Estados unidos, 18 de fevereiro de 1982
John nunca vira os pais brigarem daquele jeito, sua mãe, paralisada, olhava sem reação aos ofensas e acusações de seu pai, que a chamava de todo tipo de coisa possível.
–Gente como você não deveria existir, eu te amei! e ainda te amaria, mas não existe amor que supere o que você fez! maldita, como pode !
–Victor, por favor não tome nenhuma medida precipitada!
O pai rapidamente tirou do bolso um revolver e atirou contra a mulher, na perna, e ela caiu no chão.
Jonh nunca se sentira assim, estava paralisado, quase morto sem reação, como se tivessem dado a ele um tranquilizante muito forte. seus pais foram sempre tão felizes, o que acontecera ?
Victor caminhou até ela, sussurrou algo em seu ouvido e então se afastou.
John esperava qualquer coisa, menos oque veria a seguir.
Seu pai tirou do bolso um pedaço de madeira, extremamente polido, e começou a sussurrar algo indizível.
–NÃO, POR FAVOR, PELO NOSSO FILHO ME MATE MAS NÃO FAÇA ISSO .
Ela gritou , mas já era tarde , ao terminar de sussurrar as palavras , a manga da mãe de John se soltou do vestido longo que ela usava revelando uma tatuagem que ele ainda não tinha visto na mãe, um crânio, com uma cobra saindo da boca como e fosse uma língua.
O pai de John guardou o pedaço de madeira e sacou o revolver. e disse :
Para a pior das bruxas , uma morte humana, apontou o revolver para a mãe de John, adeus Victoria, e atirou, dessa vez na cabeça, a matando instantaneamente.
Para você garoto, a melhor coisa foi nunca ter te apresentado para esse mundo. E atirou contra a própria cabeça se matando.
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