As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

32 Capítulo 31 – O Pedido do Deus Sem Nome –Percy Jackson


Notas iniciais
Pessoal desculpa pela demora, mas aqui esta um ótimo capítulo que serve melhor que pedido de desculpas rsrsrsrs

Não sei como funciona esse mundo de deuses poderosos, mas que precisam de heróis para salvar sua pele e cumprir suas missões. Entretanto quando lutei ao lado daqueles semideuses enfrentando dois deuses filhos da guerra encarnada, pude sentir a adrenalina e o poder tomarem conta de mim. Durante a batalha Percy passava de um cabeça de alga para um combatente feroz, Annabeth era rápida e esperta aproveitando-se de cada abertura, Will Solance nem precisou lutar já que o pequeno gótico o protegeu de forma bem assustadora.

Nico di Angelo era alguém bem curioso, Afrodite nos disse que ele seria crucial para cumprir nossa missão, só que esqueceu de falar que o carinha podia invocar mortos-vivos. O garoto tinha um ar melancólico e feliz ao mesmo tempo, como se tivesse passado pelo inferno, mas que encontrara finalmente o seu lugar, entretanto suas marcas ainda eram muito evidentes.

Phobos e Deimos não eram bem Olimpianos, mas ainda assim eram deuses. Phobos era o que mais me assustava com sua habilidade de nos fazer ver o que mais nos assustava, porém ele não esperava que nossa bruxinha o derrotasse daquele jeito.

—No meu mundo tem uma criatura chamada de Bicho Papão, ele pode assumir a forma daquilo que mais tememos, talvez o feitiço que o repele, também sirva com esse deus de fobias.

—Quero vê-la tentar, mortal! –Phobos começou a assumir a forma do que Luna mais temia, entretanto antes que completasse a transformação, a loira lançou lhe o feitiço:

—Ridikulus!

Phobos se transformou numa bola de futebol, simples assim, o deus ameaçador se transformou num simples objeto.

—Dylan gostaria de fazer as honras?

—Com muito prazer!

Chutei a bola pelo precipício.

—Phobos! –Gritou Deimos lutando contra três esqueletos comandados pelo di Angelo –Vocês vão se arrepender disso!

—Talvez, mas não hoje –Disse Nico fechando a mão e a movendo pra baixo, seus soldados mortos-vivos agarraram o deus e o puxaram para o solo, uma escuridão surgiu sobre seus pés e ele desapareceu ao som de gritos horripilantes.

—Isso foi... Perturbador, mas já que esta do nosso lado, tudo bem –Eu disse. Tenho que confessar que o garoto era bem assustador num primeiro momento, mas quando ele despencou enfraquecido por usar muito poder, me fez querer protege-lo de qualquer mal que lhe afligisse, para sorte dele, Will Solance estava à um passo de distância.

—Você se esforçou de mais.

—Era o final da batalha, tinha que acabar com estilo –Todos rimos da piada do Nico.

Will fez Nico comer uns pedaços de ambrosia o que o ajudou a recuperar as forças. Alguns minutos depois estávamos todos sentados numa tolha de mesa desfrutando de uma maravilhoso piquenique.

—Esse doces enfeitados com flechas com pontas de coração ficaram deliciosos, Will –Comentou Percy.

—Foi o Nico que fez! –Todos olhamos para o mini projeto de gótico que enrubesceu timidamente. Aquele era o filho do deus dos mortos mais fofo que eu já vira.

—Mas o por que vocês estão aqui afinal? –Perguntou Nico tentando deixar de ser o centro das atenções.

—Por causa disso –Eu disse lhe mostrando o espelho, na mesma hora o reflexo de Will apareceu.

—O que é isso? –Perguntou o loiro.

—É o Espelho que o amor reflete.

—Que lindo! –Will puxou Nico e lhe deu um forte abraço o deixando ainda mais vermelho, mas pude ver que o pequeno gostou.

Annabeth contou sobre nossa missão, deixando as partes sexuais de fora, falou sobre como Afrodite nos disse que o Nico era essencial para conclusão da missão.

—Já entendi tudo. Vocês precisam chegar à um castelo que não pode ser alcançado nem terra, por água ou por ar, é por isso que minha ajuda é essencial. Irei leva-los pelas sombras.

Viajar pelas sombras? Não entendi o que aquilo queria dizer, ao ouvir suas palavras só me remeteu a imaginação de estar andando num dia com sol escaldante e ver um caminho com sombra e outro no sol da molesta e obviamente escolher o caminho das sombras.

—Nico você tem que tomar muito cuidado, não se esforce de mais!

Will não iria conosco, afinal Afrodite não disse nada sobre ele e profecia mencionava apenas cinco pessoas e nenhum deles gostaria de ir contra uma profecia novamente, fiquei voando sem entender muita coisa do que eles diziam, tentei fazer como a Luna, ficar sorrindo e balançando a cabeça afirmativamente para qualquer frase doida que dissessem.

—Posso leva-los pelas sombras, mas onde fica esse tal castelo desse tal deus sem nome?

—Talvez se você segurar o espelho –Sugeri.

Nico olhou assustado para o espelho como se tivesse medo do reflexo que veria, mas quando apareceu o rosto de gatissimo Will Solance, ele relaxou. Apertou a moldura do espelho se concentrando, quando menos esperei vi a escuridão nos engolindo.

Quando voltei a enxergar estávamos num castelo antigo e escuro, sua arquitetura não era nada bonita, era mal feito, tinha várias falhas e rachaduras.

—Você conseguiu, Nico! –Exclamou Annabeth o abraçando –Agora vamos entrar e acabar logo com isso.

O interior do castelo conseguia ser ainda pior que sua fachada, os moveis eram todos de madeira velha como se tivessem sido construídos com restos de navios naufragados, as luzes eram pálidas e piscavam dando uma iluminação fantasmagórica.

—Que lugar aconchegante –Brincou Nico.

—Pra quem curte coisas góticas.

Chegamos a um salão enorme e que divergia de todo ambiente deprimente que tínhamos encontrado até então. Meu queixo caiu ao ver aquele lugar luxuoso, lustres de ouro enfeitavam o teto, tapeçarias as paredes e tapetes o chão. Móveis modernos e antigos se espelhavam para todos os lados.

—Não acredito que depois de tantos séculos finalmente recebi visitantes.

Aquele nova voz nos colocou em estado de alerta, sacamos nossas armas e nos colocamos em posição de batalha.

—Abaixem essas armas, esse é um castelo de amor e não de guerra –O deus era um homem de seus 40 anos, careca, olhos cinzentos, um sorriso bondoso, suas vestes eram de ceda branca com enfeites roxos.

—Olá –Começou Percy –Viemos em nome de Afrodite.

—Não me diga –Comentou o deus sarcasticamente –A toda poderosa deusa do “amor” –Ele fez aspas com dos dedos –Os mandou até aqui.

—Ela disse que você poderia destruir isso –Lhe mostrei o espelho.

—O Espelho de o amor reflete –O deus falou com tristeza –Sabia que um dia teria que destruí-lo, cria-lo foi tolice.

—Você criou o espelho? –Nico perguntou.

—Entendam bem, existem vários deuses do amor e suas subcategorias, juntos resolvemos criar a arma de amor absoluto, mas quando vimos seu real poder tivemos que esconde-lo. Eu quis destruí-lo, mas a toda poderosa Afrodite disse que ele era bonito de mais para receber tal fim e então o escondeu.

—Afinal quem é você? –Perguntei curioso.

—Sou o deus dos amores que não foram, dos amores esquecidos, da friend-zone, do que poderia ter sido o amor perfeito. Assim como os que sofrem pelo amor não correspondido, também fui esquecido há muito tempo, nem eu lembro meu nome.

—Que triste –Disse Luna.

—Me entreguem o espelho –O deus segurou o objeto com tristeza e depois nos olhou com atenção –Preciso de poder, assim como os outros deuses recebem poder pelo aquilo que representa, eu também o faço, há algum casal dentre vocês que certa vez houve amor, mas que foi esquecido?

Não foi preciso ninguém responder, o deus deslizou e ficou de frente à Nico, segurou seu queixo e o ergueu, obrigando-o a olhar em seus olhos.

—Você passou por um verdadeiro calvário, se odiava por se sentir atraído por garotos e ainda mais pelo garoto que deixou sua irmã morrer –Nico ficou ainda mais pálido, parecia sentir vergonha, tristeza e dor.

—Deixe-o em paz! –Mandou Annabeth.

—O que foi garota? Esta chateada por que o pequeno aqui era apaixonado por seu namorado?

—Que babado! –Todos olharam pra Luna –Desculpem continuem.

—Não estou chateada! Nós três somos bem resolvidos quanto a isso, eu e o Nico somos amigos! Ele torce por nossa felicidade como torcemos pela dele com o Will.

—Não resta dúvida que isso é verdade, Nico ama o Will, o espelho não mente –Nessa hora lembrei que o espelho me mostrou tanto a Violet, quanto o Henry, o que aquilo significava? –No entanto o Nico vai ficar para sempre imaginando o que poderia ter sido e é que entra minha ossada.

—Isso não...

—Garota inteligente, você só esta com raiva por que já sabe o que precisa ser feito –Annabeth suspirou derrotada.

—Sim, eu sei –Ela olhou pro Percy –Te amo o suficiente para entender que o que vai acontecer é necessário e não sua culpa.

—O que quer dizer? –Perguntou Percy sem entender.

—Você vai ter que transar com o Nico.

—O que?! –Disseram os dois ao mesmo tempo.

Depois de um longo bate boca onde o Nico ficou gritando que tinha namorado e que não sentia nada pelo Percy que por sua vez protestava sem argumentos muito fortes, finalmente entenderam que precisavam fazer aquilo.

—Me desculpem, mas vou esperar lá fora –Disse Annabeth saindo do salão. Percy não tentou impedi-la, seria melhor para ambos que ela não estivesse ali.

Os dois garotos encabulados subiram numa enorme cama redonda de uns quatro metros de diâmetro, enquanto eu e Luna nos sentamos num sofá ao lado do deus sem nome.

—Pipoca? –Ele nos ofereceu.

—Seria ótimo –Respondi e o deus fez se materializar pacotes enormes de pipoca amanteigada.

—É... Como a gente começa? –Perguntou Percy.

—Você é o mais velho, devia entender dessas coisas.

—Você nunca transou com o Will?

—Já fizemos algumas coisas quentes, mas não chegamos... Você sabe.

—Comecem tirando a roupa! –Gritei pra eles que me olharam com uma cara feia –É só uma sugestão.

Percy tirou sua camisa laranja exibindo seu corpo malhado, o que me fez comer um grande punhado de pipoca e falar de boca cheia pro deus:

—Será que eu posso participar?

—Fica caladinho comendo sua pipoca, vamos assistir Pernico hoje.

Fiquei esperando o deus fazer que nem Orquídio e ajuda-los a se soltarem com seu poder, mas o sem-nome só ficou observando.

Nico tirou a jaqueta, seus ombros estavam tensos, Percy tirou as calças ficando só de cueca box azul. O mini gótico ficou extremamente vermelho e nervoso.

—Nós temos que fazer isso –Disse Percy.

—Na verdade eu já tinha imaginado fazer isso com você.

—Você bateu punheta pensando em mim?! –Percy perguntou surpreso.

—Eu não... Bem, talvez. Mas o que quero dizer é que finalmente superei o que sentia por você e agora tenho que colocar tudo isso em risco.

—Então vamos fazer assim, eu imagino que você é a Annabeth e você imagina que eu sou o Will e tentamos nos soltar.

—Beija logo! –Gritou Luna.

Percy umedeceu os lábios e se inclinou pra baixo, Nico ergueu a cabeça e seus lábios se encontraram, foi um beijo doce, suas línguas se encontraram, Nico colocou os braços em volta do pescoço do Percy que por sua vez agarrou sua cintura. O beijo foi evoluindo e eles se entregando. O mini gótico apalpou o peitoral do Percy e deixou suas mãos deslizarem por sua barriga, escorregarem para sua bunda que era durinha, apertou-a com vontade, suas mãos foram até sua cintura e pararam tímidas. O cabeça de alga pegou a mão do garoto e a levou até seu membro ereto. Ambos gemeram no meio do beijo, enquanto o pequeno acariciava a rola do outro.

O deus estralou os dedos e uma música que eu conhecia muito bem começou a tocar.

—Animals do Marron 5? –Perguntei sem esperar uma resposta.

Tanto o toque da música quanto a voz do cantor me fazia querer transar loucamente, mas pelo jeito não fui o único que teve tais impulsos. Nico tirou a camisa em desespero, enquanto Percy desafivelou seu cinto e tirou suas calças, a cueca box era preta com desenhos de caveirinha, que fofo! Os dois se agarraram se beijando com vontade, Nico era uma cabeça mais baixo e teve que ficar nas pontas dos pés para esfregar sua ereção na do Percy que agarrou a bunda dele e beijou seu pescoço, de olhos fechados o pequeno gemia. O filho de Poseidon o agarrou, o ergueu e o jogou na cama se deitando sobre seu corpo, os beijos eram quentes, ele desceu chupando os mamilos, sua língua se movendo em círculos, suas mãos apertando suas cochas, o pequeno apertou seus cabelos.

A música soava alto e Percy desceu beijando aquele corpo e puxando a cueca exibiu a rola do mais novo, era branca, não circuncisada, sem pelos e sem veias enxadas, era quase um pênis infantil, mas com um tamanho considerável. Pra ser sincero não esperava que o fosse o Percy que faria aquilo primeiro.

—Oooooor! –Nico gemeu recebendo um boquete.

Percy engoliu tudo de uma vez, depois ficou chupando suavemente, conforme foi o masturbando o corinho deslizou expondo a cabeça da rola, sua língua lambeu a glande, ele abocanhou tudo pagando um boquete delicioso, o masturbando e se deliciando com a pica e os gemidos do garoto.

Nico sentou-se e puxou o outro pelos cabelos e o beijou na boca com violência e cochichou em seu ouvido: Agora é minha vez de chupar seu pau! Percy ficou de pé e Nico puxou sua cueca que enganchou na cabeça fazendo sua rola balançar feito um bambú. Os olhos do pequeno pareceram brilhar diante daquele pirocão, eu já tinha visto muitos maiores, mas ainda era de dar água na boca. A rola estava toda babada e Nico caiu de boca, não conseguiu engolir tudo, chupou com vontade, desceu lambendo as bolas e mordendo as cochas.

Os dois voltaram a se deitar se beijando, seus corpos foram tomando suas posições sem serem preciso palavras, Nico empinou sua bunda e apertou os lençóis gemendo alto quando Percy chupou seu ânus. Depois de bem lubrificado, arriscou a penetração, a ansiedade e o nervosismo de Nico era evidente, ele trincou os dentes quando sentiu a cabeça daquela rola entrando nele.

—Ai-aaaar!

—Você esta bem?

—Continue.

Nico mordeu o lençol e Percy fechou os olhos sentindo o prazer de enfiar sua rola dura naquele cuzinho apertado.

—Oyeeerr!

A penetração foi completa, eles ficaram parados gemendo sentindo a delícia que era o corpo um do outro, Percy pulsou seu pênis e Nico adorou aquela sensação dentro de si. O filho de Poseidon tirou o pênis um pouco e voltou a empurrar, repetiu esse movimento bem devagar sentindo o outro tenso em baixo dele, beijou seu pescoço deixando sua pele toda arrepiada, mordeu sua orelha, seu pescoço, seu ombro, ao mesmo tempo que ia se movendo sentindo o aperto gostoso em sua rola. Quando O filho de Hades relaxou foi nítido, seus ombros abaixaram e seu corpo ficou mais “aberto” aos toques do Percy.

As metidas ganharam intensidade e ambos gemeram alto, o rosto pálido do Nico estava vermelho, Percy olhava pra baixo observando sua rola entrando e saindo daquela bundinha branca e lisa. Ele se deitou beijando e mordendo o corpo do outro, sua mão esquerda pousou sobre a do passivo e a apertou, sua mão esquerda puxou seus cabelos com brutalidade. Nico ficou de quatro enquanto Percy pegou apoio em sua cintura o comendo gostoso, sua rola entrando e saindo, os gemidos de ambos preenchiam a sala.

—Quero mais pipoca –Disse Luna esticando o saco pro deus que o preenche magicamente sem tirar os olhos do casal que transava.

Eles estavam em pé se beijando e se agarrando, Nico era tão branco que estava com o corpo todo marcado de tapas, apertos, mordidas e chupões. Nico se deitou de frente, Percy se deitou beijando seu pescoço, seu tórax, sua barriga, chupou seu pau, levantou suas pernas, cuspiu em sua mão, lambuzou sua própria rola e também aquele cuzinho e enfiou de uma vez só. Nico gemeu e apertou o peitoral do Percy que metia com vontade, seus olhares se encontravam e diziam mais do que pude interpretar.

Nico se masturbava freneticamente recebendo uma piroca no cú, sua cara de prazer era o suficiente para deixar qualquer um de pau duro, eu estava é claro. Eles giraram de modo que Nico ficou sentado na pica, com cuidado começou a rebolar, dava pra ouvir o barulho de sua bunda batendo nas cochas do Percy que gemia louco com aquele movimento.

—Ooooor! Meu pau! Que cú gostoso!

Nico se apoiou no seu tórax e quicou com vontade, Percy apertou suas nádegas e se pôs a meter, eles se beijaram, Nico gemeu alto no pé do ouvido dele. Do nada o pequeno começou a gemer muito mais alto, sentou-se ainda recebendo metidas fortes, puxou os próprios cabelos com os olhos fechados, seu pau pulsava sozinho, Percy continuava a fode-lo.

—Aaaaaar! Oooooor! Aaaaaar! –Nico gemia loucamente e as sombras do salão dançaram, foi algo bem psicodélico, as sombras se moviam vencendo a força das lâmpadas –Arr-aaar-aaaaaar-aaaar-aaaaaaaaaaa!!! –Nico gozou sem nem se tocar, o jato voou alto caindo sobre o corpo de Percy que na mesma hora agarrou o pau do garoto o masturbando à toda velocidade. Ele continuou gemendo sujando o outro todo de porra.

Quando a gozada sessou, Percy o puxou o beijando e lambuzando com a própria porra, eles giraram e Percy meteu com vontade, todo aquele tesão o fizera chegar perto.

—Oooooooor! –Percy gozou dentro, ambos gemiam num orgasmo divino.

Percy despencou ao lado do Nico, ambos exaustos.

—Meu cú esta latejando –Disse Nico e todos rimos.

As sombras voltaram a se comportar normalmente.

—Loirinha vá chamar à filha de Athena, enquanto pego a ferramenta necessária para destruir o espelho –Disse o deus sem nome. Eu estava de boca aberta, meu pau estava duríssimo, estava com tanto tesão que transaria até mesmo com quem estivesse lendo minha história.

Notas finais
Comentários? Até hoje espero uma recomendação rrsrsrs Até breve