As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
3 Capítulo 2 – Explorando um novo buraco - Nárnia
Notas iniciais
Ainda não conseguia acreditar que não era mais virgem, minha primeira vez tinha sido com Suzana, rainha de Nárnia. Chegamos à Cair Paravel, ela queria me apresentar aos seus irmãos, mas não havia nenhum a vista, Pedro estava numa reunião, Lúcia tinha saído com um tal de Senhor Túminos e o Edmundo estava treinando luta de espadas com um centauro. Suzana disse que ia ao seu quarto se banhar e que eu podia usar o banheiro do seu irmão Edmundo que não haveria problema.
Entrei num quarto que fazia jus à um rei, era enorme! Tinha uma cama de casal, as paredes eram enfeitadas com quadros, tapetes e armas. Coloquei minha mochila numa mesa e caminhei até uma porta que achei que levaria ao banheiro. Entrei e mais uma vez fiquei de queixo caído ao achar um cômodo tão amplo quanto o quarto, havia uma enorme banheira de pedra, acho que estava mais para piscina, as paredes eram enfeitadas com tapetes e cortinas e... Ouvi um barulho, alguém estava entrando, não sei por que, mas eu me escondi.
Um garoto pouco mais baixo que eu entrou no banheiro, ele usava uma armadura com o emblema de um leão. Seus cabelos eram lisos e negros e seus lábios tão carnudos quanto os de Suzana, ele tinha uma cicatriz no lábio superior, mas o que não diminuía sua beleza. Devia ser Edmundo. Ele resmungava algo sobre derrotar o centauro da próxima vez, achando estar sozinho começou a se despir.
No meu mundo todos são reservado, nunca tinha visto outra pessoa nua, a não ser a Suzana e só de pensar nela eu tinha um arrepio. Conhecia o corpo masculino já que eu era homem, mas não consegui tirar os olhos enquanto Edmundo se despia. Ele tirou a parte de cima da armadura exibindo o peitoral e braços, tinha um corpo definido por treinar todos os dias imaginei. Desafivelou as botas e tirou as calças ficando só e cueca, ele estava de costas pra mim e quando abaixou tirando a última peça de roupa pude ver sua bunda lisinha. Ela era firme e parecia dura e definida.
Olhei pra baixo sentindo meu pau ficando duro. Era normal sentir aquilo vendo outro garoto? Edmundo se virou e pude ver seu pênis e então desviei o olhar. Ouvi o barulho de água e voltei a olhar, o pequeno rei se banhava tirando o suor e a sujeira do treinamento. Fiquei assistindo achando aquilo normal, então o vi sair da água e sentar-se num batente de pedra, Edmundo começou a brincar com os próprios mamilos o que lhe causou um ereção, segurou seu pênis com uma mão enquanto que com a outra continuava a mexer no mamilo e assim seguiu se masturbando.
Era errado assistir àquilo, mas não conseguia desviar mais o olhar. Edmundo chupou um dedo e se inclinou fazendo algo que nunca imaginei fazer: Ele enfiou um dedo no próprio ânus.
–Ooor! –Gemeu.
Aquilo parecia tão diferente, ele se masturbava com uma mão enquanto se penetrava com a outra, o vi colocar outro dedo, ele mordia o lábio inferior, estava com os olhos fechados provavelmente imaginando alguma coisa. Por experiência própria acho que devia estar imaginando transando com alguma garota, era o que eu costumava fazer, mas então o ouvi gemer dizendo:
–Come esse cú! Isso vai Pedro.
Ele estava se imaginando dando o cú! Ei, espera? Pedro? Pedro não era o nome do outro irmão da Suzana? Edmundo estava ali se masturbando e imaginando transando com o irmão! Meu pau estava tão duro que parecia que ia rasgar minha calça, senti vontade de sair do meu esconderijo e de me juntar à ele. Me condenei por esse pensamento, garotos não deviam ficar com garotos. O gemido de Edmundo aumentou muito, o vi enfiando três dedos bem fundo ao mesmo tempo que um jato de esperma voou de sua rola e o atingiu no rosto.
Esperei o pequeno rei se limpar e sair do banheiro. Mergulhei na água a fim de diminuir o meu fogo. Ainda assim tomei meu banho o tempo todo de pau duro. Saí do banheiro e encontrei o quarto vazio, Edmundo já tinha saído, me vesti e saí também à procura da Suzana. Ela me encontrou.
–Nossa você demorou mais do que eu –Disse ela –Venha, vamos almoçar, vou apresenta-lo aos meus irmãos.
Adentramos numa sala onde tinha uma enorme mesa com um verdadeiro banquete, os três irmãos da Suzana estavam lá, ela me indicou onde me sentar, ao seu lado e de frente para Edmundo.
–Quem é o seu amigo, Suzana? –Perguntou Pedro, ele era mais alto que eu, mas acredito ter a mesma idade, diferente de Suzana e Edmundo, este rei tinha cabelos loiros.
–Este é o Dylan Stark, ele esta de passagem, o convidei para passar a noite conosco antes de seguir viagem. Dylan, estes são meus irmãos: Pedro, Edmundo e Lúcia.
–Prazer em conhecê-lo! –Disse um garotinha de sorriso alegre, ela também tinha cabelos loiros como o Pedro.
–Prazer em conhecê-los também –Respondi.
Conversamos um pouco, Pedro e Lúcia eram bem gentis, já Edmundo era um pouco marrento e toda vez que falava, eu desviava o olhar envergonhado imaginando ele batendo punheta com o dedo no cú.
–Edmundo eu mandei que o Dylan usasse seu banheiro espero que não se importe –O pequeno rei se engasgou.
–Meu banheiro? Sim, claro ele pode usar depois do almoço.
–Na verdade ele já usou, tomou banho agora a pouco, até fiquei surpresa de vocês dois não terem se visto.
Sim, o universo deve conspirar contra mim. Edmundo olhou pra mim com um misto de medo e fúria e eu fiz o melhor que pude pra disfarçar, peguei uma taça e bebi olhando pros lados.
–Hum suco gostoso, depois quero a receita.
–Você quer a receita de um suco? –Perguntou Lúcia.
E comecei a rir sem graça, e todos me seguiram, menos Edmundo que me encarava. Pensei em pegar minha chave mágica e abrir uma porta para outro mundo ali mesmo, infelizmente para abrir uma porta é preciso estar em algum lugar sagrado ou místico. E o pior era que a minha mochila estava no quarto do Ed, digo Edmundo. O almoço terminou e Suzana precisou ir ao Vilarejo do Guaxinim e pediu para ninguém mais ninguém menos que o Edmundo para me fazer companhia.
Caminhamos pela praia, a vista era incrível, Cair Paravel era sem dúvida o lugar mais lindo que eu já vi, mas a tensão entre nós dois me deixava muito desconfortado.
–Nossa, nós já estamos bem longe do castelo, e o sol esta muito quente, devíamos voltar –Sugeri.
–Mais a frente tem uma formação rochosa que vai do mar até a praia formando um ótima sombra.
Chegamos até lá e era mesmo incrível, ia me virar para dizer exatamente isso quando fui derrubado por uma rasteira e imobilizado por Edmundo pressionando sua espada contra meu pescoço.
–O que você viu?! –Nunca fui ameaçado antes, então fiquei mesmo nervoso.
–Vi você se masturbando pensando em seu irmão, mas não vou contara ninguém! Por favor não me mate! –Choraminguei.
Ele rangeu os dentes, vi a fúria se acumular em seus olhos faiscantes, pensei que ele ia mesmo me matar, mas ao invés disso, ele chorou. Edmundo saiu de cima de mim e se sentou afundando o rosto entre os joelhos.
–Ei –odeio ver pessoas chorando –Não precisa chorar, já disse que não vou contar a ninguém.
–Eu não sou apaixonado pelo meu irmão se é isso que você tá pensando –Disse ele sem levantar o rosto –É que eu... Bem, acho que sinto por garotos o que devia sentir por garotas.
Lá estava eu sentado no que parecia uma caverna, só que na praia, ao lado de um rei que era mais novo e valente do que eu, valente não só por ter lutado guerras, mas também por ter me contado aquilo.
–Acho que... Não tem problema gostar de garotos, mas por que imagina seu irmão então?
–É que o Pedro vive me contando com riqueza de detalhes como foi suas trepadas e ele é o único cara que já vi sem roupas, se ao menos eu perdesse logo minha virgindade com algum outro cara, mas tenho medo que meus irmãos descubram.
Minha missão era coletar energia sexual e tenho que admitir que aquele papo estava me deixando de pau duro, eu queria ajuda-lo, até então nunca tinha me imaginado com outro garoto, mas tudo aquilo era para salvar meu mundo, sendo assim...
–Acho que posso te ajudar com isso.
–Como?
–Assim.
Puxei seu rosto e o beijei na boca, a sensação de seus lábios era muito parecida com a dos de Suzana, mas aquele beijo tinha um tempero a mais, tinha o gosto do proibido. Bem que falam que entre homens as coisas acontecem mais rápido e sem pudor, pois mal no beijamos e já estávamos pelados. Edmundo olhou para meu pau como se estivesse com fome e seu olhar dizia: Finalmente. Ele chupou meu pau. Sua boquinha quente e molhada me lembrava a buceta de Suzana, pensei em comentar isso, mas acho que ele não ia gostar de saber que eu tinha comido sua irmã.
Edmundo chupava com vontade se deliciando com aquilo, balançava minha rola batendo com ela no rosto, engolia ela toda até engulhar. Ele olhou pra mim e sorriu. O rei ficou de quatro empinando aquela bundinha durinha, ela era ainda mais bonita de perto, nunca tinha visto como era o ânus, era rosado e estriado. Nunca tinha feito aquilo antes, não sabia se devia já ir metendo ou se... Lembrei dele enfiando os dedos, acho que é assim que começa, resolvi imita-lo.
Molhei os dedos e enfiei dois naquele novo buraco.
–Ooor! –Ele gemeu –Por Aslam, outra pessoa enfiando é ainda melhor!
Aquele buraco era estranho, era delicado, conseguia sentir meus dedos roçando naquelas paredes rosadas. Tirei meus dedos e vi o buraco se contraindo, piscando, como se estivesse implorando por algo, implorando por rola.
–Você quer?
–Claro que quero! Enfia logo!
Meu pênis estava todo babado, tanto pela mamada que Edmundo deu, quanto pelo lubrificante natural que estava escorrendo aos litros. Pressionei a glande na entrada do buraco, a sensação era bem diferente de uma vagina, era apertado e difícil de entrar, fiz força e de repente escorregou de vez pra dentro.
–Aaaaaar!
–Desculpa!
–Pelo que? Isso foi ótimo.
Aquele novo buraco era quente e apertado, parecia que ia amassar meu pau. Comecei a me mover e senti o garoto tremer, ele estava com a cabeça abaixada mordendo o próprio braço, achei aquilo excitante e aumentei a velocidade.
–Ai! Ai! Isso! Ooor! Por Aslam que delícia!
Ele gemia muito gostoso, conforme eu metia ficava mais fácil o entra-e-sai e consequentemente eu podia meter ainda mais forte. Tirei de dentro dele para mudarmos deposição. Ele virou de frente e abriu as pernas, me ajoelhei e enfiei, senti um prazer diferente, a entrada foi mais fácil e daquele modo podia ver as caras e bocas que o outro fazia.
–Come esse cú come!
O pau dele latejava, seus músculos se contraiam, sua cara de safado era um misto de dor e prazer. Me movimente mais rápido, me inclinei e o beijei na boca, ele gemeu durante o beijo. Continuei a meter vendo o pau dele pulsando e ficando todo lambuzado, sem pensar o segurei e comecei a masturba-lo. Edmundo revirou os olhos sentindo prazer no cú e no pau. Senti o calor crescente se aproximando.
–Estou perto de gozar–Eu disse.
–Me deixe te alcançar.
Edmundo agarrou o próprio pau e bateu punheta com uma rapidez notável, ele gemia loucamente rebolando no meu pau.
–Vamos!
Meti o mais rápido que pude, Edmundo ainda foi primeiro, gozou gritando os jatos foram tão fortes que lhe atingiram o rosto, conforme gozava contraiu o cú apertando meu pau.
–Oooor!
Pela primeira vez gozei dentro, a sensação foi fantástica. Caí exausto sobre ele lambuzando-me com sua porra. Ficamos ali daquele jeito por alguns minutos.
–Dylan, você pode tirar seu pau de dentro de mim agora.
Puxei e senti meu esperma me seguindo, tirei meu pau e assisti a porra escorrendo pelo cú do garoto. Rimos e tomamos banho de mar pelados. Não me senti culpado nem nada, pois senti a energia sexual crescer dentro de mim. Eu sou um receptáculo e preciso ser preenchido.
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