As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

71 Capítulo 70 –Um Vídeo Caseiro –Terra 69


Notas iniciais
OIe! Atrasei a postagem, mas foi pouca coisa, motivo: provas, a luta foi grande rssrsr Mas estou aqui com um capítulo divertido e intrigante! Vamos à leitura!

Eu estava olhando atentamente para a fenda, mas dessa vez não era em uma caverna e sim no meio da cidade, um terremoto assustava à todos, mal sabiam eles que aquilo não era um acontecimento natural e sim o levantar de um ser abissal.

—O que eu faço? O que eu faço?

—Ele esta se levantando, aja agora ou ele vai nos devorar –Disse Alexis montada em seu lobo de luz, Suez.

—Falar é fácil, eu não sei o que fazer.

Houve uma explosão, a fenda se alargou e exalou um nevoeiro roxo, vi uma silhueta se erguendo, ele era enorme, quando ele abriu os olhos, eles brilharam vermelhos e ameaçadores, senti toda minha pele se arrepiar. Não podia vê-lo com clareza, era uma sombra caminhando em nossa direção. Puxei meu pingente invocando a adaga do cavaleiro de cristal.

—O que é você? –Gritei para a criatura.

—Eu sou aquele que tudo devora, o túmulo de todas as coisas, eu sou o fim.

Acordei ofegante e atordoado, demorei alguns segundos para perceber que tinha sido apenas um sonho. Mais um sonho. Já tinha entendido o padrão, aquele sonho recorrente sempre trazia uma ameaça que estava se erguendo e Alexis com seu lobo. Afrodite tinha me falado que se eu não me tornasse um deus, o que estava por vir destruiria a Terra 69. Faltam apenas duas provas, devo me dedicar para alcançar a divindade.

Saí do quarto deixando Lucy e Henry dormindo, Violet tinha passado a noite na casa de Alexis. Fui na cozinha e encontrei um bilhete de minha mãe na geladeira: “Dylan, tive que sair cedo com suas irmãs, reunião de pais e mestres na escola delas, por favor acorde seu pai, ele tem um compromisso importante hoje. Beijos, mamãe”.

Fui no quarto dos meus pais, já fui logo entrando e percebi que devia ter batido na porta antes, a TV estava ligada e na tela uma loira de peitos enormes gemia loucamente, meu pai deu um pulo se cobrindo, mas acabei vendo seu pau de relance.

—Ai, desculpa! –Cara! Olha o trauma, vi meu pai batendo punheta e... –Espera aí! –Entrei no quarto –Onde conseguiu um filme pornô na Terra 69? –Minha curiosidade foi maior e me fez entrar no quarto.

—Bom dia pra você também, Dylan! –Meu pai estava rubro, se ajeitou cobrindo as partes íntimas com um travesseiro. Fiquei de pé olhando para o filme pornô.

—Cara, eu ia pirar se encontrasse esse filme antes das minhas viagens. Você sempre o teve? Onde o escondia?

—Tudo bem, vou lhe contar, senta aqui –Deite ao lado do meu pai enquanto o pornô rolava –Acho que devem existir apenas uma dúzia desses filmes no mundo, eu consegui esse quando tinha vinte e três anos, acredita? A primeira vez que assisti pornô eu tinha vinte e três anos!

—Nos outros mundos todo mundo assiste na adolescência, toca punheta com os amigos, dividem várias histórias legais.

—Filho, eu queria pedir desculpas por ter sido tão duro quando você me apresentou seus três amores.

—Por que isso de repente?

—Você disse que veio para libertar as pessoas do conservadorismo, ultimamente ando me lembrando de como fui um jovem frustrado, eu sentia muito tesão, me masturbava muito, mesmo sem muito material de estimulo, acho que isso esta no sangue. Nossa família é especial, fomos os últimos a ser afetados pela doença, no seu caso, você foi imune. Já que você é todo cheio de liberdades falarei abertamente, eu e sua mãe estamos fazendo orgias no clube do livro.

—Uau! –Me fingi de surpreso.

—Eu decidi realizar um sonho que pode te ajudar a levar a liberdade ao mundo.

—Como assim? –Fiquei confuso.

—Vou largar meu emprego e me tornar produtor de filmes pornô –Meu queixo foi ao chão. Nunca imaginei ter uma conversa daquelas com meu pai e muito menos que ele tivesse aquele tipo de sonho.

—Isso é... Incrível! Mas como vai fazer isso? Os atores, câmeras, estúdio.

—Eu fui do clube de cinema na faculdade, tenho vários contatos e... Fala sério, imagine a propaganda: “Filmes pornô produzidos pelo pai de um deus do sexo!” todos vão correr pra ver, vai ser revolucionário!

—Estou tão orgulhoso! –Abracei meu pai, nunca me senti tão a vontade com ele.

—Desculpe ter sido tão fechado, nem tive conversa sobre homens plantar sementinhas em mulheres com você.

—Sobre essa parte eu peço é obrigado –Rimos até sermos interrompidos pela loira do filme.

—Faz amor comigo!

—O quê? Sério? Em seus filmes pode mandar que elas digam coisas mais excitantes como: “Fode essa buceta! Mete com força! Arromba esse cu!” coisas do tipo.

—Pode deixar, sou mais safado do que aparento, filho.

—Percebi, seu punheteiro –Bati nele com o travesseiro. Quando eu imaginaria ter uma conversa daquelas com meu pai? E ainda brincar daquele jeito.

—Agora você pode sair para eu terminar o que comecei?

—Na verdade... –E lá vamos nós –Você pode gravar seu primeiro vídeo agora e divulgar seu trabalho.

—O quê?

—Pai e filho tocando punheta juntos.

Vocês devem estar pensando: Dylan, seu puto, tu não tem limites! E tenho que lhes dizer: Não tenho mesmo. Primeiro meu pai ficou de boca aberta, depois olhou pro horizonte pensativo e por fim disse:

—Pega a filmadora no guarda-roupa –Sorri e obedeci –Coloque num ângulo que não apareça nossos rostos.

Me sentei ao lado do meu pai que tirou o lençol e travesseiro que cobriam seu colo, ele usava uma samba canção folgada, estava literalmente de barraca armada. Aquela seria uma experiência interessante, fui o primeiro a colocar o pau pra fora, meu pai arregalou os olhos, respirou fundo e imitou meu gesto, “que jeba grande”, pensei. Ele era peludo, seus pelos eram finos e curtos, como nunca tivesse se depilado, e acho que era esse o caso, sua rola era bonita, grande, grossa e cheia de veias, sua glande estava toda babada.

—Esse seria um ótimo momento para um close –Comentou meu pai.

—Esse vídeo vai para categoria dos caseiros, quando você for diretor capricha mais.

Começamos a mover as mãos, eu estava ofegante, nervoso, fazia tempo que não me sentia assim, era como se fosse novamente um pré adolescente e não um rapaz de dezenove anos pra lá de bem vividos. Meu pai se inclinou para o criado mudo e pegou um frasco de lubrificante, ele tirou a tampa e derramou direto sobre meu pau, minha mão deslizou deliciosamente, senti um frescor e depois um calor, e seguiu alternando.

—É um gel que esfria e esquenta.

—Adorei –Parecia uma versão comercializada dos escorpiões de Shania da Ilha do Escorpião, uma versão bem menos assustadora.

Meu pai também lambuzou o dele, seguimos nos masturbando em silêncio, até escapar o primeiro gemido, foi ele, para que não ficasse constrangido me soltei e me pus a gemer a vontade. A gravação devia estar ótima, usei a onipresença e nos observei do ângulo dela, se vocês leitores estivessem lá, poderiam ver um homem e um garoto com os dedos dos pés apertados, músculos contraídos e mãos frenéticas deslizando em cacetes duros. Não resisti e resolvi deixar ainda mais interessante com uma mão amiga. Meu pai se assustou, mas não reclamou, pelo contrario, revirou os olhos e apertou os lençóis gemendo.

—Oooor! Bate com força!

O masturbei com força e velocidade incríveis, apertei a glande, deslizei até a base, e segui a movimentação. Pensei em usar meus poderes, mas aquela seria a linha entre uma diversão “hétero” entre amigos e um incesto iminente. Resolvi ficar só na mão amiga mesmo.

Ele segurou o meu também e seguimos gemendo juntos, começamos o que parecia uma competição de quem batia mais rápido provocando o outro a fazer caras e bocas e gemer muito.

—Oooor! Pai! Que mão gostosa!

Nos despimos completamente e nos ajoelhamos de frente um pro outro e de lado para a câmera, juntamos nossos cacetes masturbando-os com uma mão só. Nossas bolas roçavam, fizemos uma briga de espadas, revezamos masturbando as rolas juntas.

Voltamos a nos deitar, fizemos mais um pouco de mão amiga, mas quando nos aproximamos do ápice, voltamos cada um pro seu brinquedo.

—Estou chegando perto, filhão! –Ele estava falando daquele jeito só pra deixar o vídeo mais provocante, fui na onda.

—Goza, papai!

—Ooooor! –Ele praticamente explodiu, os jatos de porra lambuzaram seu peito peludo e foram jorrando perdendo forças pela barriga até terminar numa poça na virilha.

Aquilo tinha sido excitante pra caralho, literalmente. Eu já ia gozar, quando meu pai agarra minha rola e me masturba.

—Aaaaar! Eu vou...Aaaaar! –Gozei naquela mão amiga, ou seria mão paterna? O primeiro jato passou raspando pelo rosto dele sujando sua barba rala. Apertei os lençóis enquanto gozava lambuzando sua mão e minha barriga e um pouco do lençol também. Acabei e ele continuou batendo, tive que pedir sem forças –Tá... Bom...

Paramos ofegantes e começamos a rir, não uma risada normal, mas uma compulsão nervosa como se tivéssemos ouvido a piada mais engraçada do universo. Depois de uns bons minutos de histeria, meu pai foi e desligou a câmera.

—Corta essa parte das risadas.

—Pode deixar. Obrigado, Dylan. Esse foi o primeiro passo para meu sonho. Vou entrar em contato com meus amigos da faculdade e postarei esse vídeo ainda hoje!

—Ele vai viralizar, tenho certeza!

Meu pai se arrumou rápido para seu compromisso importante, seja qual fosse no início, ele tinha mudado, pois estava indo se encontrar com seus amigos da faculdade. Tomei banho pouco antes do Henry e a Lucy acordarem e irmos tomar café juntos.

—Você se masturbou com seu pai? –Perguntou Henry chocado.

—Na Ilha do Escorpião isso é super normal –Comentou Lucy comparando o ocorrido com sua cidade, digo ilha, natal.

—Essa ilha parece ser um lugar incrível.

—E é, devíamos ir lá um dia. Oh! Lembrei, a chave foi destruída, que saco! –Reclamou a garota fênix.

—Eu estava pensando –Comecei –Que tal hoje fazermos um pique nique lá nas terras da Alexis?

—Acho que não é uma boa ideia –Disse Henry –Sabe como ela é conservada –Pelo seu arregalar de olhos percebi que ele se referia a grande arma que não podia ser mencionada e que muito provavelmente devia estar na oficina.

—Oh! Entendo. Então que tal irmos ao shopping? Ao cinema, assistir algum filme.

Eles gostaram da ideia e saímos de casa. O dia estava tão normal que me senti até estranho.

—Tenho a sensação que Afrodite ou Erzulie vão aparecer e me arrastar para o quarto teste.

—Acho que elas podem te dar um dia de folga –Comentou Henry –Tenho certeza de que hoje não vai acontecer nada de mais.

Henry tinha que desafiar o universo! Senti minhas pernas tremendo, até perceber que não eram elas que tremiam e sim o chão.

—Terremoto!

Não lembro de ter passado por nenhum terremoto em meu mundo, mas aquele seria lembrado pra sempre. As pessoas correram sem saber como agir numa situação como aquela, o tremor se intensificou, motoristas perderam o controle dos carros provocando acidentes, vidros de prédio se quebraram e caíram como uma chuva de facas.

—Cuidado! –Gritei, mas Lucy foi mais rápida. Ela foi para o meio da multidão e levantou voou contra a chuva de vidro, abriu suas asas de chamas incinerando tudo, reduzindo-os a minúsculos fragmentos.

O tremor começou a diminuir, ótimo aquilo era um bom sinal. Então ouvi um barulho enorme vindo do chão e depois o som de algo rachando. O tremor retornou ainda mais intenso e uma enorme fissura surgiu dividindo a rua ao meio. Todos corriam desesperados para todas as direções, a fissura se alargou se tornando uma enorme fenda e aquilo me arrebatou para meus pesadelos.

—Não pode estar acontecendo agora, não pode!

—Dylan! –Ouvi o grito do Henry, mas parecia vir de um lugar muito distante, eu só conseguia olhar para o abismo.

—Ele esta se erguendo, ele esta vindo, ele...

—Dylan!

Me virei e vi o motivo dos gritos, um prédio estava desabando vindo em minha direção. Ergui os braços tentando me proteger inutilmente. Ouvi o barulho de asas batendo e no segundo seguinte estava vendo toda a tragédia do alto. Fiquei atordoado, o que estava acontecendo? Onde?

—Essa foi por pouco, garoto –Disse Cupido me levando em seus braços –Tem que tomar mais cuidado, você ainda não ganhou a imortalidade.

—Obrigado por me salvar –Eu tinha que ficar alerta, sacudi a cabeça espantando meus pesadelos –Temos que ajudar as pessoas.

—Já estamos fazendo isso, veja.

Em meio ao desastre vi Luz Escarlate dançando e teletransportando tirando as pessoas das zonas de perigo e deixando um rastro de purpurina pelo caminho. Uma limusine passava em disparada, andando até mesmo na vertical dos prédios, o teto solar estava aberto e dentro dele Afrodite agarrava as pessoas em perigo e as puxava colocando-as à bordo. Aquilo me lembrou um carro de palhaços, pois parecia entrar um número impossível de pessoas naquele veículo. Os prédios que estavam caindo pararam em seu curso e voltaram a sua posição vertical, vi fios os puxando e a deusa negra saltando movendo os dedos, Erzulie controlava poderosos fios reorganizando a cidade. Vi pessoas sendo puxadas dos locais de perigo por um chicote e um homem semi nu agindo rapidamente, Eros esticava seu chicote salvando as pessoas, o chicote saia em linha reta, fazia curvas e arcos e sempre se fechava no alvo.

—Uau! –Sorri animado –Vocês são incríveis!

—Ainda falta a melhor parte –Cupido pousou no alto de um prédio –Eu –Ele sacou seu arco e puxou uma flecha de sua aljava, fiquei curioso pra saber como aquilo salvaria alguém –Chuva de amor! –Ele atirou uma flecha para o alto, ela explodiu em milhares de pequenas flechas brilhantes que saíram atingindo todas as pessoas ao redor.

—O que você fez?

—Em momentos como esse as pessoas tendem a correr em desespero sem se preocupar com as outras. Lancei flechas de amor temporário, agora todos eles se amam e se protegerão até que o perigo passe.

Vi uma nova forma de se usar o amor, todas as pessoas pararam de correr como formigas tontas e se passaram a se ajudar.

—Eu vou te salvar, meu amor!

—Vamos levantar esse carro juntos! Todos unidos em nome do amor! –Gritou um grupo erguendo um carro e tirando uma mulher que tinha ficado presa.

—Obrigado, meus amores!

—Isso foi fantástico! –Exclamei fascinado.

O tremor enfim parou e quando ninguém estava mais em perigo, todos começaram a aplaudir e darem vivas. A limusine parou e uma centena de pessoas desceram delas com drinks nas mãos e óculos multicoloridos.

—Você arrasa nas festas, Afrodite! –Gritou um cara rebolando com um maiô coberto de lantejoulas.

Naquele momento senti que talvez não precisasse usar a arma capaz de matar deuses, olhem só pra eles salvando o meu povo! Vi a Lucy e o Henry pulando abraçados e comemorando. Tudo estava bem, pelo menos ficou assim por um minuto.

—Esta ouvindo isso? –Perguntei.

—Esta vindo da fenda –Disse Cupido.

Um som estava ficando cada vez mais perto, senti que o meu inimigo, seja ele quem fosse, estava se aproximando e então veio a voz:

—Eu vou me erguer –A voz era monstruosa e podia senti-la subindo por minhas pernas, passando por minhas entranhas e só então chegando aos meus ouvidos –Me aguarde, Dylan Stark –Me arrepiei e gelei ao ouvir meu nome dito por aquela voz abissal –Logo nos encontraremos novamente.

—O quê? –Aquela última palavra me gerara muitas novas perguntas –Como assim novamente?

Houve uma ventania, uma explosão de vapor vinda da fenda e em seguida uma nevoa roxa começou a se libertar. Corri e gritei.

—Corram! Fujam agora! –Não sabia o que era aquilo, mas sabia que era perigoso.

Eu vi a silhueta, seria a mesma do meu sonho? No entanto aquela não era gigante, era do tamanho de uma pessoa normal, então vi outra e mais outra, mais dez, uma centena, um rugido animalesco.

—Virus sapiens! –Uma pessoa gritou e a ameaça que pensei ter eliminado quando a Terra 69 foi destruída pela primeira vez voltou a amedrontar a população.

Todos correram aos gritos enquanto monstros roxos os perseguiam. Ouvi uma risada e a voz assustadora fez uma ameaça:

—Só mais um pouco, Dylan Stark, só mais um pouco.

Não havia tempo para ficar assustado, agarrei meu pingente invocando a espada de diamantes, meu corpo brilhou envolvido por uma aura azul.

—É hora da batalha –E saltei do prédio direto contra a legião de monstros.

Notas finais
Ansioso pelos comentários! A história esta seguindo para o final e garanto grandes surpresas, revelações e explicações de vários pontos! Até breve