As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

2 Capítulo 1 – A primeira vez –Nárnia


Notas iniciais
É aqui que a aventura realmente começa :)

Andei por horas pela floresta sem encontrar alma viva, as vezes ouvia alguns animais se moverem atrás dos arbustos, outras podia jurar ter ouvido sussurros, seriam fantasmas? No meu mundo: Terra 69 não acreditamos nessas coisas sobrenaturais, mas não estou no meu mundo. Parei ao encontrar uma placa que dizia:

Bem vindo ao Vilarejo do Guaxinim

Salve Aslam!

Salve Nárnia!

Ótimo! Pelo menos eu podia reconhecer aquela escrita. Andei mais um pouco e avistei as primeiras casas do vilarejo. Mais a frente vi três moças colhendo flores, era agora! Engoli em seco, estava muito nervoso e envergonhado, mas tinha que fazer aquilo!

–Olá! –Chamei e elas olharam e sorriram para mim.

–Olá forasteiro, deve ter vindo para a festa da colheita! Como os reis de Nárnia estarão aqui, muitos viajantes virão ao Vilarejo do Guaxinim.

–Bem, não sei nada sobre isso, eu só preciso da ajuda de vocês.

–Claro! –Sorriu uma delas –Como podemos ajuda-lo.

–É... –Não acredito que disse aquilo, mas disse –Preciso que vocês façam sexo comigo.

Talvez se eu tivesse a sorte de que naquele mundo sexo fosse algo corriqueiro. Como elas saíram gritando: “Tarado! Tarado!” acredito que não tive sorte.

–Esperem eu posso explicar!

Corri atrás delas, se deixasse que espalhassem aquilo não conseguiria arrumar ninguém para transar. Adentramos o vilarejo, as casas variavam entre casas nas árvores à construções de tijolos, as ruas eram uma mistura de arcaico com modernidade. Esbarrei em várias pessoas, mas segui em frente até que esbarrei em alguém muito alto e forte, tombei e cai pra trás.

–Desculpe você esta bem garoto?

–Eu... –Quando o homem se abaixou para me ajudar a me levantar percebi com horror que não se tratava de um homem de fato, o corpo era humano, grande e musculoso, mas a cabeça era de um touro preto –Aaaaaaa!

Corri horrorizado e para meu temor haviam mais dessas criaturas, homens com cabeças de touro, outros tinham patas de bodes, me assustei ainda ao perceber lobos e onças andando pelas ruas. Será que eu estava no inferno? Corri indo parar no meio da rua por onde vinha uma carruagem.

–Cuidado!

Me virei vendo a carruagem se aproximar, ela era puxada por dois belos cavalos, fechei os olhos me preparando para o impacto, mas ele não aconteceu, a carruagem parou a poucos centímetros de mim.

–Quer morrer garoto!?

–Calma querido, não precisa gritar com o garoto.

De quem eram aquelas vozes? Abri os olhos e vi os rostos dos cavalos próximos ao meu.

–Você esta bem querido? –Perguntou a égua.

–Ca-Cavalos falantes?

Aquele mundo era muito incoerente. Alguém desceu da carruagem e veio até mim, ela era humana, abri a boca, ela era de longe a garota mais bonita que já vi. Tinha cabelos longos e pretos, sua pele lisa e bochechas rosadas, e ainda aqueles lábios carnudos tão convidativos e belos que me sentia excitado só de olha-los.

–Alguém se machucou? –Ela perguntou.

–Rainha Suzana! Tenha cuidado! –Ouvi uma voz conhecida gritar. As três garotas se aproximaram –Este é o tarado de quem vos falamos, ele nos perseguiu tentando nos agarrar! –A expressão da beldade mudou.

–Guardas! Prendam-no!

–Esperem eu posso explicar!

As únicas explicações que pude dar foi atrás das grades. Ótimo além de não conseguir transar, fui preso e roubado, minha mochila estava pendurada fora da cela, pelo menos não mexeram nela. Como eu ia sair dessa? Algumas horas depois ouvi uma porta se abrindo e vi a beldade se aproximar da minha cela.

–O que tem a dizer em sua defesa tarado?

–Me desculpe senhorita, mas...

–Alteza.

–Claro, alteza, houve um engano.

–Você por acaso não disse àquelas três garotas que queria fazer sexo com elas?

–Bem eu disse, mas...

–Você me parece culpado, só vim até aqui, por que também me parece outra coisa. Não me parece ser daqui.

–Bem, sou de um lugar muito longe. Você precisa acreditar em mim, não sou um tarado, eu até sou virgem! –A rainha pareceu corar.

–Virgem? O que tem de mais em ser... virgem?

–Eu sou virgem, mas preciso transar, eu... Você talvez não acredite, mas preciso transar para salvar meu povo, muito embora eu quisesse que minha primeira vez fosse com alguém especial eu...

Parei de falar, observei que a rainha estava corada e me observava com olhos sonhadores. Ela se aproximou da minha cela, tirou uma chave do bolso e tremendo abriu a fechadura e entrou.

–Você não me parece ser alguém ruim.

–Não sou.

–De onde você vem como tratam o sexo?

–Meu povo é muito conservador.

–Os narnianos também, mas eu... Bem, as vezes sinto vontade de ser tocada, mas nunca tenho chance, todos me veem como a pura e bondosa rainha Suzana, para meus irmãos é bem mais fácil, já ouvi o Pedro se gabando pro Edmundo que fez amor com...

–Fazer amor –repeti –Acho que só pessoas muito doces falam assim.

Não pretendia que aquilo fosse uma cantada, mas funcionou. Antes que eu pudesse perceber estava dando meu primeiro beijo. Os lábios da rainha Suzana eram incríveis, doces e inflamáveis, senti meu pênis se mexer dentro de minhas calças. Ousei me aproximar mais, nossos corpos se encostaram e notei que ela percebeu minha ereção, mas não se afastou. Continuamos nos beijando, conforme o calor foi aumentando íamos nos agarrando com mais força, até que ela soltou um gemido e se afastou corando.

–Desculpe.

–Tudo bem, acho que é assim que começa.

Ela sorriu e voltamos a nos beijar. Não sou um expecte em sexo, mas quando tiramos nossas roupas e deitamos sobre elas no chão do calabouço senti-me tão excitado que sabia o próximo passo incisivamente. O corpo da Suzana era tão convidativo quanto seus lábios, seus seios eram macios e os mamilos durinhos, sua pele era lisinha e sua... Ela estava depilada. Engoli em seco e me abaixei nervoso. Quando toquei aquela vagina com meus lábios e ouvi o gemido extasiante da rainha, meu pau ficou tão duro que latejou e escorreu lubrificante.

–Ooor! Por Aslam isso é bom de mais!!!

Senti suas pernas tremendo ao menor dos meus toques, o gosto de vagina é esquisito, não sei explicar, mas quanto mais eu chupava e mais Suzana gemia, mais me estingava a continuar.

–Deixe-me tentar –Disse ela.

Suzana segurou meu pênis meio sem jeito, abriu a boca e quando começou a chupa-lo fui eu quem gemeu alto ao sentir aqueles lábios carnudos deslizando por minha rola. Mordi o lábio inferior e me retorci, a rainha passou a língua na glande e desceu até minha bolas.

–Isso é incrível! –Senti uma energia me preencher, aquilo devia ser a magia do desejo sexual, como eu era o receptáculo, estava coletando aquele prazer, mas eu precisava de mais!

Puxei Suzana num beijo, deitei sobre ela acariciando seu corpo, nossa estava parecendo um profissional no assunto, acho que o sexo é natural, é só começar a fazer que flui naturalmente. Meu pau roçou em sua vagina indeciso se entrava ou não.

–Coloca –Disse Suzana, o pedido de uma rainha é uma ordem.

Meu pênis foi entrando aos poucos, pensei que doeria mais, entretanto a vagina da rainha estava tão molhadinha que meu órgão deslizou buraco à dentro.

–Ooooor! –Ela gemeu alto e agarrou minhas costas.

Aquele buraco era quentinho e molhado e ver a cara de prazer dela era um bônus de excitação. Comecei a me mover bem devagar, mas o menor movimento nos fazia tremer, ambos erámos virgens, qualquer toque era algo novo e excitante, tremíamos de prazer, gemíamos e revirávamos os olhos. Aumentei a velocidade e os gemidos se intensificaram.

–Aaaaaar!

–Oooooor! Suzana.

–Isso diz meu nome!

–Oor Suzana sua vagina é tão quentinha.

–Buceta! Fala buceta!

A doce rainha Suzana se transformou, se virou montando na minha rola, gemi alto e vi o rosto suado e selvagem da garota.

–Sempre sou gentil, pelo menos nesse hora quero ser selvagem!

Ela me beijou cavalgando em minha rola, fui na onda de selvageria.

–Rebola na minha rola! Vai!

–Come essa buceta safado!

Nos movimentamos cada vez mais rápido, senti como se meu pênis estivesse batendo em alguma coisa, como se houvesse um obstáculo na vagina dela impedindo meu pênis de entrar totalmente. Segurei seus quadris e meti com força sentindo aquela parede se romper. Suzana gritou e caiu pro lado.

–Suzana! –Sua vagina sangrava –Ai meu Deus o que foi que eu fiz?

–Não foi nada –Disse ela com muita dor –Você só rompeu meu hímen.

–Isso é algum órgão vital? Por favor não morra!

Fiquei tão desesperado que comecei a chorar, ótimo, minha primeira transa e mato minha parceira e ainda choro como um bebê e para piorar a situação ela começou a rir.

–Pelo jeito você é ainda menos experiente do que eu, não sabe nem o que é um hímen. Todas as mulheres têm, é normal rompe-lo na primeira relação sexual, não se preocupe não vou morrer, só esta um pouco dolorido, mas quero ir até o final, então pare de chorar e volte a comer minha buceta.

Voltei a colocar meu pênis em sua vagina, dessa vez com um pouco de nojo do sangue e ainda estava nervoso, mas foi só ela começar a gemer que me reanimou e voltei a meter. Olhei para aqueles peitos fartos que balançavam com minhas investidas e resolvei agarra-los, a sensação macia entre meus dedos era ótima, comecei a brincar com seus mamilos e Suzana gostou.

–Estou chegando perto!

Senti um calor crescendo e algo se juntando na base do meu pênis, tirei de dentro de sua buceta e comecei a me masturbar.

–Espera deixa eu tentar uma coisa.

Suzana veio e pressionou seus peitos envolvendo meu pau, os movimentou pra cima e pra baixo cada vez mais rápido me masturbando com seus peitões reais.

–Como isso é bom! –A sensação macia deslizando por minha rola foi maravilhosa. Senti o calor voltar a crescer e já estava prestes a explodir –Oooor!

Gozei em seu rosto, cabelo e seios. Eu já havia gozado antes é claro, tinha dezessete anos já tinha batido punheta algumas vezes, mas gozar durante o sexo é completamente diferente. Deitamos e ficamos ali pelados por um bom tempo, conversando, rindo e nos beijando. Nos limpamos com panos húmidos. Suzana me libertou acreditando na minha inocência. Engraçado que precisei transar para provar que não era um tarado. Saí sorrindo a toa, o mundo ficava mesmo diferente depois que se perde a virgindade, ou talvez era por que o mundo era mesmo diferente já que eu estava em Nárnia e não em Terra 69.

Me concentrei e imaginei um medidor de nível que antes estava no zero, mas agora aumentou um pouco, mas estava muito longe de estar completo, precisava transar muito mais se quisesse coletar energia sexual suficiente para salvar meu mundo.

–Já que você não tem onde ficar pode ficar conosco em Cair Paravel.

Suzana me falou de seus três irmãos, Pedro, Edmundo e Lúcia, me contou como derrotaram a Feiticeira e salvaram Nárnia e como Aslam se sacrificou pelo seu povo e ressuscitou. Aslam era um leão falante, estava ansioso para conhece-lo. Cair Paravel não ficava muito longe do Vilarejo do Guaxinim, andamos cerca de meia hora de carruagem e logo pude ver aquele enorme castelo de pedra a beira de uma praia. Meu queixo caiu com a vista deslumbrante diante de meus olhos.

Notas finais
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