As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

30 Capítulo 29 – Câmaras da Paixão –Percy Jackson


Notas iniciais
Olá pessoal :) A aventura com os campistas semideuses e os visitantes de outros mundos continuam, e para a parte mais quente da história realizei o pedido de um dos leitores, espero que gostem

Depois de uma transa de Percabeth, descobrimos a serventia do espelho que o amor reflete: Fazer qualquer ser, mortal ou imortal, se apaixonar perdidamente pelo usuário. Num primeiro momento não achei que fosse tão poderoso, até Orquídio explicar que quem possui-lo pode controlar os deuses, ai sim senti a pressão. Ainda estávamos na caverna do deus voyeur que ainda não tinha dito onde encontrar o tal espelho.

—E onde esta o espelho? –Luna perguntou.

—Esta no oceano, boa sorte –E já ia se retirando.

—Espera! –O chamei –Tipo o oceano é gigantesco, você não pode ser mais especifico?

—Oh sim, claro. Esta no templo de Afrodite.

—E isso fica onde mesmo?

—Cara chato, quer as coordenadas geográficas também? Só lhes direi mais uma coisa, pra não saírem dizendo que sou ruim, para pegar o espelho tem que merece-lo, se provando em três câmaras da paixão que farão meu pedido voyeur parecer um selinho na boca –Dito isso Orquídio desapareceu no ar.

—Só eu que fiquei tenso com essa história de câmaras da paixão? –Perguntou Léo.

—Não temos tempo a perder! –Percy ergueu a cabeça e falou gritando tentando tirar da mente o que tinha acontecido –Temos que achar esse templo de Afrodite.

—Mas deve existir centenas de templos –Comentou Luna.

—Mas só existe um no oceano –Começou Annabeth –Existe um boato que diz que Afrodite não é filha de Zeus e sim de Poseidon.

—Já ouvi falar disso –Comecei –Dizem que Poseidon se masturbou e seu esperma ao cair no mar virou espuma que por sua vez se tornou Afrodite.

—Podemos não falar palavras como masturbação e esperma, por pelo menos uma hora? –Pediu Percy.

—Sobre o templo –Puxou a conversa Annabeth –Poseidon mandou criar um templo para sua suposta filha em seu domínio, o mar, mas ela prefere ser lembrada como filha de Zeus e supostamente ignora tal templo. Acho que se ela quis esconder o espelho, lá seria um lugar que ninguém procuraria.

—Nossa, você é mesmo esperta –Comentei.

Saímos da caverna e seguimos em direção ao mar, achar um templo de Afrodite embaixo d’água ainda me parecia uma missão bem difícil de ser cumprida, mas continuamos em frente.

—Então, só por curiosidade como vamos entrar no oceano?

—Vou mandar uma mensagem para meu irmão vir nos buscar –Disse Percy tirando uma moeda esquisita do bolso e a jogando numa fonte que encontramos no caminho, tinha um pequeno arco-íris se formando e quando a moeda o atravessou ouvimos o barulho de uma chamada telefônica –Mensagem de íris.

—Uau! –Exclamei.

—Tyson, o ciclope –Percy disse e a imagem do arco-íris oscilou até um ciclope trabalhando numa forja aparecer –Tyson?

—Irmão! –Exclamou o cara enorme com um olho só. Como eles podiam ser irmãos? Resolvi não perguntar.

—Tyson preciso da sua ajuda.

—Ao seu serviço!

—Me encontre e traga cinco cavalos marinhos com você, só pra especificar, cinco cavalos marinhos dos grandes.

—Oh sim, foi mancada minha daquela vez em achar que você estava precisando dos pequenininhos.

—Certo, tudo bem Tyson. E traga um monte daquelas algas que permitem respirar embaixo d’água.

—Partindo agora mesmo!

Eles combinaram um ponto de encontro e continuamos nosso percurso até encontrarmos o irmão do Percy. Ele era bem menor do que eu esperava de um ciclope, felizmente bem mais bonito também, e... pra mim ele tinha dois olhos, espera é só um, ei, dois olhos novamente. Deve ser efeito da tal nevoa que me falaram que esconde o mundo mágico dos mortais.

—Percy! Annabeth! Léo! Menino e menina que não conheço! –Disse o meio ciclope abraçando cada um de nós, nossa que braços fortes.

—É bom te ver também Tyson –Disse Annabeth –Trouxe as algas?

—Aqui estão –Ele entregou pra todos menos Percy.

—Você não vai comer? –Perguntei dando uma mordida naquela alga marrom com aspecto bem nojento, mas um sabor até agradável.

—Eu não preciso disso, posso respirar normalmente embaixo d’água, regalias de ser filho do deus dos mares.

—Que maneiro! –Exclamamos eu e Luna ao mesmo tempo.

—Espera só até verem os cavalos marinhos! –Disse Percy.

—Arco-íris traga seus amiguinhos! –Gritou Tyson e seis cavalos marinhos enormes apareceram no mar, um deles era maior e mais colorido que os demais e adivinhei logo que era o Arco-íris.

Montamos nos cavalos marinhos e tenho que dizer que foi uma das melhores experiências da minha vida. Submergimos e prendi a respiração institivamente até não poder mais e soltei o ar dos meus pulmões, ao invés de sufocar com a água, continuei a respirar normalmente, era como se houvesse uma membrana em minhas narinas e garganta que barrasse o líquido e permitisse apenas a passagem do oxigênio.

Tyson nos guiou rumo ao tal templo submarino de Afrodite, se passaram horas, mas não fiquei entediado nem por um segundo, vi inúmeros cardumes de peixes, tartarugas marinhas, sereias, criaturas que nem sei nomear e outras que nem tenho certeza se eram seres vivos. Entramos num túnel escondido entre enormes rochas e algas, seguimos por mais meia hora, até subirmos e chegarmos numa elevação onde havia terra firme e oxigênio natural.

—Seguimos andando daqui, podem ir brincar cavalinhos, quando sairmos chamamos vocês –Disse Tyson.

Léo fez uma bola de fogo com as mãos para iluminar nosso caminho. Depois de uns dez minutos encontramos uma enorme porta rosa que parecia ser a entrada do reino mágico da Barbie.

—Câmara 1 –Annabeth leu as inscrições em grego –Se Orquídio estiver certo e tivemos que passar por alguma coisa erótica, aviso logo que me recuso!

—Tudo bem –Tomei a frente –Seja o que for, me sacrifico pelo grupo.

—Sei –Debochou Léo, mas ainda assim enrubesceu um pouco.

Atravessamos a enorme porta rosa e chegamos numa câmara com uma banheira enorme no meio, era feita de mármore branco e esculpida com miniaturas de cupidos.

—Tradutora ali tem outra inscrição –Disse para Annabeth apontando para a parede.

—Apenas os puros podem para a próxima câmara passar; por isso aqui os visitantes devem se lavar; mas por apenas um, o amor não é feito; sendo assim lavando um ao outro é o banho perfeito. Eu estou começando a odiar Afrodite.

—Calma com as palavras, amor, já basta ser inimiga de Hera, deixa a deusa loirinha em paz –Avisou Percy.

—Deixa eu ver se entendi –Comecei –Temos que banhar uns aos outros? Os deuses são tão despudorados.

Eu amei a ideia! Annabeth se virou de costas e começou a si despir, todos imitamos o gesto, uns mais envergonhados que outros, se dependesse de mim faríamos um surumbão ali mesmo, mas com aqueles moralistas ia rolar só um banho mesmo. Entramos na banheira, a água ia até nossos tórax, a não ser no Tyson que ia só até a cintura.

—Vamos fazer um circulo e lavar as costas do que estiver na nossa frente, assim é menos... Intimidante –Disse a filha de Athena.

A ordem do circulo foi: Percy, Annabeth, Tyson, eu, Léo, Luna e voltando pro Percy. Começamos a ensaboar as costas um dos outros, como sou um pouquinho safado, já fui tirando casquinha do Léo e mordi sua orelha, ele deu um pulo chamando a atenção de todos, fingiu uma tosse e disfarçou.

—Para com isso –Ele cochichou.

—Parar com o que? Só estou te lavando –Desci minhas mãos por suas costas e apertei suas nádegas. Ele trincou os dentes.

—Dylan! –Exclamou baixinho –Para, cara!

—Não esta gostando? –Deslizei minha mão e agarrei o pênis ereto do mecânico –Não é o que esta parecendo –Comecei a masturba-lo e com a outra mão apertei seu mamilo, ele gemeu baixinho.

—Acho que já estamos limpos o suficiente –Disse Annabeth cortando meu barato. Me inclinei e cochichei no ouvido de Léo.

—Ainda vou te fazer gemer tanto que vou te levar à loucura.

Saímos da água e Léo agarrou a toalha mais próxima se enxugando de costas escondendo sua ereção. Nos vestimos e seguimos para próxima porta que mesmo sem saber grego tinha certeza que dizia: Câmara 2.

—O Orquídeo estava errado, isso foi muito mais simples que voyeurismo –Comentou Luna.

Na segunda câmara havia uma cama de casal em formato de coração que fez Annabeth e Percy olharem pra bruxinha de cara feia, como se fosse culpa de seu comentário o que viria a seguir. A filha de Athena leu as inscrições:

—Tem algo mais belo que um amor proibido?

—Só isso? –Perguntei.

—Dessa vez não deu muitas instruções –Comentou.

—Será uma charada? –Perguntou Léo.

—Odeio dever de casa –Comentou Tyson.

—Eu acho que temos que proporcionar um amor proibido diante da porta –Comentou Luna.

—Talvez se nos beijarmos na frente da porta –Sugeriu Percy pra namorada –Eu e você somos filhos de dois deuses que tem um rixa antiga, somos tipo Romeu e Julieta.

—Podemos tentar –O casal Percabeth deu um lindo beijo e nada aconteceu –Acho que nosso amor não é “proibido” o suficiente. Talvez!? –Annabeth se virou e vi refletido em seu olhar, tamanha astucia que me lembrou da Violet –Um beijo gay! Hoje em dia esta se tornando algo mais normal, no entanto ainda é proibido em alguns países e leva controversas em discursões por todo mundo.

—Annabeth, você quer eu beije...

—Você não Percy!

—Não sei se vocês perceberam, mas sou bissexual e tenho orgulho disso –Comecei –Então posso beijar o Léo de boa.

—Kyaaaa! –Ele gritou –Por que eu?!

—Seja homem! Aja como um herói!

O puxei pra perto de mim, seu olhar deslizava pra todas as direções menos pra dos meus olhos, segurei seu rosto o obrigando a olhar pra mim.

—Fique calmo, relaxa, é só um beijo.

—Ok.

Léo umedeceu os lábios e se inclinou, segurei seu rosto e beijei sua boca, senti o calor de suas chamas internas me percorrerem, o filho de Hefesto era quente. Agarrei seus cabelos cacheados puxando seu corpo pra junto do meu, seu corpo magro me proporcionou uma certa excitação que nem tentei disfarçar, ele segurou no meu pescoço se entregando de vez àquele beijo de amor proibido. Nossas línguas se enroscaram, nossos tórax estavam tão juntos que pude sentir os batimentos cardíacos acelerados dele, podia sentir um incêndio de desejo entre nós.

Nos afastamos abrindo os olhos e nos encaramos em silêncio, dei um meio sorriso e ele retribuiu.

—Fiquei até excitada –Disse Luna chamando a atenção de todos –Que foi?

—A porta continua fechada, isso não foi o suficiente –Disse Léo ajeitando as calças.

—Tá na cara o que devemos fazer, afinal por que teria uma enorme cama em formato de coração se não fosse pra usá-la? –Já ia sugerir para transar com o Léo quando a louca da Luna se pronunciou:

—O Dylan esta certo, mas por via das dúvidas devíamos proporcionar um amor ainda mais proibido.

—Como assim? –Perguntou Percy.

—O que é mais proibido que um amor gay? Um amor gay entre espécies diferentes –Ela disse apontando os dois braços pro Tyson –Acho que o Dylan deve transar com o Tyson!

Eu piscando pra comer o semideus e a bruxinha me empurra o ciclope.

—Já falei o quanto estou odiando essa missão? –Perguntou Percy.

E assim fui pra cama com um ciclope, pra quem já tinha transado com um dragão não seria tão surreal assim.

—Eu nunca fiz isso com um humano.

—Com o que você já transou?

—Uma harpia.

—É quase a mesma coisa, só que com menos penas.

Mantive meu bom humor e protagonizei um espetáculo de amor proibido. Nos beijamos e foi bem esquisito, tudo nele era maior e foi assim que comecei a gostar, suas mãos eram enormes e fortes e ao me envolver sentir meus hormônios à mil. Ele tinha lavado minhas costas na banheira, mas não tinha lhe dado muita bola, agora o observava com atenção, que corpo musculoso, um peitoral delicioso e aqueles bíceps? Apalpei sua calça e me assustei com o volume, era maior que o do Hulkling, eu ia me arrombar bonito, meu cú piscou de ansiedade.

Tyson beijou meu pescoço e desceu para meus mamilos, não falamos mais nada, nem sei lhes dizer a reação dos que nos assistiam, porque me entreguei por inteiro àquele ciclope. Tirei minhas calças e me deitei na cama em formato de coração, meu parceiro me pagou um boquete maravilhoso, sua boca era tão grande que engolia minha rola e meus testículos de uma vez só. Gemi sem o menor pudor. Agarrei seus cabelos acompanhando o movimento de seu boquete.

Ele subiu voltando a me beijar, giramos comigo ficando por cima, puxei suas calças e deslumbrei aquela enorme rola. Dava dois palmos, a glande estava pra fora e toda babada, seu líquido era muito mais viscoso que o humano, facilitaria muito mais o deslizar. Sua virilha era peluda, mas já espera isso de um “monstro”. Agarrei aquela rola com as duas mãos e chupei sua glande, quando Tyson gemeu me fez tremer dos pés à cabeça, tanto de excitação quanto do susto.

Sem poder mais esperar, pois todos estávamos com pressa, me deitei de pernas abertas e coloquei um travesseiro por baixo para deixar meu buraco mais alto. Tyson roçou a cabeça de sua rola no meu ânus e aquele pequeno contato já me fez me arrepiar, quando finalmente me penetrou me fez gritar exponencialmente, ou seja, minha voz ia aumentando de tom até se tornar um grito tão alto que fez minha garganta doer. Ele não completou a penetração, mas já tinha passado de mais que a metade, quando começou a se mover.

—Aaaaaaaaaaaar! A-a-a-a-a-a-aaaar!

—Meus deuses ele vai partir ao meio –Ouvi alguém dizer, mas não sei quem foi.

—Huuu-huuu! –Gemia Tyson me comendo gostoso.

Ele nem precisava pegar apoio. Apertei seu peitoral, e revirava os olhos sentindo meu cú sendo invadido pela rola do ciclope, ela entrava e saia com velocidade, me retorcia e cheguei a babar de prazer, perdi a noção do tempo, nem pensei em explorar outras posições, pois aquela já estava me proporcionando tanto prazer que quase gozei sem nem me tocar.

—Hooooooooorrr! –Arregalei os olhos ao sentir a porra quente do ciclope sem receber ao menos um aviso. A sensação daquela piroca pulsando dentro de mim, me fez estar feliz só por estar vivo e poder dar meu rabo pra ele.

Quando Tyson puxou sua rola de mim, fiquei tonto e senti meu cú transbordando colocando a porra dele pra fora. Fiquei tendo uns espasmos, o gigante beijou meu rosto e perguntou como eu queria gozar.

—Deixa, vou guardar pra depois, vai que precisem de mim na terceira câmara.

A porta se abriu, Tyson começou a se vestir. Peguei o lençol e limpei meu cuzinho dolorido, minha rola ainda pulsava querendo gozar, mas segurei a vontade para aproveitar mais do que estava por vir. Meu medidor sexual indicava 22%.

Me vesti e segui com os outros para próxima câmara, Léo veio cochichar pra mim:

—Como você aguentou? Aquilo era enorme!

—Já tenho muita experiência, mas essa foi a maior rola que já me fodeu.

—Então foi sua transa mais prazerosa?

—Não, tamanho não é sinônimo de prazer, foi incrível? Foi, mas nem explorei outras posições e eu gosto de dar e comer, as melhores vezes são quando posso fazer os dois.

Chegamos na terceira câmara e Annabeth já foi logo lendo a inscrições:

—O amor não tem regra, 1, 2, 3, da pra amar mais de um por vez! –Quando ela terminou de falar apareceu outra cama, esta era redonda com lençóis bordados com cenas de ménage.

—Sexo à 3? Afrodite qual é? –Exclamou Percy olhando pra cima.

—Acho que você já pode experimentar do prazer que eu te disse –Cochichei no ouvido do Léo e sem que ninguém visse lhe dei um selinho.

—O que?

—Pessoal, eu me voluntário pra transar novamente.

—Você é tão safado! –Exclamou Annabeth –Mas na verdade agradeço por ter vindo, confesso que sem você seria tudo mais difícil.

—Obrigado.

—Eu também vou, afinal não vim para essa aventura só pra ficar olhando –Disse Luna.

—Quem será o terceiro? –Perguntei lançando um olhar convidativo pro Léo. Ele engoliu em seco, suspirou decidindo-se fazer o que tinha vontade.

—Eu serei o terceiro.

Notas finais
Demorei, mas postei rsrsrsrs