Notas iniciais
Acho que ficou meio meloso, ou sei lá... Qualquer coisa, culpem o Bruno Mars por me fazer escutar Marry You enquanto escrevia esse capítulo!

POV. Draco Malfoy

Era hoje. Depois de vários anos de namoro, hoje eu finalmente eu vou pedir a Carol em casamento.

– Relaxe, Malfoy – disse Weasley no fim do nosso expediente no Ministério – Tenho certeza que tudo vai dar certo.

– Hãn ham – concordou Potter mexendo em seu celupar [N/Hermione: É celular] Eu perguntei?

– É – disse – Só estou nervoso em pedi-la em casamento...

Uma névoa rosa bebê apareceu e lá estavam Afrodite e Hera (os deuses têm aparecido muito desde que eu comecei á namorar Carol)

– AH MEU ZEUS! – gritou Afrodite saltando de felicidade – Ouvi direito? Pedido de casamento?!

– LINDO! – berrou Hera com a mesma empolgação.

Potter e Weasley se entreolharam com uma cara que dizia No que nos metemos sendo amigos de uma semideusa?

– E como será o pedido? – perguntou Hera animada com seus brincos de pena de pavão – Tem que ser bem romântico!

– Eu vou ajudar! – disse Afrodite me puxando pelo braço porta á fora – Temos que combinar roupa e o lugar... Hera! Esses aí vão ser os garçons!

– O que? – perguntou Potter – Eu não vou ser garçom coisa nenhuma!

– Cala a boca – disse Hera – Você me irrita por que parece filho de Zeus.

– Mas eu não sou filho de Zeus!

– Mas parece, e isso me irrita.

Afrodite segurou meu braço e aparatou para frente de uma loja.

– Afrodite! – exclamei – Eu ainda estava by Text-Enhance\">trabalhando!

– Dane-se – disse – Agora entre logo nessa loja.

Afrodite me empurrou loja á dentro; subimos um lance de escadas, ela abriu uma porta e nós saímos em outra loja.

– Uau – eu disse falsamente.

– Srta. Afrodite! – exclamou uma voz animada – Que bom revê-la!

Era uma nebulae, uma ninfa das nuvens(se aprende muita coisa quando seu sogro é um deus do mar raivoso) Ela tinha cabelos e olhos castanhos e altura mediana.

– Olá – eu disse – Viemos fazer compras.

– Ah vá? – ela perguntou – Estão numa loja para fazer compras? Que vida louca você leva! Eu sou Talissa.

– Ele vai fazer um pedido de casamento hoje – disse Afrodite animada.

– Hum... – Talissa pensou por alguns segundos – Esperem um pouco. MARIA, SEU VENTO POLUIDOR, VENHA AQUI AGORA!

– TENHO CARA DE by Text-Enhance\">EMPREGADA?! – gritou uma voz de volta.

– VEM CÁ AGORA SE NÃO EU VOU AÍ E TE ARRASTO PELO CABELO!

Ouvimos um resmungo em grego, outra nebulae desceu as escadas e veio em nossa direção. Ela tinha cabelos castanhos claros, by Text-Enhance\">pele morena e olhos escuros.

– E aí? – perguntou – Sou Maria.

– Ele vai fazer um pedido de casamento hoje – disse Afrodite animada – E sabe para quem? Para Carol, a filha de Poseidon.

– O QUE? – gritou Maria – NÃO CREIO! ISSO É TÃO LINDO!

Ela pegou meu braço e saiu me arrastando pela loja, jogando roupas para Afrodite e Talissa.

– Carol é uma grande amiga minha – disse Maria enquanto me arrastava pela loja – Sabe, uma vez nós fomos para uma festa no Olimpo juntas. Ela conheceu um filho de Apolo tão lindo...

– Espera, o que?! – exclamei.

– Nada não – disse Maria entregando-me uma montanha de roupa – Agora vai lá se trocar.

~~

Á Noite

~~

Aparatei na frente da casa de Carol. Andei até a porta e toquei na campainha; um garoto que lembrava um elfo mexicano atendeu (Sangue em três, dois, um...).

– Oi – disse ele – Quem é você?

– Draco Malfoy, sou o namorado da Carol – disse – Quem é você, criatura?

– Leo Valdez, amigo da Carol – respondeu.

Nós ficamos nos encarando por alguns minutos.

– Porque vocês estão se encarando? – perguntou uma garota com tranças no cabelo.

– Sei lá, ele que começou – Valdez deu de ombros – Entra aí, cara.

Entrei e fui até a sala. Lá estava Carol conversando com o irmão Percy (Percys me perseguem), uma garota com olhos amarelos que me deram medo e um garoto que parecia um bebê malhado (tem garotos demais para o meu gosto).

– Ei, Carol – disse Valdez entrando na sala – Seu namorado chegou. Acho que ele não gostou de mim.

– Draco, proteja sua carteira – disse Carol – Principalmente quando estiver perto do Leo.

Carol estava linda como sempre; os cabelos castanhos presos em uma trança que estava por cima do ombro, os olhos azuis delineados de preto, uma camiseta As Esquisitonas e jeans preto.

– Oi – eu disse depois que ela me beijou – Então... Porque tem tantos garotos na sua casa?

Ela ergueu as sobrancelhas.

– Draco Malfoy com ciúmes, que coisa fofa – disse Carol – E esses são Frank e Hazel, são semideuses romanos.

– Olá – disse Frank.

– Hum... – disse. Vou ficar de olho em todos eles – Enfim, vamos?

– Claro – confirmou Carol.

Nós saímos da casa e ela fechou a porta.

– Só uma perguntinha boba, vamos jantar aonde? – perguntou Carol.

– Venham comigo! – exclamou Afrodite aparecendo.

Afrodite segurou nossas mãos e aparatou para frente de um restaurante que estava totalmente vazio, menos por uma parte nos fundos.

– Podem ir – disse Afrodite dando um risinho – E boa sorte!

– Boa sorte? – perguntou Carol.

– Nada não, vamos – disse.

Nós entramos no restaurante e fomos para a parte dos fundos. Ela tinha uma vista completa para o mar e o pôr do sol.

– Que coisa mais... – começou Carol maravilhada.

– Sentem-se logo e digam o que querem – mandou Weasley. Ele e Potter usavam roupas de garçons.

– Que legal – disse sorrindo enquanto sentava-me à mesa – Lindos uniformes de garçonetes.

– Cala a boca – mandou Potter.

Nós fizemos nosso pedido e as duas garçonetes saíram para buscar. Durante o jantar, aproveitei que Carol estava distraída olhando para o mar e coloquei a aliança dentro da taça de champanhe dela.

– Então... Carol – disse erguendo minha taça – Um brinde?

– Claro – disse ela pegando sua taça – Á que?

– Á Sonserina? – tentei.

Ela revirou os olhos.

– Não vou fazer um brinde á Sonserina – disse irritada.

– Que tal ao Quadribol? – perguntei.

Ela pensou por alguns segundos e assentiu.

– É – concordou – Ao Quadribol.

Fizemos o brinde e eu tomei meu champanhe. Fiquei observando enquanto Carol tomava sua taça e... O anel sumiu.

– Merda – disse.

Carol começou á tossir várias vezes enquanto sufocava.

– POR MERLIN! – gritei em desespero – ELA ENGOLIU A ALIANÇA! AHHH!

Harry e Rony chegaram; Weasley entrou em desespero igual á mim e Potter, numa tentativa de sorte, deu um tapa nas costas de Carol. A aliança saiu voando e bateu na testa de Weasley fazendo-o desmaiar.

– Carol, você está bem?! – exclamei.

Ela respirou fundo várias vezes.

– Estou – disse Carol – O que, em nome do meu bom tio Hades, era aquilo?

Abaixei-me, peguei a aliança da testa de Weasley e segurei a mão de Carol.

– Admito que não estava nos meus planos você engolir a aliança – disse – Mas, Carol, quer casar comigo?

Ela ficou sem expressão por alguns segundos; então me deu um tapa na cara.

– EU TIVE QUE ENGASGAR E QUASE MORRER PARA VOCÊ ME PEDIR EM CASAMENTO, MALFOY? – gritou louca da vida – VOCÊ É... É...

– Você quer casar comigo ou não?! – perguntei.

– Ah, quero sim – disse feliz pegando a aliança das minhas mãos e colocando no seu próprio dedo.

– Você é bipolar – disse esfregando o lugar onde ela me deu o tapa.

Carol sorriu para mim e me deu um longo beijo. Quando nos separamos, Potter estava chorando.

– Isso é tão lindo – dizia ele – Eu sempre choro em cenas românticas!

– Vira macho, Harry – mandou Carol.

Potter chorou ainda mais e saiu da sala. Weasley continuou desmaiado no chão com a boca aberta e babando.

– E, á propósito – disse Carol sorrindo ao olhar a aliança em seu dedo – Adorei o anel, viu?

– Comprei pensando em você – sorri de volta.

Ela riu e me beijou. É, esse foi o pedido de casamento mais estranho do mundo, mas quando foi que algo algum dia foi normal?

Notas finais
Ideias? Sugestões?