As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

52 Capítulo 51 – Uma trepada gostosa e uma decisão tomada –Novo Mundo


Notas iniciais
Vocês precisam ler esse capítulo, eu particularmente amei ♥ Vamos lá!

Eu já tinha me imaginado transando com a Guil, afinal tinha uma queda por ela, entretanto participar de uma orgia com ela, seu namorado Peter e meu melhor amigo Henry, foi realmente surpreendente, uma surpresa quente, excitante e gostosa pra caralho!

Deslizei minha língua pelas costas nuas da garota e cheguei em sua nuca, beijei seu pescoço e o mordi, minhas mãos apalpavam seus seios médios, mas grandes o suficiente para preencher minhas mãos. Ela gemeu e vi seus ombros se arrepiarem. Henry estava parado diante dela com o Peter por trás dele imitando meus gestos.

Nós quatro nos deitamos nus sobre uma toalha de mesa, demos um beijo quádruplo. Me deitei sobre Guil e meu pau duro roçou em sua buceta, nos atracamos nos beijando e apalpando o corpo um do outro, a sensação de seus peitos aperrados sobre minha pele, era macia e excitante, senti seus mamilos duros roçarem no meu peitoral. Aquilo era novo, mas ao mesmo tempo familiar, minhas mãos, minha língua, meu corpo parecia se lembrar de como tudo devia ser feito. Guil seria mesmo a primeira menina que eu comeria ou eu já tinha uma enorme lista de transas?

Beijei seu pescoço e desci até seus peitos, os beijei, apertei e me concentrei nos mamilos, quando brinquei usando minha língua, ela gemeu e aquela música do sexo fez minha pele se arrepiar e me instigou a fazer cada vez melhor. Fui até sua virilha, mordi o interior de suas cochas e vi de perto sua buceta e sem pensar duas vezes caí de boca.

—Aaaaaar!

Dei um beijo de língua naquela buceta, a penetrando e lambendo seus lábios, movimentei para cima e para baixo, parei naquele pinguelo que parecia um micro pênis, mas sabia se tratar de um clitóris, o chupei, lambia e logo recebi em retribuição um jato de pré gozo.

—Aaaaaar! Dylan! –Ela puxou meus cabelos empurrando minha cara em sua buceta.

Ela de repente calou a boca e eu senti uma coisa dura cutucar meu rosto, me virei e vi o Peter bater em meu rosto com seu cacete. Olhei pra cima e vi que Henry tinha enfiado sua rola na boca da Guil que chupava com vontade. Sorri e segurei o pau do Peter, lambi sua glande, depois beijei e em seguida abocanhei engolindo tudo de uma vez.

—Oooor! Isso! Me chupa gostoso, seu safado! –Ele gosta de falar sacanagem durante o sexo, adoro. O chupei com vontade, seus gemidos eram deliciosos –Chupa essa piroca com vontade! Oooor! –O masturbei extremamente rápido, minhas mãos deslizando em seu pau molhado, meus dedos pressionando sua glande.

Meu pênis latejava pulsando e ficando todo babado com pré gozo. Me levantei e beijei Peter na boca, nossos cacetes roçaram duros, cochichei em seu ouvido:

—Já fodeu sua namorada?

—Claro que sim –Apertei suas nádegas.

—E já foi fodido? –Ele ficou em silêncio, estava com medo? Com vergonha?

—Uma vez –Foi sua resposta –Mas não gostei muito, o cara, era mais velho, todos o chamavam de Capitão Gancho, mas não era como o que você viu em Storybroke, era um narigudo malvado e... –Tapei seus lábios com meus dedos.

—Eu não sou esse cara, garanto que vou te deixar louco de prazer –Disse isso enfiando um dedo em seu cú. Peter gemeu em meu ouvido e aceitei aquilo como um convite para enfiar um segundo. Ele me abraçou com força e mordeu meu ombro. Que delícia! Como amo essa cara de entrega e prazer, eu iria comer aquele cú com vontade, logo me entorpeceria sentindo seu aperto e ouvindo seus gemidos.

Senti um fogo crescendo dentro de mim, uma euforia me tirando do controle e quando percebi já tinha jogado o Peter sobre a Guil e caído de boca chupando seu cú. Henry estava deitado ao lado dela, Peter o masturbava ao mesmo tempo que penetrou sua namorada que gemeu de forma escandalosa.

Logo estávamos deitamos todos de lado, Henry havia enfiado seu pau no cú da Guil que gemia e revirava os olhos sendo penetrada pelos dois lados, já que seu namorado lhe penetrava a vagina e eu roçava meu pau no buraco do Peter enquanto mordia sua orelha. A cabeça da minha rola entrou e o cara travou assustado, beijei seu ombro e ele relaxou me deixando penetra-lo até o fundo.

—Aaaaaar! –Ele gemeu revirando os olhos.

—Eu-vou-te-arrombar –Cochichei em seu ouvido, peguei apoio e comecei a meter gostoso. Peter gemia e se retorcia, era muito excitante vê-lo tremendo na minha rola, sua pele eriçada, sua cara de dor e tesão.

Fizemos toda uma sinfonia de prazer, todos gemíamos fazendo caras e bocas. O cú do Peter Pan era apertado e gostoso, eu puxava seus cabelos enquanto deslizava pra dentro e pra fora de seu buraco. Henry parecia estar gostando muito de comer o cú da Guil, mas sei do que ele gosta de verdade. Pensando nisso saí de dentro do Peter que deu um suspiro de alivio e vontade de quero mais, e fui pra trás do Henry, ele se virou beijando minha boca, nos encaramos e sorrimos, ele era muito fofo! Beijei a ponta do seu nariz e depois fui ao que interessa.

—Aaaar! –Henry gritou, pois enfiei tudo de uma vez. Aquele buraco eu já conhecia, era quente e familiar –Mete com força! Aaar!

O puxei com tanta força que o tirei de dentro da Guil, fiquei de joelhos o enrabando gostoso, minhas estocadas eram tão intensas que o tirava do chão. O casal parou de se mover chocado com minha desenvoltura. Fiquei de pé tirando o Henry do chão, coloquei tanta força que toda minha musculatura se definiu. Henry gemia loucamente, enfiei tudo e continuei apertando e enfiando ao som de seus gritos de prazer.

Quando saí Henry suspirou ofegante. Caminhei em direção à Guil, meu pau balançava todo babado, puxei as pernas da garota e as abri e já me abaixei a penetrando. Ela gritou e arranhou meu peito, meti com força e velocidade.

—Soca com força! Aaaar!

Comer buceta era mais molhado que cú, mas menos apertado, eram duas sensações diferentes, dois prazeres distintos, mas ambos davam um tesão do caralho! Henry e Peter foram para os lados de Guil, que os masturbou ao ritmo de minhas metidas, ou seja, muito rápido mesmo. Ela estava enlouquecida de prazer, maravilhada por ter tantas rolas à sua disposição. Abocanhou a rola de seu namorado, depois a de Henry, ainda tentou engolir as duas. Saí de dentro dela e dei espaço para o Henry e tomei o seu lugar, enquanto a garota chupava meu pau, eu chupava a língua de seu namorado. Peter Pan tinha um beijo gostoso, era como viver uma pequena aventura, as línguas eram corajosas e se entrelaçavam sem medo, ele mordia sem aviso adicionando o perigo com misto e de alerta.

Nós nos revezamos comendo a Guil, num determinado momento estávamos os três a penetrando. Ela estava sentada no meu pau, Peter comia seu cú e Henry enfiava em sua garganta. Apertei os seios dela, aquela era uma linda visão, uma gostosa daquelas com todos os buracos preenchidos.

Foi nesse ápice que ela gozou, Guil Stark arranhou meu peito enquanto quicava em minha rola, seu corpo tremeu enquanto encharcava minha virilha. Henry se masturbava e gozou jatos de porra na cara dela e no meu peitoral. Peter acelerou metendo no cú dela, retirou seu cacete e terminou gozando em suas costas ao som de altos gemidos.

Quando desmontamos a posição fiquei de pé, o último a gozar, indiquei para que os três ficassem de joelhos diante de mim e sem demorada explodi em jatos brancos.

—Oooooor! –Revirei os olhos gozando na cara dos três. Minhas pernas fraquejaram e caí sobre eles. Nos deitamos exaustos, mas encontramos forças para rir.

—Isso foi... –Começou Guil.

—Incrível –Concluiu Peter.

Ainda bem que estávamos numa cachoeira, pois estávamos todos lambuzados, tomamos banho pelados, me senti numa praia de nudismo, sem um pingo de vergonha, me sentia livre, de bem com meu corpo e com os dos outros.

Aquele foi um ótimo final de semana, quando acordei na segunda-feira meu medidor sexual já estava em 40%, como isso aconteceu? O cú do Henry devia esta assado de tanta rolada que recebeu e ainda resolvemos visitar a Guil e o Peter novamente para um chá da tarde com direito a molhar o biscoito... Eu arraso nas analogias.

Encontrei o Henry e lhe dei um selinho no meio da rua, ele se assustou e olhou pros lados pra ver se alguém tinha notado e depois me deu um soco no braço.

—Não exagera, tarado Stark.

—É que você é tão bonito que eu não resisto –Ele ficou vermelho e não conseguiu esconder o sorriso.

Quando chegamos na porta da escola encontramos o Nathan sorrindo pra nós, ele fez uma piada sobre nossa masturbação tripla, sei nem sonhar que eu e o Henry tínhamos ido muito mais longe que isso e muitas vezes mais. No entanto uma nova vontade nasceu dentro de mim e simplesmente tomei uma decisão, eu iria transar com o Nathan, entramos na sala e já estava quase todos lá, Hermione conversava com o Cody discutindo um exercício, os primos di Angelo lá no fundão, as patricinhas debatendo sobre um assunto qualquer e eu sorrindo encarando minha turma: Irei transar com todos eles!

Nos sentamos em nossos lugares e estranhei, pois, a sala silenciou, me virei e vi a Lucy entrando, ela também estranhou e caminhou até sua mesa e parou de repente. Ergui o pescoço e me assustei ao ver uma enorme palavra rabiscada em sua mesa: Puta! Eu não era próximo da Lucy, mas me senti muito mal por ela, sei que ela já transou com quase todo mundo, antes a achava uma garota fácil também, mas foi antes de saber como era bom ser livre para transar com quem quiser.

—Puta? –Ela leu em voz alta –Gente, sejam mais originais, podiam pelo menos terem escrito com dois t’s ficava mais descolado, de qualquer forma, obrigado por customizarem minha mesa, ficou um arraso.

A maioria ficou de boca aberta com a forma com que ela lidou com aquilo, a evidente tentativa de bullying aparentemente não a afetou em nada. Claro que podia ser apenas um disfarce, mas eu sabia, eu sentia a força daquela garota, nunca tinha lhe dirigido uma palavra, mas sempre admirava sua segurança, sua coragem e se ela fosse a mesma Lucy da história, tínhamos muito mais em comum do que imaginava. E sem pensar muito no assunto comecei a aplaudir.

Chamei a atenção de todos com meu gesto, mas era o que queria, se planejo transar com todos ali, tinha que ser notado, não dava mais para ser um zé ninguém que passava despercebido, nasci para brilhar, para ser um protagonista, para ser eu mesmo.

—Arrasou, Lucy! Quem fez isso na mesa dela, por favor faz na minha, acho que vai virar tendência, usem a criatividade e escrevam o melhor xingamento que conseguirem!

A maioria caiu na risada, vi Hermione me olhar com curiosidade, Susana com ar de espanto, Henry e Nathan chocados e Lucy abrir um enorme sorriso.

—Se quiser eu posso escrever: “Intrometido” pra você –Ela disse com falsa rispidez.

—Que sem graça, melhor ser algo como: Corno, viado, babaca ou apenas um desenho mal feito de um pênis.

Lucy gargalhou e meu coração aqueceu, lógico que já tinha lhe visto rindo antes, mas aquela vez era diferente, era como se dois grandes amigos se reencontrassem depois de muito tempo.

Nessa hora Violet entrou quebrando o clima, logo a turma estava completa, até o Percy tinha chegado. A professora Minerva começou a aula, de vez em quando trocava sorrisos com a Lucy ou recebia olhares curiosos da Hermione ou da Susana. Estava me sentindo ótimo, me virei e vi que o Davi me encarava, ele desviou o olhar como sempre, então amassei uma folha e joguei uma bolinha de papel em sua cara. Tanto ele quanto o primo Nico me olharam chocados, fiz um sinal exagerado indicando que ele abrisse a folha. Davi começou a desamassa-la confuso e logo leu: “bom dia” e sorriu.

Ele levantou o rosto e me deu um aceno de cabeça, era a primeira vez que ele retribuía meu cumprimento e também a primeira que eu era tão evasivo. Estava muito feliz, será que todo mundo fica assim quando perde a virgindade?

—Dylan! –Cochichou uma voz feminina, me virei e vi que se tratava da Violet –Temos que conversar!

—Se não o quê? Vai agredir algum dos meus amigos novamente?

—Me desculpe por aquilo, só achei muito suspeito ela ter o mesmo sobrenome que você –Violet esperou que eu rebatesse dizendo que meu sobrenome era Smith e não Stark, mas não o fiz.

—Tudo bem, depois conversamos –Minha resposta a deixou intrigada.

—Turma –Disse a professora Minerva –Todos receberão um termo para ser assinado por seus responsáveis para autorizar uma excursão de amanhã.

Tinha me esquecido completamente disso, tínhamos uma excursão marcada fazia duas semanas. Não estava nem um pouco ansioso para visitar um museu sem graça! De repente uma ideia surgiu em minha mente, passaríamos o dia inteiro nessa excursão, eu podia muito bem dar uma escapadinha para transar com alguém dali. Essa ideia me fez pegar o termo animado.

Talvez eu seja mesmo Dylan Stark, ou talvez esteja enlouquecendo, mas o que importava é que estava me divertindo muito e amando a pessoa que estava me tornando. Parafraseando uma pensadora contemporânea oriental que tem um hamster chamado Hamtaro: “Hoje foi bom, mas amanhã vai ser melhor ainda”.

Notas finais
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