Notas iniciais
Oi pessoas da Terra!
Primeira fic no ar. Espero que se divirtam!
Bjos!!

Edmundo estava sentado em sua escrivaninha analisando os mapas. As fronteiras de Nárnia estavam bem definidas e os telmarinos sobre controle ou pelo menos por enquanto. Os gigantes ainda davam trabalho, mas nada com que pudesse se preocupar.

Mesmo assim, havia varias áreas do país que eram praticamente desconhecidas. Um exemplo era O Bosque das Estrelas Douradas. O local tinha recebido esse nome por causa dos pequenos vagalumes que o tomavam durante a noite. Ninguém sabia dizer como entrar lá ou o que ou quem estava lá. A melhor das hipóteses, era uma lenda local sobre o Vale dos Imortais, seres belos e puros cuja descrição estava próxima do que Edmundo conhecia como anjos.

“Podem ser anjos, só tem um nome diferente aqui” – pensou.

Mas esse pensamento só era valido se eles realmente existissem, ele sabia disso. Além do mais, ele já ouvira varias historias a respeito de anjos maus, que detinham o poder e a fúria de monstros.

“e se forem anjos maus exilados de um mundo distante?”

Na realidade ele não tinha como saber. Precisava descobrir um jeito de entrar naquele bosque, a segurança do reino e de sua família dependia disso. Ninguém queria correr o risco de ter o mal encubado em algum lugar que não pudessem ver.

Edmundo estava tão absorto em seus pensamentos que nem reparou que não estava mais sozinho.

Pedro: Trabalhando até tarde de novo, Ed?

Edmundo: Só estou verificando alguns mapas. Algumas arestas precisam ser aparadas. – continua a olhar para os mapas.

Pedro: Você não fará nada se não jantar. As meninas estão esperando.

Edmundo: Vá na frente, eu já estou indo.

Pedro: Não caio mais nessa!!! Jantar Agora!!!

Edmundo franziu a testa e riu, mas obedeceu.

Após o jantar, Edmundo foi para o seu quarto descansar. Ele queria voltar para os mapas, mas recebeu uma ordem expressa de seu irmão mais velho de que estava na hora de dormir. Quando ele tentou argumentar, seu querido irmão pegou o tinteiro e selou um decreto que dizia que ele deveria dormir imediatamente. Não há como argumentar as ordens do Grande Rei, certo?

Na cama, os pesadelos ainda o perturbavam. Depois de passados tantos anos, ele nunca chegou a se perdoar por ter ajudado a rainha Jadis. Em seus sonhos, ela retornava para fazê-lo Rei, enquanto seus irmãos e os narnianos morriam em espinhos de gelo. Do sono agitado, seguia o acordar sobressaltado, com suor e respiração falhada, e mais uma noite sem dormir.

Edmundo sentou-se na cama e olhou para o pergaminho que o irmão selou para ele.

“Nesta, eu Pedro Pevencie, Grande Rei de Nárnia, O Magnífico ordeno expressamente que Edmundo Pevencie, Rei de Nárnia, O Justo, Senhor Comandante dos Leões Dourados, vá dormir imediatamente.

Por Aslan, O Grande Leão, sejamos todos abençoados”

“Não diz que eu tenho de dormir a noite inteira”- pensou. Assim, ele se vestiu e voltou para os mapas.

Edmundo chegou atrasado para o café, com uma porção de mapas na mão e muito empolgado.

Suzana: Eu espero que isso seja para colocar no pão... – disse sarcástica

Edmundo: Não. Mas quando eu disser o que eu descobri, terá um gosto ótimo. — Edmundo estica grandes mapas na mesa, e seus irmãos se inclinam para ver.

Lucia: O que você descobriu Ed? — Edmundo apontou para o mapa.

Edmundo: Esta vendo esta fenda? – perguntou a Lucia

Lucia: Sim. – apontou para o mapa – Essa aqui?

Edmundo Isso. Esse mapa foi feito na era de bronze, no reinado dos primeiros reis.

Suzana: E o que tem isso?

Edmundo: Olhem os outros mapas – apontou para os outros três mapas – Todos os que foram feitos após o grande inverno não tem essa fenda.

Lucia: É verdade, a fenda sumiu!!!

Pedro: Com o passar dos anos, a paisagem muda. É normal que alguns caminhos desapareçam.

Edmundo puxou o primeiro mapa para cima dos outros.

Edmundo: É verdade. Mas esse não é o caso. Esse mapa foi feito no final da era de bronze, um ano antes do Grande Inverno. Os outros três foram feitos um ano depois do inicio do grande inverno. Nenhuma paisagem muda tão rápido assim.

Suzana: A não ser que alguém tenha fechado essa passagem – diz com certa empolgação na voz.

Edmundo: Agora vocês chegaram onde eu queria. – Edmundo apontou para a fenda no mapa e deslizou o indicador sobre o caminho. – Olhem onde essa fenda vai dar...

Pedro: O Bosque das Estrelas Douradas – disse sorrindo.

Notas finais
É pequeno mais dá pro gasto.
kkkkk
Até mais...