As Crônicas De Nárnia - Expresso Londres
6 Uma Noite no Museu - Parte 3
Notas iniciais
POVs Caspian
Finalmente os fotógrafos foram liberados para registrar o evento, então imediatamente apanhei minha câmera, quase saindo no braço com um babaca que ficou responsável pelas maquinas fotográficas, por que o animal meteu minha câmera sabe-se lá aonde, praticamente arranhando toda a lateral da mesma. Pensei seriamente em meter a mão naquele infeliz, mas me segurei por que não queria sair dali carregado pelos seguranças da rainha. Aliás, depois de fotografar boa parte do evento, e dos convidados mais influentes da bagaça toda, foi a própria que ficou diante das minhas lentes. Enquanto Suzana, a rainha Suzana posava para os fotógrafos, eu me aproximei mais e comecei a bater algumas fotos. Quando ela dirigiu aqueles belos olhos azuis na direção da minha lente, eu confesso que senti o baque. Dei mais zoom naquele rosto perfeito, e tive a impressão que entre um flash e outro ela olhava direto pra mim. Afastei a câmera por alguns instantes do rosto, e olhei pra ela, e constatei. Suzana Pevensie estava me encarando, e o mais improvável, estava sorrindo pra minha câmera, ou pra mim, tanto faz. Logo depois os seguranças pediram que nós, fotógrafos cessássemos as fotos, e nos afastássemos. Suzana se dirigiu rumo a um corredor largo, e eu a segui com os olhos tirando algumas fotos discretamente. Antes de ela sumir, notei que seus belos olhos azuis focaram os meus então ela sorriu, e fez sinal pra mim.
– Tá brincando! –eu sorri enquanto dizia isso em voz baixa.
A rainha Suzana estava me chamando. Agora minha pergunta, foi: o que a rainha poderia querer comigo? Ou melhor, com um simples fotografo. Nem pensei muito, imediatamente segui aquela mulher, naquele vestido sensual azul que deixava toda aquela perna maravilhosa completamente nua. Notei que por um corredor menor ela seguiu, em passos lentos até ficar afastada de todos. Ninguém a seguia além de mim é claro. Antes de subir um lance de escadas ela olhou pra trás e continuou me chamando.
– Hoje só pode ser meu dia de sorte! –eu resmunguei olhando pros lados.
Pendurei a câmera no pescoço e discretamente segui aquele avião em forma de mulher. Subi as escadas e encontrei um corredor coberto por carpete vermelho escuro, e ninguém a vista.
– Pra onde você foi? –me perguntei.
Logo a resposta veio quando vi uma das ultimas portas do corredor se abrir. Sorri num canto de boca e segui em frente até estar diante da porta. Quando estava entre o marco, vi que a rainha estava de pé diante de uma mesa de escritório. Ela me encarou séria e disse:
– Entre e feche a porta. –tentei ficar de boa, afinal era só a rainha.
– Me chamou majestade? –perguntei andando em sua direção.
– Notei que estava tirando algumas fotografias desautorizadas minhas... –ela ergue a sobrancelha ficando com um ar superir e muito sexy.
– Sinto muito majestade! Se for do seu agrado eu as excluirei agora mesmo.
– Não. Tudo bem... Na verdade eu acho que vou te conceder algumas fotos exclusivas... O que acha?
– Seria uma honra...
– Ótimo... Enquanto isso pode me dizer quem você é...
A rainha se afastou da mesa, e andou na minha direção. Ela parou na minha frente e me encarou com aqueles grandes olhos azuis, e sorriu com um ar malicioso.
– O que deseja saber sobre mim, majestade? –perguntei erguendo o rosto e olhando-a de cima.
– Primeiro o seu nome...
– Caspian, majestade!
– Caspian! Gostei... Um belo nome... Diferente!
– Obrigado, majestade! –eu já tava sacando onde aquilo ia terminar.
– Pra que revista você trabalha Caspian? –disse andando ao redor de mim como uma gata no cio esfregando seu corpo no meu.
– Pra nenhuma em particular, rainha. Apenas tiro as fotos e vendo para quem pagar melhor...
– Hum! Um free lance! –ela disse isso diante de mim, com um olhar sensual.
– Mais ou menos isso.
– Muito bem, já é o suficiente pra mim... –ela se afastou e me deixou com a pergunta: suficiente pra que?
Antes que eu perguntasse, notei que a rainha levou seus dedos ao zíper do vestido, e começou a abrir o mesmo enquanto andava até a mesa. Deixou suas costas nuas pra mim, e virou o rosto dizendo:
– Fotografe isso! –ela disse com uma voz provocante.
Acho que acabei abrindo a boca sem querer, por tamanha surpresa. Afinal, era a rainha ali naquela sala a poucos passos de mim, tirando a roupa bem na minha frente. Eu era um filho da mãe de muita sorte mesmo.
– Mas me prometa que não vai publicar tais fotos! Afinal... Eu sou a rainha! Imagina o que o povo diria...
– Claro, majestade! –eu adoro o meu trabalho.
– Chegue mais perto, Caspian!
Comecei a bater algumas fotos enquanto ela movia a silhueta de modo a fazer poses muito sensuais pra minha câmera. Ela me olhava de uma maneira diferente, como se quisesse devorar alguma coisa em mim. Dei alguns passos até estar diante da lateral da mesa. Suzana se inclinou sobre a mesa e juntou os cotovelos de maneira que seus seios fartos, “e como eram fartos naquilo”, ficassem ainda maiores. Eu devia estar suando frio, e mal conseguia controlar minha respiração. O que acontecia ali era ao mesmo tempo perigoso e erótico. Suzana passava a língua nos lábios carnudos, e eu ia ao céu. Aquilo não podia estar acontecendo comigo, era área VIP demais pra um simples fotografo. Beleza, eu conseguia qualquer mulher que eu quisesse mas aquela diante de mim, não era qualquer uma, era a rainha. A RAINHA... Não estava muito errado em ficar receoso.
– Chega de fotos Caspian... –disse ela interrompendo uma fotografia usando sua mão para cobrir a lente.
Eu que estava de joelhos no chão naquele momento, abaixei a câmera e ergui meus olhos olhando para aquela beleza diante de mim. Suzana aproximou sua perna descoberta e colocou-a no centro das minhas pernas, e então disse enquanto me encarava com uma cara de tara:
– Como um bom súdito imagino que seu maior prazer seria satisfazer os desejos de sua rainha, estou certa?
– Com certeza majestade... –disse olhando aquela perna gostosa bem diante da minha cara.
– Ótimo! Então essa é a sua grande oportunidade... Satisfaça-me... –ela ergueu seu pé que estava descalço e tocou meu brinquedinho acordando o dito cujo imediatamente.
Suzana me encarou com um olhar de dominadora, se valendo do seu status de rainha, e esperou pelo meu toque. Eu seria o último cara nesse mundo capaz de deixar a rainha insatisfeita, é claro. Fiz exatamente o que ela ordenou. Toquei-a desde o pé suavemente com minhas duas mãos, enquanto subia devagar sentindo a pele macia dela entre meus dedos. Minhas mãos percorreram a extensão daquela perna alongada e maravilhosa até tocar a coxa de Suzana. Ela respirou fundo ao sentir a aproximação dos meus dedos do centro do seu corpo então não a deixei esperando muito tempo. Beijei a perna dela inteira ficado um pouco mais reto, mas ainda com meus joelhos no chão como um súdito deveria estar diante de sua rainha, e mordisquei de leve a pele dela, a cada centímetro que eu subia. Finalmente estava diante daquilo que eu mais queria, então levei meus dedos até a cintura de Suzana, por baixo daquele vestido e puxei devagar a calçinha que ela vestia, até vê-la em minhas mãos. Suzana se escorou a mesa e ergueu os pés para que eu retirasse aquele pequeno tecido do seu corpo quente e delicioso. Joguei a pequena calçinha preta no chão, e continuei beijando a pele dela seguindo rumo a área do prazer dela. Eu mordi suavemente sua virilha e ela gemeu, firmando as mãos na mesa, então abocanhei aquela delicia molhada e deslizei minha língua ao redor dela, enquanto a rainha gemia em cima daquela mesa. Movi com mais agilidade minha língua enquanto invadia a cavidade quente e úmida entre as pernas de Suzana. Ela obviamente delirava e segurava meus cabelos com uma das mãos, puxando-os com força. Senti minha calça estourando então me levantei e agarrei a rainha pela cintura enquanto ela me olhava com aquele olhar de satisfação, e envolvia seus braços ao redor do meu pescoço. Abri a braguilha da maldita calça, e puxei o moleque pra fora pra respirar um pouco, depois enforquei o bichinho de novo colocando ele dentro de Suzana. Ela gemeu meu nome e jogou a cabeça pra trás. Me afundei nela sentindo aquela área quente envolvendo meu membro, e deixando-o deslizar com facilidade para dentro e para fora dela. Cada vez que eu me movia entre as pernas de Suzana ela gemia mais alto, e arranhava meu pescoço. Ergui as pernas dela nas laterais da minha cintura e ela cruzou as mesmas sendo que seus pés tocaram o meu traseiro, e empurravam minha calça pra baixo. Suzana abaixou minhas calças e desceu suas mãos até minhas bandas e apertou firme puxando meu quadril pra mais perto dela como se quisesse que eu a atravessasse. Aumentei a velocidade do meu toque enquanto comecei a gemer com ela... Definitivamente aquela era minha noite de sorte...
Notas finais
OSB: Sobre a foto: O MAIS GOSTOSO DA FIC!
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