda.

–Ooooooooooooorrrr!

–aaaaarg!

Ele gozou dentro de mim, fui preenchido por aquele calor, revirei os olhos naquele maravilhoso orgasmo, eu até babei. Ficamos sentados, abraçados e ofegando por alguns segundo. Me levantei com as pernas bambas e na mesma hora senti esperma escorrendo por minhas pernas. Olhei pra minha situação, estava todo suado e sujo de porra, fechei meus olhos e vi o medidor de energia sexual, já estava em 60!

–Preciso de um banho, você vem?

Ele não me respondeu, dei de ombros, peguei minhas coisas e fui pra banheiro. Não sei o por que, mas fechei o ferrolho, me trancando. Sentei no vaso, fiz um pouco de força e expeli toda a porra do meu cú, ela saiu como chamas. Me joguei na banheira com o buraco ardendo, eu ainda ofegava, me lavei e sorri.

–Um mundo forjado a partir dos meus desejos? Esse Wiccano não faz ideia de como se castiga alguém –Nessa hora houve batidas fortes e desesperadas na porta –Killian?

–ABRA ESSA PORTA AGORA! SEU MERDINHA FILHO DA PUTA! ARRANCAREI SUA CABEÇA E A JOGAREI PROS PEIXES!

Não sei de onde veio aquela fúria, mas ele começou a chutar a porta e até a golpeá-la com sua espada, depois um gancho atravessou a madeira, pelo jeito já tinha substituído o pênis de metal pelo acessório que lhe dava o apelido de Capitão Gancho. Não perdi tempo e sai da banheira e me vesti nas carreiras. Olhei a minha volta sem saber como eu sairia dali. Olhei pela escotilha, estava do lado do cais, se saísse por ali podia fugir pra cidade, mas a abertura era pequena de mais.

O Capitão Gancho continuava a gritar ameaças e a golpear a porta. Respirei fundo e peguei a adaga do cavaleiro de cristal, só havia um jeito de sair dali, brandi a adaga que se alongou numa espada de diamantes. Nessa altura o enlouquecido capitão já tinha feita uma abertura suficiente para que olhasse pra mim, me viu brandindo a espada e sorriu.

–Planeja me enfrentar num combate?

Minhas resposta foi me virar pra parede que ficava a escotilha e em quatro golpes criei uma saída.

–O único jeito: É fugir!

–Covarde!

Dei um chute na parede, derrubando um quadrado de madeira e fugi pela abertura. Ouvi meu perseguidor subindo as escadas do navio, mas não ficaria ali esperando por ele. Corri sem rumo, virando e entrando na primeira esquina que visse. Depois de uns dez minutos parei e me apoiando nos joelhos respirando feito um aspirador de pó.

–Acho que agora você entendeu –Olhei pra cima e lá estava Wiccano levitando –Você entendeu não foi? –Fiquei calado sem entender nada –Você é burro! Criei uma realidade forjada a partir de seus desejos e consequências, todos que você encontrar vão querer transar com você, mas depois de fazê-lo, vão querer mata-lo. E vão acabar conseguindo, a não ser que arrume logo um jeito de me levar pra casa.

Ele voou de volta pra torre do relógio me deixando ali.

–Filho da puta –Cochichei.

–Dylan? –Uma voz me chamou, me virei e lá estava o Henry.

–Não me leva a mal, mas eu não quero transar com ninguém agora.

–O que? –Ele ficou todo confuso e avermelhado –Não quero... Fazer... Essa coisa, com você!

–Sério? Você viu aquele cara voando?

–Sim, o vi e...

–Ele mudou a realidade, agora todo mundo quer transar comigo e depois fica querendo me matar!

–Acho que não fui afetado por isso.

–Mas como?

–Toda maldição tem um furo, o destino sempre deixa uma brecha para um salvador.

–Agora você é um super herói?

–Eu não, mas o Wiccano sim.

–O que?

–Eu sei quem ele é e de que mundo veio.

–Mas como?

–Venha comigo até minha casa que te explico.

Andamos até chegar numa enorme mansão, entramos conversando:

–Quem esta querendo te matar?

–A Chapeuzinho Vermelho que caso você não saiba também é o lobo mal.

–Eu já sabia –Ele ficou vermelho –Você e ela...

–Sim, nós transamos. E também tem o pirata maluco querendo me pegar.

–Você transou com o Killian!? –Perguntou chocado e indignado –Ele é o namorado na minha mãe e... Fique longe da minha mãe!

–Não me jugue! Agora me conta logo como você sabe sobre o Wiccano.

–Me siga.

Fomos até o quarto dele, o narigudo pegou uma enorme caixa cheia de revistas em quadrinhos, li alguns títulos:

–Homem de ferro, Hulk, Guardiões das Galáxias.

–Essa aqui –Ele me entregou uma revista intitulada:

–X-men? Você quer que eu acredite que o Wiccano veio de uma revista em quadrinhos?

–Todo mundo nesta cidade veio de contos de fadas.

–Tem razão, vir de um quadrinho faz todo o sentido.

–Todas essas histórias se passam no universo Marvel. Veja aqui, o Wiccano –Quando vi a ilustração não restou dúvida, aquele era mesmo o Wiccano –Ele é filho de Wanda, a feiticeira escarlate, seu nascimento é bem complicado. Ele tem o poder de mudar a realidade.

–Eu posso usar uma dessas revistas para abrir um portal para o mundo dele, agora só preciso achar a Violet e sua chave em perfeito estado.

–O que?

Eu não devia sair contando da chave pra todo mundo, mas aquele era um mundo mágico, e o Henry era meu único amigo naquele momento, eu precisava confiar em alguém, então lhe contei minha história. Ele ficou super envergonhado com as partes sobre o sexo, mas eu vi que teve horas que ele ficou de pau duro e tentou disfarçar. Quando terminei, ele sorriu.

–Vou te ajudar a achar a Violet, acho melhor nos separarmos, nos encontramos aqui ao anoitecer. Tente não... Se envolver com mais ninguém. Um lobisomem e um pirata já são problemas o suficiente.

Fomos até a porta e ele me abraçou:

–Boa sorte! –Ele correu numa direção e eu segui por outra.

Não sei por que, mas me senti tirando um peso das costas ao poder contar com alguém. Sorri, eu tinha feito uma nova amizade.

–Tudo vai dar certo! Vou encontrar a Violet, o Wicano fará tudo voltar ao normal, o mandarei de volta pro seu mundo, e...

Me lembrei de minha chave danificada. O que faria a respeito disso? Roubaria a chave da Violet? A convenceria a me ajudar?

–Não vou pensar nisso agora, vou me concentrar em encontra-la primeiro.

E assim fui procura-la de casa em casa, sem saber que não conseguiria cumprir o que o Henry me pediu: Tente não... Se envolver com mais ninguém. Pois o sexo me aguardava na próxima porta.

Notas finais
Capitão Gancho oi? Comentários...