As Crônicas Dos Retardados.

24 Perdeu o Medo de Morrer, Criatura?!


Notas iniciais
*o*o*o*o*o*o*o*o*

Muito obrigada pelas recomendações, pessoal! Amo vocês, de verdade *--*

Eu quis fazer esse capítulo bem legal para recompensá-los, mas eu não estou exatamente de bom humor esses dias. Problemas pessoais, não quero incomodá-los agora com isso.

Então... Espero que gostem do capítulo! ^-^

Odeio Herbologia. Por quê? Bem, aqui está o motivo.

Aula de Herbologia = Neville cuidando de plantinhas suspeitas.

Neville cuidando de plantinhas suspeitas = Neville chapado

Neville chapado = Neville dançando pelado no Salão Comunal da Grifinória

Neville dançando pelado no Salão Comunal da Grifinória = Eu traumatizada para o resto da vida.

Da última vez (semana passada), tivemos que chamar uns Aurores para acalmá-lo. Digam não as drogas, crianças!

Então, a Prof. Sprout estava lá explicando sobre os cogumelos alucinógenos quando a voz de Dumbledore soou pela escola.

– Carolina Peruzzo, apresente-se na minha sala agora. Pode aparatar mesmo. FUCK THE RULES!

Coloquei o Sonorus na minha voz.

– Mas eu não sei aparatar ainda, seu velho catequético! Além de que não é possível aparatar em Hogwarts!

– Então venha andando, sua sedentária!

– Sedentária é a sua avó!

– O próximo que usar um Sonorus vai levar um Avada na cara – disse o Sonorus do Snape.

– FUCK THE RULES! – gritamos Dumbledore e eu em uníssono.

Saí das estufas e fui (andando, que horror) até o escritório do diretor.

– Bom dia, Sr. Dumbledore – disse formalmente abrindo a porta – Espero encontrá-lo de boa saúde física... E mental...

– Não precisa se preocupar, você não vai ser expulsa – disse Dumbledore.

– Ah, ótimo – suspirei aliviada – Eu já fui expulsa de quinze escolas antes de entrar em Hogwarts.

– Quinze?!

– Botei fogo em sete, destruí monumentos importantes em cinco e literalmente explodi três – disse contando nos dedos – Tudo isso antes dos 11 anos.

Dumbledore estava com os olhos arregalados.

– Não acredito! – ele exclamou.

– Puff, você acha que isso é alguma coisa? – perguntei – Meu irmão, Percy, já foi expulso de cinco escolas em cinco anos. Os monstros amam semideuses. Eu já tive um professor que era uma manticora disfarçada. Acho que o Snape pode ser uma Fúria disfarçada, tenho que investigar isso aí...

– Eu te chamei aqui – Dumbledore me interrompeu. Velho folgado – Porque hoje teremos uma visita especial aqui em Hogwarts. Ela é uma trouxa que é fã de livros. Aparentemente, livros foram publicados sobre Hogwarts...

– Carolina Peruzzo e a Pedra Filosofal, não é? – perguntei esperançosa.

Dumbledore franziu a testa.

– Creio que não...

– Droga de livros.

– Você vai recebê-la e levá-la para um tour na escola – disse Dumbledore – Está liberada das suas aulas.

– UHU! PARTY HARD EVERY DAY! – berrei – Hãn… Quer dizer, quando ela vai chegar?

Dumbledore olhou em seu relógio de pulso.

– Em cinco minutos. Ela estará no Salão Principal.

– Porque você mesmo não vai recebê-la? Você é o diretor dessa bagaça!

– Sou, mas estou ocupado – Dumbledore pegou um controle remoto e ligou uma televisão de cinquenta polegadas que surgiu do nada – estranho – Mas vai começar a passar a reprise de BBB, amore!

– Você vê Big Brother?! – exclamei.

– Vejo.

– PERDEU MEU RESPEITO, VÉIO! – berrei e saí da sala like a diva.

Fui andando até o Salão Principal e fiquei esperando, até que ouvi um grito.

– OH MEU MERLIN! ESTOU EM HOGWARTS! AHHHHHHHHH!!

Olhei para o corredor e vi a tal garota. Ela tinha cabelos loiros lisos presos num rabo de cavalo, olhos redondos cor de mel, nariz perfeito, óculos quadrados de armação preta e tinha uma bolsa universitária pendurada no ombro. Ela era bonita.

Bonita demais.

– Oi – disse andando até ela – Você deve ser a visitante especial.

A garota me olhou de cima a baixo com desprezo. Já não gostei dela, ninguém me olha assim!

– Quem é você? – perguntou ela.

– Há! Querida, você é a novata aqui – exclamei – Sou eu quem pergunto quem é você!

– Meu nome é Clary Horky – disse a menina – Mas quem é você, garota? Você não está em nenhum dos livros nem nos filmes.

Boiando aqui (porque eu sou filha de Poseidon. HAHAHAHAHA Entendeu? Boiando? Poseidon? Água? Ai, ai, eu sou engraçada demais).

– Que livros e que filmes, criatura? – perguntei.

– Os livros da série Harry Potter escritos pela Rainha J.K. Rowling, óbvio – disse Clary – E os filmes produzidos pela Warner Bros. Os filmes com Emma Watson, Rupert Grint e o gato do Tom Felton...

– Olha, eu não sei de nada desses livros e filmes, desculpe – disse franzindo a testa.

– Qual é o seu nome, afinal?

– Carolina Peruzzo.

– Hum... Não, definitivamente você não está nos livros – disse Clary firme – Você deve ser uma figurante sem nome e sem importância.

Ah, não. Ela não disse isso!

– Figurante é a sua... – comecei a dizer, mas eu fui interrompida pelo sinal das aulas tocando e pelo Harry surgindo no corredor com Hermione e Rony.

– HARRY POTTER, O MENINO QUE SOBREVIVEU! RONY, O REI! HERMIONE, A BRUXA MAIS BRILHANTE DA SUA IDADE! – berrou Clary correndo até eles feito louca.

Clary abraçou Rony como se ele fosse um ursinho de pelúcia, depois Harry e Hermione.

– Não acredito que estou aqui com vocês! – exclamou ela com lágrimas nos olhos – Podem autografar minhas costas? E Hermione, a Emma Watson é muito mais bonita que você. Seu cabelo parece Bombril, filha.

Hermione fez uma expressão perplexa.

– Desculpe, mas quem é você para dizer algo sobre mim? – perguntou ela indignada. ISSO MIONE! QUEBRA A CARA DESSA SEM NOÇÃO IGUAL VOCÊ FEZ COM O MALFOY NO TERCEIRO ANO!

– Eu sou Clary Horky, grande fã de vocês – disse ela feliz – Onde está Luna? Eu a adoro! Eu shippo Nevilluna, sabe.

– Hãn? – perguntou Rony confuso. Ele sempre foi meio burrinho mesmo.

– Awn, meu Roniquinho! – Clary apertou sua bochecha – Escute bem: No sétimo livro, não vá embora e não namore a nojenta da Lilá no sexto ano, ok? Você é e sempre foi da Mione.

Hermione e Rony coraram.

– E Harry, não fique se engraçando com a idiota da Cho Chorona, viu? – perguntou Clary abraçando-o mais uma vez – Nem odeie o Snape. Ele é demais, Always.

Ninguém no salão estava entendendo nada.

Snape entrou pelo outro lado do salão e ia sair sem ser notado, como o morcego que ele é, porém Clary o viu.

– SEV! – berrou ela correndo para abraçá-lo – OH SEVERO! DESCULPE-ME POR TER TE ODIADO ATÉ O SÉTIMO LIVRO! VOCÊ É UM HERÓI! EU TE AMO! MALDITO POTTER! ALWAYS!

Clary estava chorando no ombro de Snape, que tinha sua habitual expressão de desprezo.

– Quem é essa aberração da natureza que está me abraçando? – perguntou o professor.

– Visitante especial – respondi.

– Sev, sua voz é demais! – exclamou Clary soltando-se dele e limpando as lágrimas – Seu sotaque britânico é muito sexy, homem!

– Ela chamou o Snape de sexy? – perguntou Harry confuso.

– As pessoas enlouqueceram – lamentou Rony.

– E só um conselho – terminou a lunática – Quando o Voldy for te atacar, CORRE! NÃO FICA PARADO!

– NÃO FICA PARADO! O MOVIMENTO É SEXY! – gritou Fred. E de repente todo mundo do Salão estava dançando. Qual é o problema desse lugar?

– FRED! – berrou Clary com as lágrimas voltando a cair dos olhos – OH FRED!

Ela correu até o ruivo e abraçou com toda a força do mundo, soluçando em seu peito.

– COMO EU CHOREI QUANDO EU LI AQUELE CAPÍTULO, FRED! – berrou Clary.

– Será que ela só sabe gritar? – resmungou Snape saindo do salão mal humorado.

Fred não sabia o que fazer enquanto Clary chorava, então só deu tapinhas amigáveis no braço dela.

– Calma, calma...

Clary soltou-se dele, secou as lágrimas e saltitou até mim (garota louca, véi).

– Presumo que é você quem vai me levar por um tour no castelo – disse ela – Então, o que está esperando?

Harry, Hermione e Rony olharam para Clary como se ela estivesse pedindo para morrer. E ela estava.

– Vamos, querida – disse com o meu sorriso psicopata feat. sádico – Talvez eu te mostre o Lago Negro e a Lula Gigante.

– Mas a Lula Gigante não vive no fundo do lago?

– Exatamente...

* * *

A tarde passou chata e irritante. Aquela garota me deu enxaqueca pelas tantas vezes que ela saiu berrando pela escola.

“TIA MINNIE! SUA DIVA!!!”

“FIRENZE! POSSO SUBIR NAS SUAS COSTAS? PASSEIO DE PÔNEI, UHU!”

“PANSY!... Mentira, não gosto de você, vadia” Essa foi a única frase o dia todo que conseguiu conquistar um mínimo do meu respeito.

Isso sem contar os momentos em que ela berrava coisas totalmente desconexas com o que estava acontecendo.

“ROMIONE PARA SEMPRE!”

“LUPIN E TONKS!”

“BELLATRIX, MINHA DIVA ETERNA!”

“EVERY DAY I AM A SLYTHERIN!”

Finalmente o relógio bateu sete horas da noite, e eu estava livre dela. Clary e eu estávamos entrando de novo do Salão Principal.

– Então – eu disse – Foi muito bom te conhecer, querida! Mas infelizmente já está na hora de você ir embora e jamais mais voltar. Até nunca.

– Ah, não – Clary sorriu – Dumbledore disse que eu posso passar a noite aqui e amanhã eu irei embora.

– Legal – disse indo para o meu Salão Comunal – Até nunca, honey!

Segui andando para o meu Salão Comunal, satisfeita por estar livre daquela chata. Vou poder entrar na banheira de água quente e relaxar por horas e horas, e roubar chocolate do Rony.

Paz.

Mas então eu notei que Clary estava me seguindo.

– O que você quer? – perguntei sem me preocupar em ser educada.

– Eu vou dormir no dormitório da Grifinória, dã – disse ela como se fosse óbvio.

– SÃO QUATRO CASAS EM HOGWARTS E VOCÊ ESCOLHE A GRIFINÓRIA?! – berrei.

– Hãn ham.

Dei meu sorriso psicopata de novo.

- Sabe para qual casa você poderia ir, Clary?

– Qual?

– PARA A CASA DA PUTA QUE TE PARIU!

Entrei no Salão Comunal, fui até o meu dormitório, peguei meu travesseiro e saí andando por Hogwarts e deixei aquela idiota lá. Parei de andar no meio do corredor principal.

Onde eu vou dormir agora?

Meu orgulho impede que eu volte lá e peça desculpas. Acho que tenho que parar de ser tão impulsiva, mas fazer o que? É uma coisa de semideus, já nasce conosco. Segui andando em direção as masmorras e bati na parede de pedra.

Malfoy abriu a passagem e me encarou.

– Não temos pão velho – disse ele revirando os olhos – Esses grifinórios... Já não basta serem irritantes, agora são mendigos.

– Não vim pedir pão velho, seu babaca – respondi.

– Dinheiro?

– Não.

– Um beijo?

– O que? Não!

– Eu tinha que perguntar... – ele deu de ombros — Então, o que você quer?

– Posso dormir no seu Salão Comunal? – perguntei.

Draco ergueu uma sobrancelha fina e ficou me encarando.

– Creio que você tem um dormitório, não? – perguntou.

– Tenho, mas eu fui expulsa de lá – expliquei e apelei para o meu lado sentimental – Oh, porque isso sempre acontece comigo?

Lágrimas falsas brotaram nos meus olhos e ameaçaram cair.

– Ei, não precisa chorar – disse Malfoy desconfortável – Recomponha-se, Peruzzo. Venha, pode dormir no Salão Comunal, mas se alguém perguntar, eu não tenho nada a ver com o assunto.

– Claro – respondi secando as lágrimas e mordendo a língua para não sorrir – Obrigada, Draco. Você é um grande amigo/inimigo/idiota.

Ele revirou os olhos enquanto fechava a passagem.

– Tá, não exagera – respondeu – Só avisando: Você pode acordar com uma Marca Negra desenhada no seu braço esquerdo. Boa noite.

Draco subiu as escadas para o seu dormitório e fechou a porta. Olhei em volta. Que lugar mais chique! Acho que vou ficar aqui, pelo menos não tem ruivos loucos soltando germes por todo o lado (Bjs Rony). Sentei-me em uma poltrona verde fofinha, coloquei meu travesseiro e encostei a cabeça.

E aí, a Lula Gigante passou pela janela.

Saltei em pé e andei até lá. O Salão Comunal da Sonserina dá vista completa para o fundo do Lago Negro! Porque a Grifinória não tem isso? Estou quase virando sonserina, sério! [N/Sonserinos: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!] [N/Grifinórios: SIIIIIIIIIIM!]

Voltei para a poltrona, me aconcheguei e dormi.

* * *

Acordei na manhã seguinte. Quer dizer, não tenho certeza se já é de manhã, porque a luz do sol não alcança aqui (Inveja dos sonserinos, que não acordam com sol na cara). Levantei, espreguicei-me, peguei meu travesseiro e saí do Salão Comunal da Sonserina.

Entrei no Salão Principal e a vi. Aquela vadia estava sentada no meu lugar! Conversando com os meus amigos! Que se foda os meus amigos, mas ela estava no meu lugar!

Senti-me traída, um lixo, um...

– QUE PORRA É ESSA? – gritei sacudindo meu travesseiro acima da cabeça.

– Oh, bom dia Carol – sorriu Clary. Quero vê-la sorrir quando eu quebrar todos aqueles dentes!

Rony viu que eu estava prestes a pular no pescoço daquela mortal estúpida e levantou da mesa.

– Eu já volto – ele sorriu amarelo. O ruivo veio até mim – Primeiro: Porque esse travesseiro, minha filha?

– Eu dormi na Sonserina hoje – disse e Rony deu um sorriso malicioso – Vai te catar, Weasley! Eu dormi no Salão Comunal de lá!

– Sei... – Rony riu – Mas então, porque esse chilique?

– Ela está no meu lugar! – exclamei – E está falando com os meus amigos!

– Carol, relaxe – Rony sorriu amigavelmente – Clary é uma boa pessoa. Não vai “roubar” nada que é seu.

Assenti. Nesse momento Malfoy entrou pela porta do Salão Principal e se dirigiu para a mesa da Sonserina.

– OH MEU MERLIN! – berrou Clary com os olhos brilhando – DRACO MALFOY!

Ela correu até ele, jogou os braços em volta do seu pescoço e o beijou.

POV. Harry Potter

Atenção: As cenas que se seguem a seguir contêm uma quantidade considerável de baixaria, barraco, sangue e mortes. Se você tem um estomago frágil, pare de ler essa história agora.

Eu avisei.

POV. Rony Weasley

Clary correu até o Malfoy, jogou os braços em volta do seu pescoço e o beijou. Draco tentou se soltar daquela maluca, mas a Clary era mais forte que ele (qualquer um é mais forte que ele). Olhei para Carol.

Ela piscou um olho de cada vez.

– Carol, você está bem? – perguntei preocupado com a possibilidade de a Clary ser esquartejada.

– Estou – ela respondeu com um sorriso estranho – Rony, existem crianças em Hogwarts?

– Os primeiranistas, sim – respondi – Mas eles ainda estão dormindo a essa hora.

– Ótimo – Carol respondeu – Com licença.

Ela andou calmamente até onde Clary ainda atacava Malfoy, separou os dois e meteu um belo soco de direita na cara da trouxa.

– BARRACO! – gritei incentivando – BARRACO! BARRACO!

Clary se levantou e limpou o sangue que escorria da boca.

– Então é assim? – perguntou Clary – Sua galinha!

Carol riu como uma psicopata, ou seja, ela deu uma risada igual a da Bellatrix.

– Eu? – a semideusa perguntou – Clary, você é tão galinha que se tomar um banho quente, vira canja!

– AHH! Cai dentro!

Clary colocou a mão na sua bolsa e tirou de lá um sabre de luz verde, Carol tirou do bolso do casaco um sabre de luz vermelho e as duas começaram a duelar.

– Desde quando a Carol tem um sabre de luz? – perguntei.

– Vai saber – Harry deu de ombros – Contanto que ela não o use para nos matar, estou despreocupado.

Os alunos já estavam reunidos em volta incentivando a briga. Então, Goyle teve a melhor ideia da vida dele:

– XINGAMENTOS DE MÃE!

Logo todos gritavam isso.

– Sua mãe é tão gorda que o Patrono dela é um bolo! – disse Clary ainda lutando.

– Sua mãe é tão gorda que ela teve que ir ao Sea World para ser batizada! – exclamou Carol.

– UHHHHH! – exclamaram os sonserinos, que estavam fazendo de tudo para ver o circo pegar fogo.

– Sua mãe é tão burra que ela tentou colocar os M&M’s em ordem alfabética!

– Sua mãe é tão burra que ela foi atropelada por um carro estacionado!

– Sua mãe é tão burra que quando você fica perto dela, você escuta o som do oceano! – exclamou Clary.

– Você está chamando meu pai de burro, sua vadia?! – perguntou Carol revoltada – MEU PAI É INTELIGENTE, OK? ELE É SÓ MEIO LERDINHO, MAS É INTELIGENTE! VOU CORTAR SUA CABEÇA FORA COM ESSE SABRE DE LUZ!

– AH EU DUVIDO! – berrou Clary – VOCÊ É TÃO IDIOTA QUE NÃO SABE DIFERENCIAR UM CORVINO E UM LUFANO!

– QUAL É A LÓGICA DISSO?!

– NENHUMA! EU SÓ QUERIA TE CHAMAR DE IDIOTA, IDIOTA!

As duas ainda lutavam com os sabres de luz, até que Draco entrou no meio da briga.

– Meninas, parem! – ele exclamou – Não briguem por mim! Tem Draco o suficiente para as duas!

As duas pararam de brigar na hora e o encararam.

– Ah, tá se achando é? – perguntou Clary colocando a mão na cintura.

– Seu babaca – resmungou Carol.

– Carol, minha cara, está pensando o mesmo que eu?

– VAMOS ACABAR COM ESSE IMBECIL!

As duas garotas soltaram um grito de guerra e saíram correndo atrás de Draco com os sabres de luz. O salão ficou silencioso.

– Que barraco mais fraco – disse um dos sonserinos decepcionado – Que tal nós incentivarmos outro?

– Sugiro Rony X Harry! – disse um corvino.

Ótimo, tinha que sobrar para mim mesmo ¬_¬"

Notas finais
Carol: Heey, quem será a bondosa alma que mandará uma recomendação a mais para completar 20 recomendações? Essa pessoa vai ganhar um beijo da Clary, que é mais rodada que pratinho de microondas!

Clary: Eu? É você que já é mais passada que corrimão!

Carol: Clary, você é igual Havaianas: Todo mundo usa!

Clary: Ora, sua...

~le fight. De novo~