As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

72 Capítulo 71 –A Ameaça se Revela –Terra 69


Notas iniciais
Há algum tempo Dylan sente uma ameaça que pode destruir seu mundo prestes a se erguer, seus sonhos proféticos estão para se realizar! Vamos à leitura!

Ele esta se erguendo, ele esta vindo, ele me diz que já nos encontramos antes. Quem é ele?

Uma enorme fenda se abriu no meio da cidade, uma legião de Virus sapiens surgiu e começou a atacar as pessoas. Os deuses estão ajudando, mas eu não podia ficar parado, afinal aquele era meu mundo, aquele era meu povo. Não havia tempo para ficar assustado, agarrei meu pingente invocando a espada de diamantes, meu corpo brilhou envolvido por uma aura azul.

—É hora da batalha –E saltei do prédio direto contra a legião de monstros.

Aquelas criaturas eram atraídas por energia sexual, então a emanei atraindo a maioria deles. Lutar com espada é como andar de bicicleta, nunca nos esquecemos, podemos cambalear no início, mas logo encontramos o equilíbrio e seguimos pedalando. Desviei de investidas e contra ataquei, saí os cortando ao meio, as duas partes se desmanchavam, eram dezenas deles ao meu redor, e ainda assim podia dar conta deles facilmente. Cada movimento era intuitivo, agia por reflexo, lutava como se fosse uma dança.

—Pelo jeito, ele dá conta sozinho –Disse Eros parando ao lado do Cupido.

—Dos lacaios sim, mas e do chefão?

As pessoas corriam desesperadas, um grupo de Virus sapiens as alcançaram rasgando suas roupas e as estuprando, penetrando todos os orifícios, incluindo nariz, ouvidos e boca.

—Eu adoro uma boa safadeza, mas vocês passam dos limites! –Disse Luz Escarlate caindo sobre o grupo –Vocês me obrigam a sujar meus sapatos! –Ela os chutou, cada movimento de pernas era um vulto e cada golpe despedaçava um monstro.

As criaturas eram fracas de mais comparadas à nós, no entanto pareciam ser infinitas, continuava saindo mais e mais da fenda.

—Tenho que fechar a fenda! –Pensei em voz alta e corri até ela, quando olhei para o abismo, vi mais criaturas escalando. Ergui minha espada que brilhou, eu iria acumular energia e causar um desmoronamento.

—Você achou mesmo que eu ia ficar esperando? –Disse a voz medonha do interior da terra –Achou que eu iria esperar até que se tornasse um deus? Dylan Stark, já esperei de mais pelo nosso reencontro. Tenho tanto à te agradecer! Se não fosse por você eu ficaria preso para sempre!

—Quem é você?!

A resposta foi uma explosão, um jato de vapor, uma neblina roxa e meu pesadelo se tornando real. O impacto me lançou longe, cravei a espada no chão para me segurar. Pude sentir algo no fundo da terra se quebrando, ouvi seus passos, ele estava subindo pela fenda.

—Merda! –Em meu sonho era algum tipo de gigante –Que seja, já matei gigantes antes!

—Dylan! –Henry e Lucy vieram para meu lado.

—Vocês tem que sair daqui! Ele esta vindo.

—Ele quem?

Vimos a silhueta na neblina, era o mesmo formato do meu sonho, mas não era um gigante, ele devia ter a mesma altura que eu.

—Pelo jeito a ameaça que previmos despertou –Disse Afrodite parando ao nosso lado junto dos outros deuses.

—É tão bom estar de volta –Disse a silhueta se alongando, quando saiu da neblina finalmente pude ver o rosto daquela que me fazia tremer. Na verdade não vi seu rosto, pois ele usava uma armadura com um capacete de viseira fechada. Sua armadura parecia ser feita de pedras vulcânicas, por baixo de sua viseira podíamos ver seus olhos brilhando violetas.

—Afinal, quem é você? E como nos conhecemos?

—Pode me chamar de Alexander Stark.

—Stark? –Perguntei confuso.

—Alexander? –Perguntou Lucy –Levanta a mão quem esperava por um nome mais apocalíptico?

Ele caminhou em nossa direção, sua voz agora era mais humana.

—Estive preso por mais de dois mil anos, mas quando esse mundo foi destruído por sua incompetência Dylan, minha jaula foi danificada. Demorei alguns meses para me libertar por causa da guardiã, mas agora estou livre e quero me divertir.

—Alexander? Sério? Que tal mudar para Amargedon ou Ragnarok. Ragnarok ia ficar muito foda.

—Lucy! –Henry a repreendeu.

Alexander Stark. Não lembro de ninguém com esse nome, mas algo nele me parecia extremamente familiar, algo nele me atraía e foi isso que me fez caminhar em sua direção.

—Dylan! –Chamou Henry, mas segui em frente.

—Você diz que já nos encontramos antes, quando foi isso?

—Sugiro uma pequena dança para te fazer lembrar –Alexander sacou uma faca de sua armadura.

—Ei, isso é?

—Adaga do Cavaleiro de Cristal –Ele a sacudiu a fazendo crescer para a Espada de Diamantes.

—Como isso é possível?

—Temos mais coisas em comum do que imagina.

Alexander me atacou, me abaixei e girei contra-atacando, as duas espadas de diamantes se chocaram. Ambos atacamos, pés girando, corpos se esquivando, braços guiando espadas e lâminas se encontrando. Ele estava certo, parecia que estávamos dançando. Nos meus sonhos ele me assustava, mas naquele momento estava me sentindo muito bem. Confissão número um: Fiquei excitado. Confissão número dois: Acho que ele também estava. Nossas lâminas se chocaram mais uma vez e deslizaram até o cabo, nossos rostos quase se encostaram.

—Você sempre gostou de luta de espadas não é? –Aquele trocadilho era um dos meus favoritos.

—De onde nos conhecemos?

—Estamos ligados, Dylan. Somos o início e o fim, um ciclo que desafia a lógica. Graças a você eu nasci e graças a mim você nasceu.

—Por que vilões gostam de fazer mistério?

—Por que assim é mais excitante.

Ele moveu a espada provocando um corte de ar que me arremessou, Cupido mais uma vez me segurou.

—Embora seja muito excitante dançar com você. Não esperei dois mil anos para uma dança. É hora de começar o verdadeiro show!

Alexander golpeou o chão com a espada que era idêntica a minha, um impulso se espalhou em ondas fazendo tudo tremer mais uma vez.

—Estão sentindo isso? –Perguntou Erzulie.

—Todo mundo pra limusine, agora! –Gritou Afrodite.

No segundo seguinte enormes pilares violetas começaram a se erguer e destruir toda a cidade, eles eram do tamanho de prédios.

—As pessoas! –Gritei.

Então vi um exercito de Virus sapiens, eles estavam envolvendo as pessoas, as engolindo em bolhas roxas gosmentas.

—O que esta acontecendo?

—Entrem agora! –Gritou Afrodite mais uma vez –Piza fundo, Leandro!

O motorista saiu em disparada, a limusine saltava buracos, subia em prédios, algumas vezes passou direto os atravessando quebrando tudo pelo caminho. Pela janela vi as pessoas sendo engolidas e mais pilares se erguendo cobrindo a luz do dia. A limusine seguiu como um raio até sair da cidade. Paramos e observamos o que os pilares tinham formado.

—Um castelo –Era uma construção majestosa de pedra ametista –O que aconteceu com as pessoas?

—Qual é? Dylan, você é mais inteligente que isso –Disse Luz Escarlate –Use sua onipresença e descubra.

Segui seu conselho, me concentrei e vi o interior do castelo. Parecia m filme de ficção cientifica, centenas de pessoas nuas dentro de casulos roxos, e tem mais...

—Ele esta sugando a energia sexual das pessoas!

—Isso é mau, muito mau –Comentou Henry –Acredito que esse cara é o vilão desde o início. A doença, os Virus sapiens e agora isso! Tudo esta ligado à ele.

—Meus pais e minhas irmãs estão lá. As velhas do clube do livro, meus amigos de escola. Todo mundo, menos... Isso não pode estar certo.

Eu estava surpreso e os deuses também perceberam.

—Uma fazenda não foi afetada –Disse Erzulie.

—Não faz sentido –Concordou Luz Escarlate.

—Vejo a outra namorada do Dylan, a Violet –Disse Afrodite.

—Ei e tem mais dois jovens lá e eu os conheço! –Disse Eros –Eu transei com eles algumas semanas atrás!

Henry e Lucy me lançaram olhares apreensivos. Os deuses não podiam descobrir sobre a arma. Agora era claro que estávamos do mesmo lado, aquele não era um momento para arranjar inimigos.

—Acho que devemos ir até lá para nos reagruparmos, nos decidir o que devemos fazer –Disse Afrodite –Todos de volta pra limusine –Todos entramos, menos Luz Escarlate –O que esta esperando?

—Ele também foi pego.

—O quê?

—O David também foi pego! Tenho que salva-lo! Ele é meu ajudante! Não posso permitir que um dos meus homens se machuque!

—Nós vamos salva-lo! –Eu disse indo até ela –O David também é meu amigo, nós vamos salvá-lo! Vamos salvar todo mundo.

—Só o David me importa.

—Isso não é verdade, sei que se importa com as pessoas. O David tem a habilidade de enxergar a bondade em forma de beleza, se ele te acha uma das pessoas mais belas que já conheceu, isso significa que é uma das mais bondosas também –Nos encaramos em silêncio, aquela era a hora de fazer as pazes com Luz Escarlate. Ela sorriu.

—Talvez você não seja tão desprezível quanto pensei que fosse, sua vadia mal educada.

Sorri e entramos na limusine.

Dentro do castelo, na sala dos casulos, Alexander observava seus prisioneiros com entusiasmo.

—É tão lindo. Menos de uma hora que me libertei e já possuo um império! Só me faltam súditos –Ele ergueu as mãos e três casulos levitaram, moveu as mãos para baixo e os casulos se desfizeram revelando três pessoas nuas e confusas.

—O que é isso?

—Cadê a mamãe?

—Calma, meus queridos súditos.

—Para atrás de mim, garotas –Disse David protegendo minhas irmãs.

—Eu nunca machucaria a Daniele e a Dayane –Disse Alexander –Afinal somos uma família.

—Quem é você? –Dayane perguntou confusa.

—Alexander Stark, se bem que vocês me conheciam por outro nome, mas não vem ao caso.

—Garotas, fujam! –David partiu pra cima do Alexander dando socos e chutes com a rola balançando, Alexander desviou rindo de todos os golpes.

—Isso é engraçado –Ele segurou o braço do David, o girou o prendendo e o agarrando por trás falando em seu ouvido –Não tem motivo para lutar comigo, escolhi vocês três, pois são os que tem mais energia sexual –Ele o girou de frente, sua viseira ergueu-se revelando sua boca com sorriso perfeito e sedutor –Entregue-se ao êxtase –E o beijou.

David lutou no início, mas se entregou, o beijo foi extasiante, envolvente. Ele caiu de joelhos e seus olhos brilharam violetas. Alexander caminhou até as garotas.

—Não curto crianças, então vamos dar um jeito nisso! –Ele sacudiu as mãos e as garotas gritaram sendo envolvidas por uma névoa roxa e quando se dissipou, elas eram mulheres, seus cabelos loiros iam até a altura da bunda, seus olhos brilhavam violetas, seus rostos expressavam alegria e excitação.

—Isso é... –Começou Daniele.

—Fantástico –Terminou Dayane.

—Eu estou à milhares de anos sem transar, vamos festejar e saciar esse desejo!

—Somos virgens, mestre.

—Não por muito tempo.

A armadura de Alexander se remodelou, se tornando apenas um sutil capacete, seu corpo nu era musculoso e repleto de cicatrizes, era incrivelmente belo. Ele tocou o rosto de Dayane que geme excitada. David vai até eles e beija os ombros de Alexander, os quatro começam a trocar beijos. Alexander sorria e gemia chupando aquelas três línguas. Eles se deitaram no chão de ametista, Daniela de pernas abertas recebeu seu primeiro boquete.

—Aaaaar! Meu Deus! Isso é... Aaaar!

Dayane e David dividiam o pau de Alexander, os dois se revezavam, enquanto um chupava a cabeça, o outro chupava as bolas. A barba de David roçando-lhe a pele era uma delícia. Os dois se beijavam com a glande no meio, enquanto isso se masturbavam, David punhetando-se com a mão direita, enquanto apertava as nádegas da garota com a esquerda, que por sua vez dava uma de DJ brincando com sua buceta.

—Como senti falta disso! Desse prazer, desse poder!

Alexander abriu as pernas de Daniela e a penetrou rompendo seu hímen numa metida só. A garota gritou, sentiu dor, mas o poder do outro fez sua dor sumir, deixando apenas o prazer enlouquecedor.

—Aaaaaaarrrr! Me fode!

Alexander sorriu e começou a se movimentar entrando e saindo com força naquela buceta. A excitação se espalhou pela enorme sala em ondas, as pessoas presas nos casulos foram afetas e começaram a gemer, era como um gigantesco coral do sexo.

David queria penetrar Dayane, mas sabia que a virgindade dela devia ser tirada pelo seu mestre, então ambos ficaram roçando nele, enquanto ele fodia Daniele. Num certo ponto, Alexander saiu de dentro de Daniele e puxou sua gêmea a jogando por cima dela, ajeitou sua rola e penetrou a outra, usando a mesma magia para que ela não sofresse a dor exagerada do rompimento do hímen. Dayane gemeu intensamente, com seus seios apertados ao da irmã e sem a menor culpa lhe deu um beijo incestuoso.

David se abaixou e se pôs a chupar o cu do seu mestre, que por sua vez geme e ri.

—Calma, você será o próximo.

Dito e feito, David se deitou de frente, Alexander abriu suas pernas e o penetrou. O musculoso gemeu apertando os dedos, a rola entrava e saía de dentro dele deslizando todo lambuzado de baba vaginal e sangue de hímen. Eles foderam experimentando várias posições. Peitos balançavam, mãos apertavam com força, mordidas aqui, lambidas ali, dedos entrando até o fundo. Gemidos, gritos, arfares, tapas.

Alexander deitou-se de pernas abertas permitindo que seu súdito tivesse a honra de lhe comer. David encaixou seu pau duro naquele buraco e se pôs a meter e a gemer extasiado.

—Seu cu é tão gostoso, mestre!

As gêmeas se deitaram nos braços de Alexander, o beijando e o masturbando, beijos triplos, chulpões no pescoço, lambidas nos mamilos. Os quatro voltaram a se beijar e um à um foi explodindo de prazer.

—Aaaaar! –Daniela babou até o pulso de Alexander que empurrava a mão em sua buceta.

—Aaaaar! –Dayane gozou quicando no pau do mestre.

—Ooooor! –David gozou dentro do cú do mestre.

Alexander Stark se levantou com o corpo coberto de marcas do sexo e esperma escorrendo pelas pernas, ele se masturbou e ao gozar liberou tanta energia sexual que distorceu meus poderes.

Eu, Dylan Stark, estava na limusine parada em frente a oficina mecânica, das terras de Alexis, o único lugar que não foi afetado pelo poder de Alexander.

—Você esta bem, Dylan? –Henry perguntou.

—Ele pegou minhas irmãs, as fez se tornarem mulheres e tirou sua virgindade.

—Sinto muito.

—Ele também pegou o David –Disse olhando para Luz Escarlate que me lança um meio sorriso abatido. Pela cara dele, ele também estava usando a onipresença e assim como eu tinha visto o sexo de boas vindas de Alexander Stark.

Violet saiu da oficina e venho correndo em nossa direção sendo seguida pelo Bruno.

—Vocês estão bem? O que é aquela coisa? O que aconteceu com a cidade? Pensei que os deuses tinham se cansado dos testes e resolvido acabar com tudo –Pelo olhar que ela me lançou, eles deviam estar preparando a arma. Ela olhou para meu relógio, era o sistema de alerta, como eu não o usei, ela ficou confusa.

—Não foram os deuses, foi a ameaça que se ergueu. Seu nome é Alexander Stark.

—Então nós falhamos –Disse a mecânica saindo da oficina com seu lobo de luz.

—Alexis.

—Aquele lobo! –Disse Afrodite e os deuses ficaram em alerta.

—Como não percebemos este poder antes? –Perguntou Cupido.

—Ele deve ser muito bom em esconder sua presença –Sugeriu Eros.

—Acho melhor todos entrarmos, temos muito a discutir. Chegou a hora de por tudo sobre a mesa –Anunciou Alexis.

Ela e o lobo entraram, todos nos olhamos, meus amores, meus amigos, os deuses e o motorista. Quem era Alexis? Que poder tinha aquele lobo? Por que aquele lugar não fora afetado nem pelo primeiro fim do mundo, nem pelo poder da ameaça? Acho que teríamos a maioria das respostas para essas perguntas naquela reunião.

Olhei para a gigantesca construção de ametista e pensei no meu principal questionamento: Quem era Alexander Stark?

Notas finais
Ansioso por seus comentário. Sei que gerei muitas dúvidas, mas todas serão sanadas em breve :)