As Crônicas de Cristão
1 O Estopim do Confronto
A história começa com o Todo Poderoso Mago Vitor Síndicuss que após a tomada de poder do Cristão decide chamar os bravos heróis que se opõe a tirania Cristã.
O mais renomado guerreiro, Raphinha, de cabeça totalmente desproporcional e um tanto pequenino, mas extremamente habilidoso com suas facas, se encontra em uma taverna tragando ao lado de uma donzela que acabara de conhecer. Pedrinho, o Pekenoh, que estava na taverna também, não gostava do jeito que Raphinha a admirava, portanto resolveu intervir:
Pekenoh — Ei Bananão!?
Raphinha — Falou comigo?
Pekenoh — Sim, percebo que estás a observá-la faz algum tempo. Sendo assim, te desafio para um duelo. O vencedor tem a chance de conhecer melhor a donzela.
Raphinha — Desafio aceito, seu Acatruzo!
Raphinha e Pekenoh trocam socos e chutes, quando, de repente, Síndicuss, encapuzado, adentra a taverna, e de imediato, ordena que parem e então, se aproxima:
Raphinha — O que faz aqui, poderoso Mago?
Síndicuss — Vim convocar-te para uma aliança contra o Império de Cristão.
Raphinha — Tudo bem, estou dentro! Afinal, te devo muitos favores...
Pekenoh, se sente humilhado e grita:
Pekenoh — Vai fugir mesmo galinha?!
Então, o Mago vira-se e toca seu peito, fazendo-o voar em direção à parede e falecendo devido ao impacto.
A donzela, que fica intrigada com a morte de Pedrinho, era nada mais nada menos que Pamplona, uma dama muito conhecida no reino por sua sedução.
A dupla então, se dirige para a localização dos próximos recrutas, Rodrigo,o Usuário de Regata; Angelo, o Gnomo e Donelli, o Brutamontes.
Quando os encontra, diz:
Síndicuss — Vos convoco para uma aliança contra o Regime de Cristão.
Rodrigo — Não precisa dizer mais nada! Estou dentro!
Donelli e Angelo — Bom, se o Mago disse, é fato. Então, participaremos.
Síndicuss — Fico feliz com vossas decisões.
Para que estivessem prontos, faltava apenas uma única coisa: consultar o Oráculo para encontrar um estrategista à altura.
Ao se aproximarem do Santuário do Oráculo, se deparam com Koubi, a Protetora, que pergunta:
Koubi — O que fazem aqui pelas redondezas do santuário?
Síndicuss — Viemos consultar o Oráculo Nabor.
Koubi — Certo, verei se Ele está com vontade de atende-los.
Alguns minutos se passam e Koubi retorna:
Koubi — Tudo certo, vá consultá-lo, porém vá a sós.
Síndicuss adentra o santuário e se depara com o Oráculo sentado em sua poltrona bebendo vinho como um verdadeiro rei. Vitor Síndicuss logo fala:
Síndicuss — Então Oráculo...
O Oráculo o interrompe:
Oráculo — Sei o porquê de estar aqui. Vá direto ao ponto.
Síndicuss — Preciso de um estrategista para enfrentar o que está por vir. O senhor, com toda a sua onipotência, poderia me indicar um?
Oráculo — Você encontrará o que procura ao sul de meu santuário, próximo à colina. Agora vaza! Está atrapalhando meu jantar, tá me entendendo?
Vitor Síndicuss e sua trupe vão em busca do renomado estrategista e de outros rebeldes que visam um futuro melhor.
Fale com o autor