As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

51 Capítulo 50 –Perdendo a Virgindade... De Novo –Novo Mundo


Notas iniciais
Sem tempo pra devaneios vamos de cara pra pegação rsrsrs

Aqui seria a parte em que faço um breve resumo do que aconteceu até agora, mas estou muito ocupado para isso.

Escancarei a porta do meu quarto e entrei agarrado com meu melhor amigo, minhas mãos deslizando e apertando seu corpo e as dele o meu, nossos lábios colados e nossas línguas entrelaçadas. Nossos hormônios estavam à mil, respirávamos ofegantes tomados por um calor carnal de duas pessoas que se desejavam. Tirei minha camisa com desespero e ele repetiu o gesto, caímos na cama, sentir sua pele colada à minha aumentou ainda mais o tesão.

Estávamos com tanto fogo que nem dava pra acreditar que éramos virgens. Somos melhores amigos desde à infância, as mães do Henry sempre nos chamavam de namoradinhos por sermos tão próximos e naquele dia sua piada se tornou verdade. Por muito tempo desejei tocá-lo, mas negava à mim mesmo essa vontade, quando enfim soube o quanto ele também me queria, tomei coragem e me permiti sentir aquele amor.

Tirámos nossas calças ficando só de cueca, ele estava por cima, apertei sua bunda e ele gemeu em minha boca.

—Dylan –Ele sussurrou –Não acredito que estamos mesmo fazendo isso. Tenho medo de acordar e tudo ser apenas um sonho.

—Caso isso seja um sonho, te garanto uma coisa –Por cima da cueca empurrei meus dedos entre suas nádegas pressionando seu cuzinho com força, seu lábio inferior tremeu num gemido –Que você vai acordar todo gozado.

Aquela minha frase, minha atitude estava mais Stark do que Smith, não tenho certeza se toda aquela história de As Desventuras Sexuais de Dylan Stark é real, uma parte de mim acredita e deseja se tornar aquele protagonista, deseja perder a timidez e ganhar sua desenvoltura e libido. Aquela era minha primeira transa, vamos ver se despertava algo em mim.

Senti o pau duro do Henry roçando em minha virilha, me movi de modo que o meu roçasse no dele, em resposta ambos pulsavam. Precisávamos nos livrar daquela última barreira de pano, tiramos nossas cuecas e sentir nossos órgãos roçando nos deu ainda mais tesão. Nossos corpos nus colados enquanto nos beijávamos de modo selvagem, o calor aumentava cada vez mais, arrepios e tesão tomavam conta de nós.

Virei ficando por cima dele que fica de costas, nesse momento percebi que seus ombros estavam tensos. Mordi seu pescoço e ele gemeu, sussurrei para que relaxa-se e em seguida beijei e mordi toda a extensão de suas costas até chegar em sua bunda. Apertei suas nádegas e delicadamente as abri, elas eram lisinhas sem um pelo se quer e seu buraco rosinha e bem fechado, meu pau pulsou diante da beleza daquele cu. Fui tomado por um impulso e caí de boca.

—Aaaaar! –Henry gemeu surpreso e apertou os lençóis.

Nunca tinha pensado em fazer aquilo antes, mas quando vi aquele cu rosinha meu extinto me impulsionou à fazê-lo e foi ótimo. Minha língua penetrava-o, girava lambendo as bregas e o babava deixando todo molhadinho. Voltei a morder suas nádegas enquanto introduzia um dedo. Henry se encolheu tenso, subi beijando suas costas até chegar em seu pescoço sem tirar o dedo de seu cu. Fui enfiando aos poucos, cada vez mais fundo, Henry estava calado, se segurando, mas quando comecei a movimentar meu dedo pra dentro e pra fora ele explodiu em gemidos. Aquilo me deu muito tesão e enfiei um segundo dedo. Podia sentir em meus dedos o interior de Henry, era quente e macio, enfiei o terceiro dedo, era apertado e gostoso. Meu pau latejava e expelia tanto pré gozo que ele já estava todo lambuzado.

Não pude esperar mais, montei sobre suas costas, abri suas nádegas e encaixei meu pau. A cabeça deslizou de uma vez pra dentro e ele gritou, pedi desculpas e fui enfiando com mais cuidado, essa parte foi incrível de se ver, minha rola ia entrando e a bunda dele se arrepiando toda, o arrepio desceu por suas pernas e subiu por suas costas. Quando entrou tudo comecei a me mover dando inicio à toda uma sinfonia de gemidos.

—Aaaaar! Meu Deus! Aaar! Que gostoso! Oooor! –Henry se contorcia todo, apertava e mordia os lençóis, vê-lo daquele jeito foi maravilhoso.

—Que delícia! Você é tão quente por dentro! –A sensação macia, quente e apertada no meu pau me estingava a meter ainda mais, deste modo minha velocidade foi aumentando e o prazer explodindo –Oooooor! Oooor! Aaaar! Uuuur! –Eu gemia loucamente, meu cacete entrando e saindo, deslizando pra dentro e pra fora, uma sensação boa e desesperada tomava conta de todo meu corpo. Transar era ótimo!

—Ai! Aaaar! Aaaar! Dylan! Aaaar! Eu vou enlouquecer desse jeito! –Puxei sua cabeça pra trás pelos seus cabelos.

—Isso eu te garanto! –Ele se inclinou e nos beijamos. O puxei pelos quadris o fazendo ficar de quatro e meti, meti e meti, rápido, com força, mais fundo, mais forte.

—Aaaaar! Aaaaaaar! Meu cuuuuu! Fode!

Continuei metendo, dei um forte tapa em sua bunda deixando a marca dos cinco dedos em sua nádega esquerda. Meu ritmo não diminuía, só aumentava, minha respiração estava prestes a entrar em colapso, mas estava tão gostoso, tão intenso que queria meter daquela forma pelo máximo de tempo possível. Meu pau saiu todo e escorregou pra baixo descendo roçando pelas bolas do Henry. Parei e me deitei do seu lado para descansar um pouco.

Estava meio tonto, meu peitoral subia e descia como se tivesse corrido uma maratona. Henry estava semelhante com a cara toda vermelha.

—Você... é... mesmo... um narigudo safado.

Ele riu e me beijou, em meio aquele calor, seu beijo foi doce e refrescante. Ele subiu em mim e desceu chupando meus mamilos, me arrepiei e me contraí todo, continuou descendo até chegar em minha virilha, hesitou um pouco e então começou a chupar meu pau.

—Ooooor! –Sua boca estava ainda mais quente que seu cu, sua língua deslizada pela minha glande sensível e pulsante. O boquete durou algum tempo me fazendo revirar os olhos e em seguida, ele se sentou sobre mim, encaixou a cabeça da minha rola em seu cuzinho e deslizou completando a penetração –Ooooor! Henry!

Ele se apoiou no meu tórax e começou a rebolar, caralho! Tesão da porra! Revirei os olhos, apertei os lençóis, era minha vez de enlouquecer. Henry rebolava alternando movimentos, quicava, mexia e voltava a rebolar. Ele se inclinou me beijando, o abracei e apertei sua bunda, ele ergueu um pouco os quadris, abri suas nádegas e comecei a meter. Nessa posição Henry gemia em meu ouvido, me fazendo me arrepiar ainda mais, se é que isso fosse possível.

Aquele posição estava gostosa, mas seu peso estava me fazendo perder a força, então girei e sem tirar o pau de dentro me pus à comê-lo de frente. A sensação foi diferente, era algo legal no sexo, a sensação muda conforme a posição. Adorava ver meu pau entrando e saindo e ainda podia ver todo o corpo do Henry que aproveitou para se masturbar.

—Você é tão bonito –Sim, foi um elogio não muito excitante, mas não sei o que deu em mim, só que naquele momento o Henry parecia mais bonito do que nunca antes. Ele tentou falar, mas só conseguiu fazer caras e bocas, pois não parei de meter –Tudo bem, não precisa falar nada –Me inclinei o beijei e cochichei em seu ouvido –Só gemer.

—Aaaaar! –Peguei apoio e meti com força, um jato de porra escapou do pênis do Henry. Pensei que ele tinha gozado, mas não, aquilo tinha sido muito sexy, ele devia estar quase lá.

Me apoiei em suas pernas dobradas e continuei metendo, senti o gozo chegando.

—Henry estou chegando perto. Quer que eu goze dentro?

—Eu... Não sei.

—Vou gozar fora –Decidi.

Desci da cama ficando de pé, Henry se deitou de pernas abertas virado pra mim, voltei a enfiar dessa vez sem me preocupar em ser delicado.

—Mete com força, estou quase lá!

—Seu pedido é uma ordem –Sorri.

Se eu tinha metido forte até agora, dessa vez foi um recorde, Henry gritou, seus gemidos se intensificaram virando berros.

—Estou quase- Aaaaaaar! –Henry gozou e foi lindo, jatos finos e brancos caindo sobre seu tórax, seus olhos fechados, seus lábios tremendo –Goze na minha cara! Na minha cara!

Saí de dentro dele batendo punheta com força, me ajoelhei sobre ele e sem demora gozei jorrando porra em sua cara. Tesão da porra! A cara de puto dele me deixou louco, a sensação de dominação me deixou de ego inflado, Henry ainda abocanhou meu cacete gozado, caralho! Despenquei ao seu lado e ele correu pro banheiro e bateu a porta.

—Henry? –Ouvi o barulho dele cuspindo, depois da torneira, um minuto se passou e a porta se abriu.

—Só estava limpando o rosto, fiquei com vergonha, pode vir, vamos tomar banho juntos.

Sorri e entrei no banheiro. Embaixo do chuveiro quando fechei os olhos tive novamente a visão de uma vareta de vidro graduada que agora sei que se trata de um medidor de energia sexual, o vi subindo de 5 para 15. Quando abri os olhos o Henry estava me olhando.

—Tudo bem? Esta se arrependendo?

—Não –Disse segurando seu rosto com as duas mãos –De jeito nenhum! Foi maravilhoso! É que tem mais uma coisa para me fazer acreditar que a história é real.

—O que?

—Naquele dia quando nos masturbamos na casa do Nathan eu visualizei um medidor indo do 0 ao 5.

—O medidor de energia sexual! –Exclamou ele reconhecendo da história.

—E agora acabei de ver de novo, dessa vez subindo aos 15%. Não sei o que fazer, acho que tenho que falar com a Violet.

—Se queremos uma especialista da história, acho melhor falarmos com a Guil, ela é mais confiável.

—Sei –Ele estava com ciúmes da Violet.

Aquele sábado foi muito legal, resolvemos ir visitar a Guil no dia seguinte, mas passamos o resto do dia nos curtindo. Assistimos um filme abraçados, constantemente um roubava um beijo do outro. Dormi muito bem naquela noite e na manhã seguinte pegamos um ônibus e fomos pra casa da Guil, assim que chegamos no portão a encontramos saindo com o Peter.

—Dylan? Henry?

—Bom dia Guil. Peter –Os cumprimentamos –Mais algum ataque da Violet?

—Não e ainda tivemos que fazer o trabalho e colocar o nome dela! –Reclamou o Peter.

O Peter estava na lista de Henry de quem poderia ser o autor. Ele tinha cabelos castanhos, olhos claros, um sorriso travesso e orelhas um pouco pontudas. À despeito de sua evidente masculinidade usava um colar com o formato de uma fada, que estranhamente dava-lhe era um ar de sensualidade.

—Nós lemos a história e queríamos falar sobre ela –Henry foi direto.

—Que história? –Peter perguntou?

—A do Dylan Stark –Respondeu Guil.

—Hooo –Ele disse sorrindo –Adoro essa história. Estamos indo fazer um piquenique, se quiser podem ir com a gente, a Guil fez comida para um exercito.

Sendo assim lá estávamos nós quatro na beira de uma cachoeira.

—Achei que iriamos ao parque –Comentei.

—Lá é muito movimentado, preferimos lugares mais discretos –Disse Guil –E então, o que querem dizer sobre a história?

Eu e Henry nos encaramos, o que eu devia dizer? Tentar convencer qualquer um de que a história era real era loucura. Respirei fundo e falei:

—Acho que a Violet pode estar certa, acho que a história pode ser real e que eu... Que eu seja Dylan Stark –Meus braços se arrepiaram quando disse aquilo.

—O que te faz acreditar nisso? –Disse Guil ajeitando-se no lugar e mexendo em seus óculos, sinal de que estava prestando extrema atenção.

—Há algum tempo venho tendo flashes e depois que li a história reconheci como sendo dela. Quando a li não foi como ler um simples livro escrito por outra pessoa e sim como ler um diário, como se cada palavra ali escrita fizesse parte de mim.

—Sério? –Interrompeu Peter –Então você se considera Pansexual?

—Isso não vem ao caso –Interrompeu Henry.

—Vem muito ao caso, se quer que acreditemos em você... Beije o Henry.

—O que? –Exclamei chocado. Não que beijar o Henry fosse algo difícil, mas o que aconteceria se a escola soubesse que...

—Eu simplesmente adoro o Dylan Stark, ele é divertido, tarado e sem pudor e ainda consegue manter uma certa inocência. Ele é um herói que fracassou, mas ainda assim fez tudo que pode, ajudou várias pessoas, viveu fantásticas aventuras e teve fodas incríveis –Peter falava de forma intimidadora, como se eu dizer que era o seu personagem preferido fosse uma ofensa –Se quer que acreditemos que você é mesmo ele, o mínimo que pode fazer é parecer um pouco com o Stark.

—Você esta exagerando um pouco, Peter –Repreendeu Guil.

Era difícil até pra mim acreditar que eu podia ser aquele cara incrível. Beijar o Henry provaria isso? Acho que não. Olhei para a cara de desafio do Peter, pra de apreensivo do Henry e pra de repreensão da Guil e de repente foi como se tirasse um peso das costas, para ser como Stark não precisava ficar procurando provas, apenas tinha que deixar meus instintos e desejos soltos.

—Tudo bem –Disse sorrindo.

—Sério? –Pela cara dele o Peter não esperava por essa resposta –Vai mesmo beijar o Henry? –Sorri e dei minha resposta.

—Não –E então o puxei grudando meus lábios nos dele. Escutei barulhos de exclamações vindo dos outros dois, enquanto enfiava minha língua na boca do Peter. Aquilo foi excitante e libertador, não estava ligando para as consequências, estava sendo livre.

Peter se afastou chocado e ao redor todos também estavam.

—Você beijou meu namorado? –Indignou-se Guil e então a olhei nos olhos e ela se retraiu. Eu a estava intimidando?

—Todos vocês leram e gostaram do Dylan Stark, vão me dizer que nunca se imaginaram em transar com ele? –Me virei pro Peter –Que nunca ficou de pau duro ou até se masturbou se imaginando no meio das orgias e pegações? –Me virei pra Guil –Que nunca sentiu o calor em sua buceta e molhou a calcinha de tanto desejo? –Toquei seu ombro e ela estremeceu –Pois bem, sendo verdade ou não, essa é sua chance de viver uma excitante aventura.

—Dylan...

—Eu sempre tive uma quedinha por você e agora quero pôr todos os meus desejos pra fora.

—Você esta enganado, não... –A puxei junto a meu corpo e beijei sua boca. Havia surpresa, mas também desejo, ela não lutou, ela queria aquilo. Quase pude ver uma parte sua lutando por vergonha de fazer aquilo na frente de seu namorado, mas também via o fogo crescendo dentro dela, lutando para sair.

—Liberte-se –Cochichei em seu ouvido e quando voltei a beijá-la houve retribuição.

Quando paramos nos vimos cercados, de um lado estava Peter e do outro Henry, estariam com raiva? Encostei a palma das mãos em seus tórax e desci escorregando por seus corpos até chegar em suas virilhas e apalpar ambos os cacetes duros por cima dos shorts e sorri.

Beijei o Henry, enquanto o outro casal se beijava ao nosso lado, me virei e voltei a beijar o Peter que dessa vez retribuiu, logo erámos quatro línguas se entrelaçando e várias mãos apalpando vários corpos e assim deu inicio minha primeiro orgia.

Notas finais
O capítulo foi quente e vem muito mais por aí, deixem seu comentário ♥