As Crônicas Dos Retardados.
25 Uma Namorada Para o Cavalão
Notas iniciais
24 recomendações? É demais para o meu coração! Só não morro porque quero ver Homem de Ferro 3 em novembro!
Muito obrigada mesmo! Fico tão feliz com todos vocês! Sério, só de entrar no Nyah! e ver "Fulano deixou um comentário em Tal História" já melhora o meu dia! Juro mesmo!
Obrigada a todos mais uma vez!
E quero comunicar que semana que vem começam as minhas provas ç.ç ~porque minha carta ainda não chegou? ç.ç~ Então eu vou...
Estudar.
Atena: THIS IS REAL LIFE OR IMAGINARY?! ISSO É BOM DEMAIS PARA SER VERDADE! UJSDNIFASDHFL
Véia louca. E só para aumentar a minha "felicidade" a prova de matemática vai ser bem no dia do meu aniversário (14/03)
Yeep.
Então, chega de falar, né? Espero que gostem desse capítulo que foi betado pela minha querida DreamHunter!
PS: Esse capítulo é dedicado a minha cara amiga filha de Atena Mari Guimarães. Acho que ela vai entender o por que...
POV. Nico Di Ângelo
Eu estava dormindo tranquilamente no Chalé 13. Sonhava com McLanches, com alguns mortos e com a Bianca, lembrando-me de nossa infância... Eu sempre a visitava no Mundo Inferior, mas queria-a comigo aqui, agora.
Abri os olhos lentamente, bocejei e me dei de cara com a Samara de O Chamado.
– AHHHHHH! – berrei com todas as forças do meu pulmão – ALGUÉM ME AJUDA, PELO AMOR DE ZEUS! É A SAMARA! SAMARA, AINDA NÃO DEU SETE DIAS!! AHHHHHHH!
A Samara começou a rir, jogou a peruca preta para trás da cabeça e mesmo na penumbra eu vi dois olhos verdes cintilantes.
– PERCY, SEU FDP! – gritei.
– Filho De Poseidon?
– NÃO! É FILHO DA PUTA MESMO!
– Desculpe, Nico – Percy riu – Mas a sua cara estava hilária!
– SAIA DO MEU CHALÉ AGORA! – eu disse carinhosamente (sqn)
Ele riu mais uma vez e saiu do chalé batendo a porta atrás de si. Levantei-me, troquei de roupa e saí também. Connor e Travis quase me atropelaram.
– Qual é o problema de vocês?! – exclamei. Porque todos estão me enchendo o saco hoje?!
– Desculpe, cara – disse Travis.
– Estamos procurando o Grover – disse Connor – O bode gosta de fazer companhia para o Cavalão. Quíron está lá escutando Frank Sinatra, ele parecia sozinho.
– Nunca parei para pensar nisso – falei – O Quíron não tem uma namorada?
– Não.
– Deveríamos arrumar para ele, não acham? – perguntei sorrindo.
Os dois sorriram de volta para mim. O resultado? Nós corremos até a pessoa mais confiável quando se trata de relacionamentos amorosos.
* * *
Carol abaixou o livro que lia e nos encarou com desprezo – o que é normal, mas enfim -.
– Querem arrumar uma namorada para o Cavalão? – perguntou ela sorrindo sarcástica – Sério isso?
– Não queremos que o Quíron fique sozinho – eu disse.
– Por quê? Ele está sozinho há dois mil anos! – exclamou Carol.
– Só porque você é uma encalhada, não significa que você não possa ajudar o Quíron! – exclamei.
– EU NÃO SOU UMA ENCALHADA, DI ÂNGELO! SE REPETIR ISSO DE NOVO EU TE JOGO NO LAGO, FDP!
– Mas a Carol não é encalhada – Connor sorriu malicioso – Qual é o nome dele mesmo? Ah, é! Draco...
O rosto pálido de Carol ficou rubro.
– Como vocês sabem esse nome? – ela perguntou.
– ENTÃO A CAROL TÁ NAMORANDO! – berrou Travis pulando com Connor – VAMOS MANDAR UMA MENSAGEM DE ÍRIS PARA POSEIDON AVISANDO QUE A FILHINHA DELE ESTÁ DE CASINHO COM UM BRUXO! LÁLÁLÁ...
Eles teriam continuado cantando, se Carol não tivesse dado-lhes um cola-brinco. Um cola-brinco, caso você não saiba, é um tapa forte e doído na orelha.
– Calem a boca antes que eu arranque suas línguas! – disse a simpatia em pessoa.
– Então, vai nos ajudar ou não? – perguntei.
Carol bufou e colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha.
– Querem que eu faça oque? – perguntou – Que eu chame meu Professor Firenze? Hum...
– Quem é Firenze?
– Meu professor de Hogwarts. Ele é um centauro.
– O Quíron não é gay!
– Quem garante? – perguntou Carol – E, além disso, existem centauras?
* * *
– Não, idiota! – exclamou Annabeth – Centauras? Essa é ideia mais estúpida que eu já ouvi na vida!
– Você namora o Percy, já deve ter ouvido alguma coisa mais estúpida – Travis revirou os olhos.
– Olhem, escutem o que eu vou dizer – disse Annabeth – Não existem sátiras nem centauras, os centauros e sátiros se reproduzem com ninfas.
Franzi a testa.
– Mas como um cavalo poderia...
– Nico, você quer mesmo que eu explique?
– Não, obrigado.
– Temos que achar uma ninfa para o Cavalão? – perguntou Connor – Isso vai ser fácil. A Floresta está cheia delas.
– Não pode ser qualquer uma – afirmou Carol – Tem que ser alguém especial, alguém que o complete. O amor é como um peido: Se você forçar, é provável que acabe em merda.
Cri, cri, cri.
– Uau – disse Annabeth segurando a vontade de rir – Shakespeare, é você?
Carol jogou o cabelo sobre o ombro com uma expressão de like a boss.
– Tenho uma ideia – disse a bruxa – Porque nós não fazemos entrevistas com as interessadas?
E assim, nós pregamos folhetos por todo o Acampamento, na Floresta e por parte de Manhattan também. No dia seguinte as convidadas chegaram ao apartamento da Sra. Jackson, onde seriam realizadas as entrevistas.
Carol, Travis, Connor e eu nos sentamos em quatro cadeiras em frente para uma poltrona.
– Pode deixar a primeira entrar, Tia Sally! – disse Carol.
Que a loucura comece.
* * *
Uma mulher entrou na sala; ela tinha os cabelos enrolados num turbante, usava óculos escuros e usava um macacão de pele de cobra.
– Tchau, Eme – disse Carol revirando os olhos.
Eme fez uma expressa indignada.
– Mas eu mudei meu visual só para o Quí!
– Tchau daqui!
– Mas...
– VAZA DAQUI MEDUSA!
– Medusa? – repetimos Connor, Travis e eu perplexos.
Medusa fez um muxoxo e saiu da sala.
– Aquela era a Medusa? – perguntei.
– A não ser que você conheça outra, é – concordou Carol riscando o nome de Medusa da prancheta – Aquela era a Medusa. Próxima!
* * *
Uma garota entrou. Ela tinha cachos loiros, olhos claros e tinha um violão na mão.
– Taylor Swift? – perguntou Connor.
– SUA LINDA! ME HUGA! – gritou Travis tendo um ataque fangirl.
– Sim, sou eu – sorriu Taylor.
– Filha, o que você quer com o Quíron? – perguntou Carol descrente.
– Ah... Ele é um gato – disse Taylor – Simpático, gentil... E eu adoro cachinhos!
– Não são naturais. Ele usa bobs – falei.
Ela fez uma expressão perplexa.
– O que? – perguntou – Não acredito! Até nunca mais!
E saiu marchando da porta.
– Pronto – falou Connor revirando os olhos – Mais um fora, mais uma música para o novo álbum...
[N/Autora: Fãs da Taylor, não me odeiem!... Odeiem o Connor!]
* * *
Entrou pela porta um cara barbudo que parecia o Papai Noel.
– Professor! – exclamou Carol – O que diabos você está fazendo aqui?
– Eu quero uma chance com o Quíron, ué – disse o velho.
– Alvo Dumbledore, vá pegar o Harry ou o Voldy, não me interessa, mas você não vai ficar com o meu diretor de atividades!
– Ai, sua chata, viu...
* * *
Um garoto ruivo com sardas entrou pela porta.
– Puta que pariu, Ronald Weasley! – exclamou Carol irritada – Não vá me dizer que você também quer uma chance com o Quíron?!
– O que? – perguntou Rony – Aqui não é a Doceria da Sra. Jackson?
– NÃO! – gritamos juntos.
– Estou indo embora! – exclamou Rony — Propaganda enganosa...
– Como assim propaganda enganosa? – perguntei.
– No folheto, dizia “ganhe algo para comer no apartamento de Sally Jackson”.
Vish...
* * *
Depois de mais vinte candidatas (cinco caras entre elas), Travis suspirou e passou a mão nos cabelos.
– Desisto – disse ele – É impossível achar alguém para o Cavalão!
– Deixe-o continuar sendo Forever Alone, ninguém liga mesmo – disse Carol dando de ombros.
– Podemos comprar uma boneca inflável para ele – sugeriu Connor.
Nós três o encaramos.
– Uma boneca inflável? – repeti descrente.
– É melhor que nada! – defendeu-se – Eu mesmo tenho uma boneca inflável chamada Godofreda Alejandra Stoll.
Cri, cri, cri
– Uau – disse Carol perplexa – Vida de Forever Alone é realmente triste.
– Que nada – disse Connor – Godofreda veio com um controle remoto, se eu apertar o botão certo, ela...
– Não quero saber! – exclamamos juntos.
– Okay...
Levantamos das cadeiras, fomos até a sala e nos despedimos da Sra. Jackson. Saimos andando desanimados por Nova York, chegamos no Central Park e Carol jogou-se num banco da praça.
– Dorgas? Larguei — ela disse – Agora sou mendiga.
– Levanta dessa porra se não eu vou sentar na sua cara – disse Connor.
Carol deu-lhe uma careta, sentou-se no banco e nós quatro sentamo-nos ao seu lado. Ficamos lá pensando na vida, sobre como não conseguimos achar uma namorada para o Quíron...
– E você vai voltar? – ouvi uma voz de uma mulher atrás de nós, mas não dei atenção.
– Vou tentar – respondeu a voz de uma garota – Quero ver a minha doninha sedução. Se aquela praga da Peruzzo não estiver lá de novo...
Carol virou o pescoço tão rápido que praticamente pude ouvi-lo estalar. A garota que falara tinha cabelos loiros lisos presos soltos sobre o ombro, olhos redondos cor de mel, nariz perfeito e óculos quadrados de armação preta.
– Você – cuspiu Carol com nojo.
A garota olhou na nossa direção e arregalou os olhos.
– O que você está fazendo aqui, bitch?! – ela exclamou.
– Eu moro em Nova York, sua puta! – exclamou Carol ficando de pé.
Connor, Travis e eu nos encolhemos. Sempre que a Carol decide que não gosta de alguém... Bem, digamos que é melhor já ir preparando o velório.
– Ca-Carol – eu disse gaguejando com medo de morrer – Quem... Quem é ela?
– Tire o “com” e o “dor” da palavra computador, o que sobrar é o nome dela – disse Carol ainda encarando a garota.
Dava para ver que o ódio era mútuo. Pareciam que faíscas de raiva saiam dos olhos delas.
– Eu sou Clary Hork – falou a menina, ela olhou com interesse para mim – E quem seria você, lindinho?
– SUA MERETRIZ! – berrou Carol descontrolada – SUA ESQUINA NÃO ESTÁ MOVIMENTADA NÃO? JÁ NÃO BASTA O MALFOY, TAMBÉM QUER O NICO?!
Clary deu um sorriso malvado.
– Ah, sim. Draco... – ela lambeu os lábios – Ele beija tão bem... Não que você soubesse disso, ele nunca ia olhar para você mesmo.
Carol fechou os punhos.
– Eu sou Nico Di Ângelo – me apressei em dizer antes que a luta começasse – E eles são Connor e Travis Stoll. Ér... Clary, de onde você e a Carol se conhecem?
– Beijei o garoto que ela gosta.
– Isso não é um bom jeito de se conhecer alguém – disse Connor.
– Não mesmo – concordou Travis franzindo o nariz.
– Quem é você? – perguntou Carol para a mulher que acompanhava Clary.
A mulher tinha cabelos cor de trigo, olhos verdes claros, algumas sardas nas bochechas e nariz e pele um pouco bronzeada. Parecia uma imagem que uma vez vi no meu livro de História Grega.
– Eu sou Páscue – respondeu a mulher – Hãn... Tia da Clary.
– Não – falei franzindo a testa e observando-a com atenção – Você... É uma ninfa! Auloníade, ninfa dos pastos!
Páscue e Clary arregalaram os olhos.
– Como sabe? – sibilou Clary.
– Não, espera aí – disse Carol – Ô sua puta, você é uma semideusa?!
– Eu sou legado de Atena!
As duas se encararam sem acreditar.
– Tá explicado porque se odeiam – Travis deu de ombros.
– Você é uma semideusa?! – exclamou Clary – Filha de quem?!
– Poseidon!
– Mas Poseidon não pode ter filhas! Está na mitologia! Poseidon só pode ter filhos homens!
– Ah, vá pra puta que te pariu!
– CALEM A BOCA! – berrou Connor estressado.
As duas se ficaram quietas.
– Ótimo! – exclamou Connor – Páscue, você é solteira?
– Você não faz meu tipo, me desculpe – disse Páscue gentilmente.
– Não é para mim! É para um amigo meu, chamado Quíron! Ele é um garanhão.
– Literalmente – acrescentou Travis.
– Gostaria de conhecê-lo? – perguntou Connor.
– Ah... Claro – sorriu Páscue – Porque não?
– UHU! – berrou Carol – HORA DE APARATAR!
– Mas você não pode...
– Dane-se!
* * *
E nós aparatamos para frente do Acampamento Meio Sangue. Clary ficou implicando e dizendo que Carol vai ser presa e levada para Azkaban (a legado de Atena não parecia triste com isso).
– Clary, cala a boca! – exclamou Carol irritada — Sua mãe é tão feia que a certidão de nascimento dela é um pedido de desculpas da fábrica de camisinhas!
– Sua mãe é tão feia que é chamada de Aquela-Que-Não-Deve-Ficar-Nua! – respondeu Clary.
– Sua mãe é tão puta que se o computador der pau, ela senta!
Nós resolvemos deixar as duas garotas se resolverem e saímos (só vamos voltar para recolher os restos mortais da Clary) em direção a Casa Grande. Travis abriu a porta, correu e pulou em cima do Quíron.
– EAE VÉIO! – ele berrou – TE ARRANJAMOS UMA MINA! AGORA PODE PARAR COM O FAP-FAP!
– Sr. Stoll! – exclamou Quíron.
– Quíron, como você pode... – comecei a perguntar.
– Quer mesmo que eu responda, Nico?
– Não...
– Quíron – disse Connor – Essa é Páscue, uma ninfa dos pastos.
Foi como naqueles filmes românticos adolescentes: Os olhares de Quíron e Páscue se cruzaram e os dois sorriram [N/Carol: Porra! Até o Quíron já desencalhou e eu nada!] [N/Todos: Mas e o Dra...] [N/Carol: CALA A BOCA, POVÃO!]
– Olá, Srta. Páscue – Quíron apertou a mão de Páscue – A que devo a honra?
– Seus adoráveis amigos disseram que seria interessante conhecê-lo, Quíron – disse Páscue sorrindo tímida.
– Deseja um chá?
– Seria ótimo, obrigada.
Saímos da Casa Grande e deixamos os dois sozinhos para se conhecerem melhor.
– Eu me sinto bem por ter ajudado o Quíron – disse Travis – Sabe, talvez ele retire o castigo de lavar a louça do Chalé 11.
– Que Zeus te escute! – exclamou Connor.
Nós voltamos para onde Carol e Clary estavam brigando. Clary tinha sumido.
– CAROL! – gritei – VOCÊ MATOU A GAROTA?!
– Não, ela foi embora mesmo – Carol deu de ombros – Seguiu seu caminho... Para a esquina, obviamente. Aquela puta...
– Carol, você fala muitos palavrões – falei reprovando. Na minha época não tinha isso!
– Falo nada, porra. Vai para a puta que te pariu, caralho!
E assim nós concluímos nosso objetivo.
[N/Carol: Mandar a Clary de volta para a esquina dela?]
Não, arrumar uma namorada para o Quíron...
[N/Carol: Ah, que sem graça u.u]
Notas finais
Afrodite: Mas e Dra...
Carol: EU QUERO O NICHOLAS HOULT, QUERIDA! U.U
Afrodite: Meu filho?
Carol: Exato *--*
Afrodite: Ai, ai... --'
PSS: Xingamentos tirados do review da minha caríssima Bruna! Ela vai saber que estou me reverindo a ela u.u
PSSS: Vejam o trailer da fic e digam o que acharam!
http://www.youtube.com/watch?v=NIi0_b1ciC8&feature=youtu.be
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