As Crônicas Dos Retardados.
15 Quer Casar Comigo?
Notas iniciais
POV. Draco Malfoy
Era hoje. Depois de vários anos de namoro, hoje eu finalmente eu vou pedir a Carol em casamento.
– Relaxe, Malfoy – disse Weasley no fim do nosso expediente no Ministério – Tenho certeza que tudo vai dar certo.
– Hãn ham – concordou Potter mexendo em seu celupar [N/Hermione: É celular] Eu perguntei?
– É – disse – Só estou nervoso em pedi-la em casamento...
Uma névoa rosa bebê apareceu e lá estavam Afrodite e Hera (os deuses têm aparecido muito desde que eu comecei á namorar Carol)
– AH MEU ZEUS! – gritou Afrodite saltando de felicidade – Ouvi direito? Pedido de casamento?!
– LINDO! – berrou Hera com a mesma empolgação.
Potter e Weasley se entreolharam com uma cara que dizia No que nos metemos sendo amigos de uma semideusa?
– E como será o pedido? – perguntou Hera animada com seus brincos de pena de pavão – Tem que ser bem romântico!
– Eu vou ajudar! – disse Afrodite me puxando pelo braço porta á fora – Temos que combinar roupa e o lugar... Hera! Esses aí vão ser os garçons!
– O que? – perguntou Potter – Eu não vou ser garçom coisa nenhuma!
– Cala a boca – disse Hera – Você me irrita por que parece filho de Zeus.
– Mas eu não sou filho de Zeus!
– Mas parece, e isso me irrita.
Afrodite segurou meu braço e aparatou para frente de uma loja.
– Afrodite! – exclamei – Eu ainda estava by Text-Enhance\">trabalhando!
– Dane-se – disse – Agora entre logo nessa loja.
Afrodite me empurrou loja á dentro; subimos um lance de escadas, ela abriu uma porta e nós saímos em outra loja.
– Uau – eu disse falsamente.
– Srta. Afrodite! – exclamou uma voz animada – Que bom revê-la!
Era uma nebulae, uma ninfa das nuvens(se aprende muita coisa quando seu sogro é um deus do mar raivoso) Ela tinha cabelos e olhos castanhos e altura mediana.
– Olá – eu disse – Viemos fazer compras.
– Ah vá? – ela perguntou – Estão numa loja para fazer compras? Que vida louca você leva! Eu sou Talissa.
– Ele vai fazer um pedido de casamento hoje – disse Afrodite animada.
– Hum... – Talissa pensou por alguns segundos – Esperem um pouco. MARIA, SEU VENTO POLUIDOR, VENHA AQUI AGORA!
– TENHO CARA DE by Text-Enhance\">EMPREGADA?! – gritou uma voz de volta.
– VEM CÁ AGORA SE NÃO EU VOU AÍ E TE ARRASTO PELO CABELO!
Ouvimos um resmungo em grego, outra nebulae desceu as escadas e veio em nossa direção. Ela tinha cabelos castanhos claros, by Text-Enhance\">pele morena e olhos escuros.
– E aí? – perguntou – Sou Maria.
– Ele vai fazer um pedido de casamento hoje – disse Afrodite animada – E sabe para quem? Para Carol, a filha de Poseidon.
– O QUE? – gritou Maria – NÃO CREIO! ISSO É TÃO LINDO!
Ela pegou meu braço e saiu me arrastando pela loja, jogando roupas para Afrodite e Talissa.
– Carol é uma grande amiga minha – disse Maria enquanto me arrastava pela loja – Sabe, uma vez nós fomos para uma festa no Olimpo juntas. Ela conheceu um filho de Apolo tão lindo...
– Espera, o que?! – exclamei.
– Nada não – disse Maria entregando-me uma montanha de roupa – Agora vai lá se trocar.
~~
Á Noite
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Aparatei na frente da casa de Carol. Andei até a porta e toquei na campainha; um garoto que lembrava um elfo mexicano atendeu (Sangue em três, dois, um...).
– Oi – disse ele – Quem é você?
– Draco Malfoy, sou o namorado da Carol – disse – Quem é você, criatura?
– Leo Valdez, amigo da Carol – respondeu.
Nós ficamos nos encarando por alguns minutos.
– Porque vocês estão se encarando? – perguntou uma garota com tranças no cabelo.
– Sei lá, ele que começou – Valdez deu de ombros – Entra aí, cara.
Entrei e fui até a sala. Lá estava Carol conversando com o irmão Percy (Percys me perseguem), uma garota com olhos amarelos que me deram medo e um garoto que parecia um bebê malhado (tem garotos demais para o meu gosto).
– Ei, Carol – disse Valdez entrando na sala – Seu namorado chegou. Acho que ele não gostou de mim.
– Draco, proteja sua carteira – disse Carol – Principalmente quando estiver perto do Leo.
Carol estava linda como sempre; os cabelos castanhos presos em uma trança que estava por cima do ombro, os olhos azuis delineados de preto, uma camiseta As Esquisitonas e jeans preto.
– Oi – eu disse depois que ela me beijou – Então... Porque tem tantos garotos na sua casa?
Ela ergueu as sobrancelhas.
– Draco Malfoy com ciúmes, que coisa fofa – disse Carol – E esses são Frank e Hazel, são semideuses romanos.
– Olá – disse Frank.
– Hum... – disse. Vou ficar de olho em todos eles – Enfim, vamos?
– Claro – confirmou Carol.
Nós saímos da casa e ela fechou a porta.
– Só uma perguntinha boba, vamos jantar aonde? – perguntou Carol.
– Venham comigo! – exclamou Afrodite aparecendo.
Afrodite segurou nossas mãos e aparatou para frente de um restaurante que estava totalmente vazio, menos por uma parte nos fundos.
– Podem ir – disse Afrodite dando um risinho – E boa sorte!
– Boa sorte? – perguntou Carol.
– Nada não, vamos – disse.
Nós entramos no restaurante e fomos para a parte dos fundos. Ela tinha uma vista completa para o mar e o pôr do sol.
– Que coisa mais... – começou Carol maravilhada.
– Sentem-se logo e digam o que querem – mandou Weasley. Ele e Potter usavam roupas de garçons.
– Que legal – disse sorrindo enquanto sentava-me à mesa – Lindos uniformes de garçonetes.
– Cala a boca – mandou Potter.
Nós fizemos nosso pedido e as duas garçonetes saíram para buscar. Durante o jantar, aproveitei que Carol estava distraída olhando para o mar e coloquei a aliança dentro da taça de champanhe dela.
– Então... Carol – disse erguendo minha taça – Um brinde?
– Claro – disse ela pegando sua taça – Á que?
– Á Sonserina? – tentei.
Ela revirou os olhos.
– Não vou fazer um brinde á Sonserina – disse irritada.
– Que tal ao Quadribol? – perguntei.
Ela pensou por alguns segundos e assentiu.
– É – concordou – Ao Quadribol.
Fizemos o brinde e eu tomei meu champanhe. Fiquei observando enquanto Carol tomava sua taça e... O anel sumiu.
– Merda – disse.
Carol começou á tossir várias vezes enquanto sufocava.
– POR MERLIN! – gritei em desespero – ELA ENGOLIU A ALIANÇA! AHHH!
Harry e Rony chegaram; Weasley entrou em desespero igual á mim e Potter, numa tentativa de sorte, deu um tapa nas costas de Carol. A aliança saiu voando e bateu na testa de Weasley fazendo-o desmaiar.
– Carol, você está bem?! – exclamei.
Ela respirou fundo várias vezes.
– Estou – disse Carol – O que, em nome do meu bom tio Hades, era aquilo?
Abaixei-me, peguei a aliança da testa de Weasley e segurei a mão de Carol.
– Admito que não estava nos meus planos você engolir a aliança – disse – Mas, Carol, quer casar comigo?
Ela ficou sem expressão por alguns segundos; então me deu um tapa na cara.
– EU TIVE QUE ENGASGAR E QUASE MORRER PARA VOCÊ ME PEDIR EM CASAMENTO, MALFOY? – gritou louca da vida – VOCÊ É... É...
– Você quer casar comigo ou não?! – perguntei.
– Ah, quero sim – disse feliz pegando a aliança das minhas mãos e colocando no seu próprio dedo.
– Você é bipolar – disse esfregando o lugar onde ela me deu o tapa.
Carol sorriu para mim e me deu um longo beijo. Quando nos separamos, Potter estava chorando.
– Isso é tão lindo – dizia ele – Eu sempre choro em cenas românticas!
– Vira macho, Harry – mandou Carol.
Potter chorou ainda mais e saiu da sala. Weasley continuou desmaiado no chão com a boca aberta e babando.
– E, á propósito – disse Carol sorrindo ao olhar a aliança em seu dedo – Adorei o anel, viu?
– Comprei pensando em você – sorri de volta.
Ela riu e me beijou. É, esse foi o pedido de casamento mais estranho do mundo, mas quando foi que algo algum dia foi normal?
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