Notas iniciais
Oi gente.. Desculpem a demora... estou trabalhando em vários projetos ao mesmo tempo e houve a pane do Nyah! e tals... enfim... Dei uma corrida com a história, que a partir de agora vai dar uma virada significativa como eu avisei... espero que curtam... Boa Leitura!!!

POV Edmundo

Estávamos navegando novamente. A passagem pelas ilhas solitárias foi conturbada, mas construtiva, já que conseguimos recuperar o controle do trono nas terras e expulsar os mercadores de escravos. Lá também fomos informados de que um grande mal crescia em alto mar. Uma névoa ou neblina maligna roubava a vida de pessoas, e era o nosso dever descobrir do que se tratava. Agora, procurávamos respostas e navegávamos rumo ao desconhecido.

Eu e Gladis estávamos cada vez mais próximos, embora eu sinta que ela se chateie com o afastamento repentino de Gavin. Ele parece mais respeitoso e parou de tomar liberdades inapropriadas com a minha esposa. E Gael... O que posso dizer? Nada poderia estar mais perfeito. Nós éramos um novamente e seu coração não tinha mais dúvidas, ela é minha e sempre será até o final dos tempos.

Encontramos a primeira das sete espadas nas Ilhas Solitárias e dediquei o resto da viagem a poli-la, como uma criança que recebe um presente de Natal. Meu querido primo continuou sendo extremamente agradável com todos, de uma maneira peculiar que só ele conseguia. Gladis decidiu por tirar o resto da viagem para atormenta-lo, me enchendo de orgulho. Já disse que tenho a melhor filha do mundo?

Gladis: Está ficando boa... – se senta ao lado de Edmundo que limpa a espada.

Edmundo: Na época em que me casei com sua mãe, só usávamos espadas como estas – levanta a espada já limpa a frente dos olhos – quer testar a lamina?

Gladis: Eu posso? – diz empolgada.

Edmundo: Pegue... – oferece a espada e Gladis a toma nas mãos – cuidado, ela é diferente das que você está acostumada...

Gladis: É muito leve, mas extremamente precisa. Acho que nunca vi uma espada tão fina... – dá alguns golpes no ar – que metal é esse? Nem metal de estrela é tão leve...

Edmundo: Isso é aço valiriano... – pega espada das mãos de Gladis.

Gladis: Nunca ouvi falar...

Edmundo: Esse metal é forjado nas chamas de um dragão, por isso tem essa tonalidade escura e furta-cor. – coloca a espada contra a luz – elas são extremamente resistentes, leves e nunca perdem o fio... o que as tornam mais perigosas do que as comuns...

Gladis: Me ensina a usa-la? – Edmundo sorri.

Edmundo: Claro! – sorri satisfeito.

Nós ainda conversávamos, quando vimos Ripchip duelar com Eustáquio atrapalhadamente. Após o duelo, vimos uma garotinha sair do meio de um barril. Ela parecia assustada e usava roupas estranhas. Definitivamente, ela não era de Nárnia.

Gael: Você está bem? – se aproxima e olha para a menina de modo acolhedor.

Menina: Você é um anjo? Você é tão bonita! – cora e abaixa a cabeça. Gael sorri.

Edmundo: Como se chama e como veio parar aqui? – chega perto da menininha e se abaixa até ficar da sua altura.

Menina: Nina... Eu estava na minha casa, em Londres, mas ai eu vi um leão sorrindo no meu quintal e vim parar aqui... – Lucia sorri.

Lucia: Aslan!

Caspian: Seja bem vinda a Nárnia!

POV Lucia

Eu, Gladis e Gael, levamos a menina para comer e se trocar. Olhei para ela e senti saudades. Acho que ela tem a mesma idade que eu tinha na primeira vez que estive em Nárnia. Ela parecia maravilhada com tudo e logo ela e Gladis se tornaram grandes amigas.

O anoitecer chegou rápido e decidi sair para olhar o céu. Aparentemente não fui a única a ter essa ideia, pois logo vi Caspian debruçado na popa olhando para o céu. O vento bagunçava seus cabelos e o fazia fechar os olhos como se tivesse recebendo algum tipo de carinho. Sua camisa estava entreaberta, e eu pude me deleitar de seu tronco bem delineado. Ele ainda não tinha percebido que eu estava ali, então me aproximei devagar. Soltei os cabelos, ajeitei a roupa e preparei meu melhor sorriso antes de me aproximar.

Lucia: Boa noite, Vossa Graça... – sussurra no ouvido de Caspian que se assusta, fazendo a garota rir.

Caspian: Boa noite... – diz olhando para os lábios de Lucia que está com o corpo bem próximo ao dele.

Lucia: Então, o que faz sozinho aqui? Sem sono? – se encosta ao lado dele.

Caspian: Na verdade... – apoia as mãos na beirada do navio, uma em cada lado do corpo de Lucia – eu estava imaginando uma desculpa para te acordar no meio da noite...

Lucia: Eu estou acordada, vai ter de imaginar outra coisa... – sorri sapeca e inclina o corpo, jogando seus longos cabelos para trás.

Caspian: Então... – se inclina em direção a Lucia, colando o corpo dos dois – eu posso imaginar que gosto tem os seus lábios...

Lucia: Tem certeza que só quer imaginar? – roça os lábios nos de Caspian de maneira provocante.

O tão esperado beijo acontece. Doce e delicado, depois selvagem e excitante. Eu estava perdendo o juízo! Quando o ar nos fez falta, quebramos o beijo e ficamos nos olhando nos olhos. Eu estava hipnotizada, não conseguia parar de olha-lo. Passei minhas mãos pelo seu peitoral descoberto e senti-o arrepiar-se e depois sorrir. Logo ele enlaçou minha cintura de modo possessivo e se aconchegou na curva do meu pescoço.

Caspian: Sabe? Acho que mais um Pevencie vai ficar em Nárnia... – risos.

Lucia: Também estou achando... – risos.

POV Eustáquio

Minha vida sofreu uma reviravolta inacreditável. Eu fui raptado pelos meus primos, um deles o qual estava morto, e fiquei a deriva em aguas desconhecidas num barquinho ridículo. Pra piorar, eu divido a cabine com um rato muito antipático. E eu que já achava ruim dividir a casa com minha prima.

Até agora, todo mundo que conheci nesse lugar esquisito sofre de delírios incríveis. Indo atrás de névoas verdes e procurar fidalgos perdidos... só pode ser resultado da má alimentação ou então enlouqueceram de vez.

O primo Edmundo não é exceção. Apesar de ser um fantasma, ele passa a cada segundo esfregando a espada de lata como se fosse uma lâmpada mágica. Tá na cara que ele precisa de um hobby... Quando ele não está fazendo isso, está aos risinhos com a namorada chata dele e aquela menina insuportável que não pára de me perturbar. Ele tentou me convencer que ela filha dele! Acho que ele é o mais insano de todos...

Ainda tem o roedor irritante, que delira ainda mais que meu primo. Na Inglaterra temos ratoeiras para bichos como ele. Eu estava com fome e decidi ir procurar algo para comer, eu queria ser discreto, mas o infeliz daquele rato fez o maior escândalo e acabamos em um duelo, o qual eu não venci devido a irregularidade do terreno de um barco e o tamanho do oponente, é claro...

Durante está confusão, acabamos encontramos uma criança que dizia vir de Londres. Tentei de todas as maneiras conversar com ela e perguntar como voltaria para casa, mas a insuportável da garota de cabelos negros e olhos lilases não saiu de perto dela nem um minuto sequer!

Garota insuportável!

POV Edmundo

Caspian: Parece desabitada... – olha pela luneta a ilha em sua frente.

Gavin: Pode ser uma armadilha...

Edmundo: Mas pode ter respostas... Caspian?

Caspian: Preparem os botes. Vamos passar a noite na praia. Exploramos a ilha pela manhã...

Nós nos preparamos para passar a noite na praia. Deitei sobre uma coberta no chão e fechei os olhos. Senti Gael se aconchegar no meu peito e relaxar. Passo o em torno de seus ombros para acomoda-la melhor, quando sinto peso no outro lado. Gladis se aconchegou também, enquanto Lucia e nossa nova amiguinha se deitavam ali bem perto. As duas adormeceram calmamente os meus braços e eu fiquei ali, observando com um sorriso bobo no rosto. Mas esse logo se desfez ao ver Gavin observando de longe. Eu sabia que ele não era confiável e por mim, nem teria vindo. Mas Gael confiava nele, e a ligação que ele e Gladis tinham era muito forte, devido ao tempo que passei distante. Não podia simplesmente arranca-lo da vida dela. Mesmo que isso me mate de ciúmes.

Fiquei desesperado ao notar que Gladis tinha sumido. Ainda mais quando vimos as pegadas gigantes ao meu lado. Eu e Gael no entreolhamos em pânico e acordamos todos para que pudessem nos ajudar a procurar.

Por fim a encontramos ao lado de um mago chamado Coriakim e pudemos ver que nossos gigantes não eram tão grandes assim. Ele nos deu informações preciosas a respeito da névoa e alguns alertas de como aquilo poderia nos afetar. Saímos dali em busca da ilha de Ramandu, onde encontraríamos a mesa de Aslan e posaríamos suas espadas para acabar o feitiço. Mas antes de tudo, precisávamos achar a estrela azul e esta estava difícil de ser achada.

Como se algo não quisesse que chagássemos lá. As tempestades estavam intensas e a comida ficando pouca. Já estávamos no mar a quatorze dias e nada de terra ou da estrela. Confesso que começava a ficar preocupado. Estávamos eu, Gavin e Caspian dentro da cabine de comando em meio a uma tempestade, pensando no que faríamos.

Gavin: Estamos presos aqui... com meia porção de ração diária, agua e comida para duas semanas no máximo! Essa é a ultima chance que temos para voltarmos, majestades... – Caspian e Edmundo se entreolham – Ninguém garante que avistaremos essa estrela azul tão cedo, não nessa tempestade – Edmundo aperta os lábios irritado – É uma agulha no palheiro, esse lugar chamado Ramandu , podemos passar direto por ele até cairmos na beira do mundo...

Edmundo: Ótimo! Então você pode ir lá fora e dizer para todos aqueles homens que perderam suas famílias que nós vamos abandona-los e desistir... – diz sarcástico. Gavin o olha com ódio.

Gavin: O mar prega peças malvadas Rei Edmundo, só estou zelando pelo bem estar dos senhores e de suas famílias... – diz com ironia.

Edmundo: Eu sei cuidar da minha família general... – se põem na frente dele de modo ameaçador.

Gavin: É claro que sabe... – diz sarcástico e sai.

Caspian: Eu ainda não entendi porque o trouxe... – olha pra Edmundo que bufa de raiva.

Edmundo: Basicamente? Ele criou Gladis e ela o ama... e não podia deixa-lo fora da minha vista... ele não é confiável.

Caspian: Inteligente...

A tempestade se acalmou do lado de fora, mas os pesadelos tomaram a noite. Não tinha esse pesadelo desde que voltei a Nárnia, mas pelo jeito, não foi só eu quem dormiu mal. Acordei com Gael abraçada ao meu peito ofegante, Gladis correndo para os nossos braços aos prantos e Lucia tremula abraçada a Caspian.

Espera, Caspian?! Eu perdi alguma coisa? Enfim...

Edmundo: Lucia?

Lucia: Eu perdi o sono...

Edmundo: Deixa-me adivinhar: pesadelos. Ou estamos enlouquecendo ou tem alguém brincando com nossas mentes!

No dia seguinte encontramos uma ilha, ela era enfeitiçada, o que acabou levando eu e Caspian a termos uma discussão estupida e totalmente desnecessária. Mas logo nos recompomos e voltamos a praia com mais uma das espadas.

Caspian: Que comida encontrou?

Gael: A Ilha é vulcânica. Não cresce muita coisa... – mostra os cestos com algumas raízes.

Lucia: Cadê o Eustáquio?

Gladis: Em algum lugar não nos ajudando a carregar o barco... – sorri sarcástica.

Lucia: Edmundo; estou comum mau pressentimento...

Edmundo: Vou procura-lo.

Caspian: Eu vou com você...

Procuramos Eustáquio por toda a ilha, e quase achei que o tínhamos perdido. Mas felizmente ele só havia se tornado um dragão. O que foi bom, já que isso o fez parar de reclamar e ser mais cooperativo. No dia seguinte encontramos a estrela azul e seguimos até a ilha de Ramandu. Houve uma certa tensão entre Lucia e Caspian no momento em que conhecemos a estrela Liliandil . Ela era realmente bonita, mas quando se é casado com uma mulher como Gael é difícil achar qualquer outra mulher atraente.

Por fim, navegamos até próximo a ilha, encontramos o ultimo fidalgo e a ultima espada em uma pedra. Mas infelizmente, quando íamos voltar uma grande serpente marinha começou a atacar o barco e todos os nossos pesadelos se tornaram realidade. Lutamos muito, durante quase toda a noite, mas quando o dia amanheceu tínhamos vencido. As famílias dos narnianos apareceram no mar que estava doce. E todos mergulhavam para abraçar suas famílias. Gael e Gladis me abraçaram, enquanto Nina sorria satisfeita. Foi sua primeira aventura em Nárnia e mesmo não sabendo quanto tempo ficaria conosco, nos apegamos muito a ela. Eustáquio já era menino de novo e comemorava com Ripchip, seu mais novo melhor amigo.

Tudo corria tranquilamente, até eu ouvir o tilintar de espadas. Meu braço estava machucado e Gladis trocava golpes com Gavin. Tudo foi muito rápido e quando me dei conta, minha filha já tinha caído no mar e desaparecido. Caspian imobilizou Gavin, enquanto eu, que já tinha pulado no mar gritava por Gladis de um lado para o outro sem sucesso. Gael chorava desesperadamente.

Gavin foi preso e colocado sob custódia dentro de uma jaula no navio, até chegarmos em Nárnia para ser julgado. Nós fomos de bote até a praia e lá nos deparamos com Aslan.

Eustáquio: Aslan!

Aslan: Bem vindas crianças! Se saíram muito bem, muito bem mesmo... Estão muito longe e agora a jornada acabou...

Edmundo: Minha filha... – diz com a voz embargada – onde está minha filha?

Aslan: Gavin retirou um feitiço antigo do livro de Coriakin e tinha como objetivo lhe mandar de volta para o seu mundo. Mas Gladis viu o que ele ia fazer e o feitiço acabou pegando nela...

Gael: Gladis está em outro mundo? – diz desesperada

Aslan: Exato.

Nina: Mas ela vai voltar?

Aslan: Sim. Por ser filha de uma élfa com um filho de adão, Gladis pertence aos dois mundos... mas para que ela ache o caminho, alguém terá de ir busca-la.

Eustáquio: Eu posso ir... sei que terei de ir embora mesmo...

Aslan: Fico feliz que tenha descoberto sua coragem rapaz e Nárnia precisará dela em breve. Mas essa tarefa já está designada a outra pessoa... – olha para Nina.

Nina: Eu? Mas eu sou tão menina... e se eu falhar?

Aslan: Seu tamanho é de menina, mas seu coração é de leoa. Coragem, sei que vai conseguir...

Edmundo: Olha... – se abaixa e fica da altura da menina que se encolhe de medo – eu sei que parece assustador, mas precisamos de você agora... – diz com olhos suplicantes.

Gael: Por favor, traga minha menina... – abraça Edmundo e chora.

Nina: Pode deixar... – sorri para os dois.

POV Gladis

Eu estava perdida. Tudo ao meu redor eram árvores e uma calmaria constante. Ainda não acredito no que Gavin tentou fazer, eu sempre o amei como a um pai! Como ele pode tentar destruir a minha família e machucar meu pai, sabendo que eu o amo e preciso dele?

Agora estou aqui, perdida entre o tempo e espaço, num lugar onde Tempo não passa. Há poças de água no chão, águas paradas, quase sem vida. Uma delas me chama a atenção, pelo brilho e pelo barulho. Eu chego perto e num deslize, caiu dentro dela.

Eu caí em uma superfície lisa e negra, que nunca tinha visto na vida. Olho para os lados e me deparo com uma estranha estrutura metálica a poucos centímetros do meu corpo.

Garoto: Harry seu grande idiota, olha o que você fez! — diz saindo do carro.

Harry: Foi mau cara... Será que ela morreu? — vai em direção do corpo preocupado.

Garoto: Ela tem pulso... — coloca os dedos do pescoço da garota — precisamos tirar ela daqui...

Harry: Vamos levar ela pra sua casa...

Garoto: Tá maluco! Precisamos leva-la para um hospital!

Harry: Sério? E o que você vai dizer no hospital? Que nós a encontramos na Rua? — diz irônico — se meu pai souber que peguei o carro dele, eu to morto!

Garoto: Ok, ok... eu preciso pensar... — anda de um lado para o outro aflito.

Harry: Olha, ela está acordando... — Gladis se senta no asfalto.

Garoto: Moça, moça... você está bem?

Gladis: Sim. Onde estou?

Garoto: Meu amigo atropelou você....- olha para Harry de modo repreensivo — mas ele sente muito, né Harry?

Harry: Claro que sinto! Mas o importante é que está tudo bem e nem vai precisar chamar a Polícia nem nada assim... você não vai chamar a Polícia, né moça? — olha para Gladis preocupado. Gladis se levanta.

Garoto: Como você é linda... — sussurra para si mesmo e olha fixamente para Gladis.

Gladis: Mas onde é que eu estou? – olha para os lados confusa.

Harry: Em Londres, oras! — diz divertido.

Gladis: Londres?!

Harry: Para onde está indo? Podemos te dar uma carona...

Gladis: Estou perdida... — olha ao redor com espanto.

Harry: Vamos fazer o seguinte, o James te leva pra casa dele pra você descansar até descobrirmos um jeito de te levar pra casa...

James: O quê? – exclama indignado

Gladis: Gentileza de vocês... — sorri simpática.

James: Eu te pego mais tarde... — sussurra para Harry que ri. Vão em direção ao carro.

Harry: Você não vem? — aponta para porta aberta.

Gladis: Mas o que é isso? — toca no carro curiosa.

Harry: É uma Land Rover.

Gladis: E para que serve?

Harry: É um carro, serve para andar nele...- diz como se fosse óbvio.

Gladis: Que nem um navio, ou um cavalo?

James: Mais ou menos... — olha para Harry confuso que dá com ombros.

Gladis: Interessante... — analisa o veículo mais uma vez. Entra no carro. Harry dá partida.

James: Você não é daqui, não é?

Gladis: Não. Sou de Nárnia. — olha pela janela enquanto o carro se movimenta.

James: Não conheço... Onde fica?

Gladis: Ao norte da Calormania, próximo a Arcolândia...

Harry: Deve ser no Oriente ou na Ásia. Tudo quanto é país com nome estranho é lá... Olha as roupas esquisitas que ela está usando...- sussurra para James que concorda com a cabeça.

James: Legal... — chegam a Casa de James.

O Castelo onde James morava era meio pequeno. Parecia mais uma casa comum, ele deve ser plebeu.

Nós subimos até a torre que onde seu quarto se encontrava. Ele me trouxe algumas coisas para comer e foi muito gentil. O amigo dele foi embora logo depois, nos deixando sozinhos. Bem que minha mãe disse que filhos de Adão mudavam de cor, isso é tão engraçado!

James: Bem, você pode tomar um banho se quiser... — disse envergonhado — eu posso te emprestar umas roupas minhas e amanhã cedo te levo pra casa... só não liga pros meus pais, eu não costumo trazer garotas para casa e com certeza eles farão comentários embaraçosos, mas é só não ligar... — levanta-se corado.

Gladis: Você sempre muda de cor assim? — diz rindo. James fica ainda mais vermelho e ri sem jeito — eu acho adorável.... — toca o rosto do outro o fazendo estremecer.

James: obrigado... ahn... vou pegar suas roupas, o banheiro fica ali — aponta para o banheiro e sai correndo.

O banho de banheira foi relaxante, e logo estava sentada na cama do filho de Adão, enrolada em uma toalha. Quando entrou no quarto ele corou, tropeçou nas próprias pernas e gaguejou muito, foi muito engraçado.

Após me vestir, descemos a um pequeno salão, onde sua família se sentaria para refeição.

James: Deixa que eu falo, ok? Você só concorda... — cochichou enquanto desciam as escadas.

Gladis: Ok. – sorri.

James: Sabe, esqueci de perguntar seu nome... — coça a nuca.

Gladis: Gladis...

James: É um belo nome... — sorri bobo e cora — significa princesa...

Mãe: Quem é sua amiga filho? — sua mãe diz ao avistar os dois.

James: Essa é Gladis...

Gladis: Muito prazer senhora... – faz uma leve mesura.

Pai: Oi filhão!!! Nossa... quem é essa garota linda? – aperta mão de Gladis, que sorri simpática. James cora ainda mais.

James: Essa é a Gladis, uma amiga... – respira fundo – tudo bem se ela dormir aqui? – pais de James se entreolham e dão um sorriso malicioso.

Mãe: Mas é claro querido! Você pode trazer sua “amiga” – faz aspas com as mãos – para dormir aqui sempre que quiser... não é querido?

Pai: Mas é claro!!! Já estava mais do que na hora de você começar a nos apresentar suas “amigas”... – James bate a mão na testa.

James: Por favor, parem com isso... vocês estão me constrangendo... – Sussurra. Gladis ri.

Pai: Desculpe, não tá mais aqui quem falou... onde está a Nina querida?

Mãe: Foi brincar na casa de uma amiguinha... – sentam-se à mesa. O jantar é servido.

Gladis: Quem é Nina?

James: É minha irmãzinha... – Nina entra correndo pela porta.

Nina: Mãe, Pai!!! Vocês não vão acreditar no que...

Gladis: Nina?! – exclama feliz.

Nina: Gladis!!! – sorri para Gladis.

James: Vocês se conhecem?

Notas finais
Está ai... comentem quero saber se estão gostando. Bye..
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.