As Cronicas Do Mundo Emerso
1 Capítulo 1
Notas iniciais
O sol brilhava majestosamente iluminando a planície, se via vestígios do outono por toda parte a grama verde e viçosa roçava com o vento junto a muralha da cidade como um mar calmo. No terraço da torre mais alta de toda a salivem estava Serena com o vento a brincar com os seus longos cabelos, de La se tinha uma visão de toda a planície de salivem, léguas de distancia a se perde de vista, de um lado os campos com suas estradas onde um trânsito calmo de carros corre por entre a vegetação do outro a floresta negra que mesmo no outono mantinha as suas arvores de troncos negros e as folhas de um verde escuro onde ninguém tem coragem de entrar, no meio se encontrava a cidade de salivem que se sobressaia com suas casas,lojas e estábulos e a linha de trem que atravessava a cidade, a cidade era toda em ferro mais o vento corria pelas ruas como sangue nas veias refrescando toda a cidade. Três torres duas perto do portão coladas na muralha que rodeava a cidade e uma torre três vezes maior que as outras duas se encontrava no meio da cidade,era ali naquela torre que Serena passava a maior parti do dia, ela não era como as outras meninas da cidade todas as meninas da cidade tinha os cabelos castanho claros, olhos castanhos escuros ou fracos, e da pele branca mais Serena era diferente ela tinha os cabelos vermelhos como sangue, os olhos azuis e a pele morena. Enquanto as meninas brincavam de bonecas serena preferia brincar com os rapazes da cidade de guerreiros do norte, ela estava se concentrando para mais uma batalha quando uma voz a interrompe. –e então serena, vamos combater ou vai da pra trás hoje. — provocava um menino maior que ela um pouco. –se está com tanta presa pra perde então vamos combater. — ela desembainhou a sua espada de madeira que estava amarada nas costas com uma espécie de suporte para a espada que ela mesmo fez, o menino também desembainhou a sua espada que diferente dela ficava amarrada na cintura, ele então atacou e sem o menor esforço serena desviou do ataque e desferiu um ataque na direção do ombro do rapaz que acertou em cheio o mesmo sentiu uma dor enorme, para quem olha para serena vê mais uma menina aparentemente fraca e indefesa mais os garotos da cidade conhecem bem o qual forte ela é e ninguém nunca conseguiu ganha dela em combate, o rapaz mesmo com muita dor lhe lançou um novo ataque que serena rebateu e continuaram nessa pequena luta por dois minutos até que serena deu-lhe uma rasteira e quando o menino caio ela encostou a espada de madeira na sua garganta.
–eu mim rendo ninguém nunca vai ganhar de você. — disse o rapaz que tinha levado uma surra de serena, então ela o ajudou a levantar e se cumprimentarão com um aperto de mão como sempre faziam. – as únicas coisas que agente ganha mais do que ela são hematomas por todo lado, eu to pensando seriamente em parar de brincar com você. — falou outro rapaz o mais gordinho do grupo fazendo todos rirem, eram dez ao total e todos já tinham apanhado dela. Estavam conversando sobre como a serena era forte quando chegou um pequeno bastão flutuando pela cabeça dos meninos até chegar em serena então o bastão se dividiu em dois e a imagem de um homem não muito velho mais com o rosto sujo e suado do trabalho surge entre os dois pedaços do bastão e diz. –serena pra casa agora, eu preciso da sua ajuda. -era um vídeo mensagem do seu pai. Quando o pai de serena acabou de falar os bastões se juntarão formando um só de novo ela então pegou o pequeno bastão e colocou no bolso. –já que meu pai está mim chamando vamos pegar corrida até em casa. -falou serena já que todos moravam um perto do outro.
–legal mais só não podemos im pelas hortas se não vai dar problema de novo. –falou agora o mais magro já sabendo a resposta de serena.
–então vamos pelo outro lado pelas lojas que é mais rápido. –agora que lasco tudo.
Todos se posicionarão e serena contou até 3 e então todos se emprenharão escada abaixo até o fim da torre a escada era em espiral serena estava na frente e os outros não muito atrás sairão da torre e correrão em direção as lojas, passarão pelas lojas desviando das pessoas mais por onde passavam se ouviam reclamações, atravessarão as lojas e entrarão no prédio abandonado, dentro do prédio estava escuro metade saio inclusive serena só que um não saio então serena voltou para o prédio chamando por ele na parte de baixo ele não tava então subiu as escadas quando olhou na primeira janela viu ele sentado no chão de alguma horta então ela pulou e fez um pouso perfeito. –você ta bem?
-apesar da queda to bem eu não salto que nem você mais da pro gasto.
– você tem que parar de ficar caindo daquela janela toda fez que agente passar por aqui, isso ta ficando chato. –os dois rirão mais foi logo interrompida por outra voz.
–quem ta ai, alias eu nem preciso perguntar, SERENA. –ii sujou é o feli. – falou serena ajudando o rapaz a levantar foi quando apareceu o um gnomo velho com uma longa barba branca com uma cara toda enrugada e não muito boa, serena que estava de costa para ele preparou a sua melhor cara de anjo e se virou para o gnomo que era menor do que ela um pouco. –serena você tem que parar de ficar pulando na minha horta menina, ontem foi as cebolinhas ontem de ontem foi as abrobinhas e hoje as olfaçes assim não da moçinha, sem contar as outras vezes.
–é que estávamos brincando no prédio abandonado e meu amigo caiu daquela janela ali ó e eu vim ajudar. -disse ela apontando para a janela e sem tirar a cara de anjo. –todo dia teus amigos caem e todo dia TU se sentes na obrigação de ajudalos e por que será que todo dia TU e teus amigos tem que cair BEM NA MINHA HORTA.- disse o gnomo passando de verde para vermelho.
–calma senhor feli olha o coração é que eu sou uma menina prestativa. Então o gnomo se acalmou e caiu de novo na historia do amigo caído que não era 100% mentira -ta bom mais eu vou mandar um vídeo mensagem informando que vai render para o seu pai toda essa bagunça o afiamento das minhas FOICES.- disse o gnomo e saiu, então serena e o rapaz sairão correndo se encontraram com os outros que esperavam no mesmo lugar e cada um foi para casa. –estou morrendo de fome o que tem pra comer. -gritou serena escancarando a porta, fechou a porta e seguiu até a sala onde tinha farias espadas machados, foices pendurados na parede , uma fornalha pequena no canto da parede de junto de uma lareira, uma mesa do outro lado da sala cheio de martelos e outros instrumentos de trabalho e um armário já com as espadas e machados prontos para serem vendidos e no meio da sala estava o mesmo homem do vídeo mensagem, alto com a roupa suja, o avental de branco passado para preto e a cara toda suja e suada o cabelo curto e grisalho estava tão focado no trabalho que não viu serena chegar. –coroa o senhor ta ai.
–serena ainda bem que você chegou será que poderia mim ajudar aqui. –perguntou mais continuou do mesmo jeito. –até posso mais antes eu vou almoçar e por falar nisso o que o senhor fez pro almoço? -o que eu fiz pro almoço? Eu não fiz nada agente não tinha combinado que você faria o almoço pelo menos duas vezes na semana, em bonitinha? -sim, mais eu estava ocupada. –ocupada, deixa eu adivinha você tava na torre com os meninos brincando de duelo ou perseguir os grofis.
Silêncio
-ai vocês voltaram correndo e você de algum jeito ou caiu em alguma horta ou quebrou alguma coisa de alguém . Mais silêncio -e isso é esta ocupada dona serena, você já tem 13 anos tem que parar com isso, todo dia tem vídeos chamadas de pessoas que teve alguma coisa quebrada por você e querem concerto de graça.- disse ele enquanto serena pecava uma maça na fruteira da cozinha, a casa e a loja ficavam no mesmo lugar era um jeito de economizar tempo e dinheiro muitos comerciantes faziam isso também. –então eu vou comer fruta é melhor pra saúde. –disse ela indo para fora do alcance da vista do pai.
–serena é serio, toma. –disse ele jogando pra ela uma tigela com legumes crus. –não tinha nada melhor não, nem quente tá.- disse serena cutucando a comida com o dedo. –se você quer comer coisa melhor e quente então vai fazer, você é uma moça vai ter que casar um dia.
–pra ficar tricotando o resto da vida de jeito nenhum eu quero mesmo é ser uma guerreira do norte e não mim olha com essa cara não que você sabe que eu não falo bobagem e você adora mim ver com espada na mâo. O pai olhou pra ela e depois voltou a atenção para o prato mais não pode deixar de rir. –é claro que eu gosto de ver você com espada na mão mais você é uma menina e não a guerreiros mulheres.
–por isso mesmo eu vou ser a primeira e eu vou inaugurar uma nova era de mulheres guerreiras. — disse serena erguendo a colher como um rei ergue sua espada quando ganha uma batalha. –e por falar nisso todo guerreiro tem que ter uma espada, certo? -sim, mais você não é um guerreiro. -disse o pai levando as tigelas para a pia e encostando-se à mesma para olhar a filha.
–é mais daqui até La eu vou precisar de uma e quando tencionas mim da uma espada. –você já não tem um punhal? –perguntou karet indo de volta ao trabalho.
–tenho, mais um punhal não é a mesma coisa que uma espada. –disse serena seguindo karet que nesse momento voltava asala onde estava quando serena chegou. -coroa você sabe que eu manuseio uma espada melhor que qualquer rapaz aqui da cidade. –e isso era verdade serena manuseava muito bem uma espada e mesmo nas raras vezes em que serena pegou numa espada ela se mostrou muito ágio e sabia os riscos e as potencialidades.
–vamos ver, agora segura isso direito. –e karet voltou a martela o aço que estava dentro da lareira, serena sabia que não inha adiantar nada insistir no assunto mais no fundo estava feliz já que karet nunca tinha falado “vamos ver” mais sempre um “não”, quando terminarão de forja o aço e terminar mais uma espada já era noite então serena foi tomar banho e dormi.
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