As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
31 Capítulo 30 –Um é pouco, dois é bom, três é melhor ainda –Percy Jackson
Notas iniciais
Podem me chamar de safado, de putão, do que for, gosto de sexo e pronto. E afinal tenho uma missão à cumprir. Eu, Luna e Léo estávamos usando apenas roupas intimas, fomos os voluntários para protagonizar um sexo à três, um ménage. Meu ânus ainda estava dolorido devido ao sexo brutal com o ciclope Tyson, cara, ele é muito gostoso, se eu fosse uma harpia estaria toda despenada. Como aquela era a terceira e última câmara ia gozar gostoso. Ir pra cama com ambos os sexos ao seu dispor é como ir num parque de diversão, são vários brinquedos para experimentar.
Léo estava todo encabulado, nem parecia o piadista de sempre, mas sei bem como fazer alguém se soltar. Puxei Luna a beijando com vontade, nossas línguas se enroscavam, nossos corpos colados, mãos apertando um ao outro. Ajudei a tirar seu sutiã expondo seus seios medianos, os massageei e beijei seu pescoço, seus gemidos eram afrodisíacos, lancei um olhar provocante para o Léo que já estava de pau duro. Ambos esticamos as mãos pra ele.
—Vem se juntar à nós –Chamou Luna Lovegood.
—Tudo em nome da missão, cara –Disse-lhe.
—Pelos deuses, tenho que cumprir minha missão –Disse o latino vindo até nós. A maioria das pessoas precisam de uma desculpa para fazerem o que querem, eu mesmo já fui assim, mas hoje deixei de ser hipócrita e me tornei sincero com meus sentimentos.
Léo beijou primeiro Luna, ato bem normal para tentar afirmar sua masculinidade, queria ver só quando eu fodesse o cú dele. Beijei seu pescoço o fazendo se arrepiar, ele beijava a bruxinha, enquanto me incumbi de brincar com suas costas, o mordi e arranhei, apertei suas nádegas e rocei meu pau duro em sua bunda, entretanto ainda havia a cueca nos separando. Foi a Luna quem o ajudou a se livrar do último pedaço de pano, ainda abaixada se pôs a chupar sua rola. O mecânico gemeu e segurou a cabeça dela, aproveitei e mordi sua bunda, separei suas ancas e me pus a chupar seu cú.
—Aaarrr! Ooor! Aaa-aaar-aaa-rrrr!
Seus gemidos evidenciavam seu prazer por ambas as vias, Luna chupava com vontade, engolindo o órgão todo, o deixando completamente babado. Eu chupava enfiando a língua e a movendo em círculos em suas pregas, com cuidado comecei a introduzir meus dedos. Nervoso, Léo se desvencilhou e se deitou de barriga pra cima. Lancei um olhar provocador e junto de Luna, me pus a pagar-lhe um boquete.
—Você esta se mostrando mais experiente do que imaginei –Disse para a bruxinha.
—Sou uma bruxa, saber mexer com “varinhas” esta no meu sangue.
A beijei sorrindo e voltamos a chupar a rola cor de caramelo, nos beijamos enroscando nossas línguas em sua glande. Os gemidos de Léo estavam cada vez mais descontrolados, subimos lambendo sua barriga, chupando seus mamilos, pescoço, e por fim dando um excitante beijo triplo, pensei que meu pau fosse explodir de tanto latejar! Três línguas molhadas e quentes se digladiando dividindo o prazer de três seres, uma bruxa, um semideus e um viajante dos mundos.
Estávamos pelados, nossos beijos continuaram, eu roçava meu pau na cocha esquerda de Léo ao mesmo tempo em que apertava as nádegas brancas da bruxinha que tinha seus seios chupados pelo outro. Não sei se a cama estava girando, ou se era o efeito atordoante de tanto tesão. Puxei o garoto pelos seus cachos e esfreguei meu pau em seu rosto, ele não mais relutava e abocanhou minha pica, sua boca era a mais quente que já me chupara, o filho de Hefesto era como uma forja de prazer.
Luna se deitou de pernas abertas, Léo tentou penetra-la desajeitadamente, fui por trás dele e o ajudei a encaixar seu pau naquela buceta que já estava tão babada que não ofereceu resistência e sim, permitiu-o deslizar pra dentro como num tobogã. O magricela gemeu sentindo seu pau naquele buraco macio, começou a meter e a bruxinha respondeu com arfadas e arranhões em seu peitoral.
—Esta gostando, Léo? Pois o prazer esta só começando –cochichei em seu ouvido enquanto esfregava minha piroca dura em sua bunda. Mordi sua orelha, lambuzei meu órgão com saliva e com cuidado o penetrei.
—Aaaaaaarrrr! –Ele gemeu se apoiando em Luna que o puxa beijando-o na boca.
O que aquele cuzinho tinha de apertado, tinha de gostoso. Meti aumentando o ritmo, Léo fazia o mesmo em Luna, o semideus estava suado e seus gemidos soavam animalescos.
—Ooooooyeeerrr-aaaaarrrr-oooorrr! Que gostoso! Tesão da porra!
Por que será que palavrões na hora do sexo são tão excitantes? Nenhum de nós parou para ver a reação dos outros, não sei se nos assistiam ou se viraram o rosto, só me concentrei na minha diversão, digo missão. Desmanchamos aquele trenzinho e dessa vez Luna foi centro das atenções, chupei sua buceta e ensinei ao Léo como se faz, sua língua mais quente que das pessoas normais era uma aprendiz em potencial, nos beijamos e dividimos aquele buraco feminino.
Luna debruçou-se sobre mim, sua buceta escorregando na minha rola, apertei suas nádegas abrindo o caminho para Léo, que a penetrou por trás.
—Aaarr! Que delícia! Essa esta sendo minha melhor aventura, Dylan.
—Esta sendo realmente “mágica” –Luna riu do meu trocadilho e beijou minha boca. Quando ambos começamos a meter com força, a loirinha apertou meu tórax, gemendo loucamente, hora fechava os olhos fazendo cara de dor e prazer, hora arregalava-os em expressão de surpresa.
—Ai meu cú! Ai meu xibiu! Ai meu... Meu... Meu Deus! Aaaaaar! Vai Dylan! Oh Léo! Assim! Isso! Vai! Vai! Oooooor!
As pirocas se alternavam, quando uma saia, a outra entrava, as vezes o ritmo mudava e as duas entravam de uma só vez fazendo a bruxinha se retorcer toda de prazer.
—Quero que você experimente como é gostoso cavalgar, Léo!
Ela saiu de cima de mim cedendo seu lugar para o latino que veio e com cuidado posicionou meu pau em seu cú e permitiu ser penetrado, sua boca se abriu um “o” excitado, apertei sua cintura e meti com toda força que consegui. Léo quicava na minha rola, tinha perdido completamente a vergonha, se inclinou me beijando e gemendo na minha boca.
—Sabia que você ia gostar da minha rola, seu safado.
—Gostei mesmo, agora quero provar seu cú.
—Vai ter que ficar pra próxima, pois ele ainda esta muito dolorido, o Tyson me arrombou, quem sabe um dia você dá pra ele.
Desfizemos a posição e dessa vez eu fui o centro das atenções, me deitei e tive meu corpo inteiro chupado por aqueles dois, suas línguas lambiam meus mamilos, minhas bolas, chupavam meu cacete, mordiam minhas cochas e ombros, davam chupões no meu pescoço, apertavam e arranhavam onde conseguiam. Eu puxava-os pelos cabelos, os cacheados de Léo e os ondulados de Luna, beijava o garoto, beijava a garota, dávamos beijos triplos, bissexualidade é tudo de bom! Se você é apenas hétero, ou apenas gay, esta deixando de aproveitar cinquenta por cento do prazer disponível da vida.
Luna ficou de quatro, Léo a penetrou na vagina e eu o penetrei no cú, nosso novo trenzinho do amor se movia como um trem bala, a bruxinha gemia, apertava os lençóis e xingava excitada, o semideus sentia o prazer do aperto em seu pênis e o de minha ereção pulsante em seu ânus.
A senhorita Lovegood já estava toda vermelha dos açoites de prazer que recebeu, anunciou à todos pulmões que estava perto de gozar. Léo aumentou o ritmo urrando como um animal, Luna deu um berro tendo um orgasmo.
—Aaaaaaaaaarrrr!
Invejo os orgasmos femininos, duram muito mais que o masculino. Léo continuou a meter enquanto a bruxinha gemia e se retorcia, até finalmente cair exausta na cama. Saí de dentro do semideus, o fiz se deitar de frente e o penetrei novamente.
—Ooor!
—Bate punheta, safado!
Ele se masturbava enquanto lhe fodia, me inclinei puxando seus cabelos cacheados e lhe beijei, o calor e o tesão eram enormes, eu estava chegando perto.
—Quando for gozar, tire de dentro de mim.
—Nem pensar, quero que sinta o calor de uma gozada no cú.
—Você não... Aaaaaar!
—Oooooooooor! –Meti com força e ejaculei dentro, meus jatos de porra quente foram bombeados para seu interior. Léo gemeu e se contorceu fazendo careta.
—Que quente!!! Aaaaaar! –Ele chegou ao ápice gozando gostoso, assim como na caverna de Orquídio, sua gozada voou longe de mais, um jato passou por cima dele e caiu além da cama.
—Aaaaar! Meu sapato! –Gritou Annabeth.
Léo continuou gozando e o jatos foram perdendo a força e caíram sobre ele, lambuzando seu rosto, seu tórax, sua barriga e sua mão de punheteiro. Meu medidor pulou pra 28%. Caí deitado ao lado dele, Léo ofegava e sorria.
—Isso foi incrível.
—Pessoal –Chamou Percy –A porta se abriu, temos que seguir em frente.
—Alguma chance da gente voltar lá naquela banheira antes? –Perguntou Léo –Espera! Ai cara, tá escorrendo!
Me sentei e vi minha porra escorrendo pra fora do buraco dele, não resisti e caí na risada.
—Eu conheço um feitiço pra nos limpar, serve tanto para lugares, objetos e pessoas –Luna pegou sua varinha e apontou para nós dois e mais uma vez fez sua mágica, seus lábios se moveram numa ordem e a realidade obedeceu, só achei aquela palavra mágica, muito obvia –Limpar!
Depois ela apontou pra si própria e mais uma vez ordenou: Limpar! Estávamos limpos! Nos vestimos e seguimos com Percy, Annabeth e Tyson para última porta.
—Luna você tem que me ensinar a fazer isso, minha vida ia ser muito mais fácil.
—Desculpe, Dylan, mas não tem como ensina-lo, lembra? Você um trouxa.
—Obrigado por me lembrar disso.
Chegamos na última câmara e era incrível, o pé direito do lugar devia ser de uns cinco metros, as paredes, o chão e o teto eram feitos de mármore esculpido com cenas românticas e de sexo. À nossa frente ficava um altar e no meio dele um espelho de uns trinta centímetros de altura por vinte de largura, sua moldura era feita de ouro com desenhos de anjinhos gordos com asas e arco e flecha com ponta de coração.
—Algo me diz que aquele é o espelho que o amor reflete –Fiz um inteligente comentário.
—É menos intimidante do que pensei –Disse Percy indo até o espelho, ao se por em sua frente ao invés de ver seu reflexo viu o da Annabeth –Pelo jeito seu nome faz mesmo jus ao que ele faz. O reflexo deve ser o da pessoa que você ama.
—Eu quero tentar! –Disse o Tyson correndo e tirando o irmão da frente, a imagem do espelho mostrou uma mulher pássaro, devia ser uma harpia – É a Ella, funciona mesmo!
Depois foi o Léo e surgiu a imagem de uma garota lindíssima cujo o nome era Calipsu, que nome horrível, que pessoa se chama Capipsu? Podia ser pior, podia ser o nome de uma banda, aí sim seria a morte. Quando menos imaginei era eu que estava à um passo do espelho, entretanto senti medo. Imaginava que veria o rosto da Violet, parece fazer séculos que não a vejo, sei que na verdade nos vimos há alguns dias, mas ainda assim, sinto sua falta. Quando deslumbrei o reflexo no espelho vi a Violet como esperado.
—Sabia que seria você –Então a imagem mudou surgindo o rosto de um garoto –Henry? –O que aquilo significava? Que eu amava duas pessoas? Henry sorriu e falou com uma voz feminina.
—Dylan Stark, finalmente nos reencontramos –Dei um passo pra trás assustado, o rosto do Henry mudou para o de uma mulher adulta. Nunca tinha visto aquele rosto, mas a reconheci, eu sabia quem ela era, seus traços eram diferentes do daquela noite, mas era ela! Era a mulher com quem sonhei –Ficou tímido de repente? Que fofo! –Ela saiu do espelho, usava um vestido rosa claro bordado e enfeitado com pequenas pérolas.
—Você! –Exclamei, mas foi quando Annabeth falou que finalmente soube o nome dela.
—Afrodite!
—Olá meu casalzinho teen favorito. Brincadeira, não tenho favoritos. Certa vez até apostei que o Percy ficaria com o di Angelo.
Percy tossiu e a deusa riu. Ela olhou para cada um de nós, ao olhar pro Tyson fez uma careta, mas seguiu até por os olhos novamente em mim.
—Dylan Stark, você é uma das criaturas mais interessantes que já vi na vida e olhe que sou um pouquinho mais velha do que aparento.
—Era você no meu sonho!
—Sim, era eu. Este aqui devia ser nosso primeiro encontro, mas não me contive. Como lhe falei antes, preciso que me faça um favorzinho.
—O que quer que eu faça?
—Bem, por séculos escondi o espelho que o amor reflete, na verdade muitos sabiam de sua existência, mas desconheciam seu poder, achavam que ele apenas refletia seu amor verdadeiro, no entanto recentemente dois deuses descobriram o seu real poder: Meu marido e meu amante.
—Hefesto e Ares –Disse Percy.
—Você trai meu pai? –Perguntou Léo.
—Querido, quase os deuses traem, afinal você é filho dele e não meu. Eu sou a deusa do amor, não posso ser limitada por contratos como casamento. O favorzinho que vou pedir não lhe diz respeito.
—Mas eu estou nessa missão.
—Não esta mais, esta dispensado, não posso confiar em nenhum filho de Hefesto ou de Ares no momento.
—Você não pode fazer isso!
—Eu sou uma deusa e posso fazer tudo. Ciclope e mecânico vocês estão dispensados, saiam agora do meu templo se não quiserem ser evaporados, e estou falando literalmente –Léo suspirou e olhou pra nós.
—Acho que só vou até aqui pessoal, boa sorte, nos vemos no acampamento.
Ele e Tyson voltaram pelas câmaras deixando eu, Luna, Percy e Annabeth com a deusa do amor.
—Agora que já estamos resolvidos sobre quem vai prosseguir com a missão, vamos ao tal favorzinho: Quero que destruam o espelho. Vou ter que engolir meu orgulho e pedir que seja destruí-lo de uma vez por todas.
—Por que você simplesmente não o destrói? –Perguntei, afinal se ela era uma deusa, o mínimo que podia era ser capaz de destruir um espelho.
—É que eu jurei pelo Estige que nunca o destruiria.
—E você não pode quebrar esse juramento? –Percy, Annabeth e a própria Afrodite soltaram uma alta e alarmada exclamação de susto.
—Quebrar um juramento feito em nome do Estige? Você é louco? Não, nem mesmo se fosse louco! –Comentou Annabeth.
—Nem Zeus quebra promessas feitas em nome do Estige, queridinho –Disse Afrodite.
—Tá legal, então como destruímos o espelho?
—Bem, existe um outro deus do amor...
—Eros? –Perguntou Luna.
—Não, outro...
—O Cupido? –Perguntou Percy.
—Podem me deixar terminar de falar? Assim esta melhor. Seu nome foi há muito tempo esquecido, ele vive num castelo esquecido por todos. Não se pode chegar lá por terra, nem por água e nem por ar. Encontrem esse deus sem nome e ele lhes dirá como destruir o espelho.
—Então só temos que encontrar um deus sem nome, que mora num castelo que não se pode alcançar nem por terra, por água ou pelo ar? –Perguntou Percy irritado –Vai ser moleza.
—Esse é o espirito! –Disse Afrodite animada.
—Não pode nos dizer mais nada sobre esse tal deus? –Perguntou Luna.
—Ele é o deus dos amores que poderiam ter sido.
—O que?
—Tipo ele é o deus da dor de cotovelo? –Perguntou Percy.
—É uma forma de se ver. Os levarei até o quinto integrante de sua missão. Convençam ele à ajuda-los, pois sem ele será impossível completarem sua missão.
—Prevejo muita dor de cabeça –Resmungou Annabeth.
—Agora preparem-se para um tele transporte do amor. Ah sim, segura o espelho –Ela jogou o espelho em minhas mãos e fez sua mágica cor de rosa.
Viajar por entre os mundos é como atravessar uma porta de luz, tele transporte do amor é como entrar num tornado do dia dos namorados, luzes rosadas e vermelhas, flores, chocolates e cartões apaixonados. Quando minha vista clareou, percebi que estávamos numa colina.
—Onde estamos? –Luna perguntou.
—Não faço ideia –Respondeu Annabeth.
—Seja onde for, acho que um deles deve ser nosso quinto integrante –Eu disse apontando pra dois garotos que estavam fazendo um piquenique na beira de um precipício.
—Percy, são os... –Começou Annabeth.
—Oh, estou vendo.
—Quem são? –Perguntei curioso. Os dois garotos nos viram, o mais baixo e todo vestido de preto pareceu ficar todo encabulado, os dois se ajeitaram e vieram até nós. No caminho o mais baixo olhou pros pés e o outro o envolveu com um braço lhe dando alguma palavra de incentivo.
—Olá –Disse o mais alto sorridente, seus cabelos pareciam ouro.
—Olá –Disse Percy –Esses são Dylan e Luna, estamos numa missão juntos.
—Ouvi falar a respeito –Disse o mais baixo com ar sombrio.
—Dylan, Luna, esses são Will Solance e Nico di Angelo.
Ohhh, só pra completar a cena de encontro dramático, dois raios vermelhos caíram perto de nós.
—Encontramos vocês!
—Phobus e Deimos, maravilha –Disse ironicamente.
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