As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
15 Capítulo 14 – O Beijo de Amor Verdadeiro –Once Upon a Time
Notas iniciais
Transar com aquelas duas seria fantástico, mas pensei bem, depois eu ia ter duas feiticeiras poderosas querendo me matar, tinha que arrumar um jeito de sair dessa. O Henry já estava com a chave mestra das dimensões, só precisava sair dali e encontra-lo.
Aquela era sem dúvida a cripta mais luxuosa que eu já tinha visto, além de vários cofres e objetos esquisitos, haviam poltronas, mesas e no chão um tapete macio. Me afastei o máximo que pude das duas que me olhavam com saliência. O que eu ia fazer?! Então tive uma ideia.
–Voyeur!
–O que? –Perguntou Emma.
–Podemos começar com um bom voyeurismo, adoraria ver vocês duas se tocando.
As duas se olharam e sorriram, pareceram gostar da ideia. Aquilo me daria tempo. A loira puxou a gola do terno da morena a olhando nos olhos com malicia, beijou seu pescoço a fazendo gemer, o movimento da boca com aquela cicatriz no lábio de Regina me fez me arrepiar. Foco! Concentre-se! Não posso me excitar! Emma deu um chupão no pescoço da outra e depois beijou sua boca, certo, mulheres se beijando eram muito, mais muito excitante.
–Emma –Gemeu Regina.
A loira a agarrou de jeito tirando seu terno e blusa, expondo seu sutiã purpura, ela a beijou acima dos seios e depois os apertou. Regina abriu o zíper que ficava do lado da perna e deixou sua saia cair revelando uma calcinha também purpura. A morena deitou-se na mesa, enquanto a outra desceu sua calcinha, ela tirou o sutiã ficando completamente nua, como um banquete a ser servido. Meu pau já estava latejando de tão duro.
–Você gosta da assistir, Dylan? –Disse Regina passando os dedos na vagina –Ou prefere participar? –Caralho! Que tesão da porra!
–E-es-estou curtindo o voyeur primeiro.
Emma se abaixou mordendo o interior das cochas da morena, e foi subindo dando beijos, passando a língua na pele lisinha, até chegar na buceta da senhora Mills.
–Ooooor!
A mulher da jaqueta de couro chupou aquela buceta com vontade, vi a língua entrando, depois subindo até o clitóris dando um chupão. Caralho! Caralho! Caralho! Regina apertava seus seios medianos, mordia o lábio e gemia com uma cara de prazer. Então me veio a forma de sair daquela situação: Uma! Uma de cada vez!
Me aproximei desafivelando o sinto, alegre por ter pensado num jeito de fugir dali e ainda de poder “afogar o ganso”. As duas sorriram.
–Não aguentou ficar só olhando? –Perguntou Regina com aquela cara provocante que me enlouquecia de tesão.
–Vamos nos divertir à três –Sugeriu Emma.
–Não –Eu disse –Quero aproveita-las totalmente, então será uma de cada vez. Você pode ficar aproveitando um belo voyeur.
Emma não discutiu e foi sentar-se na poltrona. Olhei para aquele corpo nu na mesa, ela era uma linda mulher, se não fosse a maldição do Wicanno, duvido muito que Regina Mills iria querer algo comigo, mas já que estávamos ali, iria aproveitar.
Puxei Regina num beijão, tirei minha camisa de modo que pude sentir seus seios roçarem na minha pele. Meu pau estava tão duro que já doía do aperto da calça jeans. A Evil Queen se abaixou desafivelando meu cinto, puxou minhas calças com cueca e tudo até meus pés. Olhou para meu membro viril que latejava, e depois para meus olhos de modo provocante. Sem desviar o olhar, segurou meu pênis e sensualmente o lambeu, desde a base até a ponta da glande e então o abocanhou chupando com vontade.
Soltei um gemido, mulheres mais velhas eram realmente mais experientes, de diversas maneiras. Enquanto me pagava um boquete, Regina alisava suavemente minha virilha e pernas me provocando arrepios, o toque de seus dedos deslizou por baixo do meu saco encontrando meu ânus, ela molhou o indicador e o médio e me penetrou fazendo um fio-terra.
Emma já estava nua deitada na poltrona, brincava com seu corpo assistindo minhas preliminares. Ela massageava os seios, molhava os dedos na língua e alisava os mamilos, desceu sua mão fazendo movimentos circulares em sua vagina.
Eu sentia prazer pela frente e por trás, não pude mais esperar e puxei aquela mulher pra cima, a beijei com desejo e tesão, joguei-a sobre a mesa, a puxei abrindo suas pernas e sem mais cerimônia, soquei dentro dela, afogando o ganso com muito prazer.
–Ooor! –Gememos juntos.
Ainda nem tinha começado a me mover e já gemia daquele jeito, a entrada tinha sido muito gostosa. Comecei a meter devagar sentindo o interior quente e húmido daquela mulher, olhei para sua expressão de prazer onde fechava os olhos e mordia o lábio inferior, mas o que mais me excita era aquela cicatriz no lábio superior. Fui aumentando a velocidade, sentindo mais e mais prazer na minha rola que deslizava pra dentro e pra fora. Regina apertava a toalha da mesa, gritou com uma voz grave e derrubou um par de castiçais.
A loira gemia excitada assistindo a cena. Regina se sentou, arranhou minhas costas e gemeu no meu ouvido. Eu estava com tanto tesão que tive que me policiar para não gozar. Tudo estava perfeito! Esta quente, excitante, com um tesão do caralho! Foi quando ouve uma explosão que fez tudo tremer. Sai de dentro daquela maravilhosa buceta e cai no chão. Regina e Emma se puseram de pé sem entender o que estava acontecendo. Aproveitei de sua distração para vestir a cueca, agarrei o restante de minhas roupas e peguei minha mochila, sai correndo de pau duro escada acima.
–Ei espere! –Gritou Regina.
Corri pra fora da cripta e tive a triste surpresa em descobrir que a explosão fora causada por um enorme canhão manejado Violet.
–Ai esta você –Disse a inventora. Atrás dela estavam o Príncipe Encantado, a Branca de Neve, Ruby humana, Capitão gancho e Henry amarrado.
–Uma pergunta: Onde conseguiu um canhão?
–Na loja de um tal Senhor Gold, tem de tudo lá.
Regina e Emma vieram atrás de mim correndo peladas, Henry fechou os olhos gritando:
–Olha o Trauma! Trauma! Trauma!
–Vocês de novo?! –Gritou Emma enfurecida.
–Como ousam atrapalhar nossa trepada?! –Gritou Regina.
–Trauma! Trauma! Trauma!
De um lado estava o grupo que queria me matar e de outro a dupla que queria transar comigo, e só depois me matar, e no meio de tudo isso, meu amigo com a chave das dimensões. Como eu chegaria até o Henry? Só consegui pensar numa coisa. Enfiei minhas roupas na mochila, saquei a adaga do cavaleiro de cristal e parti para a luta só de cueca.
–Raaaaaa!
–Suicida! –Disse Violet –Vamos mata-lo!
Os cinco deixaram Henry de lado e correram em minha direção. Como pensei Regina e Emma vieram em meu auxilio, ainda bem que a morena ainda não tinha gozado! Branca disparou uma saraivada de flechas, parti uma com a espada de diamantes, Regina fez outras desaparecerem numa fumaça roxa. Emma passou por nós e lançou um impulso de luz jogando sua mãe longe.
Killian e eu começamos uma batalha de espadas, o Príncipe aproveitou e mirou em mim, Regina fez sua arma de fogo desaparecer numa fumaça roxa e ser substituída por um vibrados enorme transparente que girava brilhando em várias cores.
–O que?! –Disse ele sem entender.
Henry tentou se soltar, mas não estava conseguindo. Fiz um movimento praticamente sem querer e desarmei o Capitão Gancho, sua espada caiu alguns metros de distância de meu amigo narigudo. Ele correu e usou a lâmina do pirata para se soltar evitando olhar para o campo de batalha onde suas mães peladonas usavam seus poderes para me proteger.
–Ele é nosso!
–Eu ainda nem provei da rola dele!
–Trauma! Trauma! Trauma!
Corri desviando de Rubi, estava prestes a alcançar o Henry quando a Violet se pôs no meu caminho.
–Você não vai escapar dessa vez!
–Violet você tem que me deixar ir! Eu vou ajuda-la a encontrar seu irmão! Você tem...
–Tenho que te matar!
Ela fez uma investida com sua chave inglesa, desviei por pouco, a desarmei usando minha espada, mas a inventora partiu pra cima de mim com as mãos nuas.
–Violet pare!
–Raaa!
Henry se jogou contra Violet e os dois rolaram no chão.
–Dylan pegue!
Ele me arremessou a chave Mestra das Dimensões, e a usei para abrir um portal usando o item mais próximo: A chave inglesa. Houve um brilho forte e formos transportados para o primeiro lugar onde avistei aquela chave inglesa: A torre do relógio.
Henry olhou confuso para os lados, mas Violet nem parou pra pensar na mudança de cenário e investiu contra mim.
–Já chega! –Disse a voz de Wicanno que surge dando uma voadora da inventora que cai desmaiada –Se veio até a torre do relógio, significa que pode me levar pra casa.
–Posso usar a Chave Mestra das Dimensões e abrir um portal pro seu mundo –Disse ainda ofegante da batalha.
–O que esta esperando?
–Você consertar as coisas –Disse Henry se intrometendo.
–Então você é o garoto que não foi afetado pela minha magia –Disse Wicanno –Seu mundo requer sempre uma forma de quebrar as maldições. Pois bem, como rege as regras desse mundo, você deve dar um beijo de amor verdadeiro e toda essa loucura será desfeita e a única pessoa de Storybroke a se lembrar disso será você.
Henry pareceu aliviado com a parte de que todos esqueceriam de minha visita, mas ficou preocupado com a parte de um beijo de amor verdadeiro.
–Eu... Não amo ninguém ainda.
–Então é melhor se apaixonar logo, por que já quero ir pra casa –Disse Wicanno –Tenho um encontro com meu namorado Hulking e com meus amigos.
–Você pode me beijar –Ofereci –A gente já fez coisa muito pior que isso.
–Se nosso beijo fosse quebrar a maldição, já teria acontecido.
–Você esta certo.
Amor verdadeiro e algo complicado, mas se tem algo que eu aprendi em minhas andanças, é que sempre tem uma segunda saída, seja um portal ou uma forma de burlar as regras. Foi quando olhei para Violet ali desmaiada e lembrei do que aconteceu quando transei com ela, desconfiava que estava apaixonado, e tinha que admitir, afinal admitira muitas coisas naquele dia.
–Eu acho que amo a Violet.
–Sou eu quem tem que amar alguém aqui, Dylan.
–Não necessariamente, a regra diz que você tem que dar um beijo de amor verdadeiro, mas não disse que precisava ser o seu amor verdadeiro.
–Não entendi nada.
–Vamos dar um beijo triplo, eu, você e a Violet, você entra com o beijo mágico e nós entramos com o amor.
–Isso parece ridículo de mais pra funcionar.
–Não custa nada tentar.
E aquela foi a primeira vez, seja em contos de fadas ou na vida real, que uma maldição foi quebrada por um beijo triplo e ainda com uma das partes desmaiada.
Storybroke voltou a sua normal anormalidade, com árvores genealógicas confusas, com suas construções reconstruídas e sem ninguém querendo transar comigo.
–Cara, e eu ainda perdi energia sexual só de beija-la, meu contador esta em 70.
–Ai minhas costelas –Disse Violet despertando –Parece que alguém deu uma voadora em mim.
Wicanno assobiou olhando pro teto. Me aproximei receoso de Violet.
–Do que você se lembra?
–Eu? A-a-a-ar Eu estava sendo controlada! Nunca faria algo desse tipo! Eu... Aaaar!
–Ela se lembra –Disse Wicanno –Sendo de outro mundo sua memória não foi afetada.
–Agora me entregue minha chave! –Violet exigiu.
–Você quebrou a minha!
–As duas são minhas!
–Faremos um acordo, você conserta minha chave e te levo para meu mundo te ajudando a encontrar seu irmão –Ela ponderou a respeito e acabou cedendo.
–Tá legal, mas com uma outra condição: Te deixarei com a chave até você conseguir salvar seu mundo, depois voltarei para busca-la. As Chaves Mestras das Dimensões são muito perigosas para ficar nas mãos de qualquer um.
Tentei não demonstrar que fiquei ofendido. Com tudo acertado só nos restava abrir um portal para o mundo de Wicanno.
–Para consertar a chave precisamos de vários metais raros.
–No meu mundo tem de tudo que vocês pensarem, desde homem com que fica verde quando se enfurece, até metais raros como adamantium que já foi usado pra forjar o esqueleto do Wolverine.
–Adoro o universo Marvel –Disse Henry falando depois de muito tempo. Olhei pra ele tristemente.
–Acho que temos que dizer adeus.
–Podemos ficar um tempo a sós? –Perguntou Henry a Wicanno e a Violet.
–Tudo bem –Vamos comer um hambúrguer na lanchonete da vovó.
Nós dois ficamos sozinhos, de todas as pessoas que conheci até agora, Henry se mostrou meu melhor amigo.
–Vou sentir a sua falta –Admiti.
–Também vou sentir muito a sua –Nos abraçamos com força –Nunca pensei que fosse admitir que gosto de meninos.
–E eu nunca pensei que gostasse dos dois.
–Eu também não acredito que fizemos sexo!
–E pensar que você nem conseguia dizer essa palavra –Rimos novamente e nos olhamos de um jeito triste, feliz e sedutor ao mesmo tempo.
–Não sei quando vou fazer de novo, ainda não tenho tanta coragem.
–Então seria bom fazermos mais uma vez, sabe, pelo bem do meu mundo e tals.
Rimos e depois começamos a nos beijar. A luz do sol iluminou o vitral do relógio dando um brilho sépia ao ambiente, fomos tirando nossas peças de roupa e nos deitamos no chão de madeira. Eu ainda estava com tesão devido ao coito interrompido que tive com as duas mães do Henry, pelo menos ainda tinha metido um pouco na buceta da gostosíssima Regina Mills. Um flash back rolou em minha mente. Minha transa com Rubi sobre o balcão, o Capitão Gancho enfiando um pênis de ferro em mim, nosso banho sensual esfregando as costas um do outro, meu ménage com Mary e David, onde tive o estranho fetiche de mamar e provar do leite dela. Lembrei da gozada generosa que o xerife deu no meu cú, e do peido que dei na caminhonete me lambuzando todo pondo a porra pra fora.
O momento em que tirei a virgindade de Violet foi fantástico, sua desenvoltura, seu corpo imperfeito que se tornava perfeito aos meus olhos, a garota da fita de cabelo rosa era incrível, sua história, sua coragem, seu libido, seu calor. Lembrei da discursão com Henry na casa do autor onde ambos admitimos sentir atração por meninos e transamos gostoso, fodi o seu cuzinho com vontade. Lembrei ainda quando chupei seu pau enquanto ele dirigia. E por fim de quando comecei a transar com Regina, e ainda quando tive o prazer voyeur de vê-la com a Emma se deliciando num sexo lésbico.
Com tantas lembranças quentes era obvio que eu estava com o maior tesão pra transar uma última vez em Storybroke.
Henry chupava meu mamilo, ele ainda estava aprendendo a arte das preliminares. Resolvi tomar o controle e o joguei pro lado e fui direto pro seu pau.
–Ooor! –Ele gemeu com o toque de minha língua –É tão quente!
Chupei o masturbando, seu pau estava duro e escorria lubrificante, deslizei meus dedos para seu cú e o penetrei preparando o terreno. Desci lambendo as bolas até chegar em suas pregas anais, movi minha língua ao redor e depois levantando suas pernas me posicionando melhor dei um beijão, chupando, lambendo e metendo.
–Oooooor! A-a-a-arr! Isso! Oor! Deus! Que bom!
Meu pau latejava de mais, ansiando por penetrar aquele garoto que gemia tão descontroladamente. Fiz menção de enfiar e fui impedido.
–Espere! Quero tentar te chupar assim também.
Deixei que o fizesse. Me abaixei de quatro sobre nossas roupas e Henry foi pra trás de mim abrindo minhas nádegas.
–É tão rosado.
–Cús geralmente são assim, outras vezes são roxos mais puxados pro marrom, mas normalmente são rosados –Falei como se tivesse doutorado em identificação taxonômica que cús.
Meio sem jeito Henry tocou meu buraco, talvez receando por um gosto ruim, mas quando começou e viu que praticamente não tinha gosto de nada, seguiu adiante imitando o tratamento que eu acabava de dar ao seu ânus. Gemi com aquela língua deslizando em meu buraco e sem muita paciência o narigudo começou a enfiar um dedo, mal dilatou meu orifício e já estava enfiando um segundo e um terceiro.
–Vai com calma, passe mais cuspe.
Ele tirou os dedos de uma vez só o que me fez sentir dor, mas logo caiu de boca novamente chupando e lubrificando a entrada. Olhei para a rola do garoto que já bombeava pré gozo, já sabia onde aquilo ia levar. Daquela vez Henry ia ser o ativo.
Henry roçou o pau no meu buraco e gemeu ao sentir aquela “cocega” na cabeça da rola. Com cuidado foi introduzindo, me invadindo até completar a entrada.
–Sinto seu cú piscando.
–E eu sinto seu pau pulsando dentro de mim.
–É tão gostoso –Dissemos juntos.
Foi ai que o sexo começou de verdade. Henry metia em mim com força, cada investida parecia mais forte que a anterior, meu cú não estava doendo, ele ainda era novo e seu órgão não era tão grande ou grosso, mas ainda assim proporcionava muito prazer.
–Vai Henry! Mete com força!
Minhas pernas se cansaram e me deitei, ele continuou metendo, nessa posição pode morder meu pescoço e sussurrar provocações no meu ouvido. Senti minha pele se arrepiar e pra piorar, ou melhorar, ele mordeu minha orelha. Tentei gemer de modo másculo, só que aquela pica dura no meu cú me obrigava a soltar uns gritinhos.
–Aiii! Arr! Isso! Ooor! Henry! Henry!
Me dobrei um pouco para poder beija-lo, estávamos ofegantes e o beijo quase nos sufocou. Pedi para que ele saísse de dentro de mim para mudarmos a posição. Henry se deitou e fui por cima sentar em sua rola, entrou com facilidade até o talo e ambos gememos novamente. Nessa posição planejei leva-lo à loucura. Apoiei meu peso sobre seu tórax e comecei a quicar em sua rola, me movendo tão rápido que os gemidos dele eram parcelados.
–A-a-a-Is-so-é-tã-o-bo-om.
Ele começou a se mover também de modo que parecia penetrar-me cada vez mais fundo. Rebolei sentindo minhas nádegas batendo na perna dele. Me abaixei chupando seu pescoço e beijando sua boca, isso tudo sem parar de rebolar naquela rola gostosa!
–Estou chegando perto –Ele anunciou e sai de cima, quando já ia protestar cai de boca em sua rola –Ooor.
Me virei para fazermos um delicioso 69, meti minha rola naquela boca e chupava sua piroca. Ficamos rebolando metendo na garganta do outro, masturbando e sentindo o calor crescer mais e mais. Ele parou um pouco pra respirar enquanto me masturbava e mordia o interior de minhas cochas. Eu não precisava descansar, podia ficar chupando rola por horas.
Senti um orgasmo a caminho e aumentamos a velocidade, aquele calor parecia se juntar na base do pênis, vi os testículos de Henry diminuírem de tamanho e logo veio a generosa gozada em minha boca. Alguns segundos depois comecei a gozar também e assim ficamos gozando e gemendo sem poder abrir a boca, pois ia se enchendo de porra quentinha. Nossa respiração foi se regularizando e saímos cambaleantes para cuspir na pia mais próxima.
Ficamos deitados por um tempo conversando sobre o universo Marvel, ele me falou sobre o asgardiano Thor, sobre os mutantes denominados x-men, sobre os guardiões das galáxias, sobre o moralista Capitão América, Sobre o Homem-Aranha. Eram tantas pessoas com poderes, ou não, que me deu um nó na cabeça, mas pelo menos dessa vez tinha um pouco de informação sobre o próximo mundo que eu visitaria.
–Acho que temos que ir, já se passou muito tempo –Disse Henry.
–Foi muito bom de conhecer Henry.
–Igualmente Dylan.
Nos encontramos com Violet e Wicanno, os dois nada disseram de nossa enorme demora. Fomos até a praia, lá tinha umas formações rochosas que serviriam para abrir o portal. A proposito eu usei uma chave inglesa como monumento sagrado, acho que o objeto devia ser muito especial pra Violet para servir dessa forma, como algo sagrado.
As rochas brilharam se tornando um portal, olhei uma última vez para Storybroke e para Henry e entrei na luz. O ar sumiu de meus pulmões, não consegui respirar, olhei pra Violet e Wicanno que estavam na mesma situação. Estávamos num solo que parecia as formações rochosas que eu usara para abrir o portal, olhei pra cima e vi incontáveis estrelas e mais a frente o planeta Terra: Nós estávamos na lua!
Não acreditei que morreria de forma tão ridícula, indo parar num lugar sem oxigênio e morrendo sem respirar. Já estava ficando tonto quando uma luz azulada passou voando e de repente uma redoma se formou em nosso redor, no interior havia oxigênio e nós três respiramos desesperados.
–Achei que fossemos morrer! –Disse Violet.
Olhei pra cima e vi de onde vinha aquela luz azulada, voando acima de nós estava um garoto usando um tipo de armadura amarela sobre um roupa preta e com um capacete decorado com uma estrela vermelha de quatro pontas.
–Tudo bem com vocês? –Perguntou.
–Obrigado por nos salvar –Agradeci.
–Não foi nada, é só o meu trabalho. Eu sou o Nova ao resgate!
–Nova? –Perguntou Wicanno.
–Wicanno?
–Obrigado por nos salvar, mas você poderia nos levar pra Terra?
–Claro, e no caminho vocês me contam como vieram parar aqui sem nenhuma proteção.
O Nova voou nos levando numa esfera de luz e partimos para a Terra do universo Marvel.
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